Bolha de segurança

Ana Pereira @ Cenas a Pedal - Escola de Bicicleta | 26/05/2015 às 23:33

Temas: [ Condução de bicicleta ] [ Usar a bicicleta no dia-a-dia ] [ bicicultura ] [ condução ] [ risco rodoviário ] [ segurança activa ] [ segurança passiva ]

O risco associado a uma eventual queda ou colisão é uma função da probabilidade da mesma acontecer e, esta acontecendo, da gravidade das suas consequências. De forma simples:

Risco = [probabilidade de acontecer] x [gravidade das consequências]

Firefighters holding safety net --- Image by © Anthony Redpath/Corbis

Firefighters holding safety net — Image by © Anthony Redpath/Corbis

Se eu tiver que saltar, ou algo me fizer cair, da varanda de um 5º andar as consequências serão letais. Mas eu posso adoptar medidas para reduzir a zero ou quase a probabilidade de eu me ver numa situação em que tenha que saltar, ou possa cair, de uma varanda do 5º andar, logo, o risco associado é residual. Ou então posso deixar de me preocupar com precauções para não me ver nessa situação e aceitar a possibilidade de vir a ter que saltar, ou cair, do 5º andar, mas antes colocar lá em baixo uma rede para me amparar a queda e reduzir de alguma forma as consequências da mesma. São ambas formas de reduzir o risco a que me exponho.

Aqui na escola, nas aulas de condução de bicicleta, treinamos os nossos alunos para reduzirem os riscos a que se expõem ao andar de bicicleta, focando-nos primordialmente na parte do “probabilidade de acontecer”, ou seja, desenvolvendo as competências necessárias para, antes de mais, evitar quedas e colisões, pois é a forma mais eficaz de reduzirmos o risco.

Contudo, as nossas chances podem ser melhoradas se além de adoptarmos comportamentos e estratégias que diminuem a probabilidade de uma queda ou colisão acontecer – primeira linha de defesa, adoptarmos também algumas medidas simples e acessíveis que minimizem as consequências de uma eventual queda ou colisão que não consigamos evitar – segunda linha de defesa.

Nas nossas aulas começamos por ensinar os alunos a assegurarem a todo o momento a sua “BOLHA DE SEGURANÇA“, um espaço em toda a sua volta que lhes permita:

1) tempo e espaço para passarem, oscilarem a sua trajectória, travarem ou se desviarem de obstáculos, sem colidirem com nada nem ninguém no processo, e

2) espaço desimpedido sobre o qual cair, caso uma queda seja inevitável.

Hasselbeck_bubble_revised

Bolha de segurança, tipo isto, mas maior. :-)

Sendo que o tamanho mínimo desta bolha é uma função da nossa velocidade (e/ou da de quem, ou daquilo, que por nós passa): quanto maior a velocidade, maior a bolha.

Exemplo de uma via onde é impossível assegurar uma bolha de segurança, por mais reduzida que seja, mesmo que circulemos mesmo muito devagar. Fonte: MUBi Exemplo de uma via onde é impossível assegurar uma bolha de segurança, por mais reduzida que seja, mesmo que circulemos mesmo muito devagar. Fonte: Lisbon Cycle Chic Exemplo de uma via onde é possível assegurar uma bolha de segurança, embora mais reduzida do que o mínimo necessário. Fonte: Google

Enquanto condutora de um bicicleta (ou de qualquer outro veículo) eu posso:

1) escolher a rota que me oferece a maior bolha possível, e adequada à minha velocidade

2) se a rota preferida não assegurar a bolha de segurança mínima para a velocidade a que circulo, e não havendo rotas alternativas, adequar a minha velocidade ao tamanho possível da minha bolha.

E quanto mais pobres forem as minhas competências básicas de controlo da bicicleta e condução, maior terá que ser a minha bolha, e/ou mais devagar deverei circular, para compensar a minha inabilidade em identificar e detectar riscos, minimizá-los, e reagir com sucesso a eles.

Porque é que é importante reservar espaço para cair?

Porque cair no chão é diferente de cair sobre um lancil, um pilarete, um banco de jardim, etc. As consequências da queda serão provavelmente significativamente piores no segundo caso.

Isso leva-nos a uma terceira linha de defesa, que é: não transportar junto ao corpo objectos que, pela sua forma, volume, rigidez, e/ou localização, possam piorar as consequências de uma queda – como se transportássemos connosco um pilarete para depois cairmos sobre ele. 😉 Exemplos comuns para os condutores de bicicleta em contexto de transporte: chaves (ouch!), telemóveis, e cadeados:

Fonte: bikebiz.com Fonte: discountcyclesdirect.co.uk Fonte: reviews.mtbr.com/ Fonte: nyannyanfactory.com/

What can go wrong? Bom, uma queda que poderia, de outra forma, não resultar em lesões de monta, pode resultar nisto, ou pior, se tivermos azar.

Mas não é só na cidade, em contextos recreativo e desportivo também se podem cometer lapsos destes, potencialmente com consequências desastrosas. Um exemplo do que acontece quando tudo corre mal é o do Eddy King, que numa queda de bicicleta em 2013, uma peça de uma bomba de ar que ele transportava na sua mochila de hidratação pressionou e lesionou-lhe a espinha dorsal, deixando-o paraplégico.

Por isso, é importante seleccionar criteriosamente os objectos que transportamos connosco junto ao corpo, seja em bolsos da roupa normal, seja pendurado de alguma forma, seja em bolsos dos jerseys, ou em mochilas. Manter a nossa bolha de segurança começa mesmo junto à pele.

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can’t miss (131) pt.blastingnews.com

paulofski @ na bicicleta | 26/05/2015 às 7:46

Temas: [ can't miss it ] [ bicicultura ] [ ciclismo ] [ coisas que leio ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ Rui Costa ] [ testemunho ]

‘Rui Costa: O maior inimigo do ciclista são alguns automobilistas’

Rui Costa

“P. A prática do ciclismo amador tem aumentado exponencialmente em Portugal. Como vê esse fenómeno e que conselho dá aos praticantes?

R. Sei que tem havido um enorme aumento e fico feliz por isso. O meu conselho é que se gostam mesmo desta modalidade que se apliquem ao máximo. Não é uma modalidade fácil, mas com talento, empenho, trabalho e honestidade consegue-se estar entre os melhores.

P. Qual o maior inimigo de um ciclista profissional? E qual é o seu maior aliado?

R. O maior inimigo são alguns automobilistas e o maior aliado talvez seja a natureza.

P. Se for possível, deixe uma mensagem aos seus adeptos, que vêem no Rui um dos maiores nomes do desporto em Portugal.

R. Eu digo sempre que não tenho fãs, tenho amigos. Se me apoias, meu amigo és. Por isso, a todos os meus amigos, quero enviar um enorme abraço de gratidão por todo o imenso apoio que me dão ao longo da época. As vossas palavras e incentivo dão-me uma força extra. Obrigado, amigos!

(Podes ler a entrevista na íntegra aqui)


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‘Spokes People': um mini-documentário

Ana Pereira @ Cenas a Pedal | 25/05/2015 às 7:39

Temas: [ Crianças e Famílias ] [ formação ] [ Mobilidade ] [ Pessoas ] [ Videos ] [ bicicultura ] [ documentários ]

Este mini-documentário já tem uns anos, mas mantém-se actual. Tinha-o aqui num post em rascunho de 2012 (!) no blog. Achei-o interessante pelo facto de ilustrar tão bem a forma como 1) a bicicleta é uma ferramenta que resolve problemas, traz efeitos secundários positivos, e muda as perspectivas e as vidas das pessoas, e 2) a forma como conduzimos, a nossa mentalidade e atitude, influenciam a experiência que temos na estrada.

O documentário mostra como uma família usa uma longtail para transportar as crianças e abdicar do carro, e também mostra como a formação em condução de bicicleta altera a forma como as pessoas encaram a ideia, e a experiência, de se deslocarem de bicicleta.

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Amolar por aí

@ Eu e as minhas bicicletas | 23/05/2015 às 10:58

Temas: [ amolador ] [ bicicletas ] [ bicicultura ]

Há dias vinha a chegar ao local do meu trabalho e vejo um colega e amigo a sair do nosso edifício para ir ter uma reunião noutro edifício, e como ia a chegar na Felicidade "buzinei" com a corneta a cumprimentá-lo pela fresquinha, eu na estrada de bicicleta ele no passeio a pé.

Ele mal se apercebeu que era eu, devia estar distraído nos seus pensamentos. Passados uns minutos recebo um SMS:

Screenshot_2015-05-23-10-12-31.png

Mau, é que o som da corneta nem tem nada a ver com o melodioso som da gaita dos amoladores.

E isso lembrou-me que tenho de afiar uma série de facas mas sempre que o amolador passa lá na rua eu não tenho possibilidade de recorrer aos seus serviços... mas hoje consegui!

Ouvi o som característico do seu chamariz a ecoar nas ruas e acenei-lhe à distância da janela, ele veio e parou à minha porta. Acordamos valores e lá foi ele tratar de limar o fio da navalha de uma meia-dúzia de facas rombas que hibernavam na gaveta dos talheres.

É um senhor já nos 60 e muitos, com a tez marcada do sol de muitos anos, com um cigarrinho de enrolar na ponta da boca e de uma amabilidade fantástica. Deve ter vivido uma vida inteira neste mester, quiça desde menino moço. 

IMG_20150523_100806.jpg

A sua "biciclete" é o seu meio de deslocação, apesar de que ali no bairro e nas redondezas ele segue vagorosamente a pé à cata de clientela. A sua "biciclete" é também a sua ferramenta de laboração.

Quando me entregou as seis facas diz-me: "Não as lave com água quente ou na máquina que isso estraga o fio."
Se quisesse fazer mais negócio não me dizia nada e daqui a um ano estava a afiar-me as mesmas facas. É gente honesta.

Há quem pague para ir ao ginásio rolar em bicicletas-estacionárias, eu paguei para o amolador fazer exercício enquanto me tratava de aguçar as lâminas.

Por falar em cornetas, buzinas e campaínhas, ouvi falar destas coisas "Oujing Cycling horn":

cyclinghorn.jpg

Uiii, deve ser bem bom. Electronic horn. Isto é uma buzina. Para aqueles ciclistas que andam com pouca paciência para os peões nas ciclovias isto pode ser um escape à frustação, tem é de ser usado com peso e medida senão ainda mata alguém do coração.
(não estou a aconselhar, só a dizer que existe...)
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A Prazeres na imprensa!

@ Eu e as minhas bicicletas | 22/05/2015 às 10:49

Temas: [ artigo ] [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ ponto turismo ] [ prazeres ]

A Prazeres rola e rola e rola e os carros caracolam...

"A vida é feita de decisões." - bora lá lançar este slogan!

IMG_20150522_093817.jpg

Há uns meses fui contactado por um simpático moço que me pediu autorização para mencionar o meu blog num artigo que iria escrever sobre bicicletas, o que anui sem problema.

Hoje de manhã fiquei sabedor da peça jornalística.

prazeres.jpg


Ver o resto do artigo aqui na página 33:
http://issuu.com/pontoturismo/docs/ponto_turismo_18__1_

Só faltou mencionar a "Felicidade" -  minha outra bina.
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a par, em par com os carros

paulofski @ na bicicleta | 22/05/2015 às 9:53

Temas: [ motivação ] [ bicicultura ] [ ciclismo ] [ ciclismo urbano ] [ coisas que leio ] [ legislação ] [ outras coisas ] [ par ] [ partilha ] [ segurança rodoviária ]

Motorist perception of bicyclist position and available passing space. [Graphic: Keri Caffrey]

Motorist perception of bicyclist position and available passing space. [Graphic: Keri Caffrey]

Na bicicleta, não há nada mais stressante do que sentir a opressão do trânsito. Andar de bicicleta acarreta algumas situações arriscadas, bem sabemos, mas se algumas estão directamente relacionadas com o nosso comportamento, muitas outras são deliberadamente ocasionadas pela acção directa de automobilistas que não ajudam. Quando não conhecem ou simplesmente se estão a borrifar para os direitos dos ciclistas, a postura ideal na estrada, a nossa reacção perante essas situações, é o “truque” eficaz e legal para a nossa segurança.

Dentro da faixa de rodagem, afastado q.b. da berma, tanto quanto possível deveremos estar o mais visíveis possível, “obrigar” o automobilista a abrandar e, quando ao nosso lado, respeitar a distância de metro e meio. A recente legislação aprovou uma distância de segurança em torno do ciclista, no entanto se o ciclista for empurrado, obrigado a andar o mais próximo à borda da estrada, isso não é seguro para si. Ele tem o direito à utilização plena da estrada.

Alguns mais impacientes vão-nos amaldiçoar por estarmos ali, vão buzinar ou mesmo acelerar para expressar a sua arrogância. Temos pena. Se estamos ali é porque a posição do ciclista na estrada é fundamental para a sua segurança. A postura a par com outro colega ciclista obriga o tráfego a abrandar e então proceder à ultrapassagem a uma velocidade segura.

Cyclists riding double file on a narrow rural road. Riding double file deters unsafe same-lane passing in narrow lanes and makes the cyclists as visible as a car from the front and behind. [Mike Dayton photo]

Cyclists riding double file on a narrow rural road. Riding double file deters unsafe same-lane passing in narrow lanes and makes the cyclists as visible as a car from the front and behind. [Mike Dayton photo]

Este excelente artigo do bikewalknc.org contém interessante informação que explica porque teimam os ciclistas circular a par, em par com os automobilistas.

…”Cyclists must obey traffic signals and stop signs just like any other driver. These traffic controls divide intersection time among different directions of travel and effectively limit the traffic throughput at the intersection. Riding double file reduces by half the time required for the group to get through an intersection, reducing light signal cycles and delay for other road users as well.”…

 


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can’t miss [130] mubi.pt

paulofski @ na bicicleta | 21/05/2015 às 10:05

Temas: [ can't miss it ] [ bicicultura ] [ ciclovia ] [ coisas que leio ] [ insegurança rodoviária ] [ MUBI ] [ partilha ] [ Porto ] [ segurança rodoviária ]

Câmara do Porto persiste em manter uma solução perigosa para as bicicletas na Avenida da Boavista

MUBI - ciclovia Avenida Boavista Porto
“A MUBi reuniu várias vezes, entre janeiro e abril de 2014, com a Câmara Municipal do Porto, a propósito da mobilidade em bicicleta na cidade. Foram quatro importantes reuniões, com a Vereadora da Mobilidade, Cristina Pimentel – tendo também estado presentes, em alguns dos encontros, os vereadores da Inovação e Ambiente, Filipe Araújo, e do Urbanismo, Correia Fernandes – e equipas técnicas, em que se considerou que uma nova etapa se estava a abrir na cidade. Políticos e técnicos camarários ouviam finalmente os utilizadores da bicicleta.

A auscultação e envolvimento da associação, no desenvolvimento das infraestruturas e, em particular, de uma ideia de cidade, augurava uma postura política aberta à participação pública de forma continuada e dialogante, a exemplo do que acontece nas melhores práticas europeias. Quer-se pois acreditar que foi de boa-fé que a MUBi foi chamada a reunir-se com o executivo e os técnicos, no início de 2014.

Nos encontros com a câmara do Porto, a MUBi manifestou a sua extrema preocupação com a solução que foi adotada para a requalificação da Avenida da Boavista. Nessas reuniões, a MUBi fez uma apresentação, onde justificou por que é que algumas das soluções implementadas na avenida são extremamente perigosas, estando perfeitamente catalogadas nos manuais técnicos da especialidade como tal, e já foram abandonadas há muito pelas boas práticas europeias. Consequentemente, a Câmara Municipal do Porto não as deve adotar a não ser que queira pôr em causa a segurança de pessoas para “mostrar obra”, o que é profundamente irresponsável e lamentável. A formalização de uma faixa ciclável encostada ao estacionamento automóvel, sem qualquer tipo de proteção, e descontínua, acentuada pela intermitência da cor do pavimento, torna a infraestrutura dedicada às bicicletas inútil e perigosa, como se pode verificar na fotografia:

Por todas estas razões, e antes que algo de muito grave aconteça, a MUBi para além de alertar, mais uma vez, para os perigos da solução, e para as responsabilidades que podem ser assacadas à Câmara do Porto (por lesões ou morte de pessoas e negligência nas disposições quanto à segurança rodoviária), exige que sejam restabelecidas as condições mínimas de segurança, conforme é aconselhado em qualquer manual básico de desenho de infraestruturas para bicicletas.”

(podes lêr o artigo completo no site da Mubi)


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Orçamento Participativo de Lisboa 2015/2016

@ Eu e as minhas bicicletas | 20/05/2015 às 15:34

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ ciclovias ] [ orçamento participativo lisboa ]

Já começou a fase de aceitação de propostas para o Orçamento Participativo de Lisboa 2015/2016.

http://www.lisboaparticipa.pt/

Honestamente eu cada vez estou mais descrente nestas iniciativas, pois é ver as boas ideias serem votadas massivamente e depois tardam a ser implementadas pelas autarquias, algumas com desculpas esfarrapadas e "mal pagas".

Depois há também quem meta algumas pérolas, esta relacionada com bicicletas e mobilidade:

"Ciclovias a mais na cidade | 2015-05-18 18:44:02
Remover as ciclovias da cidade, são um empecilho para o trânsito"

no_more_ciclovias.jpg

http://www.lisboaparticipa.pt/proposta/op15/221/estacinamento-na-avgomes-pereira

E isto foi apresentado em "Assembleia Participativa"... quer dizer que alguém de viva voz mandou esta proposta? Enfim...
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convite: apresentação do programa COMBINADO

paulofski @ na bicicleta | 20/05/2015 às 11:15

Temas: [ divulgação ] [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ ciclismo urbano ] [ FPCUB ] [ Lisboa ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ noticia ] [ partilha ] [ Velocité Café ]

COMBINADO – PROGRAMA DE INCENTIVO À UTILIZAÇÃO DOS TRANSPORTES PÚBLICOS E BICICLETA

“Exmas(os) Senhoras(es)

Vem a Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta convidar para a apresentação do Programa COMBINADO, cujo principal objetivo é de incentivar à utilização do transporte público e bicicleta em mobilidade urbana.

Venha conhecer o novo Programa de Incentivo à Mobilidade Urbana Sustentável e visite a exposição de fotografia “Transportes Públicos e Bicicleta”.

Apresentaremos a ideia no próximo dia 21 de maio, 5ª feira, pelas 18h30 no Velocité Café.

“Combinado significa, para o programa, a possibilidade de utilizar uma rede partilhada de transportes púbicos com a bicicleta nas cidades.

Significa o compromisso da FPCUB para que o programa ganhe rodas e possa chegar à área metropolitana de Lisboa.

Significa, para quem o subscreve, o empenho e participação necessária para mudar o paradigma da mobilidade nas cidades portuguesas.

Combinado, o novo programa de incentivo à utilização dos transportes públicos e bicicleta, traz para o seu nome a coisa mais simples e importante para o sucesso – o compromisso.

Facebook do programa: www.facebook.com/programacombinado

FPCUB - programa Combinado

 


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aparelho rudimentar de fácil invenção… uma útil engenhoca

paulofski @ na bicicleta | 19/05/2015 às 11:32

Temas: [ uma boa ideia ] [ bicicultura ] [ boas ideias ] [ coisas que inventam ] [ coisas que leio ] [ motivação ] [ outras coisas ]

Cria um carregador de telemóvel para bicicleta

bicicleta-carregador-de-telemóvel
“Tamas, um brilhante inventor húngaro, criou um carregador de telemóvel para bicicleta por apenas 5 dólares (pouco mais de 4 Euros ou cerca de 15 Reais) que funciona a energia do vento.

Tamas vai para todo o sítio de bicicleta e, como acontece a muitas pessoas, enquanto está a pedalar, o seu telemóvel fica sem bateria. Durante um verão, quando participou num Bike Camp, a bateria do seu telemóvel descarregou, magoou-se num joelho e não conseguia falar com os pais nem com a assistência médica.”…

carregador-de-telemóvel-energia-eólica
Podes saber mais sobre esta interessante e útil engenhoca aqui: http://noctulachannel.com/carregador-de-telemovel-para-bicicleta/


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