PSP já tem patrulhas de bicicleta em Braga!

Victor Domingos @ Braga Ciclável | 18/04/2014 às 14:52

Temas: [ agentes ] [ autoridades ] [ bicicultura ] [ patrulha ] [ polícia ] [ PSP ] [ Segway ]

A PSP de Braga já começou a patrulhar as ruas de Braga em bicicleta e Segway! O Braga Ciclável dá as boas-vindas a esta iniciativa, que esperamos ser para manter e alargar.

PSP Braga em bicicleta

Consideramos que as patrulhas em bicicleta podem ter um papel importantíssimo para o aumento da segurança rodoviária, de várias formas. Por um lado, a circulação e atuação destes agentes nas nossas ruas e estradas serão um contributo para sensibilizar e moderar o comportamento de alguns automobilistas (redução de velocidade, manutenção de distâncias de segurança, respeito pelas regras de prioridade, realização de manobras de ultrapassagem em segurança, etc.). Por outro lado, os agentes de bicicleta estarão em excelente posição para ajudar a formar bons hábitos de condução nos ciclistas menos experientes (utilização de luzes e refletores, ocupação da faixa de rodagem, cedência de prioridade a peões e respeito pelas regras de prioridade em cruzamentos, etc.). 

Todos temos a ganhar com esta nova modalidade de intervenção da PSP Braga. Sejam muito bem-vindos!


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crónica – Flèche Minho

paulofski @ na bicicleta | 17/04/2014 às 22:21

Temas: [ longas pedalas ] [ bicicultura ] [ Cosmica ] [ Flèche ] [ fotografia ] [ fotopedaladas ] [ longas pedaladas ] [ motivação ] [ randonneur ] [ roda de amigos ]

Flèches PortugalAs Flèches são tradicionalmente um evento social, ciclístico não-competitivo, onde ciclistas “randonneurs” que pedalam habitualmente os Brevet Randonneur Mondial têm mais uma oportunidade de se juntar. O objectivo é pedalar em equipa, em completa autonomia, durante vinte e quatro horas exactas. São as equipas que escolhem a rota, na qual serão percorridos no mínimo 360 km’s, e definem os postos de controlo. As “Flèches Portugal” têm origem em diferentes locais de saída, são percorridos por várias equipas de randonneurs que se dirigem rumo a um local de chegada comum, em Coimbra. Chegar é a meta, e na meta o prémio é um prato de massa servido à roda com amigos e companheiros de estrada. Depois do almoço, todos metem as bicicletas no comboio e regressam a casa. Resumindo é isto, mas é claro que muitas preipécias aconteceram nestas 24 horas de pedalada.

O desafio desta Flèche era para mim uma espécie de desforra pessoal, depois de frustrada a tentativa do ano passado. Mas estava um pouco apreensivo pois não fazia um treino de jeito desde a minha ida e volta a Baiona. No último mês andei relaxado, um bon vivant à custa de um joelho resmungão! Tudo que eu precisava era de um fim-de-semana assim para reacender a minha ousadia dormente. Eu andava preguiçoso. Se bem que poderia aligeirar o esforço a bordo da mais levezinha, desejava sobretudo testar os meus limites no selim da Cósmica, a minha clássica bicicleta de aço, combinando os prazeres das pedaladas com as exigências do ciclismo de longa distância.

Flèche Minho brevetA aventura começou na véspera: Uma viagem de metro até à Póvoa; a proeza de três marmanjos enfiarem-se com duas biclas dentro de um carro; dormir em Esposende; acordar cedinho; seguir para Viana, trocar de carro (este equipado com os apetrechos necessários ao transporte exterior de bicicletas); viajar os km’s que nos separavam do local escolhido para a partida. S. Gregório fica lá no alto do mapa, o ponto mais a norte de Portugal, bem no cantinho encostado à Galiza. Lá em cima esperava-nos uma neblina fresquita e o grilar chato do roamimg dos nossos telemóveis. Depois do pequeno-almoço, calibragem, kit, fotos, rabo no selim e, às 10h em ponto, finalmente o momento para que nós lá fomos, dar início à Flèche, dar ao pedal.

S. GregórioComeçamos em ritmo de passeio, a descer até Melgaço, até Monção. Abrira um belo sol no céu, e o ar quente e contagiante misturava-se com a paisagem minhota e os odores do campo. Um par de horas de pedalada e já cumpríamos o primeiro controlo, em Valença, prosseguindo com apetite a pedalada até Cerveira, onde parámos para almoçar. De barriga cheia, o próximo destino foi Caminha. Confesso que a vontade de lá ficar, a fazer uma sesta na caminha, não me faltou mas, a poucos minutos dali um mero aparelhómetro de GPS mal ajustado haveria de nos proporcionar o momento mais engraçado e algumas paragens inesperadas para ser resgatado dos paralelos. Com a suave nortada pelas costas a empurrar-nos o ímpeto, o lanche fez-se a horas no posto de controlo programado em Viana do Castelo.

em CaminhaE continuamos para bingo, isto é, para sul, até que um pequeno contratempo mecânico haveria de nos obrigar a uma breve paragem. Mais à frente, na Póvoa de Varzim, fizemos nova paragem para refrescar as ideias e dar algum descanso ao assento. Como resultado de um parafuso moído, o selim da minha bicicleta ganhava uma estranha e inusitada inclinação. Ora empinava, ora descaía, o que por mais aperto e reajustes lhe fizesse, o maldito sofá haveria de me moer a paciência e o rabo quase até ao final da jornada. Finalmente encaramos as primeiras pequenas subidas do dia, até contornarmos a Cidade Invicta e avistarmos o pôr-do-sol, na Praia de Matosinhos. Novo carimbo no brevet e, sem mais demoras, bora lá cumprir a parte mais bela do percurso, a que eu já faço de olhos fechados. Com a noite a engolir-nos aos poucos, fomos contornando o Douro, do Porto até Gaia, onde haveríamos de jantar, escutando as ondas do mar.

Off Shore, GaiaEstávamos mais ou menos a meio da Flèche. Só então relaxei, liguei para casa e pus-me a inventariar as perdas: Coração? Batia; Pulmões? Enchiam; Pernas? Normais; Cabeça? Feliz; Rabo? Rabo!?!? Mas qual rabo? E ainda nos faltava meio dia de pedalada. Seguimos depois mais aconchegados na vestimenta e luzes apontadas à escuridão pela orla marítima de Gaia. Passada a cidade de Espinho, já em plena N109 o infortúnio proporcionou uma paragem extra ao largo de Ovar. Uma das binas xpto ficou com o manípulo de mudanças fora de acção, forçando o ciclista a usar os seus dotes MacGyverianos para se safar tão somente com o desviador do prato dianteiro, prosseguindo numa dualspeed, a duas velocidades: Uma depressa, outra depressinha! Next stop: Aveiro.

AveiroAí, há muito tempo que o corpo ordenava sair do selim. Descansamos, hidratamo-nos, comemos, pelo menos tentei, e mesmo não tendo a menor pretensão de levar o relógio a sério, continuamos. Seguiu-se o trecho meio urbano, meio rural das Gafanhas. Acontece que aquele terreno planinho poderia até nos embalar no sono, mas o ar puro, a noite banhada pelo luar, a navegação por ruas iguais umas às outras, todos os possíveis estímulos nos mantinham acordados de uma forma inapelável. Mirar Mira perto das quatro da matina não é propriamente entrar numa localidade com muito movimento mas tem pelo menos um café aberto aquela hora. Mais um carimbo no cartão e uma dúvida ficou mal esclarecida, e da qual só daríamos conta disso uns km’s mais à frente (o gajo do café está feito).

MiraNão me sentia no meu melhor, já vinha tendo provas disso há imenso tempo, mas aquela paragem proporcionou-me algum alívio, principalmente na zona dos glúteos… do traseiro! Outra vez sujeito à birra do selim, jurava aparafusá-lo pela última vez. Que bom isso seria! A noite entretanto tornou-se húmida e soprava uma brisa de frente. Se de dia a recta da Tocha já é enfadonha, fazê-la de noite, sem o roncar de um camião ou de um ou outro acelera, é soporífica. Antes que algum de nós adormecesse a pedalar, acabamos vencidos por alguma sonolência e paramos, aproveitando finalmente para nos deliciarmos com a aletria do pequeno-almoço, trazida de casa nos alforjes. E que bem que soube!

Serra da Boa ViagemSeguiu-se a Serra da Boa Viagem e mal tinha começado a serra propriamente dita, viragem para Quiaios. Não conhecíamos de todo aquela zona mesmo às portas da Figueira da Foz. O estudo prévio do percurso no satélite do tio Google viria a tornar-se comprometedor para as nossas intenções de ripanço no próximo posto de controlo, um hotel. Se a avaria em Ovar promoveu a parte tragicómica do passeio, não demoramos a ver que a parte maravilhosa, fantástica, incrível e sensacional que estava só a começar. Logo à primeira subidinha eu já estava arreado e apeei. Quando o asfalto desapareceu e deu lugar a um carreiro de terra e pedras soltas, então todos desmontaram e empurramos as bicicletas ladeira acima, em pétêtê. Parece que aquele trecho do percurso não estaria no programa mas fez parte e só a luz do farol misturada com o som do mar, lá ao fundo, só tornava aquilo mais difícil e interessante! E lá acabamos vencendo a nossa pequena contenda, já no cimo da serra, depois de uns bons trinta minutos de hostilidades mútuas.

Montemor-o-VelhoAvistamos o Mondego, o que foi também um dos pontos altos do dia pois estava a nascer o sol… Bem, o sol de facto não se via mas notava-se pelo menos que já era de dia. Pedalávamos juntos e bem devagarinho, sem comprometer o desempenho uns dos outros… Ah, nada como uma corrida de bicicletas! Pois, querias!!! Dizer que estávamos exaustos é pouco. Eu estava de rastos e ainda não sabia que para chegar a Montemor não iria dar parte de velho… de fraco, o que não dei. Chegada a 22ª hora de aventura, dali até Coimbra a pedalada seria martelar os pedais, quase que com o poder da mente. E seguirmos juntos até o fim, pedalando sempre numa estrada lunar, repleta de crateras e que veio a demonstrar a boa resistência do material. Contemplando a paisagem e a natureza ao redor, entre arrozais e água, aqui e ali fomos cruzando com ciclistas de fim-de-semana. Bom também foi poder mudar um pouco o foco e deixar-me ficar para trás, comendo poeira.

CoimbraCoimbra tem mais encanto na hora da Flèche concluída e assim, bem à hora marcada, chegamos ao derradeiro posto de controlo onde já haviam chegado as outras equipas, Flèche Papa Léguas e Flèche Pioneiros, oriundas da região de Lisboa. Feliz por ter desgrudado a bola de basquete… o rabo do selim, desmontei e não cai no chão. Carimbado o brevet pela última vez, para honra e glória de futuras gerações, já só queria a minha recompensa, o convívio com a malta e um prato cheio de tagliatelle com salmão.

brevet Fléche MinhoSe a vida é feita de momentos, o passado é feito de momentos marcantes. Comendo poeira e tudo, este foi mais um fim-de-semana agradável e intenso que vai certamente figurar no painel de memórias dos anos mais activos da minha loooonga juventude.
Valeu, Zé, Manel e Tiago, a valente equipa da Flèche Minho!

randonneur

Podem ver aqui o giro que fizemos.

Paulo.


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Av. da Liberdade.

Diário de Lisboa @ Diário de Lisboa - The Lisbon Diary | 17/04/2014 às 19:28

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ]

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Bela Vista (mais fotografias clicando no icon das bicicletas ao lado,obrigado)

Diário de Lisboa @ Diário de Lisboa - The Lisbon Diary | 16/04/2014 às 21:27

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ]

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Levar a carga em Bikepacking

Gonças @ Hors Piste autorizé.... | 16/04/2014 às 10:50

Temas: [ bicicultura ] [ bikepacking ] [ myog ] [ TT ]

Depois de "empacotar" tudo, há que arranjar maneira de transportar a carga na bicicleta.

Relembro de que vou fazer cicloturismo em todo o terreno (estrada e mato), ou seja Bikepacking pelo que não vou optar pela opção mais comum do cicloturismo (alforges laterais).

Não que fosse impossível, ou que não "aguentassem", mas é um sistema mais apto a falhas: ligações em metal são mais frágeis em caso de muita vibração, em sigle-tracks é preferível ter o material mais próximo ao quadro, e por fim: quanto mais espaço tens, mais carga levas ;o) é lei!! eheh

Fui espreitar quem faz disto à mais tempo e é consensual o transporte do material mais à frente do que atrás (já há muito tempo atrás se fazia o mesmo).

Capturar10.JPG
E usam garfo rígido, compensando o amortecimento 
com rodas mais grossas e até poupam no desviador dianteiro!!

Tentei prender os sacos tanto no guiador como no banco. 

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Ligação apenas com cintas...trilhava-me demasiado os cabos.


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Lembrei-me de colocar o suporte da mala do guiador para afastar a mala.
Aproveitei para colocar uma cinta grossa a reforçar.

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Ainda me lembrei de por uns "cornos" para segurar o saco mais longe.
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Atrás ainda deu mais luta...sem apoios correctos o saco baila muito.
Tive que repensar a coisa. 
Lembrei-me de criar um harnês para o saco à frente.
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A versão dinheiro na mão!

E seguindo a minha pirâmide do consumo ;o) 

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favoreço a reutilização de material que tenho:

Neste caso, uma mala para portátil que se rasgou.

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Esta veio do Freecycle...

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Cortei o apoio das costas.

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Não é igualzinho ao harnês profissional? ;o)

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Preso no suporte da mala do guiador!

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Ainda ponderei prender com um suporte metálico...
...mas fiquei-me pelas cintas.

Foto0941.jpg
Tcharam!!

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 Acabei por inverter o harnês!

Perguntaram-me se tinha comprado o suporte do LIDL...acho que é um elogio! ;o)

Para trás, lembrei-me de colocar um suporte para carga, daqueles que se prendem ao espigão! Mas como tinha uma cadeira de criança que já não utilizo, coloquei apenas o suporte para segurar o saco traseiro:



Foto0976.jpg
Eis o rack traseiro! Está feito para levar até 22Kgs por isso estou na boa.

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E prende no quadro, em vez do espigão do selim. 
Inverti-o para poder caber o framebag.

É um pouco pesado, cerca de 1,4Kgs, mas robusto. 

Eis o setup final que foi para um teste de fim-de-semana:

Foto0979.jpg
À saída de casa.

Á frente leva o saco-estanque preso no harnês, a bolsa azul a prender de lado e a fita grossa a envolver tudo! No guiador levo o GPS. As gaiolas para as garrafas de água estão presas à suspensão e aguentam muita porrada nos trilhos. 

Tenho o framebag que quando enche não chega a tocar com a lateral no tubo do quadro (é estreita a perna do impermeável). A bomba de ar vai presa nos seus velcros. 

No espigão vai presa uma bolsa com uma câmara de ar extra e uma garrafita com alcool para o fogão. O saco estanque maior vai no rack e também preso ao espigão (e bem apertado para não roçar nas pernas). Em cima vai o kit de ferramentas. 

Nas costas levo uma pequena mochila com kit 1º socorros e kit sobrevivência, bem leve pois não gosto de levar nada a pesar nos ombros.

O teste de 165Kms, com 1500m de acumulado com 40% estrada e 60% trilhos, mostrou que há pouco a mudar no setup. Mas há espaço sobre o tubo central que pode ser aproveitado ;o) 

Preciso também de substituir o saco-cama que é demasiado volumoso e pesado para além de já não oferecer muita eficácia térmica. 

O pano tenda (tarp) pode ser menor (tlvz um poncho) e preciso de uns punhos mais confortáveis e com pequenos "cornos". 

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Na vinda, ainda no comboio!!

Foi um fim-de-semana espectacular...fica para a próxima.

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Dossiê apresentado à CMB (propostas para alteração da Rede Ciclável em estudo)

Victor Domingos @ Braga Ciclável | 15/04/2014 às 23:26

Temas: [ Antonio Babo ] [ bicicultura ] [ Ciclovias ] [ Câmara Municipal de Braga ] [ Estacionamento ] [ Faixas BUS + BICI ] [ Mário Meireles ] [ Proposta de Mobilidade Sustentável ]

Conforme prometido, publicamos hoje os documentos que integraram o dossiê apresentado pelos ciclistas urbanos à Câmara Municipal de Braga, na última reunião.

A partir da rede ciclável proposta pela CMB e presente na revisão em curso do Plano Diretor Municipal, do Programa de Ciclovias Interurbanas do CÁVADO (estudo desenvolvido pelo professor António Perez Babo) e utilizando também os percursos fornecidos por 31 ciclistas urbanos (Mapa Braga Ciclável) e a experiência no terreno obtida pelo grupo de ciclistas que participaram na elaboração do dossiê, chegou-se a uma nova proposta com algumas pequenas, mas significativas alterações ao mapa inicial.

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via Sub 954: Arquitectura à Moda do Porto

paulofski @ na bicicleta | 15/04/2014 às 17:01

Temas: [ filme ] [ bicicultura ] [ ciclismo urbano ] [ coisas que vejo ] [ cycle chic ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ Porto ] [ Sub 954 ]


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Material transportado em Bikepacking

Gonças @ Hors Piste autorizé.... | 15/04/2014 às 12:09

Temas: [ bicicultura ] [ bikepacking ] [ myog ]

Tentei colocar o material necessário para viajar de bicicleta em autonomia em todo o terreno (bikepacking) em 2 sacos estanques que tenho:

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O da esquerda deve ter 15l, o da direita é claramente enorme. 
Mas é o que há!

Para levar isto tudo:


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tcharam...pronto para a doidêra de 1 noite ou 10 noites de pedalada!

Lá tiveram que caber:

Foto1048.jpg
Tudo empacotado e pronto para colocar na bicla


Como a maior parte do material que tenho é old school (old is cool) o conjunto é volumoso e pesa um pouco mais que 10Kgs.

Com dividi isto?

No saco mais pequeno coloquei o saco-cama (antigo e muito volumoso), uma múmia de algodão, gorro e luvas e o kit higiene.


No maior coloquei a roupa (muito volumosa e pesada), o hammock e o tarp e o kit cozinha.   

A comida levei à parte, mas a meio coloquei-o no frame bag.

O desafio seguinte era: como colocar isto na bicla sem porta-bagagens?



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fotocycle [126] cheiro de chuva…

paulofski @ na bicicleta | 15/04/2014 às 7:56

Temas: [ fotocycle ] [ à chuva ] [ bicicultura ] [ fotografia ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ penso eu de que... ] [ Porto ] [ Sua Alteza ]

… no asfalto quente? Hummm, se gosto!

cheiro de chuva


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Bici-Paper no centro de Braga - vamos lá pedalar?

Victor Domingos @ Braga Ciclável | 15/04/2014 às 1:10

Temas: [ Bici-Paper ] [ bicicultura ] [ Eventos ] [ Go By Bike ] [ JovemCooop ] [ Largo da Senhora-a-Branca ] [ Turismo ]

Bici-Paper - Vamos pedalar na cidade de Braga

Este sábado, dia 19 de abril, realiza-se no centro da cidade de Braga um Bici-Paper, por iniciativa da JovemCoop em colaboração com a Go By Bike. Será uma excelente oportunidade para nos divertirmos e ao mesmo tempo ficarmos a conhecer melhor a nossa cidade!

Segundo a organização deste evento, a participação poderá ser feita individualmente ou criando uma equipa com o máximo de 5 elementos. Todos são bem-vindos, pelo que é sempre boa ideia levar alguns amigos e familiares. O ponto de encontro é o Largo da Senhor-a-Branca, às 14h30.

As inscrições são gratuitas e podem ser feita por email (ver aqui o cartaz oficial do evento), até 5ª feira, dia 17 de abril. Não há limite de idade, basta ter boa disposição e gostar de pedalar.

Vamos lá pedalar? ;-)

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