/// 19 Janeiro_Baixa_Lisboa
rui henrique @ bicicleta voadora | 27/01/2012 às 17:55
Temas: [ bicicultura ] [ lisboa ]
rui henrique @ bicicleta voadora | 27/01/2012 às 17:55
Temas: [ bicicultura ] [ lisboa ]

rui henrique @ bicicleta voadora | 27/01/2012 às 17:54
Temas: [ bicicultura ] [ pessoas ] [ lisboa ]

Humberto @ simplycommuting.net | 27/01/2012 às 13:15
Temas: [ cycle of sighns ] [ bicicultura ] [ parlamento ]
Ensina-nos a mais libertadora das ideologias que os avanços se fazem também de recuos. A dimensão da individual existência turva-nos a memória e tira-nos do alcance o imparável passo do homem para um mundo melhor ao ponto de tal ensinamento nos parecer contraditório. Ainda para mais atravessando estes tempos presentes onde a noite se adensa e nos remete para passados já pensados impossíveis, cresce o descontentamento e o desânimo, alimentados por pensamento único, inevitável. Por muito má que seja a estrada só há uma maneira de seguir viagem: acreditando que é possível outro caminho e fazer valer a vontade de mudar e derrotar os Cabrais.
As opções políticas dos actuais senhores do poder, maioria parlamentar e Governo, têm penalizado fortemente quem vive dos rendimentos do trabalho, seja pela via da subtracção de salário, pelo aumento de impostos directos e indirectos e pelo aumento do tempo de trabalho sem o respectivo pagamento. Os transportes públicos, cada vez mais uma real alternativa para quem não consegue suportar o aumento dos combustíveis e abandona, ainda que relutantemente, o uso do automóvel no dia-a-dia, sofreram aumentos brutais, em alguns casos quase para o dobro, e foram reduzidos os incentivos por via de desconto no Passe Social para jovens e pensionistas.
A par do aumento do custo do bilhete o Governo decide reduzir o número de carreiras e a sua frequência horários por razões meramente economicistas e com argumentação perfeitamente desajustada, pois não é viável basear a operacionalidade dos sistemas de transportes no preço dos bilhetes nem é reduzindo a oferta que se capta mais clientes. Os propósitos são evidentemente a criação de condições para entregar à iniciativa privada -e à consequente busca do lucro- a mobilidade dos cidadãos. Estas decisões do Governo PPD/CDS não só não resolverão os problemas conhecidos como agravarão a qualidade dos serviços e apontam por caminhos à revelia das experiências de cidades vanguarda em matéria de transporte e mobilidade.
Por aqui se deu conta dum pequeno passo para o homem que representou uma volta maior no pedal da alteração do estado das coisas para a bicicleta em Portugal. Avançou-se no sentido da solução de problemas e na perspectiva de abrir espaço para o encontro de vontades comuns. Os sinais que nos chegaram nessa manhã da rua de São Bento foram de esperança. Conhecidos que são hoje os desenvolvimentos e os quatro textos levados a votação pelo PSD, CDS, Bloco de Esquerda e pelo Partido Ecologista “Os Verdes”, a primeira coisa que se conclui é que o tal consenso procurado não chegou a ser encontrado.
Seria expectável que pelo menos os Partidos de Direita, unidos que estão nos destinos de Portugal, tivessem chegado a um entendimento sobre um texto mas nem isso aconteceu. Ambos os Partidos submeteram Projectos de Resolução com o objectivo de fazer recomendações ao Governo no sentido da promoção dos modos suaves e da mobilidade ciclável. Tanto o PR 96/XII como o PR 101/XII inscrevem uma série de lugares comuns, verdadeiros é certo mas não passam de evidências que tanto servem para recomendações como para revoluções, que precedem as três recomendações de ambos os projectos, praticamente com o mesmo conteúdo e a mesma parca ambição.
Alterar o Código de Estrada é o que se propunha o Projecto Lei 82/XII do BE. Medidas concretas, objectivas tornando a bicicleta parte inteira e igual na selva das estradas, dando-lhe direitos para lhe exigir responsabilidade, acabando com o estatuto de marginal que todos os que escolhemos a bicicleta como meio de transporte temos aos olhos da lei. O PL 79/XII d’Os Verdes procurava implementar duma vez por todas e de forma efectiva, metas e objectivos para a rede nacional de ciclovias. Os mesmos deputados que recomendam ao Governo “que tenha em conta a utilização do uso da bicicleta na rede viária” recusam na prática efectuar essas alterações ao CE.
O PSD recomenda ao Governo a “incorporação de soluções facilitadoras e promotoras do uso da bicicleta” e a “instalem mecanismos práticos, facilitadores e promotores do uso de bicicleta” mas votou contra a inscrição na lei dum plano ambicioso de ciclovias que põe sob o mesmo tecto legislativo o poder nacional e local e cria a base dum país verdadeiramente ciclável. Finalmente! Ambos os textos apresentados pelo BE e pel’Os Verdes já tinham sido derrotados pelo sectarismo parlamentar em anteriores legislaturas. Não só as condições que estão na sua oportunidade se mantêm como prevaleceu infelizmente uma vez mais a demagogia.
Sinceramente, nada disto me surpreende, pois não é possível atacar o transporte público, destruir os direitos de quem trabalha, tornar a saúde num luxo e minar o sistema de ensino universal, e ser ao mesmo tempo a favor de maior justiça em termos de mobilidade. Por mais palavras bonitas que se juntem, por muito que se branda sobre as metas do carbono, a cidades sustentáveis, o preço dos combustíveis e outros valores tão reais mas também tão na moda; por muito que se enalteça a bicicleta é no concreto da acção, na afirmação da vontade efectiva de mudar o actual estado de coisas que se deixa a marca que no futuro revelará quem escolheu o caminho certo. Quem deu os passos adiante e quem andou aos arrecuas.

@ Bicla no Porto | 27/01/2012 às 12:00
Temas: [ civismo ] [ bicicultura ] [ ciclovia ]
| Junto à Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica do Porto |

Sérgio Moura @ De Bicicleta no Porto | 27/01/2012 às 9:26
Temas: [ dia a dia ] [ Issiaka Dembele ] [ bicicultura ] [ musica ]

paulofski @ na bicicleta | 27/01/2012 às 9:23
Temas: [ bicicletada ] [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ Massa Crítica ] [ motivação ] [ Porto ]
Com bicicletas, simples, esquisitas, coloridas, negras, enfeitadas, clássicas, outras, fixas, sorrisos, faixas, panfletos, campainhas, luzes e muito bom humor, o Porto e muitas outras cidades no mundo inteiro vão viver mais uma bicicletada. A Massa Crítica é uma coincidência organizada onde se reúnem ciclistas das mais diversas tribos sempre na última sexta-feira do mês para reivindicar espaço e respeito no trânsito. O principal objectivo é divulgar a bicicleta como meio de transporte, conviver pacificamente com os automobilistas e divulgar as vantagens da mobilidade suave e a importância de democratizar a utilização dos espaços urbanos.
As coisas mudaram, há agora muito mais ciclistas na rua, na estrada, e os números continuam a aumentar. As pessoas estão se consciencializando da presença dos ciclistas, que é uma coisa boa, mas muitas vezes estamos sendo notados pelas razões erradas. Nós não pretendemos atrapalhar o trânsito, nós somos o trânsito!

Miguel @ Lisbon Cycle Chic | 27/01/2012 às 8:04
Temas: [ Uncategorized ] [ Belém ] [ bicicleta ] [ bicicultura ] [ Cycle Chic ] [ guest photo ] [ Lisboa ]
Gosto. Gosto muito. E sonho com o dia em que imagens destas em Lisboa se tornem comuns, e não uma excepção. Todos os dias. Em toda a cidade!

@ OS CLÁSSICOS DO LOBO | 27/01/2012 às 5:33
Temas: [ Matex ] [ Acessórios Antigos para Bicicleta ] [ Conta-Quilómetros ] [ Bicicultura ]

Ana Pereira @ Cenas a Pedal | 27/01/2012 às 5:06
Temas: [ Eventos ] [ Mobilidade ] [ Notícias ] [ bicicultura ] [ congressos ]
Decorre na Murtosa, de 27 de Abril a 1 de Maio de 2012, a 9ª edição do Congresso Ibérico — A Bicicleta na Cidade, organizado de 2 em 2 anos em alternância pela FPCUB, em Portugal, e pela ConBici, em Espanha. A inscrição são 50 €, ou 25 € para sócios da FPCUB.
Há vários eventos de socialização e turismo previstos, mas os dois dias principais do Congresso são Sábado e Domingo, dias 28 e 29 de Abril. Pontos mais relevantes do respectivo programa, ainda provisório, intercalados com sessões de debate:
Sábado, dia 28 de Abril
10.30h– Sessão plenária
11.45h – Sessão plenária
15.00h – Trabalhos em Comissões
Domingo, dia 29 de Abril
09.30h – Sessão plenária
Todos aqueles que pretendam fazer uma intervenção no Congresso deverão submeter um resumo da sua comunicação (uma página A4, no máximo) até ao dia 29 de Fevereiro de 2012, para o e-mail gap@cm-murtosa.pt indicando em qual das seguintes comissões pretendem participar:
1 – A integração da bicicleta na mobilidade urbana
2 – O uso da bicicleta em pequenas cidades e em espaços rurais
3 – A Bicicleta: urbanismo, infraestruturas e legislaçãoA comunicação da aceitação das contribuições para o congresso será feita até ao dia 16 de Março de 2012.
(fonte)

paulofski @ na bicicleta | 27/01/2012 às 4:04
Temas: [ divulgação ] [ bicicultura ] [ fotografia ] [ noticia ] [ passe a publicidade ]
Um testemunho ocular gamado aos bikeaholics
Visionários da causa ciclista urbana Miguel e Sérgio cultivam a bicicleta nas páginas da revista Visão Se7e.