bom fim de semana

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 15/12/2017 às 15:40

Temas: divulgação ciclismo ciclismo urbano ciclistas no mundo di e-bikes FPCUB Leiria Lisboa mobilidade motivação noticia outras coisas passeio testemunho

Nesta bicicleta para dois, pai e filha pedalam pela paz

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“O projecto “Tandem For Peace”, de Bárbara e Manuel Marques, quer ligar o Cabo da Roca, em Sintra, ao Cabo Norte, na Noruega. O caminho que pedalam faz-se de paz e união

Bárbara diz que o pai, Manuel Marques, “sempre foi um aventureiro”. Para além de ter uma pequena empresa de desportos outdoor, já fez, sozinho, a Cordilheira dos Pirenéus em BTT e desceu cascatas com mais de 200 metros de altura. A filha herdou-lhe o gosto pelas actividades ao ar livre e pelo risco que algumas representam. Talvez por isso se tenha decidido a acompanhar Manuel numa viagem por ele “há muito planeada”: ligar, de bicicleta, o ponto mais ocidental da Europa ao Cabo Norte, na Noruega. Encontram-se, agora, em Copenhaga. “O Inverno rigoroso dos países nórdicos obrigou-nos a parar mais do que o esperado”, explica Bárbara.” […]

(lê o artigo completo em: http://p3.publico.pt/vicios/em-transito/25155/nesta-bicicleta-para-dois-pai-e-filha-pedalam-pela-paz)

Politécnico de Leiria disponibiliza 220 bicicletas elétricas a estudantes e colaboradores

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“O projeto U-Bike – Operação Politécnico de Leiria contempla ainda a instalação de postos de amarração com carregamento elétrico gratuito nos diversos espaços afetos ao instituto bem como a realização de ações de esclarecimento sobre o funcionamento do programa e das bicicletas elétricas, e como podem os interessados candidatar-se.

As bicicletas serão cedidas aos utilizadores por períodos de seis meses, sendo consideradas para o efeito a distância entre a residência e a escola que o candidato frequenta, o tempo médio da viagem, o número de quilómetros que percorre semanalmente de e para o local de estudo/trabalho e o tipo de transporte habitualmente usado nas nestas deslocações.

A ideia é que as bicicletas sejam “uma alternativa à utilização dos automóveis nos e entre campi do Politécnico de Leiria, além de veículos de promoção de hábitos de vida saudáveis”, refere o instituto numa nota de imprensa.” […]

(lê o artigo completo em: https://www.regiaodeleiria.pt)

Inicie o Ano a Pedalar 7 de Janeiro de 2018 – Inscrições Abertas

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“O Inicie o Ano a Pedalar é o primeiro passeio de bicicleta do ano 2018, promovido pela Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB) com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa. Dia 7 de Janeiro de 2018 com partida pelas 10 horas do Terreiro do Paço. A inscrição é gratuita. Todos os participantes receberão um bidon de oferta que será dado antes da partida.

Facebook (evento):https://www.facebook.com/events/142245223218034/

Inscrições:https://goo.gl/forms/fOiE1KkI2c636KXp2

(fonte: https://www.regiaodeleiria.pt/2017/12/politecnico-leiria-disponibiliza-220-bicicletas-eletricas-estudantes-colaboradores/)


 

Pedaladas Solidárias 17

Braga Ciclável @ Braga Ciclável

Publicado em 11/12/2017 às 13:07

Temas: Eventos ACM associação de cicloturismo do Minho Bicicleta Braga evento fundo social fundo social braga Município de Braga Natal pais natal passeio Pedaladas pedaladas solidárias Pedaladas17 Solidário

No próximo dia 23 de dezembro, o Fundo Social do Município de Braga e a Associação de Cicloturismo do Minho organizam as Pedaladas 17, um evento que conta com o apoio do Município de Braga bem como da Associação Braga Ciclável.

O evento, de carácter solidário, tem o seu arranque previsto para as 09:30 no Largo do Pópulo (Praça Conde de Agrolongo). O evento é gratuito, sendo que os participantes devem levar bens alimentares não perecíveis que serão doados ao Banco Solidário de Braga e que, posteriormente, reverterão a favor de famílias carenciadas do Concelho de Braga.

Todos os que quiserem participar devem trazer um elemento natalício (ou vestir-se de Pai Natal). Esta é uma iniciativa direcionada a famílias e grupos de amigos, onde o que prevalece é o convívio e a partilha de experiências.

Podem seguir o evento no facebook aqui.

 

Mulheres de bike pelo mundo

Ana Pereira @ Viagens a Pedal

Publicado em 9/12/2017 às 18:12

Temas: Grandes viagens Viajantes vídeos América do Sul cicloturismo mulheres

As Warmifonias – Transformaciones a ritmo de pedal, que descobri neste vídeo via Bike é Legal, são um grupo de 4 mulheres de bike pelo mundo, Sofía, Genevieve, Daniela e outra Sofía, do Equador.

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Estão a fazer uma viagem pela América Latina, em bicicleta. O objectivo delas era identificar mulheres que tivessem projectos com impacto positivo na sua comunidade. Conhecê-las, fazer ilustrações acerca delas, falar sobre elas, escrever sobre elas no blog.

Para partilhar com o mundo, inspirar outras pessoas e motivá-las a replicar estes esforços.

Têm também uma página no Facebook e um podcast onde falam desta viagem de mulheres de bike pelo mundo, que começaram em Quito há 9 meses e na qual já passaram por 6 países.

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Recentemente passaram por São Paulo e foram entrevistadas pela Renata Falzoni, do Bike é Legal.

Warmifonias alude, na família de línguas indígenas da América do Sul, queshua, a “vozes de mulheres”. E é interessante ouvir também a perspectiva delas disto de viajarem só entre mulheres. Esta cena das pessoas, face a um grupo de homens e mulheres, olharem para os homens à espera que sejam estes a falar, é mesmo uma coisa curiosa. E chata.

Algumas destas mulheres estiveram também ligadas à Carishina en Bici. Este é um grupo de mulheres cicloactivistas, que tem um programa de apadrinhamento, ou melhor, “amadrinhamento” de mulheres que querem aprender a andar de bicicleta por mulheres que já o fazem. É um programa de mentorado, em regime de voluntariado, como o Bike Anjo no Brasil. Mas claro que senti logo uma ligação com a nossa Escola de Bicicleta da Cenas a Pedal, onde também ensinamos, mas num regime profissionalizado, tantas mulheres a andar de bicicleta. 🙂

O conteúdo Mulheres de bike pelo mundo aparece primeiro em Viagens a Pedal.

 

As bicicletas e o clima

Zé Gusman @ Braga Ciclável

Publicado em 9/12/2017 às 12:00

Temas: Opinião acordo de paris Bicicleta carro Deixar o Carro Mudar Paris poluição

Atualmente a temperatura média do nosso planeta está cerca de 1,3°C acima da temperatura média na era pré-industrial. Parecerá coisa pouca, mas se pensarmos que 2017 se assistiu, só em Portugal, a uma das maiores secas de que há registos e a recordes máximos de temperaturas e mínimos de humidade que estiveram na origem de trágicos incêndios que causaram mais de 100 mortos, os números deixam de ser só números. Cientes deste problema, 169 países e a União Europeia (UE) assinaram e ratificaram o Acordo de Paris, comprometendo-se a um aumento máximo da temperatura média de 2,0°C em relação a 1880.

É praticamente consensual que a origem do aquecimento global está na emissão humana dos designados gases de efeito de estufa (GEE). Para essas emissões os transportes são um dos principais contribuidores. Estima-se que em toda a UE metade das viagens de automóvel são para distâncias inferiores a cerca de 5km, algo que poderá ser percorrido de bicicleta em cerca de 20 minutos. Será então a bicicleta um possível instrumento ativo no combate ao aquecimento global?

Um estudo da Federação Europeia de Ciclismo diz que sim. Ele aponta, numa análise de todo o ciclo de vida do veículo (produção, utilização e fim de vida), que por quilómetro percorrido, uma bicicleta emita o equivalente a 21 gramas de dióxido de carbono, um carro médio o equivalente a 271 gramas e um autocarro o equivalente a 101 gramas por passageiro. Portanto, um utilizador de bicicleta contribui para o aquecimento global cerca de 13 vezes menos que um automobilista e cinco vezes menos que um utilizador de transportes públicos. O mesmo estudo estima que se todos os países da UE adotassem o nível de utilização de bicicleta da Dinamarca, as metas europeias de redução da emissão de GEE no setor dos transportes para 2020 poderiam até ser superadas.

Não é fácil, cada um de nós substituir o automóvel na totalidade das suas deslocações, no entanto, é muito provavelmente simples substituir numa parte significativa delas. Da próxima vez que se sentar no automóvel, lembre-se que poderia estar a contribuir 13 vezes menos para a degradação do planeta e que isso tem consequências.

 

A primeira

Marta Sofia Silva @ Braga Ciclável

Publicado em 4/12/2017 às 11:06

Temas: Opinião A primeira Bicicleta Marta Sofia Silva Primeira Bicicleta Revista Rua Rua

Tinha oito anos e já não acreditava no Pai Natal. Ou nunca acreditei.

Defensores do reconhecimento do trabalho árduo, os meus pais nunca permitiram que um velho gordo, vestido de vermelho e com barbas brancas, ficasse com o mérito de meses de esforço a amealhar o possível para, no dia 24 de dezembro, orgulhosamente entregarem à filha aquele embrulho especial.

Tinha oito anos e não havia embrulho. Estava à vista. Era azul e branca, mais branca do que azul. Era a minha primeira bicicleta. Uma BMX. “Bicicleta de rapaz”, ouvi alguém dizer. Mas eu não queria saber de que cor era ou se um rapaz a queria. Tinha rodas, estava ali e era minha! “Só podes tocar-lhe à meia-noite”, disseram, numa espécie de teste de tortura, e a ansiedade crescia.

Tinha oito anos e não chegava aos pedais. E não queria saber. Era meia-noite e, em pé, lá comecei a dar ao pedal ainda dentro de casa. A vontade de aprender a andar de bicicleta era tanta que esbarrar-me contra as mesas, as cadeiras e quem quer que se atravessasse à minha frente não causava qualquer tipo de dor.

Tinha oito anos e a minha bicicleta tinha rodinhas. “Não tens vergonha, uma catraia tão grande numa bicicleta com rodinhas?”. “Não!”. E pedalava, pedalava, porque sabia que quanto mais pedalasse, mais rapidamente as rodinhas deixariam de me acompanhar. E pedalei. E elas ficaram para trás.

Já tinha oito anos. Não foi a idade perfeita para aprender a andar de bicicleta porque isso não se define. Foi a idade ideal para eu descobrir o que andar de bicicleta significava e ainda hoje significa para mim. É liberdade. Foi com essa idade que comecei a sentir o formigar da ansiedade no meu estômago de cada vez que pedalo ao ar livre e é como se voltasse a ter oito anos outra vez.

Foram oito, poderiam ter sido 80. Não há idade certa para incutir num ser um gosto ou interesse particular por algo. Há sim uma atitude certa. Tentativa e muito erro.

Já não tenho oito anos e vem aí o Natal. E ainda hoje tenho na minha mente a imagem perfeitamente nítida de quando vi a minha primeira bicicleta naquele 24 de dezembro. Hoje a lembrança é minha, amanhã quiçá… Boas Festas e que muitas “primeiras bicicletas” construam lembranças neste Natal!

 

pessoal do Porto…

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 30/11/2017 às 11:52

Temas: divulgação boas ideias ciclismo ciclismo urbano ciclistas urbanos do Porto coisas que leio dicas mobilidade motivação MUBI noticia outras coisas partilha Porto

Dicas para percorrer a cidade em bicicleta

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“No próximo “Ambiente em Família” marcado para sábado, 2 de dezembro, a bicicleta é a convidada especial. Falar sobre mobilidade, “Bicicletando na cidade” com Márcio Ferreira e Marisa Alves da MUBi – Associação pela Mobilidade Urbana da Bicicleta, é o tema da sessão do programa municipal, que tem início às 10 horas, no centro de educação ambiental do Parque da Pasteleira.

Serão abordadas curiosidades, dicas úteis, mitos e benefícios da utilização da bicicleta e questões práticas, tais como: circular em segurança, percursos mais confortáveis, necessidades de manutenção, força e motivação para utilizar este meio d transporte amigo do ambiente e da saúde.

O convite é deixado a miúdos e graúdos para, na companhia da bicicleta, usufruírem de uma manhã de sábado diferente.

+Info: As sessões destinam-se a crianças a partir dos 6 anos, devendo ser acompanhadas por um adulto. A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia para dm.gestaoambiental@cm-porto.pt | Tel: 22 834 94 90″

Via: http://www.porto.pt/noticias/


 

Doing 48mph / 77km/h on a bike without any pedalling!

Bruno BA @ Bicycling2012

Publicado em 28/11/2017 às 17:39

Temas: bacchetta giro 20 adroit bicicleta reclinada fast descent



 

Mitos sobre a utilização da bicicleta

Eliana Freitas @ Braga Ciclável

Publicado em 28/11/2017 às 15:21

Temas: Opinião Bicicleta Braga braga ciclável capacete colete refletor Eliana Freitas mitos Mitos sobre a utilização da bicicleta roupa refletora

Dizia-me há dias uma amiga, que começou a utilizar a bicicleta no dia-a-dia, estar totalmente perdida relativamente a implicações que, para quem usa a bicicleta com frequência são aparentemente simples e quase básicas, mas na verdade não o são e são de extrema importância.

Dizia-me então que usar a bicicleta implica tantos apetrechos que quase perde a vontade de pedalar! Capacete, roupa e colete refletor,… Sim, efetivamente há equipamentos indispensáveis a uma utilização segura da bicicleta. Mas tal não se aplica a estes dois em concreto que não são, de todo, obrigatórios. Na verdade, ambos pouca diferença fazem para a segurança de quem os usa. Não deixando de ser critério de quem os escolhe usar ou não, é sabido que em países onde a utilização dos mesmos é obrigatória não se verificam danos menores quando comparados com países onde não é obrigatório.

Dizia-me também que não sabia bem como se posicionar na faixa de rodagem. Para além de sentir que ‘incomoda’ o tráfego, não se sente confortável ao circular à direita. Num cenário perfeito, o ideal seria separar a bicicleta do veículo motorizado. Não sendo possível, o ideal é precisamente posicionar-se no meio da via para nossa salvaguarda, para, citando os artigos 13.º e 90.º do código da estrada, conservar “das bermas ou passeios uma distância suficiente que permita evitar acidentes”… Circular encostado à direita diminui a visibilidade sobre os utilizadores de bicicleta, e diminui a sua própria visão sobre a envolvente, particularmente em cruzamentos, que são a situação mais geradora de acidentes. Circular demasiado à direita também sujeita os ciclistas a um dos acidentes mais comuns em meio urbano, o acidente por abertura de porta dos carros estacionados. “Convida” ainda os condutores de automóvel à ultrapassem do ciclista dentro da mesma via em que ele circula, o que é perigoso para o ciclista e, agora, ilegal. Finalmente, não possibilita ao ciclista reservar uma distância de segurança ao limite da via, que lhe dê margem de manobra para imprevistos ou erros. O atual Código da Estrada permite adotar uma condução segura ao nível do posicionamento na via.

Devia ser seguro usar a bicicleta e deviam existir infraestruturas com qualidade. Não sendo o caso de Braga, compreende-se a necessidade de utilização do capacete ou da roupa refletora. Tudo isto se traduz numa falha tremenda relativamente ao pensarmos a cidade em prol das pessoas. Mas não devia ser tão simples andar de bicicleta como andar a pé?


(Artigo originalmente publicado na edição de 25/11/2017 do Diário do Minho)

 

duas iniciativas de mobilidade suave

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 28/11/2017 às 12:52

Temas: divulgação 1 carro a menos boas ideias ciclismo urbano coisas que leio escola Lousã Madeira mobilidade motivação noticia outras coisas transportes públicos

Equipas já estão em competição na “Bike to School day” a decorrer na Lousã

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“Começou no dia 24 de novembro a iniciativa Bike to School Day, promovida No âmbito das medidas de promoção da mobilidade sustentável, a Câmara Municipal da Lousã, através do Projeto Oficina de Segurança.

Foram muitas as equipas que não deixaram passar a oportunidade de contribuir para a promoção da mobilidade sustentável, participando nesta iniciativa que pretende motivar os alunos a fazerem o trajeto casa-escola e escola – casa de bicicleta na ultima sexta feira de cada mês.

A iniciativa, destinada a alunos do 3.º ciclo e Secundário, premiará a equipa com mais participações nos dias definidos e terminará a 25 de maio de 2018.

A iniciativa “Bike to school day” foi lançada no âmbito da Semana Europeia da Mobilidade 2017, sensibilizando o público mais jovem para a necessidade de reduzir os impactos ambientais da mobilidade urbana, promovendo os meios suaves de mobilidade, neste caso a utilização da bicicleta.”

Via: www.metronews.com.pt

Secção de Engenharia dos TSD/M promove tertúlia sobre Mobilidade

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“As questões da mobilidade não se esgotam na facilidade ou não com que se encontra uma vaga para estacionar. Paula Teles, uma das figuras maiores da mobilidade em Portugal e na Europa, defendeu ontem à noite (segunda-feira), no Funchal a necessidade de se “pensar” a um plano mais elevado, quando se está a desenhar a malha urbana.

“Aquilo que é mais relevante no caso da Madeira – independentemente de ser à escala municipal ou à escala regional –, é haver cada vez mais um planeamento da mobilidade que permita integrar todos os sistemas de transporte nos diferentes moldes”, explicou a especialista, à margem de uma tertúlia sobre o tema promovida pela secção de Engenharia dos Trabalhadores Social-Democratas (TSD) da Madeira, que decorreu na sede do PSD/M.

Transportes públicos e tráfego automóvel. Estacionamentos e zonas para carga e descarga. Tudo isto, repetiu Paula Teles, deve ser integrado num plano global, porque mais do que a falta de estacionamentos, em Portugal a grande questão é o aumento do tráfego automóvel.

“Andamos cada vez menos a pé e mais de carro, o que são valores completamente contraditórios ao que se verifica na Europa, onde a bicicleta e os transportes públicos são cada vez mais utilizados”, explicou presidente a Instituto de Cidades e Vilas com Mobilidade, lembrando que dois terços dos gases poluentes que emitimos são provenientes dos transportes.” […]

(artigo completo em: www.dnoticias.pt/madeira)


 

céu pardacento: ou chuva ou vento

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 23/11/2017 às 14:37

Temas: o ciclo perfeiro à chuva bike to work ciclismo urbano ciclistas urbanos do Porto devaneios a pedais fotografia mobilidade motivação outras coisas penso eu de que... Porto testemunho Tripas

De volta a casa depois de um dia de trabalho, eu gosto de arredondar a cidade, alongar o meu percurso e aproveitar o crepúsculo final de um dia solarengo. Isso significa que eu vou tirar algumas fotografias na atracção radical do pôr-do-sol, do mar e da minha bicicleta, que é a marca registada em quase todas as minhas imagens.

Ontem, quando saí à rua, as nuvens cobriam o céu numa camada grossa, como uma enorme colcha toldada e pardacenta. As árvores dançavam ao sabor da ventania, as folhas douradas flutuavam loucas, para cima e para baixo, cobrindo todos os recantos, dando finalmente um ar de Outono.

Desço ao rio, dou o peito ao vento e sigo a minha volta, por Matosinhos. Chegado à Foz, paro por alguns minutos para observar o mar revolto, fotografar, e fico a conversar com um amigo que me encontra. Visivelmente invejoso, eu estou em duas rodas e ele não, olha para o céu carregado e me pergunta se estou a voltar. No seu melhor palpite a chuva apanhava-me antes de entrar em casa. Respondo à sua pergunta sem pensar duas vezes: “Nããã, eu estou apenas a começar a minha dança da chuva!”.

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Pois que venha ela, a chuva, que tanta falta tem feito.


 
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