Livro - "Crossing Europe on a bike called Reggie"

Bruno BA @ Bicycling | 23/11/2014 às 23:35

Temas: [ Andrew P. Sykes ] [ bicicultura ] [ bicycle touring ] [ book ] [ cicloturismo ] [ cycling book ] [ livro ]

SOBRE O AUTOR

Andrew P. Sykes é tanto um ciclista que escreve livros sobre algumas das suas viagens como um escritor que se lança à aventura de bicicleta.

Para além de ciclista e escritor, é professor de francês numa escola secundária no sul de Inglaterra. 

Uma nota curiosa sobre ele (ou um feito dele): em 2014 passou por Portugal numa viagem cicloturística.

Se quiserem saber mais sobre o Autor, podem encontrar informação aqui: http://CyclingEurope.org


SOBRE O LIVRO


O livro "Crossing Europe on a bike called Reggie" é o primeiro livro de cicloturismo de relevo deste autor. 

Imagem disponível em 
http://www.amazon.co.uk/Crossing-Europe-Bike-Called-Reggie/dp/1849142130 

Estou em crer que terá sido o sucesso do primeiro livro e a vontade de se lançar em novas aventuras que o instigou a fazer uma nova viagem cicloturística e a passá-la a escrito num segundo livro: "Along the Med on a Bike Called Reggie". 

O livro (que li em versão Kindle) relata de uma forma engraçada e inspiradora a viagem transcontinental que o Autor - aparentemente inexperiente - fez, seguindo a Eurovelo 5 / Via Francigena. Esta é uma rota de peregrinação muito antiga, como podem ver nos links (acima), que liga Canterbury, Inglaterra, a Roma, Itália.

No relato da viagem, percebemos como o ciclismo de longa distância é essencialmente uma questão psicológica, de vontade, de determinação. Com este livro percebemos que para se participar numa grande aventura de bicicleta, não é necessário ter uma super-bicicleta ou o equipamento melhor do mundo, pois um pouco de investigação, a entreajuda dos contactos on-line e o espírito de aventura foram os ingredientes desta grande aventura!

Reggie, a bicicleta, não é super cara e nem super artilhada para as grandes viagens intercontinentais: é só uma bicicleta!

E, na verdade, Andrew P. Sykes demonstra-nos à evidência que é possível atravessar a Europa com uma bicicleta vulgar, normal!

"Crossing Europe on a bike called Reggie" é uma leitura espirituosa em que o autor partilha as suas sensações, preocupações e vitórias com o leitor.

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no bom sentido

paulofski @ na bicicleta | 20/11/2014 às 16:11

Temas: [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ devaneios apeados ] [ opinião ] [ outras coisas ] [ penso eu de que... ] [ segurança rodoviária ]

photo changed( original photo: Salim Virji via Flickr)

photo changed ( original photo: Salim Virji via Flickr)

Os ciclistas variam consideravelmente no que consideram ser para si um risco e quanto estão dispostos a arriscar. Seja para tomar um atalho para o seu destino ou para economizar energia, quem pedala está indo na direcção errada quando circula em contra-mão e assim contraria o sentido numa rua de sentido único. Dependendo do volume de tráfego e da configuração rodoviária, além de ilegal circular em contra-mão em certo tipo de ruas pode ser perigoso. Aí, a existência de ciclovias seria certamente uma opção segura. Em outros casos, ruas que vão na direcção certa mas que são um percurso tortuoso, incentiva o ciclista a optar por outro caminho, mais nivelado mas ainda mais tortuoso.

Enquanto os ciclistas devem cumprir as regras de trânsito, como qualquer outro veículo, e porque as estradas foram projectadas para servir os automóveis, há momentos em que estes não encontram outra alternativa a não ser desobedecer às regras. Embora entendendo o objectivo do ciclista, a sua abordagem desnecessariamente arriscada, eu próprio já passei por essa experiência em várias ocasiões e, obviamente, transgredi. O espaço urbano dado aos carros cresceu em demasia e embora isso tenha acalmado significativamente, por exemplo com a construção de passeios mais largos, raras são as ciclovias que existem em ruas de sentido único e que permitem aos ciclistas circular em segurança na direcção oposta do tráfego normal, a fim de ter acesso a um outro caminho, estrada ou outra ciclovia.

A bicicleta geralmente encaixa-se um pequeno espaço ao longo de uma rua ou estrada de sentido único, permitindo a passagem normal dos carros que nela circulam. Os passeios são muitas vezes uma segunda escolha para evitar circular em sentido contrário. Apesar de ser “ilegal”, no sentido amplo da palavra, com esse comportamento errado os ciclistas arriscam em demasia a sua integridade física, a dos outros, como podem provocar desnecessários problemas aos automobilistas que com eles encaram de frente. Ok, tudo o que fazemos na vida envolve riscos e recompensa mas cada um de nós tem de pesar os riscos que estamos dispostos a assumir. Alguns calculam menos esses riscos e, ignorante ou conscientemente, entregam o seu destino nas mãos de outros. Andar de bicicleta desta forma é andar numa roleta russa. E depois existe sempre a alternativa que é, com um certa dose de coragem, desmontar da bicla e empurrá-la a pé.

Com estas regras e comportamentos dos ciclistas em mente, recentemente tornou-se consciente que existe também uma tendência dos automobilistas tentarem a mesma coisa. Apenas num curto espaço de dias, em ruas diferentes e enquanto nelas circulava de bicla, no sentido correcto da via subitamente me vi confrontado com carros que as desciam no sentido errado, em clara e assumida transgressão! Será que tudo o que podemos fazer é ir com o fluxo ou esperar que o resultado final seja uma mudança positiva para todos os veículos, em vez de um livre trânsito para uns, enquanto para outros o rótulo de absolutos desrespeitadores das leis de trânsito!? Ou será que teremos de recorrer à  frase feita “ou há moralidade ou comem todos”!?

one way street


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cartaz pró fim de semana

paulofski @ na bicicleta | 19/11/2014 às 12:41

Temas: [ divulgação ] [ bicicultura ] [ ciclismo ] [ coisas que leio ] [ Entroncamento ] [ Lisboa ] [ motivação ] [ noticia ] [ outras coisas ] [ passeios ] [ Santo Tirso ]

Apik: iniciativa desportiva inovadora no Sanguinhedo

APIK

“Adrenalina e emoção prometem fazer parte do APIK, uma prova de ciclismo que se realiza no próximo dia 22 de Novembro (Sábado) pelas 21h00 no lugar do Sanguinhedo.

O evento, levado a cabo pela UF de Santo Tirso Couto (Sta. Cristina e S Miguel) e Burgães é apadrinhado pelo ciclista profissional Sérgio Sousa e tem como objectivo incentivar a população para a prática desta modalidade.

Para além da competição, o APIK, prova homologada pela Federação Portuguesa de Ciclismo terá ainda uma dimensão solidária, pois sobre cada inscrição reverterá um valor para a compra de material para as corporações de Bombeiros de Santo Tirso.

A prova tem uma distância total de 280 metros com uma inclinação média de 20,8%.

O APIK premiará não só os melhores tempos, entre os inscritos, mas também a melhor corredora -“Best Woman”, a melhor bicicleta clássica – “Best Classic” e bicicleta mais original – “Best Original”.

A prova conta ainda com a particicpação de alguns ciclistas profissionais conhecidos como Nuno Ribeiro vencedor Volta a Portugal em bicicleta 2003 e Ricardo Vilela (OFM Qª da Lixa), Joni Brandão (Efapel Glassdrive), 4º classificado da Volta a Portugal em bicicleta, 2014, entre outros.”

fonte: santo-tirso.tv

Rota da Agua – 2º Edição

Cartaz Rota da Agua

“Em parceria com a Loja das Bicicletas, o BiclaLx propõe-vos para dia 23 de Novembro 2014 um Passeio de bicicleta por algumas Fontes e Chafarizes de Lisboa .
Este passeio constitui o 2.º de uma Trilogia da Agua, abarcando este a zona Ocidental e Central da cidade;

Sabe como funcionava o antigo sistema de abastecimento de agua a Lisboa, chamado de Aguas-Livres?
Qual a primitiva função de um chafariz?
E o que era e o que fazia um Aguadeiro?
E um Aguadeiro? Sabe quem era e qual foi a sua função?
Propomos satisfazer, de um modo simples mas não simplista, a curiosidade de todos.

Com a informação compilada e o passeio de bicla vamos conhecer mais um pedaço do património da nossa cidade! Apesar dos chafarizes terem perdido a função para a qual foram concebidos e de muitos se encontrarem ao abandono, continuam a impor-se no espaço público, constituindo nele presença marcante, local de encontro, recreio e lazer!

Propomos um percurso fácil, de aproximadamente 21 km, com um tempo máximo de duração de 3,5 horas (com paragens) e rodados quase sempre em plano. Como sabem, temos como lema que Lisboa, se quisermos, não tem declives nem colinas!(sorriso!)
E claro, terão oportunidade de observar e compreender melhor a composição arquitectónica, urbana e simbólica destes monumentos. E haverá ainda uma surpresa que não revelamos!

E como a rota é de bicla, o percurso será harmonioso e surpreendente, acreditem!”…

fonte: biclalx.blogspot.pt

Família em bicicleta: passeio na cidade

Cartaz Familia em bicicleta“No âmbito das comemorações do Aniversário do Concelho, vai decorrer no próximo domingo, dia 23 de novembro, um passeio de bicicleta pelas ruas da Cidade do Entroncamento. Dirigido a todas as idades, o passeio Família em Bicicleta “Bike Family” terá início às 15h30m, no Largo José Duarte Coelho. O percurso é de dificuldade reduzida e tem a duração aproximada de 45 minutos, a participação é gratuita e não carece de inscrição. Organizada pela Câmara Municipal do Entroncamento, esta atividade pretende promover o uso da bicicleta, praticar um desporto saudável e relaxante e simultaneamente fomentar o convívio que esta atividade proporciona, desfrutando de um agradável passeio pela nossa Cidade.”

fonte: entroncamentoonline.pt


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escritinho* [2] Rua das Flores

paulofski @ na bicicleta | 18/11/2014 às 10:36

Temas: [ escritinho ] [ bicicultura ] [ ciclistas urbanos do Porto ] [ comércio tradicional ] [ Cosmica ] [ dono babado ] [ fotografia ] [ humor ] [ motivação ] [ Porto ]

* sem tirar nem por

fino como o alhoah, pois sou!


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Uma mensagem inspiradora, da terra do frio

Bruno BA @ Bicycling | 17/11/2014 às 13:28

Temas: [ bicicultura ] [ bicla ] [ cidadania activa ] [ Copenhagenize ]

A mensagem desta conferência merece ser partilhada: bons sentimentos, cidadania activa, bons resultados, vidas melhores para todos, novos e mais experientes!

Espero que gostem tanto como eu.

Cycling without age | Ole Kassow | TEDxCopenhagenSalon

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revista de imprensa

paulofski @ na bicicleta | 17/11/2014 às 12:50

Temas: [ divulgação ] [ Angola ] [ bicicultura ] [ boas ideias ] [ ciclistas no mundo ] [ coisas que leio ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ noticia ] [ outras coisas ]

Man with bicycle reading newspaper in park

Centro português de excelência Ceiia cria primeira rede social de bicicletas

“O centro de português de excelência na área automóvel e aeronáutica Ceiia concebeu a primeira rede social de bicicletas que permite que estas estejam integradas nas redes de transportes da cidade, comuniquem entre si e transmitam inclusive emoções do utilizador.

“É o ‘Facebook’ de objetos e utilizadores. A minha bicicleta, quando se cruza com uma pessoa, pode dizer olá”, disse à agência Lusa o presidente executivo do Centro de Excelência para a Inovação e Indústria (CEIIA), José Rui Felizardo, durante uma visita às instalações do centro e a dias da apresentação do projeto em Barcelona, num dos maiores congressos mundiais relacionados com cidades e mobilidade inteligente, o “Smart City – World Congress”, que decorrerá entre 18 e 20 de novembro, este último o Dia da Inovação.”…

(ler artigo completo em: dinheirovivo.pt)

OE 2015. “Verdes” querem repor tudo o que foi retirado e estimular uso de bicicletas

“Segundo os responsáveis de “Os Verdes” a iniciativa governamental de introduzir a “fiscalidade verde” visa principalmente “fazer com que os impostos não baixem em Portugal”

“Os Verdes” (PEV) defenderam hoje a reposição de todos os cortes de rendimentos apresentados pelo Governo da maioria PSD/CDS-PP como transitórios e estimular a utilização da bicicleta como meio de transporte em contraponto com a “fiscalidade verde”.

O PEV propõe que as empresas que determinarem um subsídio aos seus trabalhadores para que se desloquem para o trabalho de bicicleta possam deduzir essa despesa em sede de IRC, sem que esse subsídio entre para a matéria coletável do IRS dessas mesmas pessoas.”…

(ler artigo completo em: ionline.pt)

Bicicletas acabam com caminhadas de horas de estudantes angolanos

“Mais de dois mil estudantes angolanos deixaram de ir a pé para a escola, em percursos diários de quase quatro horas, depois de receberem bicicletas especialmente preparadas, que até permitiram melhorar as notas.

“A nossa avaliação é que o desempenho destas crianças na escola, para onde passaram a ir de bicicleta, em Cabinda, aumentou 17 por cento. Foi muito bom”, relata à agência Lusa Clemente de Oliveira, coordenador para Angola do projeto internacional BEEP (Bicycles for Education Empowerment Program).

Nas províncias angolanas do Huambo e de Cabinda foram distribuídas, entre setembro de 2013 e abril de 2014, um total de 2.100 bicicletas, num projeto promovido pela World Vision (organização internacional que promove o bem-estar infantil) avaliado em um milhão de dólares, apoiado financeiramente por uma petrolífera norte-americana.

“Estamos a falar de crianças que tinham de caminhar vários quilómetros, cerca de três a quatro horas por dia, só para irem e voltarem da escola. Agora gastam menos de uma hora. Além da assiduidade e da pontualidade, provocava problemas de motivação e depois no desempenho”, acrescenta o angolano que lidera o BEEP em Angola.”…

(ler artigo completo em: rtp.pt/noticias)


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Porque é que um ciclista chega atrasado?

bicicleta @ encontros | 14/11/2014 às 21:03

Temas: [ bairro alto ] [ bicicultura ] [ lisboa ] [ ribeira das naus ]

Há umas semanas, tinha um almoço com velhos amigos, no Bairro Alto. Fui para Lisboa de comboio, para ter tempo de subir a colina sem pressas, dando a volta pelas ruas menos movimentadas e menos íngremes.

À chegada ao Cais do Sodré, voltei a confirmar que ainda tinha tempo de tremelicar pela Ribeira das Naus para aproveitar o maravilhoso sol que se fazia sentir, já em pleno Outono. Depois de passar o edifício das agências europeias, ouço alguém chamar o meu nome com uma pronúncia difícil. Não foi difícil detectar a origem, pois o C também já me acenava do alto dos seus quase 2 metros de altura.

Foi uma agradável surpresa. Ele tinha-me avisado que estaria em Lisboa de férias, mas não me tinha confirmado datas, e tinha acabado de chegar. Andava à procura da loja de aluguer de bicicletas e, assim, caminhámos até lá. Pusemos rapidamente a conversa em dia, e combinámos um ponto de encontro para depois de almoço. E lá segui eu, agora já sem grande margem para desfrutar da paisagem, ou do sol.

Ao chegar à Praça do Município, porque era hora de almoço, lá me dou de caras com o D. Mais 2 dedos de conversa, mas como ele é patrício, e encontramo-nos frequentemente, permiti-me despachá-lo porque, afinal de contas, ainda nem tinha começado a subir. E agora, já não podia nem sequer olhar para as pessoas bonitas que preenchem a zona da Baixa e do Chiado, à hora de almoço de um dia de semana. Era o mais depressa possível, até ao Bairro Alto.

Cheguei ao restaurante marcado, e já me aguardavam os meus companheiros de muitas aventuras, menos das que são em duas rodas. Além de algumas risadas, deu para ouvir um deles, em tom gozão, a dizer: "afinal o ciclista é que chega atrasado!"
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Bikepacking / cicloturismo

Bruno BA @ Bicycling | 14/11/2014 às 16:01

Temas: [ bicicleta ] [ bicicultura ] [ bikepacking ] [ Campismo selvagem ] [ cicloturismo ] [ cycle touring ] [ Ikea HOBO STOVE ] [ QuickHiker iii ]

Há 15 dias fui acampar com dois amigos à Serra do Montejunto.

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Para além de ter sido muitíssimo divertido, serviu também para testar variadas opções antes de me lançar na experiência do cicloturismo com toda a família.

Aquilo que mais confusão me fazia era acampar sem ser em parque de campismo; a experiência foi espectacular; a quietude é, para mim, um dom! E neste conceito de viagem, há verdadeiramente uma ligação com a natureza, que nos deixa simultaneamente despertos e tranquilos.

A tenda QuickHiker iii da Quechua provou, quanto a mim, muito bem!

Éramos 3 adultos e houve espaço para todos sem apertos. Quanto à temperatura, a ventilação da tenda foi muito boa. Três lições aprendidas: um colchão insuflável vale o seu peso em ouro; o calor do início da noite é sempre seguido do frio da noite profunda; e há que tomar muita atenção ao solo onde se coloca a tenda.
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Quanto à primeira lição aprendida, um colchão insuflável é mais leve do que um colchão tradicional e ao ser alto, acaba por "alisar" o chão onde se dorme. Tenho de ver se consigo arranjar algum cá para a nossa casa.


Quanto à segunda lição aprendida, no início da noite soube-nos muito bem abrir os ventiladores na parte de cima da tenda, mas durante a noite essa ventilação extra tornou a noite muito fria para os meus companheiros que tinham um saco-cama mais frio do que o meu (a temperatura de conforto deles era de 15.º C, com a mínima de 10.ºC, enquanto que o meu era 6.º C abaixo), a noite foi mais fresca do que eles gostariam (se tiverem interesse em perceber estas questões das temperaturas, saibam que existe uma norma europeia sobre o assunto, a EN 13537; podem também ler esta mensagem num outro blog) . Devíamos ter fechado os ventiladores!

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Quanto à terceira lição aprendida, digo apenas que, apesar do local onde dormimos ter sido muito almofadado pela vegetação, o solo era irregular numa parte em que estávamos... Mais precisamente, na zona dos meus ombros e costas. Lição aprendida: vale a pena mudar ligeiramente o local da tenda para ficarem todos num bom local para dormir.

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Outra coisa que me intrigava era cozinhar ou preparar comida. Não preparámos muita comida por nós , pois encontrámos vários cafés, uma padaria e um minimercado pelo caminho que nos foram vendendo o que precisávamos.

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O nosso almoço foi numa vinha! Saímos da estrada quando sentimos que era altura de almoçar e utilizámos o caminho agrícola que servia os campos. Depois foi procurar um local mais ou menos plano para comer. Para não ficarmos molhados, estendi a tela de colocar por baixo da tenda e sentámo-nos os três a apreciar a comida com uma vista da Serra do Montejunto.

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À noite o Gonçalo mostrou-nos como se podia cozinhar com um fogão a álcool. Na verdade, o Gonçalo tinha preparado um IKEA HOBO STOVE a álcool onde nos preparou um chá quentinho, que soube lindamente! Obrigado, Gonçalo!

O fogão é bastante rápido a aquecer, sendo uma boa alternativa para um forno a gás. Transporta-se o álcool numa pequena garrafinha de 20 cl,e as várias peças do forno cabem dentro do forno.

Como se faz o forno?

Utiliza-se um escorredor do IKEA destes:

ORDNING Escorredor de talheres IKEA

Depois, com a boca do escorredor (a parte aberta) virada para cima, recorta-se uma parte lateral junto à base para se ter uma abertura por onde colocar a lenha ou o forno a álcool.

As canecas, panelas ou outros utensílios são colocados pela dita boca e assentes nela (se o seu diâmetro for superior ao do escorredor) ou assentes numa plataforma intermédia (se o seu diâmetro for pequeno demais para ficar   assente no escorredor) que é constituída por duas espias de tenda que atravessam o escorredor à mesma altura, mantendo a caneca próxima da fonte de calor. Engenhoso e prático!

Se quiserem uma descrição mais pormenorizada, podem ver aqui.

Quer isto dizer que resolvi uma série de pequenos receios (do desconhecido) que tinha e que a leitura de livros e blogs ainda não tinha conseguido eliminar.

É caso para dizer que não há como tentar para aprender!

Aqui vos deixo umas fotos e um mini vídeo da nossa micro aventura.

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A calma de um passeio de bicicleta que um passeio de automóvel ou moto raramente nos oferece.
Houve tempo para apreciar estas vistas. Pena é ter levado o telemóvel e não a máquina fotográfica!!
Mais uma lição aprendida!

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2014-11-02%2B10.08.53.jpgUm acidente de percurso... o espigão estalou e tivemos de encontrar uma solução para o problema
Já no topo de Montejunto
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Um falcão peregrino passou por nós sorrateiramente e depois fio pousar ali adiante!


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ciclofilia [120] Mi bici

paulofski @ na bicicleta | 13/11/2014 às 21:39

Temas: [ ciclofilia ] [ bicicultura ] [ ciclismo urbano ] [ ciclistas no mundo ] [ coisas que vejo ] [ filme ] [ México ] [ motivação ] [ testemunho ]

Ejercicio repentina otoño 2014.

from Karla Oceguera 23 hours ago


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bicinovas de Lisboa

paulofski @ na bicicleta | 13/11/2014 às 12:55

Temas: [ divulgação ] [ bicicultura ] [ coisas que leio ] [ Lisboa ] [ motivação ] [ noticia ] [ outras coisas ]

Cycle a Wish Lisboa | 16 Novembro – 11h

cycle a wish Lisboa“O Cycle-A-Wish Lisboa está de volta!
No dia 16 de Novembro, estamos à sua espera no Parque Eduardo VII junto à bandeira para mais um passeio de bicicleta solidário.
O ponto de partida está marcado para as 11h e o passeio seguirá pelo seguinte itinerário:

- Avenida Fontes Pereira de Melo;
- Avenida Duque d’Ávila;
- Arco do Cego;
- Campo Pequeno;
- Entrecampos;
- Jardim do Campo Grande;
- Alameda das Universidades;
- Avenida Professor Gama Pinto;
- Avenida Alvaro Pais;
- Avenida 5 de Outubro;
- Avenida Luis Bivar;
- Alameda Cardeal Cerejeira.

Um percurso de cerca de 8km que promete ajudar a realizar os desejos de muitas crianças gravemente doentes.

Contamos consigo!
INSCREVA-SE JÁ (5€ Adulto/3€ Criança)

(Fonte: makeawish.pt)

Lisboetas pediram e vão ter uma nova ciclovia e trilhos em Monsanto

Lisboa vintage“Lisboa tem já 40 quilómetros de pistas cicláveis, mas nem por isso os alfacinhas parecem estar satisfeitos com a rede que têm ao dispor. Na 7.ª edição do orçamento participativo, a amiga de duas rodas foi coroada pelos lisboetas, com o projeto de criação de uma rede de ciclovias entre os edifícios da Universidade de Lisboa a ser o mais votado na categoria dos mais caros. A “bicla” esteve também em destaque no grupo das ideias de execução mais barata – entre 11 vencedores nesta classe, um visa a disponibilização de “ligações cicláveis” entre o eixo Av. da República-Av. Fontes Pereira de Melo-Av. da Liberdade e o eixo Av. Almirante Reis-Av. Guerra Junqueiro-Av. de Roma e outro prevê a criação neste último para aquele tipo de mobilidade.

Foi em ambiente de festa que foram ontem revelados os projetos que os lisboetas querem (e vão) ter na sua cidade. Numa cerimónia que decorreu nos Paços do Concelho, foram 13 as ideias mais votadas – 11 na categoria até 150 mil euros e dois no conjunto entre aquele valor e 500 mil. Desta vez, serão investidos 2,428 milhões de euros, 500 mil dos quais no U-Lisboa em Bicicleta.”…

(lê o artigo em: http://www.dn.pt)

Bicicletas poderão usar corredores BUS de Lisboa a partir do início de 2015

Bici-Bus“A crescente comunidade de ciclistas da cidade de Lisboa vai poder começar a circular nos corredores até agora destinados aos transportes públicos rodoviários, a partir do primeiro trimestre de 2015. A introdução da medida está a ser ultimada pelos serviços da Câmara Municipal de Lisboa (CML) e deverá ser apresentada aos munícipes até ao final deste ano, comunicou, na terça-feira (11 de Novembro), Graça Fonseca, vereadora com os pelouros da Economia, Educação e Inovação, durante a cerimónia de anúncio dos vencedores da edição deste ano do Orçamento Participativo (OP).

“No primeiro trimestre de 2015, vamos, finalmente, dar início a dois projectos há muito aguardados pela comunidade de ciclistas. Um será a partilha das faixas BUS com as bicicletas e outro a criação de escadas amigas das bicicletas”, disse Graça Fonseca, após se ter ficado a saber que foi precisamente a comunidade ciclista a grande ganhadora da edição 2014-2015 do OP. Para além do projecto mais votado, o “U-Lisboa em Bicicleta”, contemplado com um orçamento de até 500 mil euros, outras duas propostas envolvendo a mobilidade ciclável, nomeadamente a construção de ciclovias, fizeram parte das escolhas dos lisboetas. Em cada uma delas serão gastos até 150 mil euros.”…

(lê o artigo completo em: ocorvo.pt)


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