James, from Australia

miguelbarroso @ Lisbon Cycle Chic

Publicado em 17/01/2018 às 10:22

Temas: Uncategorized Algés Australia bicicleta Cycle Chic

Será que os estrangeiros a residir em Portugal encaram as adversidades do nosso país da mesma maneira que nós? No que diz respeito à bicicleta, a resposta é claramente “não”. Não tenho nenhum estudo sobre o assunto, mas a percepção que tenho é de que a percentagem de estrageiros a viver por cá que escolhe a bicicleta como meio de transporte, é francamente superior à percentagem de Portugueses que se desloca deste modo. As colinas não são um problema, o clima não é um problema… sim, em geral queixam-se da falta de infraestruturas, mas isso também não parece ser um problema para muitos deles! Sem dúvida que é mais uma questão cultural e de predisposição mental.

P1020077

Conheci o James ontem, num contexto completamente fora do “meio das bicicletas”… e lá vinha ele de bicicleta. Está agora de partida, ao fim de um ano e meio no nosso país. Godspeed James!

 

can’t miss [186] smart-cities.pt

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 16/01/2018 às 12:46

Temas: can't miss it ciclismo urbano coisas que leio crianças e bicicletas mobilidade motivação na internet opinião outras coisas partilha pedaladas no inverno

Para mim um tema quente, para Joana Ivónia é também uma questão pertinente.
Um texto imperdível.

Se cá nevasse, andávamos mais de bicicleta

cidadao-1601.jpg

“Se cá nevasse, andávamos todos muito mais de bicicleta e usaríamos os parques, as esplanadas e as crianças brincariam no exterior todos os dias. Não é assim que acontece nos países onde neva? Mas esta não é a nossa realidade. Portugal tem cerca de 300 dias de sol por ano e cerca de 250 dias sem chuva. Tem temperaturas amenas, com uma média mínima anual que não baixa os 10º C e uma temperatura média anual a rondar 16º C. […]

[…]
O estudo português sobre Independência de Mobilidade das Crianças, que data de 2012, coordenado pelo professor Carlos Neto da Universidade de Lisboa e integrado num estudo internacional pelo Instituto Policy Studies Institute, concluiu que as crianças portuguesas são das mais sedentárias e com menos liberdade para brincar, colocando-nos na 14ª posição em 16 países analisados. Recentemente, também foi difundida a notícia de um outro estudo da Skip que referia que as crianças têm menos tempo ao ar livre do que um presidiário, em que se referia que sete em cada dez crianças passam uma hora ou menos ao ar livre por dia. Transpondo este cenário nacional para a utilização da bicicleta, percebemos que, em Portugal, assumimos com demasiada naturalidade que a bicicleta é para os dias bons de primavera e verão.

Nos países nórdicos, o clima é bem diferente do nosso, mas nem isso os demove de ter os mesmos hábitos de mobilidade e de vivência do espaço exterior independente da estação do ano. Os nórdicos reforçam continuamente a mensagem de que não há mau tempo, mas sim roupas não adequadas. Por isso, por lá, encontramos as crianças equipadas com impermeáveis e galochas a caminho da escola, nos parques, nos recreios e sem limite mínimo de idade. Mesmo os bebés, nas creches, passam cá fora um tempo diário no recreio a apanhar o ar livre, dentro das alcofas, independentemente de ser ar frio.

Nestes países, a taxa de utilização da bicicleta é também incrivelmente superior à nossa, que é à volta de 1%. A média europeia ronda os 8%, com a Holanda a liderar com cerca de 36% de utilizadores, segundo dados fornecidos pela European Cycling Federation. Nos países com mais utilizadores de bicicleta, as pessoas não têm uma bicicleta de verão e um carro de inverno, as crianças não hibernam dentro de casa nos meses mais frios e as esplanadas adaptam-se com mantinhas e aquecedores, mas não fecham.

Será que é mesmo a neve que faz com que as pessoas saiam de casa, libertem as crianças e andem mais de bicicleta?”

(Podes ler na íntegra este interessante artigo em: http://www.smart-cities.pt/pt/noticia/se-ca-nevasse1601joanaivonia-cidadao/)

 

Braga Ciclável reuniu com Junta de Freguesia de São Victor

Braga Ciclável @ Braga Ciclável

Publicado em 15/01/2018 às 17:30

Temas: Notícias Avenida 31 de Janeiro Avenida da Liberdade bicicletários bicicletas Braga Ciclovia de Lamaçães Ciclovias jfsv junta de freguesia de S.Victor Mobilidade Orçamento Participativo Parcerias Projeto de Mobilidade Projetos Rodovia Roteiro Rua Nova de Santa cruz São Victor

A Associação Braga Ciclável reuniu esta quarta-feira, dia 10 de janeiro, com Ricardo Silva, presidente da Junta de Freguesia de São Victor, tendo sido abordados diversos assuntos relacionados com o uso da bicicleta no território daquela freguesia.

Rede viária ciclável em São Victor

Em termos de infraestruturas, a freguesia de São Victor deverá receber nos próximos anos diversas obras que irão alterar a forma de deslocação das pessoas. O projeto “Primeira Fase da Implementação das Redes Pedonal/Ciclável e Inserção Urbana do Transporte Público” foi recentemente aprovado em reunião de executivo municipal e, segundo notícia avançada esta semana pelo Jornal de Notícias, será colocado em discussão pública ainda durante o mês de janeiro. Este projeto incidirá na Rodovia (entre a Rotunda do Santos da Cunha e a Rotunda do McDonalds de Gualtar), na Avenida da Liberdade, na Avenida 31 de Janeiro e em toda a Ciclovia de Lamaçães, que será finalmente extendida até ao Campus de Gualtar da Universidade do Minho. De acordo com a notícia do JN, no final destas obras a cidade de Braga ficará com mais 20,44 quilómetros de ciclovias.

A par disto, dois bairros residenciais da freguesia de São Victor irão receber intervenções para se converterem em zonas 30, nomeadamente na zona envolvente à Torre Europa e a zona em frente à Makro.

A junta de freguesia de São Victor tem ainda no seu plano de atividades para 2018 a reposição do atravessamento de nível entre a Rua Nova de Santa Cruz e a a Rua D. Pedro V para peões, bicicletas e transportes públicos, tornando este um importante eixo de mobilidade sustentável. Pretende dar assim seguimento a um projeto elaborado em 2015 pela Divisão de Trânsito do Município de Braga e cujo teste está para ser realizado desde outubro desse ano.

Orçamento Participativo de São Victor

No seguimento de um pedido de esclarecimento sobre o Orçamento Participativo da Junta de Freguesia, foi explicado nesta reunião que a proposta vencedora foi a apresentada pelo residente Victor Domingos (membro fundador da Associação Braga Ciclável). Essa proposta, que foi divulgada pela Braga Ciclável em julho de 2017, consiste na instalação de 83 bicicletários em 16 novas localizações.

Até à data, não eram do conhecimento público os motivos para o orçamento participativo da Junta de Freguesia de São Victor ainda não ter sido executado, nem o vencedor anunciado.

Nesta reunião foi explicado que as juntas de freguesia da malha urbana têm atualmente menos competências cedidas pela câmara municipal do que as juntas de freguesia da periferia e que uma das competências que não tem sido cedida é precisamente a gestão do espaço público, que por sua vez abrange, neste caso concreto, a instalação de bicicletários.

Este orçamento participativo, em que foi mais votada a proposta com vista à instalação de bicicletários, tem assim, segundo o presidente Ricardo Silva, a sua execução pendente por falta de um parecer dos serviços municipais.

Os serviços municipais terão transmitido à junta de freguesia, ainda que de forma informal, que a existência de estacionamento da ESSE chocava com as localizações propostas, que haveria necessidade de elaboração de um estudo de localização de estacionamentos para bicicletas, e que adicionalmente haverá um projeto de mobilidade a ser levado a cabo nos próximos anos que supostamente também prevê a instalação de muitos bicicletários. Estes foram os argumentos utilizados de forma informal, mas até ao momento ainda não tornados públicos de forma oficial, para não avançar com a execução deste projeto que legitimamente venceu o orçamento participativo, depois de passar a fase de triagem da junta e ter sido o mais votado.

Quanto ao argumento do estacionamento da ESSE, a Braga Ciclável considera que é uma falsa questão, pois nenhuma das localizações propostas no Orçamento Participativo de São Victor colide com lugares de estacionamento concessionados àquela empresa.

Relativamente à suposta necessidade de “elaboração de um estudo para a instalação de bicicletários”, é sempre oportuno relembrar que o Município já elaborou anteriormente um Plano de Implementação de Estacionamentos para Bicicletas em Braga, um documento assinado pela Direção de Urbanismo – Divisão de Planeamento e Renovação Urbana – Divisão de Planeamento Urbanístico, que contemplava a “produção de 1000 estacionamentos (700 de formato convencional tipo «Sheffield»; 280 de formato tipo «Centro Histórico» e 20 do tipo especial «Sé Catedral de Braga»)”. Nesse estudo foram identificadas 170 localizações onde seriam instaladas 409 infraestruturas e ainda 16 localizações onde era necessário proceder à substituição dos suportes de estacionamentos.

Das 170 localizações previstas nesse estudo do Município de Braga, que possui inclusivamente a planta de execução para cada localização, foram instalados bicicletários em apenas 15. Dessas 15 localizações, foram entretanto removidas as do Parque de Exposições de Braga (fruto das obras em curso) e da Rua Nova de Santa Cruz, sem que tenham voltado a ser colocados até esta data. Uma vez que não se sabe se as intervenções nesta rua estão ou não terminadas, também não se sabe se esses bicicletários vão ou não voltar a aparecer…

Tendo o Município elaborado um estudo em outubro de 2014, recorrendo como seria de esperar a recursos humanos próprios em parceria com os stakeholders, impõe-se perceber porque é que há agora necessidade de um novo estudo, quando o anterior ainda não foi completamente implementado.

Quanto ao argumento “há um projeto de mobilidade que está em curso e prevê a instalação de bicicletários”, é de louvar a existência deste projeto, sendo que o mesmo prevê à partida a instalação de bicicletários ao longo da Rodovia, da Avenida 31 de Janeiro, da Avenida da Liberdade e ao longo de toda a variante da Encosta (segundo notícia do JN, será este o projeto de mobilidade referido e que agora entrará em discussão pública). No entanto, nenhuma das localizações presentes na proposta vencedora do orçamento participativo coincide com os eixos intervencionados nesse projeto.

Quanto aos Orçamentos Participativos das Juntas de Freguesia, entendemos que há a necessidade urgente, e mesmo um imperativo moral, de publicar um esclarecimento sobre o resultado do orçamento participativo e o motivo dos atrasos na execução dos projetos vencedores. Provavelmente, haverá também a necessidade de rever as competências das juntas de freguesia do centro da cidade, por forma a obter uma melhor resposta às reais necessidades da população. É difícil de compreender, por exemplo, que uma junta de freguesia que tem um presidente a ser pago para trabalhar a tempo inteiro tenha menos competências que outras juntas de freguesia do mesmo concelho que têm um presidente a tempo parcial (part-time).

Parcerias com a Junta de São Victor

A Associação Braga Ciclável vai colaborar com a Junta de Freguesia de São Victor em projetos de educação e promoção do uso da bicicleta, nomeadamente na elaboração de material escrito para distribuir à população e aos utilizadores da bicicleta.

Na sequência do projeto de vídeo “A Bicicleta em Braga”, que está a ser levado a cabo pela Associação Braga Ciclável, serão ainda filmadas entrevistas a elementos que residem ou trabalham na freguesia e que têm ligações ao uso da bicicleta.

Para além disso a Braga Ciclável está já a preparar um Roteiro de Bicicleta pelo Património que se irá realizar em Abril, na Semana da Freguesia.

Serão ainda realizados este ano debates e tertúlias sobre o tema da mobilidade, e da mobilidade ciclável, ao longo do ano.

 

“percurso lusitano” by Robert Schad

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 15/01/2018 às 10:31

Temas: motivação arte urbana até à Madalena bicicleta boas ideias Canidelo ciclismo cicloturismo cidades coisas que vejo dicas Douro fotografia fotopedaladas Gorka mobilidade Porto Robert Schad

Quem sabe se não será uma boa dica, pegar na bicla e pedalar de norte a sul do país à procura das esculturas plantadas pelo escultor alemão Robert Schad.

A obra de Robert Schad, “Percurso Lusitano”, está espalhada em 20 locais diferentes de Portugal, mais de 50 esculturas numa exposição que se revela única, tanto no número de esculturas expostas como na distribuição espacial das mesmas.

“As linhas que determinam as suas esculturas constituem um “fio condutor“ que atravessa o país e permitem novos pontos de vista e perspetivas sobre os locais em que as esculturas se encontram.”

Este Percurso Lusitano é mesmo uma Volta a Portugal. No site schad-percursolusitano.pt/ podemos ver no mapa os sítios da exposição.

Caso residas no Grande Porto e não tens tempo para dar a volta completa, no eixo marítimo entre Canidelo e a Granja podes descobrir e apreciar este tipo de arte urbana em quatro desses locais de exposição.

Boas pedaladas.

 

Avenida da República

miguelbarroso @ Lisbon Cycle Chic

Publicado em 15/01/2018 às 8:30

Temas: Uncategorized Avenida da República bicicleta ciclovia Cycle Chic Lisboa

 

Bracarenses no mundo: a pedalar em Santiago de Compostela – O caminho faz-se pedalando

Inês Gusman @ Braga Ciclável

Publicado em 14/01/2018 às 13:00

Temas: Opinião Bracarenses no Mundo cidades Espanha Inês Gusman pedalar Santiago de Compostela

Sempre ouvi dizer que Braga é o “penico do céu”, mas foi em Santiago de Compostela que conheci o verdadeiro significado de “chover a potes”. Embora para os bracarenses isto pareça duvidoso, asseguro que na capital da vizinha Galiza chove mais do que na nossa cidade, e prova disso são os seus 1.325 mm de índice de pluviosidade média anual que superam os 1.252 de Braga. Como é que se torna uma terra chuvosa e com relevo acidentado como Compostela numa cidade ciclável? Pedalando aos poucos!

As minhas primeiras pedaladas em Compostela foram dadas numa bicicleta concedida pelo programa de empréstimo de bicicletas a estudantes da Universidade de Santiago de Compostela, no âmbito do seu Plan de Desenvolvemento Sostible. Numa cidade com cerca de 100.000 habitantes, que tem o seu dinamismo social e económico vinculado aos serviços administrativos, à universidade e ao turismo, este programa tem como objetivo incutir a utilização da bicicleta nos hábitos de mobilidade diários da comunidade universitária. No meu caso, este programa permitiu-me superar os “medos” associados à dificuldade de enfrentar as características físicas de Compostela em cima de uma bicicleta, e hoje em dia já pedalo no meu próprio velocípede.

Ainda que ver mantos de água a cobrir o granito das ruas de Compostela, algumas delas bastante inclinadas, não seja a imagem mais aliciante para sair de casa com uma bicicleta, o facto de nesta cidade se limitar o espaço do automóvel convida a formas de mobilidade alternativas. Nos últimos anos foram implementadas importantes medidas para facilitar o uso diário da bicicleta, tais como: a extensão da área que proíbe a passagem de veículos motorizados do centro histórico a importantes ruas na sua periferia; a limitação da velocidade a 30 km/h em vias centrais de trânsito; a criação de zonas avançadas de espera para bicicletas nos semáforos das ruas mais movimentadas; e o aumento do número de lugares para estacionarmos o nosso veículo de duas rodas.

As atuais diretrizes de mobilidade da autarquia de Compostela parecem ir ao encontro da vontade da cidadania: no Orçamento Participativo de 2017, a população decidiu canalizar 400.000 euros a dois projetos relacionados com a diminuição da dependência dos carros na cidade. Um dos projetos adaptará o trânsito à circulação da bicicleta, e o outro, criará uma via de acesso às praias fluviais do concelho sem que seja necessário utilizar o carro.
Em Compostela, a bicicleta não é apenas um meio de transporte entre a casa e o trabalho, mas é também uma agradável companhia para momentos de lazer numa cidade que conta com 26,28 m2 de área verde por habitante. Especialmente quando a chuva dá tréguas, não há nada melhor do que percorrer o passeio fluvial do rio Sarela, ou do rio Sar, de bicicleta, ou ainda pedalar até um dos 15 parques verdes que abraçam Santiago de Compostela.

Ainda que localizadas em Estados diferentes, Braga e Compostela partilham elementos físicos e sociais que aproximam os atuais cenários de gestão da mobilidade destas cidades. Para além da pluviosidade abundante, da dispersão da população e do relevo acidentado, estas duas cidades históricas foram adaptando nas últimas décadas o seu urbanismo às exigências dos veículos privados. Contudo, nem as opções urbanísticas passadas nem as condições físicas dos territórios podem decretar a impossibilidade de adequar as cidades a formas mais sustentáveis de mobilidade. Parece-me cada vez mais evidente que o estimulo à utilização de bicicletas passa por incidir nas decisões individuais dos habitantes através de escolhas coletivas à escala municipal que visibilizem os ciclistas e assinalem e protejam o seu espaço na cidade.

 

Campo Pequeno

miguelbarroso @ Lisbon Cycle Chic

Publicado em 13/01/2018 às 9:00

Temas: Uncategorized bicicleta Campo Pequeno ciclovia Cycle Chic girl Lisboa

P1010837

 

Contra-mão

miguelbarroso @ Lisbon Cycle Chic

Publicado em 12/01/2018 às 8:30

Temas: Uncategorized Alvalade bicicleta Cycle Chic girl Lisboa

P1010847

 

Testemunhos de alunos: Sónia C.

Ana Pereira @ Escola de Bicicleta

Publicado em 11/01/2018 às 16:43

Temas: Testemunhos lisboa mulheres testemunhos

alunas escola de bicicleta cenas a pedal

 

«Nunca pensei sentir-me tão segura e feliz em cima da bicicleta e isso só foi possível com esta abordagem e aprendizagem.

Ana sempre super paciente, positiva e muito conhecedora da causa. Obrigada por tudo!»

Sónia C., aluna de uma das edições do Curso de Iniciação à Bicicleta, Lisboa, Novembro de 2017.

 

A Sónia frequentou um Curso de Iniciação à Bicicleta, no módulo de 8 horas para principiantes absolutos (ou seja, quem ainda não se equilibra minimamente em 2 rodas). Pretende continuar entretanto a sua aprendizagem na Escola de Bicicleta da Cenas a Pedal, comprar uma bicicleta e começar a andar nela para passear e no dia-a-dia, incluindo para levar os filhos à escola, tal como o marido.

Ficamos muito felizes por poder contribuir para tal – andar de bicicleta nas deslocações do dia-a-dia é bom para quem o faz e é bom para a cidade! 🙂

 

The post Testemunhos de alunos: Sónia C. appeared first on Escola de Bicicleta.

 

e um ano depois, aos 106…

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 11/01/2018 às 16:17

Temas: ele há coisas! benefícios das pedaladas bons exemplos ciclistas no mundo coisas que leio motivação noticia outras coisas Robert Marchand velhos são os trapos

… com muitas frutas e muitos legumes, ele continua a pedalar, com ou sem rodinhas!

 

 
Página 1 de 46 | Seguinte >>