ode às pedaladas com sentimento

@ na bicicleta | 30/08/2016 às 9:35

Temas: [ motivação ] [ bicicultura ] [ ciclistas no mundo ] [ cicloturismo ] [ coisas que leio ] [ coisas que vejo ] [ outras coisas ] [ partilha ] [ randonneur ] [ testemunho ]

“As montanhas escondem lugares

Locais que nos deslumbram, que nos deixam sem palavras.

Mas também sítios vulgares que, a dado momento,

por um qualquer motivo se tornam especiais, criam memórias,

encantam-nos, deixam saudades, tocam-nos.

Tornam-se inesquecíveis…

“Drave: uma montanha do tamanho do homem”
“O meu nome é André Carvalho e gosto de pedalar por estradas desertas e fascinantes.”

“O meu nome é André Carvalho e gosto de pedalar por estradas desertas e fascinantes.”

Assim se apresenta o nosso amigo André, exímio feitor de histórias a pedal, sedutoras jornadas de bicicleta por montes e vales, deslumbrantes cenários por “estradas desertas e fascinantes”. O mote para a sua recente crónica não é dos mais coloridos. A “sua” Serra da Freita está com um aspecto negro, oprimido e desolador, deixado pelo fogo que a consumiu neste verão. Convido-vos a visitar o seu novo espaço e deixarem-se levar pela Vélo Duchene, nas suas cativantes crónicas e mágicas fotografias.

FREITA DE NEGRO

“Para que se veja. Para que se conheça. Para que jamais mais se repita.”
in https://andrecarvalho.exposure.co/freita-de-negro


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o regresso às aulas

@ na bicicleta | 26/08/2016 às 11:30

Temas: [ divulgação ] [ 1 carro a menos ] [ Almeirim ] [ Aveiro ] [ bicicultura ] [ ciclismo urbano ] [ cidades ] [ coisas que leio ] [ escola ] [ Leiria ] [ motivação ] [ noticia ] [ outras coisas ] [ partilha ]

Câmara de Almeirim quer crianças a andar de bicicleta

Almeirim“A Câmara de Almeirim começou esta semana a vender bicicletas a custo reduzido destinadas a crianças do concelho, num incentivo à aprendizagem e a uma mobilidade amiga do ambiente, disse hoje à Lusa o presidente do município.

Pedro Ribeiro explicou que, no âmbito de uma política iniciada há uma década pelo município com o projecto Almeirim on bike, o executivo decidiu alargar o programa de venda de bicicletas a custo reduzido aos mais pequenos, “porque é de pequeno que se aprende” e só com o uso frequente e alargado deste meio de transporte será possível cumprir as directivas europeias relativas à mobilidade e à redução do dióxido de carbono. “Verificámos que cada vez há mais miúdos que não sabem andar de bicicleta. Este programa é um incentivo a que aprendam”, afirmou.”…

Lê a notícia completa em: www.publico.pt/local

Uma bicicleta para usares na universidade

Universidade de Aveiro“E se houvesse uma prenda para te acolher na universidade? Falamos concretamente de uma bicicleta para te deslocares pelo campus!

O projeto U-Bike Portugal vai atribuir bicicletas às comunidades académicas de 15 instituições de Ensino Superior. De todas as candidaturas submetidas pelas universidades e institutos politécnicos, este foi o número de instituições aprovadas, o que significa que nestes campus, haverá bicicletas para quem quiser usar.

A Universidade de Aveiro (UA), por exemplo, vai comprar 142 bicicletas convencionais e 97 elétricas para distribuir pelo campus e pelos pólos associados. Toda a comunidade académica da instituição poderá usá-las em regime de aluguer de longa duração, e elas devem começar a estar disponíveis no final deste ano, início de 2017.

De resto, também as Universidades de Évora, da Beira Interior, de Trás-os-Montes e Alto Douro, do Porto e do Minho, a Universidade Nova de Lisboa, o ISCTE, o Instituto Superior Técnico, e ainda os Institutos Politécnicos de Leiria, de Beja, de Viana do Castelo, de Bragança, do Cávado e do Ave e do Porto obtiveram aprovação do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos.

Ao todo, vão passar a existir 3234 bicicletas – 2096 elétricas e 1138 convencionais – em instituições de Ensino Superior, e o objetivo é claro: alterar os comportamentos de mobilidade, apostar na sustentabilidade nas deslocações nos campus universitários.”

(fonte: www.maiseducativa.com)

Instituto Politécnico investe 660 mil euros em bicicletas para alunos e colaboradores

escola quer alunos e funcionarios a andar de bicicleta“O Instituto Politécnico de Leiria vai investir cerca de 660 mil euros na aquisição de 220 bicicletas para fomentar uma mobilidade sustentável e suave. Os veículos eléctricos serão distribuídos por alunos e colaboradores por um período de 6 ou 12 meses, conforme o seu compromisso de utilização. Uma das intenções é fazer com que a comunidade educativa percorra o percurso escola – casa, e vice-versa, de bicicleta. A iniciativa abrange as várias escolas e centros de investigação da instituição, localizadas nos concelhos de Leiria, Marinha Grande, Caldas da Rainha e Peniche.

De acordo com uma informação difundida pelo próprio Instituto Politécnico de Leiria, o projecto, designado por “U-Bike Portugal”, resulta de uma candidatura ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos ( PO SEUR), em parceria com o Instituto da Mobilidade e dos Transportes, o que permitiu obter um financiamento de fundos comunitários na ordem dos 85 por cento. A instituição, presidida por Nuno Mangas, refere, igualmente, que aquela iniciativa enquadra-se na estratégia que tem sido desenvolvida junto das populações dos concelhos da sua abrangência, para promover uma “cultura de mobilidade mais sustentável”, tanto para os cidadãos, como para o #Ambiente. Daí que a utilização da bicicleta por parte dos alunos e dos colaboradores permitirá demonstrar a importância do seu uso nas respectivas comunidades. Por outro lado, pretende reduzir o uso de veículos automóveis e o seu estacionamento nos respectivos campi escolares.”…

Lê notícia completa em: pt.blastingnews.com/leiria


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reciclando [20] insegurança rodoviária

@ na bicicleta | 25/08/2016 às 14:57

Temas: [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ coisas que leio ] [ insegurança rodoviária ] [ legislação ] [ mobilidade ] [ noticia ] [ opinião ] [ outras coisas ] [ penso eu de que... ]

Não é só por ser pai de filho ciclista que bato na mesma tecla. É como cidadão, que diariamente se move a pedais, que não pode ficar indiferente à contínua onda de atropelamentos de pessoas que circulam de bicicleta na estrada. Todas as mortes que têm acontecido nas estradas, desafortunadamente são demasiadas, deixam-me triste e apreensivo.

Embora as regras de trânsito tenham sido (pouco) reformuladas na protecção dos utilizadores vulneráveis da estrada, é um pressuposto falso se repetir que o automobilista deve ter a supremacia na via pública porque o veículo que conduz é mais rápido. Não é o tipo de veículo que regula a ordem nas estradas. As leis de trânsito deverão ser ponderadas para controlar um determinado tipo de veículo, para criar ordem e cooperação entre os diferentes utilizadores da estrada. A maioria dos acidentes rodoviários é causada pelo desrespeito constante das regras de trânsito, negligência e desatenção dos automobilistas. Independentemente do tipo de veículo, o desrespeito individual nas estradas tem correspondência na maior probabilidade de ocorrerem acidentes, o que responsabiliza também todos os que partilham as estradas, como os peões e os ciclistas.

Com o aumento das bicicletas nas estradas, temos de intensificar a discussão, no bom sentido, de como as leis de trânsito deverão ser cumpridas. Mas a quantidade de bicicletas a circular nas estradas não é a questão. A questão essencial do problema é como educar os automobilistas. Os números assombrosos dos acidentes rodoviários, atropelamentos e das vítimas mortais resultantes são assustadores. A revisão de algumas das regras da estrada (CE de Janeiro de 2014) visou proteger os utentes mais vulneráveis. O CE deu mais direitos aos ciclistas mas veio também responsabilizar mais o utilizador da bicicleta, na sua conduta e no respeito das regras. Ao estabelecer a regulamentação do cumprimento do 1,5m de espaço nas ultrapassagens aos ciclistas, por exemplo. No entanto continua a exigir aos automobilistas que cumpram os limites de velocidade, e que estejam atentos e cuidadosos na partilha da estrada com os restantes utilizadores da via., sobre quem deveria ter afinal a prioridade na mobilidade. O meio de transporte limpo, não poluente e seguro, que se sobreponha à continua prevalência da cultura do automóvel. Precisamos de bicicletas por todas as razões e pelo valor que elas trazem. Promover e incentivar a bicicleta como modo de transporte. Planear a cidade ao transporte suave.

Como ciclista, um dos meus objetivos ao pedalar é também demonstrar que a bicicleta é um dos modos mais eficazes e alternativos aos veículos a motor. Utilizar este meio fantástico de divulgação para promover a segurança e a cooperação entre os carros e as bicicletas. Devemos ter a noção de que a cooperação é necessária, e eu acredito que é possível. A partilha, segura e eficaz da estrada é muito mais provável de acontecer quando ambos seguem as mesmas regras da estrada. Não é suposto tentarem nos convencer serem os ciclistas o foco do perigo. Ouço e leio comentários que alguns dos ciclistas têm comportamentos incumpridores das regras. O que acontece muitas vezes é que esses ciclistas estão apenas a tentar salvar o coiro. Todos somos testemunhas diárias que alguns automobilistas são impacientes, agressivos e com pouca consideração para qualquer tipo que vá à sua frente e o abrande, o aborreça! Alguns, tendenciosos contra os ciclistas, são encorajados a acreditar que as bicicletas pertencem a uma terceira categoria nas ruas. Gabam-se com um sinistro orgulho que desrespeitam deliberadamente as regras e incentivam um comportamento irresponsável, infringindo a lei. Para eles as bicicletas são intrusas e não deveriam estar ali, a partilhar a rua. Se houvesse mais respeito, ao peão, ao ciclista e ao Código de Estrada, estou convencido que não haveriam estes acidentes.

Por mais que alguns de nós gostariam de definir as bicicletas como diferentes, com o direito a consideração especial, devemos focar a nossa intenção em que todos temos de partilhar o mesmo caminho. Devemos nos esforçar em ter um sistema unificado de utilização em estrada. Caso contrário, teremos tristezas onde habitualmente desfrutamos de alegria. Para efectuar a mudança, os ciclistas devem estar mais atentos, mais responsáveis e mais exigentes. Esta pode ser a única maneira de modificar a forma como nos vêm.


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Basta de atropelamentos!

@ Braga Ciclável | 24/08/2016 às 15:40

Temas: [ Cronologia ] [ Notícias ] [ Opinião ] [ Acidentes ] [ atropelamentos ] [ Avenida António Macedo ] [ Bicicleta ] [ bicicultura ] [ Braga Parque ] [ cidades ] [ feridos ] [ mortos ] [ velocidade ]

Na manhã deste domingo, um grupo de ciclistas foi violentamente abalroado por um automóvel que circulava em velocidade excessiva na Avenida António Macedo, em Braga. De acordo com as notícias publicadas pela comunicação social e com os relatos que têm vindo a público, houve vários feridos e um dos ciclistas perdeu a vida.

A Braga Ciclável recebeu com tristeza esta notícia, e partilha essa dor e tristeza com os amigos e familiares das vítimas. Também nós acreditamos que não é admissível continuarem a acontecer, em plena cidade, acidentes como este. Cada vida que se perde, cada ciclista que é atropelado na estrada, leva consigo um pedaço da felicidade de todos os que o rodeiam. Em momentos como este, ninguém sai a ganhar. Todos perdem. O desleixo das autoridades, os excessos dos condutores, a indiferença da sociedade em geral, saem caro, muito caro.

É por isso urgente aplicar medidas efetivas de acalmia de trânsito. A responsabilidade para evitar estas mortes e ferimentos, e todo o sofrimento e prejuízo que daí advêm, cabe a todos.

Acidente em Braga - atropelamento na Avenida António Macedo

Cada condutor tem uma responsabilidade individual, que se reflete no tipo de condução, na velocidade a que escolhe circular (e não, não somos obrigados a seguir a corrente, não somos obrigados a circular à velocidade máxima permitida, e muito menos a velocidades superiores a esse limite), no cuidado com que mantém as distâncias de segurança e a permanente atenção a todos os utilizadores da via pública, incluindo peões e ciclistas. É inaceitável matar alguém na estrada só porque se vai com mais pressa e se circula num veículo rápido e mais pesado. Cada condutor tem de ser responsabilizado pelos seus atos e pelas consequências que deles advêm, porque não há seguro algum que possa devolver as vidas roubadas a peões e a ciclistas como este que perdeu a vida no passado domingo.

As forças de segurança e autoridade têm também a responsabilidade de sensibilizar e fazer cumprir a lei. Sabemos que nas ruas e avenidas de Braga continuam a ser praticadas velocidades excessivas e que, infelizmente, ainda é prática corrente o perigosíssimo uso do telemóvel durante a condução. É urgente combater esses comportamentos de risco, que causam acidentes e que ferem com gravidade e matam pessoas.

Finalmente, mas não menos importante, à autarquia cabe o fundamental papel de remodelar a nossa rede viária, implementando mecanismos que aumentem a segurança para todos os utentes, independentemente da sua forma de locomoção. Não é concebível que a maior zona habitacional de Braga seja atravessada por uma via onde se praticam velocidades muito superiores a 50km/h, numa altura em que várias cidades europeias apostam em força no limite máximo de 30km/h como forma de aumentar a segurança. A acalmia de trânsito deve pois ser uma prioridade, para que acidentes como este não voltem a acontecer.

É urgente acabar com os atropelamentos em Braga. A estrada é de todos, a estrada tem de ser segura para todos!

 
Fotos gentilmente cedidas pelo nosso leitor e amigo Carlos Veríssimo.

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duas rodas, dois artigos

@ na bicicleta | 23/08/2016 às 15:15

Temas: [ can't miss it ] [ Amesterdão ] [ bicicultura ] [ ciclistas no mundo ] [ coisas que leio ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ testemunho ]

Dois artigos com a etiqueta “can’t miss”,  de leitura imperdível, que nos dão curiosas prespectivas das bicicletas, essas vellhas p…

As bicicletas, essas putas

Andar nas ruas de Amesterdão é um pouco como ser perseguido pela máfia, agentes da judiciária e espiões soviéticos durante a Guerra Fria, todos ao mesmo tempo. Na realidade, o sentimento de estarmos num filme de espiões é tão autêntico que só falta a mala com os códigos de um qualquer míssil nuclear. A desconfiança é constante, olhamos para trás e para os lados com incerteza, e todos nos querem matar. E é mesmo verdade. As estimadas 800 mil bicicletas existentes na cidade não param por ninguém. Nem querem saber. Vêm lançadas com a autoridade de quem “manda nesta merda toda sou eu” e acabou. Não há conversa ou discussão possível.”…

Lê o artigo completo em: http://visao.sapo.pt/nos-la-fora/2016-08-23-As-bicicletas-essas-putas

A velha bicicleta

O escritor italiano, Giovani Guareschi, conhecido pelas histórias de uma pequena aldeia, onde vivia Padre Camillo, católico fervoroso e teimoso, sempre as turras com o alcaide comunista Dom Peppone, traz uma singular descrição do veículo de transporte mais utilizado no início do século passado: a bicicleta.

Em Bassa, o pequeno vilarejo, todos, sem exceção, dos oitenta aos cinco anos de idade, andavam de bicicleta.”…

Lê o artigo completo em: https://correiodolitoral.com/14637/colunas/colunistas/correio-de-itapoa/a-velha-bicicleta


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Comparar o incomparável

@ Eu e as minhas bicicletas | 21/08/2016 às 18:07

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ]

A propósito de uma simples, mas repetida, conversa cordial num dos grupos do facebook que sigo/participo, eis que que sobre a possibilidade hipotética e longuínqua de alteração da lei, nomeadamente do Código da Estrada, para que os sinais luminosos de vermelho fossem para as bicicletas equiparados a um simples STOP ou sinal  intermitente logo um conjunto de pessoas se insurge afirmando que a lei é para todos e todos a devem respeitar, e tal e coiso...

No mundo "civilizado" (no que diz respeito ao uso de velocípedes como meio de transporte e deslocação) já há muito que se mudou o paradigma permitindo que os semáforos vermelhos tenham distintos objectivos consoante o tipo de veículo.
Ver artigo Should cyclists be allowed to run red lights?

O que fazer nesta situação?
Cumprir, desobedecer ou mudar a regra instituída para se adaptar à realidade?

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As leis mudam-se para se adequarem às realidades e necessidades, nada é escrito na pedra, basta pensar e ponderar as vantagens e desvantagens...

Como em Espanha, esse país bué longe daqui, onde já é permitido por lei a ultrapassagem de velocípedes mesmo com o traço contínuo.

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As responsabilidades e as situações não são iguais, logo os deveres e direitos também não podem ser medidos pela mesma bitola. Noutros países já há muito se avançou, nós por cá ainda estamos na mesma, como a lesma.

...e ainda há dias numa dessas conversas outra pessoa dizia que se calhar a agressividade dos condutores para com os ciclistas no trânsito é porque estes não são obrigados a ter carta de condução, seguro e pagar um imposto de circulação.

Sobre esta opinião, desinformada, não há muito a debater... Eu tenho carta de condução, por acaso tenho seguro, e segundo este excelente post o custo de IUC que teria de pagar é de 1 cêntimo.
E não é por isso que os condutores de veículos motorizados tem mais cuidado ou respeito para comigo quando circulo respeitando o Código da Estrada.

E já agora só sobre essa falácia da carta de condução:
"Por dia são apanhados 23 portugueses a conduzir sem carta"
"Quase 18 mil condutores ficam inibidos de conduzir todos os meses"
"13 mil detidos sem carta. No exame de código 40% chumbam"

E só para dar uma ideia, já que opinões e entendimentos todos temos, ficam aqui uns números para pensar um bocadinho...

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Que estão no Relatório de Sinistralidade Rodoviária ANSR

Enquanto não se entender o problema nunca mais se arranja a solução...

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can’t miss [157] carretofixo.blogs.sapo.pt

@ na bicicleta | 19/08/2016 às 11:06

Temas: [ can't miss it ] [ motivação ] [ 1 carro a menos ] [ outras coisas ] [ bicicultura ] [ testemunho ] [ partilha ] [ coisas que leio ] [ espalhando os bons exemplos ]

O hábito da bicicleta

http://carretofixo.blogs.sapo.pt/invade-43303

à falta de foto, esta veio do mesmo sítio: http://carretofixo.blogs.sapo.pt/invade-43303

“Nós somos seres de hábitos. Nós somos comodistas. Nós temos uma certa aversão à mudança. Nós somos preconceituosos. Não há volta a dar.
Quando olho para trás e vejo a resistência que fiz para largar o automóvel e implementar a bicicleta nas minhas rotinas e respetivas deslocações diárias, nem quero acreditar! Algo que hoje faço com a maior das naturalidades, ao ponto de já não me ver fazê-lo de outra forma.
Comecei. Debati-me com supostas adversidades. Desisti. Esqueci. Voltei, mesmo que motivado por circunstâncias exteriores. Repeti. Adaptei. Adaptei-me. Continuei. A bicicleta faz parte da minha rotina. Hábito implementado.”…

E como este blogue é também uma “blogcicleta” de hábitos, partilho aqui mais um interessante espaço e o respectivo link (http://carretofixo.blogs.sapo.pt/o-habito-da-bicicleta-55483) para continuares a ler o  testemunho do Carreto Fixo.


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can’t miss [156] infinitomaisum.com

@ na bicicleta | 18/08/2016 às 8:00

Temas: [ can't miss it ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ bicicultura ] [ testemunho ] [ Lisboa ] [ passe a publicidade ] [ partilha ] [ coisas que leio ] [ boas pedaladas ] [ quem pedala assim... ]

O Dia em que Aprendi a Andar de Bicicleta

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“Se alguém me dissesse que, aos vinte e três anos, ia aprender a andar de bicicleta eu ia-me rir muito. Porquê? Porque pensaria que nesta altura do campeonato já não haveria nada a fazer e que se não aprendi com dez anos não ia ser agora que ia acontecer. Enganei-me.

A verdade é que eu, Ana Garcês, aprendi a andar de bicicleta graças ao Mário, que tinha feito a promessa de me ensinar mal soube da minha condição de não me conseguir aguentar em veículos a pedal com duas rodas. E é essa a história que vos venho contar hoje.”…

Nunca é tarde para aprender a andar de bicicleta. Para continuar a ler este motivador relato da Ana, clica em:  http://www.infinitomaisum.com/2016/08/o-dia-em-que-aprendi-andar-de-bicicleta.html.


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can’t miss [155] thecityfixbrasil.com

@ na bicicleta | 10/08/2016 às 7:00

Temas: [ can't miss it ] [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ cidades ] [ coisas que leio ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ opinião ] [ outras coisas ] [ partilha ]

(Para reflexão de todos e acordar os gestores públicos cá da praça)

Fazer da bicicleta uma realidade exige mais do que construir ciclovias

By Paula Tanscheit in thecityfixbrasil.com

thecityfixbrasil.com

“Parte da infância de muitas pessoas, as primeiras pedaladas em uma bicicleta geralmente remetem a memórias positivas. No entanto, aos poucos as magrelas vão ficando sem uso e sendo substituídas por outros meios de entretenimento e de transporte. A questão é que o estabelecimento de uma mobilidade sustentável de centenas de cidades pode, num futuro bem próximo, depender delas. Fazer elas voltarem às ruas só precisa de um pouco de incentivo.

A experiência em muitas cidades sugere que oferecer instalações especiais para o trânsito de bicicletas é apenas uma parte – ainda que de grande importância – do processo de estimular cada vez mais pessoas a pedalar. Políticas mais amplas, que incluem mudanças no desenho urbano das vias, áreas sem carro, regiões de baixa velocidade, todas essas são atitudes vitais para que a população se sinta segura a trocar o transporte particular pela bicicleta. Porém, aproximar a própria bicicleta das pessoas também é necessário. Para isso, cidades podem valer-se das mais diversas iniciativas, desde fechar ruas para o uso da bicicleta aos domingos ou organizar workshops para quem quer começar a pedalar, até a promoção de megaeventos.”

(continua ler este excelente artigo em thecityfixbrasil.com)


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5 em 1

@ Braga Ciclável | 6/08/2016 às 10:30

Temas: [ Opinião ] [ Bicicleta ] [ bicicultura ] [ Diário do Minho ] [ razões ]

Estamos em pleno Verão! Verão é sinônimo de calor, calor de praia, praia de banho, banho de “corpos Da…quela marca de iogurtes”!!

Aqui ficam 5 razões que farão com que NUNCA deixe de andar de bicicleta…NUNCA!

1 – Andar simplesmente de bicicleta, faz com que o nosso corpo mexa, logo, derreta calorias, liberte toxinas e aumente o ritmo cardíaco. Apesar de manter o corpo em forma, o órgão vital mantém-se “afinado” e mais resistente! Andar de bicicleta é saudável!

2 – Quem disse que andar de bicicleta é monótono e aborrecido? Para além de nos podermos divertir na primeira pedalada, podemos ainda escolher várias modalidades que nos tragam mais diversão! Sozinho, em grupo ou até “em provas”, andar de bicicleta é extremamente divertido!

3 – Andar sozinho de bicicleta é comum, sim, mas como andamos em contacto com toda a gente e podemos parar praticamente em qualquer local, encontramos sempre alguém que nos cumprimente e troque algumas impressões, ou seja…já não estaremos sozinhos! Fazem-se amigos em qualquer parte do mundo! Andar de bicicleta é social e não precisa de WIFI!

4 – Filas de trânsito, ar condicionado ligado, automóvel a consumir, a poluir e a acumular o stress do automobilista…cenário que quem pedala vê – na terceira pessoa! Sem stress se atravessa calmamente uma aldeia, uma vila, uma cidade, uma zona movimentada, isto, sem pensarmos em despesas de combustíveis, parques, manutenção, etc.! Andar de bicicleta é económico!

5 – Se cuidar do Mundo depende de cada um de nós, porque não cada um de nós poluir menos e contribuir para um ambiente mais saudável para nós e para os nossos filhos? Pedalar não polui o ar, pois não liberta gases poluentes; não produz poluição sonora, pois é silencioso; não ocupa espaço urbano: o lugar de cada automóvel pode ser ocupado por cerca de 8 bicicletas!
Andar de bicicleta ajuda o planeta, ajuda a criar um MUNDO MELHOR!

BOAS FÉRIAS E BOAS PEDALADAS…SEMPRE!


(Artigo originalmente publicado na edição de 06/08/2016 do Diário do Minho)

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