can’t miss [175] publico.pt

@ na bicicleta | 24/03/2017 às 12:49

Temas: [ can't miss it ] [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ ciclismo urbano ] [ ciclovia ] [ cidades ] [ coisas que leio ] [ Lisboa ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ partilha ] [ segurança rodoviária ] [ testemunho ]

Quando tem pressa, Ricardo nem pensa em usar as ciclovias

“Os ciclistas já vêem cenários “impensáveis” como o pai que anda de bicicleta com o filho na Avenida da República, mas os erros de construção afastam novos adeptos das ciclovias.”

“O fundamentalismo não fala aqui. Há espaço para todos. “Os peões hão-de se habituar”, como os automobilistas já o têm vindo a fazer. Ricardo Ferreira e um amigo comentam a “extraordinária” viagem que ambos fizeram na Avenida Almirante Reis, ele a descer, o amigo a subir: não houve razias, quase todos os carros mudaram de faixa para os ultrapassar. Não ouviram buzinas a reclamar.

“É óbvio que não é assim em toda a cidade, nem todos os dias”, faz o reparo. Ricardo, web designer de 44 anos, é voluntário da associação para a Mobilidade Urbana em Bicicleta (MUBi) desde a sua fundação, em 2009. Vive em Oeiras e durante anos deslocou-se para o trabalho, em Lisboa, de bicicleta. Não tem carro. “Nem sinto falta”. […]”

Partilho mais um excelente testemunho, no caso o do Ricardo Ferreira que diariamente pedala pelas ruas da capital e encontra algumas melhorias, tanto na rede cicloviária disponível como na adaptação e comportamento dos automobilistas, mas que enfrenta ainda várias dificuldades comuns à maioria da malta ciclomovida pela paisagem… ou seja, pelo resto do país.

Pode ler o artigo completo em: publico.pt/2017/03/20/local/noticia/quando-tem-pressa-ricardo-nem-pensa-em-usar-as-ciclovias-1765645


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Rossio

@ Lisbon Cycle Chic | 23/03/2017 às 1:38

Temas: [ Uncategorized ] [ bicicleta ] [ bicicultura ] [ Cycle Chic ] [ Lisboa ]

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fotocycle [205] metamorfoses

@ na bicicleta | 22/03/2017 às 12:28

Temas: [ fotocycle ] [ bicicultura ] [ bike to work ] [ ciclismo urbano ] [ ciclistas urbanos do Porto ] [ coisas que vejo ] [ devaneios a pedais ] [ fotografia ] [ fotopedaladas ] [ iNBiCLA ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ Porto ] [ Tripas ]

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Ontem a camélia estava em plena floração. Hoje o chão está cheio de pétalas cor-de-rosa, espalhadas pela relva e pela rua! O meu curto caminho para o trabalho oferece-me destes momentos. Há um certo fascínio nas mudanças do quotidiano, que muitos nem dão conta. Uma espécie de metamorfose do que me rodeia, pura bisbilhotice, porque na bicicleta é uma boa maneira de o fazer. Lenta o suficiente para que possa parar e usar a câmara do telemóvel para anotar o que me atrai a atenção. Rápida quanto baste para recuperar o meio minuto que despendi no semáforo vermelho. Aproveito cada momento.


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Livro "Barring Mechanicals - from London to Edinburgh and Back, on a Recumbent Bicycle"

@ Bicycling2012 | 22/03/2017 às 11:32

Temas: [ Andy Allsopp ] [ Barring Mechanicals ] [ bicicleta reclinada corta ] [ bicicultura ] [ cycling book ] [ lel ] [ livro ] [ london edimburgh london ] [ recumbent ]


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Imagine que gosta muito de andar de bicicleta que essa bicicleta é reclinada e que quer andar até não poder mais!


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Fotografia constante do website da Challenge Bikes,

relativa à Challenge Furai SL-II


1. O Autor


Andy Allsopp é um ciclista que partilhou connosco o desafio que decidiu enfrentar: o Londres – Edimburgo – Londres (1.433 km).



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Trata-se de um desafio extremo (realizar aquela distância em autonomia, i. e., sem um carro de apoio ou qualquer equipa que auxilie o ciclista, em até 100 horas) que é partilhado pelo autor nas linhas deste livro de uma forma bem disposta.



2. A história


O livro relata (em Inglês) a preparação de Andy ciclista e as contrariedades que enfrentou na prova. É muito interessante conseguir perceber como é que ele se preparou para o evento e como lidou durante o evento com a carência de sono, com o cansaço, com a chuva e com a alimentação.


A páginas tantas, a roldana da frente da corrente (que serve para manter a corrente de retorno, onde não é exercida a força de tracção, longe do garfo e da roda da frente) solta-se e sai a rolar pelo chão! Andy resolve esta situação colocando zip ties (aquelas pequenas fitas plásticas que servem para apertar cabos e fios juntos e que algumas forças policiais também utilizam como algemas) em torno do eixo onde ficava a roldana, evitando, assim que a corrente raspasse directamente no eixo, estragando-se a si mesma e ao quadro. Miraculosamente, há inúmeras pessoas que Andy vai encontrando ao longo do caminho e que lhe vão dando mais e mais zip ties! Consegue chegar ao fim com esta solução!


Uma outra contrariedade que teve foi a chuva, bem como o facto de a consequente sujidade ter criado Gremlins na transmissão... Os desviadores (da frente e de trás) foram ficando sem funcionar! Não tendo como limpar (e, talvez, não percebendo muito de mecânica para saber que seria preciso limpar bem e olear novamente a corrente e os desviadores durante a prova), Andy viu-se forçado a andar muitos kms sem conseguir mudar mudanças, tendo ficado primeiro preso na mudança mais pesada de trás (11 dentes), apenas a podendo conjugar com 39 ou 53 dentes à frente e, mais tarde, ficando preso na mudança mais pesada de todas: 53 à frente e 11 atrás! Para terem uma ideia de quão pesada é esta mudança, pensem que por cada rotação completa dos pedais se viajam quase 10 metros (na verdade, são exactamente 9,5 metros por rotação)!


São peripécias que o autor conta com bom humor e que podem manter o leitor preso ao livro.



3. As minhas impressões

 

O livro não é particularmente grande e talvez por isso também tenha um preço bastante acessível na versão digital, sendo de fácil leitura.


A escrita de Andy tem a capacidade de nos transportar para dentro deste desafio épico, dando-nos uma boa imagem da resistência física e, essencialmente, psicológica que é necessário ter para enfrentar estas distâncias.



Não nos são dados muitos pormenores técnicos (tirando os relativos ao bloqueio das mudanças e à utilização dos zip ties), pelo que para quem pretender um livro que contenha esse tipo de informação, acaba por não satisfazer tal desejo. 


Boa leitura!
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can´t miss [174] lifestyle.publico.pt

@ na bicicleta | 20/03/2017 às 12:31

Temas: [ divulgação ] [ 1 carro a menos ] [ Órbita ] [ benefícios das pedaladas ] [ bicicultura ] [ bikesharing ] [ ciclismo urbano ] [ cidades ] [ coisas que leio ] [ Lisboa ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ partilha ]

Hoje tenho o prazer de partilhar e divulgar este excelente artigo de autoria de Pedro Teixeira (director do Programa Nacional para a Promoção da Actividade Física da DGS e professor universitário) e Ana Santos (professora universitária) que comprova o uso frequente da bicicleta como uma das respostas para a sustentabilidade das cidades e para o aumento dos níveis de actividade física.

A bicicleta na cidade saudável e fisicamente activa

“Muitas das crianças deixaram de brincar na rua por falta de espaço seguro para o fazer. Esta situação deve-se ao aumento da população urbana na Europa (de 90% entre 1950 e 2009), que se fez à custa da redução da densidade e aumento da extensão e do espaço consumido. Este crescimento das cidades, considerado descontínuo e extensivo, foi promovido e acompanhado pelo investimento em maior número de infraestruturas viárias o que, por sua vez, levou a um aumento das distâncias entre a residência, local de trabalho e centros de compras e/ou lazeres. Toda a deslocação pendular entre estes três centros de vida passou a ser feito preferencialmente de automóvel.

Este modelo de mobilidade assente no automóvel privado tem acarretado um custo elevado para o ambiente e para a saúde, uma vez que aumentou muito a poluição das cidades e reduziu a actividade física nas deslocações diárias. Contudo, a maior parte das cidades está a alterar o design do seu espaço de modo a resolver estes problemas. Promover a mobilidade activa, andar a pé e de bicicleta, está agora na lista das prioridade das Grandes Opções do Plano e é uma proposta central nos Planos de Acção de Mobilidade Urbana Sustentável (PAMUS). É também uma das prioridades das políticas de promoção da actividade física.

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“O uso frequente da bicicleta é uma das respostas para a sustentabilidade das cidades e para o aumento dos níveis de actividade física.

[…]

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[…]

Como é que a bicicleta torna as cidades activas e mais saudáveis?

Através do aumento das deslocações diárias, diminui o congestionamento urbano e contribui para a redução da poluição; cidades com mais bicicletas são mais seguras e propiciadoras de mobilidade activa por crianças e jovens tornando todos mais autónomos; a bicicleta está associada à liberdade e facilidade de movimento e maior proximidade com o meio envolvente promovendo a boa disposição, reduzindo o stress e evitando estados depressivos; de bicicleta, a geografia da cidade estimula a musculatura do corpo, queimando calorias e aumentando a aptidão física.”[…]

(podes ler o artigo completo em http://lifestyle.publico.pt/pesomedida/371337_a-bicicleta-na-cidade-saudavel-e-fisicamente-activa)


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Primavera em bicicleta

@ Braga Ciclável | 18/03/2017 às 12:19

Temas: [ Eventos ] [ Opinião ] [ bicicultura ] [ draisiana ] [ fotografia ] [ happy hour ] [ primavera ] [ setra ]

Porque associação é sinónimo de partilha, de crescimento em comunidade, de envolvimento, de reforçar laços e unir esforços em prol dos interesses coletivos. E porque a Primavera está aí à espreita, não poderíamos deixar de celebrar a sua chegada em duas rodas e com um conjunto de eventos nos quais convidamos todos a marcarem presença!

No dia 21 de Março de 2017 às 18:45 iremos associar-nos à Go By Bike e ao SETRA, naquela que será a primeira “Happy hour com…”. Nesta primeira edição contamos com a presença do Carlos Ferreira da Go By Bike, que nos falará deste que é um veículo que conta já com 200 anos. A Go By Bike é uma loja especializada em ciclismo urbano e mobilidade sustentável. Dizem que têm as bicicletas e os acessórios mais bonitos do mundo… E nós concordamos! Uma tertúlia a ser moderada/conduzida pela Braga Ciclável no SETRA, situado na Rua de São João nº 15, 1º andar. Uma Happy Hour onde poderá beber um copo e conversar com quem percebe de bicicletas!

De 1 a 12 de Junho inauguramos a Exposição fotográfica “Braga Ciclável”, na BConpept Store, igualmente na Rua de São João nº 15.

No dia 3 de Junho decorre a terceira edição do Braga Cycle Chic. Após termos contado com a participação de cerca de 200 pessoas em cada uma das edições passadas, voltamos a prometer uma tarde deliciosa em bicicleta, cheia de surpresas. O evento pretende, uma vez mais, mostrar que é “possível pedalar na cidade usando roupa clássica”. A participação é gratuita e vão ser disponibilizadas bicicletas. Este ano, inserido pelo segundo ano consecutivo nas comemorações do dia Mundial do Ambiente, promovidas pela Câmara Municipal de Braga.

No dia 12 de Junho celebramos o “Sunset Draisiana” – 200 anos da bicicleta. Draisiana é a avó alemã da bicicleta. A primeira bicicleta foi criada em 1817 pelo alemão Karl Friedrich Drais. A máquina atingia 15 km/h. O veículo era de madeira, não tinha pedais, mas possuía duas rodas, sendo a dianteira dirigível. O seu inventor havia conseguido percorrer 50 Km em “apenas” quatro horas, sendo quatro vezes mais rápida que os veículos da época, puxados a cavalos.

Junte-se a nós, não só nos eventos mas a pedalar! Porque pedalar faz de nós pessoas seguramente mais felizes.


(Artigo originalmente publicado na edição de 18/03/2017 do Diário do Minho)

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pneu sobresselente

@ na bicicleta | 15/03/2017 às 12:56

Temas: [ outras coisas ] [ bicicultura ] [ ciclismo urbano ] [ cicloturismo ] [ fotografia ] [ iNBiCLA ] [ manutenção ] [ motivação ] [ passe a publicidade ] [ pneus ] [ Schwalbe ] [ segurança rodoviária ] [ testemunho ] [ Tripas ]

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Quando se trata da escolha e compra de pneumáticos velocipédicos, temos de investir em vários detalhes, tendo em conta os padrões das bicicletas que os vão calçar. Especialmente numa bicicleta de uso misto, commute diário e longas distâncias, que serve basicamente para tudo, inclusive carregar o dono o que já é uma carga de trabalhos, temos de considerar certas características como o conforto, a segurança, boa aderência especialmente em piso molhado, resistência contra furos, qualidade e, é claro, o preço. A escrava do dia-a-dia já vai no segundo jogo de pneus Schwalbe Delta Cruiser (se contar com o par que herdou da Cósmica) mas se me lembrar que com esses quatro pneus fiz mais de cinco mil quilómetros, diria que ganho bem para solas de sapatos. Desde que apostei mais no atributo da resistência e segurança, na borracha rugosa de 28 milímetros e num perfil mais alto, que me dá melhor protecção contra a eventualidade de um furo, ganhei no conforto, na funcionalidade e capacidade de carga, em detrimento da velocidade. E pronto, aqui vão sapatos novos para a menina Tripas derreter.


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Mais um atropelamento... :(

@ Eu e as minhas bicicletas | 13/03/2017 às 21:02

Temas: [ bicicultura ]

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Acabado de sair do trabalho deparo-me com mais um sinistro num troço que em menos de 200 metros, que eu tenha conhecimento, já teve vários atropelamentos e embates entre veículos nos últimos meses.

Isto é mesmo ao lado da ANSR, esses que andaram a escrever o PENSE em prol da segurança rodoviária mas que não conseguem entender que há pequenas coisas que fariam grandes melhorias como simplesmente ter medidas eficazes de redução de velocidade.

Uma zona que tem sinalética de 40 kms/h que ninguém cumpre, até eu de bicicleta admito que a descer devo ir mais que isso se tiver o caminho desimpedido.

O que é que é preciso para que metam passadeiras em cota alta em todo o Tagus Park para diminuir a velocidade? Quantas pessoas tem de sofrer embates e até falecer para quem anda a pensar em Oeiras atue?

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Não presenciei o sinistro mas diz quem lá estava que o rapaz saíu do meio dos veículos parados para passar a estrada sem ser na passadeira, a automobilista provavelmente com o sol a encandear não se apercebeu e colheu o rapaz... este estava a ter espasmos, com uma ferida aberta na cabeça e a bolsar pela boca, estava de olhos abertos no vazio e totalmente inconsciente dos seus atos.

Várias pessoas telefonaram para o 112 e a ambulância e polícia demoraram mais de 10 minutos. Com tanta gente presente e dado que não testemulhei o acontecimento, sentindo-me impotente para fazer o que quer que fosse acabei por meter-me a caminho de casa onde me cruzei com a ambulância e o carro patrulha da polícia.

Já pensavam em fazer aqui uma rotunda para facilitar e reduzir a distância... este é um ponto que qualquer bom engenheiro de trânsito e de mobilidade já deveria ter resolvido.

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Há acidentes que não se conseguem evitar, mas há muitos embates/sinistros/colisões que seriam evitáveis se simplesmente os engenheiros e responsáveis pela mobilidade atuassem para além das melhorias para e só os carros.
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Foi com um peão, que somos todos, mas podia ter sido com um utilizador de bicicleta... Tudo isto é revoltante e os nossos responsáveis continuam a olhar para esta praga como algo "normal".

Podem ir opinar ao Pensar Oeiras:
https://www.facebook.com/pensaroeiras/

Nota: o rapaz estava muito mal tratado, não sei o que lhe aconteceu, mas temo o pior :(
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Os melhores destinos para bike touring

@ Viagens a Pedal | 13/03/2017 às 18:42

Temas: [ Grandes viagens ] [ rotas e destinos ] [ Viajantes ] [ bicicultura ] [ grandes viagens ] [ viagens a pedal ]

Depois dos viajantes, os melhores destinos para viajar de bicicleta. Falta lá Portugal! Não somos exóticos o suficiente? 🙂 Se calhar é só uma questão de marketing, e divulgação…

best bike touring destinations infographic

 

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Política de Trânsito

@ Eu e as minhas bicicletas | 12/03/2017 às 22:31

Temas: [ bicicultura ]

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A propósito de uma troca de palavras sobre a forma como devemos andar na estrada de forma a sermos visíveis e que até neóns berrantes temos que ter para nos notarem, ando a pensar fazer uma cena assim...

"Esta é a minha POLÍTICA de TRÂNSITO"

po·lí·ti·ca 
(grego politiká, assuntos públicos, ciência política)
substantivo feminino
1. Ciência do governo das nações.
2. Arte de regular as relações de um Estado com os outros Estados.
3. Sistema particular de um governo.
4. Tratado de política.
5. [Figurado]  Modo de haver-se, em assuntos particulares, a fim de obter o que se deseja.
6. Esperteza, finura, maquiavelismo.
7. Cerimónia, cortesia, civilidade, urbanidade.


"política", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013
https://www.priberam.pt/dlpo/pol%C3%ADtica


trân·si·to |z| 
substantivo masculino
1. Acto ou efeito de caminhar.
2. Marcha.
3. Passagem.
4. Trajecto.
5. Afluência de viandantes.
6. Movimento de veículos.
7. [Figurado]  Morte; passamento.


"trânsito", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013
https://www.priberam.pt/dlpo/tr%C3%A2nsito 



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Percebem a ideia? :)

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