estudo do universo ciclista em Portugal

paulofski @ na bicicleta | 5/03/2015 às 9:33

Temas: [ divulgação ] [ bicicultura ] [ Censos ] [ ciclismo urbano ] [ coisas que leio ] [ meios de transporte ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ partilha ]

Fatores determinantes para a utilização da bicicleta enquanto meio de transporte quotidiano em Portugal

Luis CaetanoLuís Caetano(luis.caetano@w2g.pt)

Resumo

“Em Portugal a utilização da bicicleta enquanto meio de transporte para a realização de deslocações quotidianas é ainda incipiente.

Segundo os dados do Recenseamento Geral da População de 2011, nos concelhos de Portugal Continental média das quotas do modo ciclável na realização de viagens casa-trabalho e casa-escola não vai além de 0,94%.

No entanto, são diversos os municípios em que essa quota é muito mais expressiva. Por exemplo, na Murtosa (25%), Ílhavo (14%) ou Golegã (11%) atingem-se com algum significado.

Tradicionalmente considera-se que a utilização da bicicleta é influenciada por diversos fatores. A orografia, a disponibilidade de infraestruturas cicláveis ou a morfologia urbana são alguns dos indicadores normalmente apontados entre os mais influentes para justificar o volume de utilização da bicicleta como modo de transporte quotidiano em meio urbano.

Este artigo pretende encontrar os parâmetros que mais contribuem para justificar a tão grande disparidade existente entre os municípios portugueses no que respeita à utilização da bicicleta.

Para isso desenvolvem-se modelos econométricos que relacionam a utilização da bicicleta com diversas variáveis socioeconómicas e físicas.”…

Quota do modo ciclável na realização de viagens pendulares internas aos concelhos (fonte: Censos 2011)

Quota do modo ciclável na realização de viagens pendulares internas aos concelhos (fonte: Censos 2011)

Este essencial artigo, análise e conclusões, podem ser consultadas na página WAY2GO – Consultoria e Investigação em Mobilidade e Transportes em: http://www.w2g.pt/2015/03/determinantes-utilizacao-bicicleta-320/


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can’t miss [126] wp.clicrbs.com.br/ciclosdevida/

paulofski @ na bicicleta | 4/03/2015 às 14:49

Temas: [ can't miss it ] [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ Brasil ] [ coisas que leio ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ partilha ]

Sustentabilidade e a bicicleta

“Nestes dias caminhava pela Ribeirão da Ilha, e enquanto esperava o transporte coletivo fotografei com meu celular esta curiosidade da cidade.

Um Homem que pedalava seu veículo sustentável, recolhendo recicláveis e com muita mobilidade…”

Mobilidade Urbana, leia aqui.

Mobilidade Urbana, leia aqui.

aqui o artigo do Daniel e anota o significado de sustentabilidade e reciclar

“Para Daniel de Araújo Costa, a bicicleta é mais que um hobby antigo, é um meio de transporte e o único veículo realmente sustentável. O biólogo e servidor público resume sua relação com a magrela em uma frase: “a bicicleta transforma teu caminho em um ato de prazer!” .”


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Empatia e a praga que aí vêm

@ Eu e as minhas bicicletas | 4/03/2015 às 10:29

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ praga ]

Já quando ia com os amigos à Serra de Sintra fazer BTT havia o chamado "espírito da montanha" onde os BTTistas se cumprimentam ao se cruzarem, o que para quem se iniciava nessas aventuras era algo que se estranhava, mas depois passava a normal.

No commute acontece o mesmo. Com o passar dos dias, das semanas, dos meses, começamos a cruzar com algumas pessoas e começa a haver um cumprimento envergonhado, depois passa a rotineiro e um dia passa a conversa (quando no mesmo sentido).

Aconteceu-me já com várias pessoas com quem me vou cruzando no meu commute... não ficamos amigos, não trocamos telefones, nem combinamos copos, mas existe ali uma cumplicidade da situação. Se calhar existe por sermos poucos, se calhar é por empatia por nos considerarem "esquisitos" e "maluquinhos", não interessa... o facto é que é algo global e não local.

As pessoas que commutam de bicicleta vivem mais o seu commute e socializam mais com os restantes commuters (principalmente se forem de bicicleta, óbvio)!

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Há tempos ia a chegar a casa com um meu amigo/vizinho commuter e ia um rapaz numa subida a levar a sua bina pela mão, o meu parceiro de viagem cumprimentou o rapaz e perguntou se estava tudo bem e se precisava de ajuda. Pela forma descontraída perguntei se o conhecia. Que não mas como levava a bicicleta à mão era para saber se estava com algum problema.

A semana passada tive um furo lento, e parei na ciclovia a encher o pneu. Passou um senhor que já tenho visto amiúde e perguntou se estava tudo bem e se precisava de ajuda. Agradeci e disse que não. Ele seguiu. Apanhei-o mais à frente e fomos na conversa uns 3 kms.

A verdade é que antigamente os condutores de veículos motorizados também se ajudavam uns aos outros e se respeitavam, mas hoje em dia é cada um dentro da sua viatura metido na sua vida e o resto é apenas "paisagem".

Há uma empatia quase natural entre os ciclistas...
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Infelizmente, não em todos os ciclistas... há sempre uns palermas, mas isso há em todo lado né?

Outra coisa que tenho reparado agora que o tempo está mais ameno e os dias a começar a ficarem maiores é que há muito mais bicicletas a circular. Mesmo...

Hoje de manhã a caminho do trabalho num curto espaço de 300 metros numas ruelas onde nunca encontrei nenhuma bicicleta cruzei-me com três.
Uma moça com uma bina muita gira - sem capacete, roupa normal. Um jovem nos 30 com uma bicicleta com cadeirinha e trazia um capacete de criança, pelo que assumo que tivesse ido deixar a descendência à escolinha - sem capacete, roupa casual mas não de trabalho. E enquanto estava parado no vermelho (sim eu sou desses) vejo passar um moço numa BTT com uma mochilona às costas - de capacete e licrado.

De onde veio esta gente toda?!

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É uma praga!
E nós não estamos preparados para lidar com esta praga!
Vai ser o caos... bicicletas por todo o lado!
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Opções para transportar crianças de bicicleta

Gonçalo Peres @ "Bike Mãozinhas" Cicloficina do Oriente | 3/03/2015 às 15:48

Temas: [ Bicicleta em Família ] [ bicicultura ] [ crianças ] [ escolas ] [ mobilidade ] [ transporte ]

Transportar Crianças - Chegada à Escola

A bicicleta é um excelente veículo para transportar crianças pequenas, seja diariamente para a escola, ou nas aventuras em família ao fim-de-semana. Neste artigo analisamos algumas das opções mais comuns, indicando as suas vantagens e desvantagens. Fizemos ainda um inquérito, cujas respostas ajudaram à elaboração deste artigo.


 

Cadeiras

Transportar Crianças - cadeiras

Esta é a opção mais comum para transportar crianças. É a mais simples, barata e também usada em combinação com as outras opções.

Vantagens:

  • Simplicidade.
  • Comunicação com as crianças (especialmente no caso da cadeira frontal).
  • factor “fun” (especialmente no caso da cadeira frontal).
  • Baixo custo.
  • Versatilidade: adaptam-se a quase todas as bicicletas e podem ficar na escola para que o pai/mãe possa seguir viagem para o trabalho sem peso extra.

Desvantagens:

  • Chuva e frio (embora um equipamento impermeável e agasalhos minimizem o problema).
  • Crianças só a partir de 1 ano e até aos 3/4 anos
  • Limite de peso: máximo 22 kg atrás e 16 kg à frente. Existem modelos especiais – Bobike Junior – que permitem levar crianças até aos 35 kilos.
  • Quando a criança adormece a sua cabeça não fica suportada, baloiçando de forma desconfortável.
  • Algumas pessoas queixam-se que a bicicleta fica um pouco instável, mas com a prática regular isso deixa de ser um problema.
  • No caso de cadeiras frontais, convém verificar se toca com os joelhos ao pedalar, obrigando a abrir ligeiramente as pernas e maior cuidado ao manobrar a bicicleta. Existem bicicletas em que isso acontece e outras não, dependendo da geometria. A prática e a distância do percurso influenciam esta potencial desvantagem.

 

Atrelado

Transportar Crianças - Atrelado

Croozer Kids for 2

Existem vários atrelados, com preços entre os 200€ e os 500€. O valor reflecte a diferença na qualidade, segurança e conforto, pelo que recomendo investir num modelo melhor. O mais comum no meu universo de amigos é o “Croozer Kids for 2″. Pessoalmente tenho um, pelo que sou suspeito, mas considero dos melhores, senão o melhor investimento que fiz nos últimos anos.

Vantagens:

  • Conforto, Segurança e estabilidade: além da estrutura rígida envolvente, mesmo no caso de queda da bicicleta o atrelado mantém-se “sempre em pé”.
  • Protecção do clima (frio e chuva), ideal para o Inverno.
  • Capacidade de carga superior, permite levar duas crianças mais bagagem (até 45 kg no modelo da foto).
  • Versatilidade: adaptam-se a praticamente todas as bicicletas e podem ficar na escola para que o pai/mãe possa seguir viagem para o trabalho sem peso extra. Vêm com duas fixações, para poder ser instalado em duas bicicletas diferentes.
  • Possibilidade de transportar bebés a partir das 4 semanas com um adaptador (depende do modelo), até aos 6/7 anos.
  • Permite que os pequenos durmam durante a viagem, com conforto.

Desvantagens:

  • Comunicação menos imediata com as crianças devido à maior distância.
  • Mais pesado que uma cadeira, pelo que exige mais esforço em passeios longos (nada demais para um adulto em boa forma física).
  • Mais caro que as cadeiras.
Com um acessório para transportar crianças com poucos meses. Também se transformam em carrinhos de empurrar. Adormecem em poucos segundos em conforto. Dependendo do tamanho, ate leva três! Cadeiras + Atrelado = big happy family (foto do Nuno Brazão) Chuva e frio? Not a problem!

Cargo Bike comum – de cauda longa

Transportar Crianças - cargo bike xtracycle

Xtracycle do Gonçalo Pais + cadeira

 

Alguns modelos mais comuns nas bicicletas de carga de cauda longa são a Yuba Mundo, Yuba Boda Boda, Kona Ute ou Surly Big Dummy. Também muito usado é o kit Xtracycle, uma extensão que se adapta à maioria das bicicletas, convertendo-as em cargo-bikes. Tenho pelo menos 3 amigos muito satisfeitos com as suas Xtracycle.

Vantagens:

  • Versatilidade: uma bicicleta para todo o serviço, apenas ligeiramente mais pesada que uma bicicleta normal.
  • Factor “fun”: é como andar numa “limousine descapotável”, mas ainda mais exclusivo.
  • Boa comunicação.
  • Capacidade de carga: algumas aguentam até 200 kg, haja pernas (ou um motor eléctrico), permitindo levar crianças mais velhas e até adultos, ir às compras, etc.

Desvantagens:

  • Mais pesada que uma bicicleta normal, mas menos que uma bicicleta + atrelado.
  • Chuva e frio (embora um equipamento impermeável e agasalhos minimizem o problema).
  • Crianças só a partir de 1 ano (em cadeira).
  • Desconfortável se a criança adormece.
  • Preço: uma bicicleta de carga é mais cara que uma normal, mas ao mesmo nível duma bicicleta + atrelado.
Miguel Barroso e a sua Xtracycle Xtracycle do Bruno Uma Yuba Mundo leva adultos com duas pernas às costas!

Cargo Bike – com área frontal

Transportar Crianças - Bakfiets Cargo Bike

O João Bernardino andou uns tempos com uma Bakfiets emprestada da Cenas a Pedal

Os modelos mais comuns são a Gazelle Cabby, Bakfiets e Babboe.

Vantagens:

  • Segurança e conforto para as crianças.
  • Protecção do clima.
  • Capacidade de carga superior – permite levar até 4 crianças (dependendo do modelo) ou 2 crianças mais carga, mochilas, etc.
  • Possibilidade de colocar com segurança um “ovo” para transporte de bebé;
  • Factor “fun”, com visibilidade total da rua para as crianças.
  • Facilidade de comunicação.

Desvantagens:

  • Versatilidade e Peso: depois de entregues as crianças na escola, ficamos com uma bicicleta demasiado pesada e pouco ágil nos percursos com inclinações.
  • Preço: a opção mais cara de todas.
Jaime com as duas filhas numa Gazelle Cabby Iris com os dois filhos numa Gazelle Cabby Copenhaga, 2005: muitas bicicletas de carga com 3 rodas Copenhaga, 2005: muitas bicicletas de carga com 3 rodas Copenhaga, 2005: muitas bicicletas de carga com 3 rodas Copenhaga, 2005: muitas bicicletas de carga com 3 rodas As Babboe estão à venda na loja Zeev no Parque das Nações, com ou sem assistência eléctrica

Conclusão

Inquerito Trasnportar Criancas Resumo

Resumo das respostas ao inquérito

Não existe uma única solução, mas várias, dependendo dos percursos a ser feitos, da bolsa de cada um, do tamanho/peso das crianças, do clima. Muitos dos que responderam ao inquérito usam várias combinações: cadeira + atrelado, cadeira + bicicleta de carga de cauda longa. Combinações essas que podem mudar ao longo do ano (atrelado nos dias de chuva e frio e cadeira nos dias mais amenos).

O ideal será mesmo investir em várias opções. Eu comecei com uma cadeira e mais tarde complementei com um atrelado, quando nasceu o meu segundo filho. Para quem possa fazer confusão gastar 500€ num atrelado, 1000€ numa bicicleta de carga ou 1600€ numa Gazelle Cabby, imagine aqueles extras dum normal carro (vidros eléctricos traseiros, tecto de abrir, A/C electrónico, etc.) que custam bem mais do que isso. Uma família com vários carros, pode reduzir a “frota automóvel” a uma unidade e comprar facilmente todas estas bicicletas, sobrando ainda milhares de euros todos os anos para coisas mais importantes.

Na dúvida, experimente sempre através de algum amigo ou conhecido, que com certeza terá todo o gosto em lhe deixar dar umas voltas com os seus filhos.

Transportar crianças de bicicleta exige algum investimento, de tempo e dinheiro, com a certeza de que será altamente recompensado por essa decisão. Começar é o mais difícil, mas a evolução é progressiva e a prática continua transforma qualquer desafio físico num imenso prazer ao longo do tempo. Com um outro bónus: quem tem filhos sabe bem que sobra pouco tempo para a prática regular de exercício, numa altura em que o nosso corpo mais precisa. Transportar os nossos filhos de bicicleta no dia-a-dia melhora a qualidade de vida: a sua, a deles e a de todos os outros seres vivos do planeta.

A Cicloficina do Oriente está à disposição para prestar um aconselhamento mais personalizado aos pais que queiram percorrer este caminho.

 


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BMX

miguelbarroso @ Lisbon Cycle Chic | 3/03/2015 às 0:34

Temas: [ Uncategorized ] [ bicicleta ] [ bicicultura ] [ Cycle Chic ] [ Lisboa ] [ Nelson Oliveira ] [ Terreiro do Paço ]

Mais uma do Nelson:

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Micro-logística em velocípedes

Ana Pereira @ Cenas a Pedal | 2/03/2015 às 18:38

Temas: [ Ambiente e Energia ] [ Indústria e Consumidor ] [ Iniciativas ] [ Pedelecs e e-bikes ] [ Veículos a pedal ] [ Videos ] [ bicicletas de carga ] [ bicicultura ] [ empresas ] [ micrologística ]

Finalmente, parece que a micro-logística em bicicleta (ou triciclo), numa escala maior que a dos “simples” estafetas em bicicleta, está a querer chegar a Portugal. Vejam esta entrevista no Diário Económico, acerca da parceria entre uma tal de Avancycles e a Adicional Logistics.

Pelos vistos estão a começar com um projecto-piloto no Parque das Nações, com um triciclo, em Lisboa. Os triciclos de carga em causa são os modelos Cargocycle da francesa La Petite Reine.

micro-logística em bicicletamicro-logística em bicicleta

O sucesso desta iniciativa está muito dependente das autarquias adoptarem medidas de restrição à circulação e estacionamento automóvel no centro das cidades, claro, e por isso é que estamos a ver isto a (tentar) despontar em Lisboa 14 anos depois de ter surgido em Paris, por exemplo. É o mesmo problema dos pedicabs.

Desejamos-lhes sorte, e sucesso!

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Quando os peões tem mesmo prioridade

@ Eu e as minhas bicicletas | 2/03/2015 às 14:30

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ ciclovia ] [ docas ]

Existe alguma fricção entre os Carros e Motas, entre Motas e Autocarros, entre transporte motorizado e Bicicletas, e entre Bicicletas e os Peões. E temos todos de viver uns com os outros.

Há tempos apercebi-me deste sinal na zona das Docas em Lisboa, e postei num grupo sobre ciclismo urbano onde discorreram vários comentários sobre o assunto:

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A verdade é que uns tempos depois passei lá (num dia de semana) e vi esta nova sinalética que ainda lá está:

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E hoje fui lá almoçar com as babes e sendo domingo soalheiro há montes de gente a passear, e é efetivamente muito complicado com famílias, crianças, carrinhos de bebé, runners e joggers, e empregados das esplanas as bicicletas passarem em segurança.

Muita gente já desmonta, mas há muitos desportistas e distraídos que não o fazem, alguns sabendo da sinalética existente, outros por pura ignorância do tema e porque "não estou a incomodar ninguém".

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Este pequeno troço de 280 metros já deveria ter uma solução pensada para a convivência dos utilizadores deste espaço.

Adenda
Sobre este tema do respeito com o peão ler este artigo da MUBi:
Respeito: 7 regras para com os peões

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ciclofilia [126] Promo FMB4

paulofski @ na bicicleta | 28/02/2015 às 9:51

Temas: [ ciclofilia ] [ bicicultura ] [ ciclistas no mundo ] [ coisas que vejo ] [ filme ] [ motivação ] [ outras coisas ]

“Pieza promocional para el 4º Foro Mundial de la Bicicleta realizado con fragmentos de videos de usuarios y bicicletas de la web, rescatando el espíritu de un vehículo que ha estado siempre presente a lo largo de nuestras vidas y que hoy, nos necesita.

Idea: MP4 PRO.
Producción: Daniela Vélez, Edgar Úsuga.
Montaje: Daniel Cimino, Edgar Úsuga.
Gráfica: Jonathan Martínez.”


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Massa Crítica volta a pedalar em Braga! (fotos)

Victor Domingos @ Braga Ciclável | 28/02/2015 às 1:46

Temas: [ Avenida Central ] [ Avenida da Liberdade ] [ Bicicleta ] [ bicicultura ] [ Câmara Municipal de Braga ] [ Eventos ] [ Massa Crítica ] [ Modos Suaves ] [ Praça da República ]

Massa Crítica Braga - fevereiro de 2015

Depois de alguns meses de hibernação, a Massa Crítica está de volta a Braga! Na passada sexta-feira, voltou a realizou-se em Braga mais uma edição deste evento. É bom ver que a vontade de pedalar e contribuir para consciencializar para esta causa continua lá!

Ao João, agradecemos a gentileza do envio destas fotos. Aos participantes, e àqueles que mesmo querendo não puderam estar presentes, fica desde já o convite para a próxima Massa Crítica (dia 27 de março).

Entretanto diz que vai também realizar-se em Braga, no dia 21 de março, um mega-evento que promete envolver bicicletas, chocolates e algumas surpresas... Por isso, já sabem, marquem também essa data na vossa agenda, preparem as bicicletas e estejam atentos! ;-)

Massa Crítica Braga - fevereiro de 2015 - bikelift

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DIY Velomobile o quadro/chassis (I)

Bruno BA @ Bicycling | 27/02/2015 às 14:14

Temas: [ bicicultura ] [ Velomobile ]

Os últimos tempos têm sido de muito trabalho de conceptualização no que respeita à estrutura principal do quadro.

Primeiro decidi, com o conselho do L, que depois foi confirmado por um outro amigo,  fazer o quadro em contraplacado marinho de bétula.

20150213_150357.jpg

Então, fiz um esboço em papel que depois passei para o computador, desenhando a peça a duas dimensões no OpenOffice Draw.

Com alguns cálculos muito simples, consegui sobrepor o meu desenho quase infantil à imagem que já tinha da  carenagem.

A seguir imprimi o desenho à escala de 1:1. E levei-o ao L, que fez um template em contraplacado muito fininho,  para servir de guia ao corte do contraplacado que podem ver nas fotos.

Depois do contraplacado cortado à medida, foi necessário fazer os furos nos locais correctos para o movimento pedaleiro e para os apoios do braço oscilante traseiro.

Esta parte foi mais difícil do que eu antecipava, pois foi necessário ter em atenção o percurso que a corrente faz desde a pedaleira até à roda de trás, passando por baixo do assento.

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Esta foto mostra um dos estudos, mas não a versão que será definitiva, 
pois optámos por unir as duas peçasdesde a parte da frente até à parte de trás.

O peso não é excessivo e a resistência é absolutamente abissal neste formato. As duas peças vão ser coladas e, nalgumas partes, furada de um lado ao outro.

Quando esta fase estiver concluída, será a vez de fazer as cavas das rodas e o apoio para a suspensão.
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