fome de pedalar

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 17/08/2018 às 14:52

Temas: o ciclo perfeiro bicicleta boas pedaladas ciclismo devaneios a pedais fotografia fotopedaladas motivação outras coisas penso eu de que... quem pedala assim... sem tirar nem por testemunho

 

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Com um destino real em mente, vou por onde me dá a real gana. Nenhuma rota previamente traçada, apenas a habitual volta ao bairro. Quase sempre pedalo sozinho e guardo ciumento estes momentos sempre preciosos. É tempo para mim, tempo para os meus pensamentos, tempo que ganho no selim da bicicleta e que combina com este tempo mais agradável. O vento pode soprar forte, a estrada pode inclinar, sei que mais tarde ou mais cedo lhe voltarei costas e passarei a desfrutar do seu impulso, da sua velocidade, deixando que a minha pedalada despreocupada e libertadora role nessa direcção. O “commute” do fim-de-semana é a oportunidade para acelerar, para relaxar e deixar a mente vaguear, sem responsabilidades de qualquer tipo. Pedalar por horas, apenas às voltas, perdido na minha onda, na minha praia. E é particularmente arrebatador o quão depressa o tempo voa, quando me detenho para um gole d’água, para apreciar a paisagem e sacar uma fotografia, quando num relance miro o relógio e me dou conta que a manhã inteira já se passou!…

“Caramba… por isso já estava com fome!”

 

reciclando [41] toda a via

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 14/08/2018 às 13:17

Temas: mobilidade 1 carro a menos bike to work ciclismo urbano ciclistas urbanos do Porto cicloturismo ciclovia cidades coisas que vejo motivação opinião outras coisas penso eu de que... Porto reciclando testemunho

Sabendo que estamos muito atrás de outras sociedades europeias no que concerne ao uso da bicicleta, todavia, a cada dia que passa vejo um aumento de ciclistas na cidade. Pessoas a pedalar, tanto nas suas deslocações diárias, no treino, a passear, a turistar, onde o “andar de bicicleta” passou a ser coisa rotineira, no Porto, Gaia e Matosinhos. Há muitos novos ciclistas. Outros há que já o eram mas que entretanto mudaram o chip, dando outro rumo à bicicleta para um uso diário, no dito commute. Uma grande parte dos turistas que nos visitam alugam uma bicicleta e ganham um pretexto para conhecer os pontos quentes, passar a ponte com toda a naturalidade, usufruindo e partilhando das mais belas vistas panorâmicas sobre o Douro.

É uma evidência, os ciclistas urbanos estão presentes e em força nas nossas escassas ciclovias. Alastram-se pelas ruas, mesmo nas mais íngremes, sinuosas e fustigadas vias pela opressão automobilística. A mobilidade urbana reclama condições mais favoráveis ao transporte colectivo e aos modos suaves. Embora os automóveis sejam necessários, é incontestável que quem anda a pé ou pedala uma bicicleta tem a liberdade de enfatizar o valor desse extraordinário veículo na redução da poluição e dos malefícios do congestionamento das cidades. Parece-me necessária a redução da motorização individual, melhorar a rede de transportes públicos e dar mais condições à utilização de bicicletas, pelas óbvias razões ecológicas, económicas e de planeamento urbano. Usando a bicicleta para o transporte permite a liberdade de circular em qualquer lugar, não ter preocupações de estacionamento, tornando o ambiente urbano mais natural com o advento do ciclismo.

 

Repensar a mobilidade e a qualidade de vida

Victor Domingos @ Braga Ciclável

Publicado em 11/08/2018 às 13:00

Temas: Opinião Bicicleta braga ciclável Mobilidade Qualidade de vida Repensar

Quando, há 20 ou 30 anos, muitas das nossas estradas, ruas e avenidas foram alargadas e repavimentadas, provavelmente a reboque de fundos comunitários, todos nos alegrámos com as maravilhas de um progresso que parecia finalmente chegar à porta das nossas casas. Estradas mais largas, piso mais liso, viagens mais rápidas… Que mais se poderia desejar? No entanto, décadas volvidas sobre esse impulso de empreitadas rodoviárias, começamos a perceber que andámos a seguir uma estratégia baseada numa série de pressupostos incorretos, pelo que urge repensar a nossa rede viária, analisando de forma objetiva e crítica o seu impacto real nos nossos padrões de mobilidade e na nossa qualidade de vida.

Mais do que nunca, dependemos do automóvel particular, muitas vezes como transporte individual. Mesmo em muitos dos casos em que a distância a percorrer é curta, digamos, de 2 ou 3 quilómetros (uma distância que se faz em 20 ou 30 minutos a pé, ou em cerca de 10 minutos de bicicleta), as velocidades excessivas do trânsito motorizado e a gritante inexistência de vias seguras para ciclistas, bem como de passeios ou bermas para peões, tornam muitas dessas viagens particularmente arriscadas. Além disso, na maior parte dos locais ainda não há estacionamentos adequados para bicicletas e, para piorar a situação, a rede de transportes públicos existente é, infelizmente, insuficiente para dar resposta a essas necessidades.

Qual é o problema nisto? É que, por um lado, obriga as famílias a encargos elevados na compra, abastecimento e manutenção de mais carros do que os que deveriam ser necessários para o seu dia-a-dia. Dinheiro que poderia ser melhor investido em alimentação saudável, em melhores condições de habitação, na educação dos filhos, na formação pessoal, na cultura ou até mesmo em atividades de lazer. Por outro lado, ao deixar de utilizar os modos ativos – isto é, as deslocações a pé ou de bicicleta – agravamos a tendência geral de adoção de um estilo de vida sedentário, com graves consequências para a saúde.

Além disso, se quisermos abordar a questão também do ponto de vista económico, podemos afirmar, sem qualquer dúvida, que a construção e manutenção da rede viária (quase toda ela em função do automóvel), juntamente com as despesas com o tratamento de doenças relacionadas com a falta de atividade física e a exposição à poluição são duas das categorias onde a despesa pública é mais elevada, e onde uma visão estratégica de longo prazo permitiria alcançar poupanças substanciais.

Apostar numa mobilidade mais sustentável (que é como quem diz, mais ecológica e mais saudável, mais económica para o Estado e menos onerosa para os cidadãos) é um investimento que traz benefícios para todos. A nível individual e coletivo, com alguns benefícios imediatos, e outros que se traduzirão numa melhor qualidade de vida para as gerações que aí vêm. O futuro começa agora. Por que esperamos?

 

fotocycle [232] o ciclista é um fingidor

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 10/08/2018 às 15:04

Temas: fotocycle 1 carro a menos bicicleta bike to work ciclismo urbano ciclistas urbanos do Porto cidades devaneios a pedais dono babado fotografia fotopedaladas mobilidade motivação outras coisas poesia Porto Prelada singlespeed Sua Alteza

“O meu olhar é nítido como um girassol.

Tenho o costume de andar pelas estradas

Olhando para a direita e para a esquerda

e de vez em quando olhando para trás…”

 

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de Alberto Caeiro em “O Guardador de Rebanhos”

 

Fomos Há Volta!

Ana Pereira @ Escola de Bicicleta

Publicado em 31/07/2018 às 23:18

Temas: A escola Código da Estrada Condução de bicicleta Dicas para condutores de automóvel Pessoas Testemunhos clipping media polícia televisão

Este ano fomos de novo gentilmente convidados pela RTP para irmos ao programa Há Volta (ver minuto 31:37), desta vez com foco exclusivo no nosso trabalho na Escola de Bicicleta da Cenas a Pedal, particularmente com pessoas que nos procuram para aprender ou reaprender a andar de bicicleta.

Pediram-nos para levar um aluno para representar quem não sabe – ou não sabia! – andar de bicicleta. Convidámos a Rita, que está a graduar-se agora do nosso Nível 1, e ela teve a generosidade de vir connosco desempenhar este papel, e dar o seu testemunho.

 

 

Até andou um pouco na minha bicicleta “para a fotografia”. Mas não a puseram a fazer nada das coisas mais avançadas que ela já faz nas aulas, foi muito no relax. 😀

 

Ainda nos cruzámos com o Miguel, que veio de bicicleta com a boleia da Fertagus, que um pouco depois interveio também, para falar do Bike Buddy, o programa de mentorado da MUBi para novos utilizadores de bicicleta na cidade (vejam o minuto 10:05 da Parte 2, sim, imediatamente a seguir àquele comentário despropositado, nem parece que o movimento #metoo existe, mas enfim, deve ser da exposição exagerada ao sol e ao calor que esteve nesta manhã).

 

Depois, houve também a participação de uma subcomissária da PSP que respondeu a algumas questões acerca do Código da Estrada (min 15 da Parte 3). Contudo, e muito infelizmente, foi uma intervenção muito enviesada (focada quase só no que os ciclistas não podem fazer, sem vincar o que podem fazer, e sem focar o que os automobilistas, os elementos que trazem a ameaça ao espaço público, devem fazer e o que não podem fazer, particularmente ao cruzarem-se com ciclistas) – basta atentar ao momento em que à pergunta da apresentadora “quais os erros mais comuns?”, depois da pergunta “e da parte dos condutores, claro que têm, temos que ter, naturalmente, cuidado, mas há regras também que têm que ser respeitadas?“, a subcomissária se focar nos erros dos ciclistas, e não dos automobilistas. Perdeu-se uma excelente oportunidade de educar melhor os condutores de automóvel e melhorar a segurança rodoviária.

Não é por mal, estamos todos formatados para vermos o mundo num “nós vs eles” e o nós dominante conduz ou anda de carro, pelo que é esse o ponto de referência das pessoas.

 

Bom, contudo, não gostaria de deixar de completar e corrigir pelo menos duas coisas ditas pela sub-comissária, porque são fundamentais.

Uma é a questão das rotundas. Ao contrário do que foi dito, ao conduzir uma bicicleta, circular pelas vias interiores das rotundas, e não pela via exterior, não é um erro nem uma infracção ao Código da Estrada. Os condutores de bicicleta, tal como os de veículos pesados, têm a opção, extra, facultativa, de fazer as rotundas todas por fora, mas não são a tal obrigados!! É mais perigoso e não deve ser feito de ânimo leve.

 

 

Artigo 14-A

1 – Nas rotundas, o condutor deve adotar o seguinte comportamento:

a) Entrar na rotunda após ceder a passagem aos veículos que nela circulam, qualquer que seja a via por onde o façam;

b) Se pretender sair da rotunda na primeira via de saída, deve ocupar a via da direita;

c) Se pretender sair da rotunda por qualquer das outras vias de saída, só deve ocupar a via de trânsito mais à direita após passar a via de saída imediatamente anterior àquela por onde pretende sair, aproximando-se progressivamente desta e mudando de via depois de tomadas as devidas precauções;

d) Sem prejuízo do disposto nas alíneas anteriores, os condutores devem utilizar a via de trânsito mais conveniente ao seu destino.

2 – Os condutores […], de velocípedes e de automóveis pesados, podem ocupar a via de trânsito mais à direita, sem prejuízo do dever de facultar a saída aos condutores que circulem nos termos da alínea c) do n.º 1.

3 – Quem infringir o disposto nas alíneas b), c) e d) do n.º 1 e no n.º 2 é sancionado com coima de € 60 a € 300.

 

Quanto à ultrapassagem de pessoas em bicicletas, os condutores de automóvel, nomeadamente, devem fazer 3 coisas. Além de manterem pelo menos 1.5 m de distância – que a subcomissária referiu, devem ocupar (ou seja, passar totalmente para) a via adjacente à esquerda, como fariam com qualquer outro veículo (não interessa que as bicicletas sejam mais estreitas), e devem abrandar.

 

 

 

Artigo 11

3 – O condutor de um veículo não pode pôr em perigo os utilizadores vulneráveis.

4 – Quem infringir o disposto nos números anteriores é sancionado com coima de € 60 a € 300.

Artigo 38

1 – O condutor de veículo não deve iniciar a ultrapassagem sem se certificar de que a pode realizar sem perigo de colidir com veículo que transite no mesmo sentido ou em sentido contrário.

2 – O condutor deve, especialmente, certificar-se de que:

aa) A faixa de rodagem se encontra livre na extensão e largura necessárias à realização da manobra com segurança;

bb) Pode retomar a direita sem perigo para aqueles que aí transitam;

cc) Nenhum condutor que siga na mesma via ou na que se situa imediatamente à esquerda iniciou manobra para o ultrapassar;

dd) O condutor que o antecede na mesma via não assinalou a intenção de ultrapassar um terceiro veículo ou de contornar um obstáculo;

ee) Na ultrapassagem de velocípedes ou à passagem de peões que circulem ou se encontrem na berma, guarda a distância lateral mínima de 1,5 m e abranda a velocidade.

3 – Para a realização da manobra, o condutor deve ocupar o lado da faixa de rodagem destinado à circulação em sentido contrário ou, se existir mais que uma via de trânsito no mesmo sentido, a via de trânsito à esquerda daquela em que circula o veículo ultrapassado.

4 – O condutor deve retomar a direita logo que conclua a manobra e o possa fazer sem perigo.

5 – Quem infringir o disposto nos números anteriores é sancionado com coima de € 120 a € 600.

Artigo 145

1 – No exercício da condução, consideram-se graves as seguintes contraordenações:

ff) O desrespeito das regras e sinais relativos a distância entre veículos, (…), ultrapassagem, mudança de direção, (…)

 

Por favor não dependam só do que as autoridades vos vão dizendo acerca dos vossos direitos e deveres enquanto condutores de bicicleta, pois as forças policiais não têm formação especializada nisto, e dão frequentemente informações pouco claras, incompletas ou mesmo incorrectas. Consultem os decretos-lei, sim, mas não se fiquem por aí, pois o CE não ensina a conduzir.

Façam algo por vós próprios, inscrevam-se nos nossos cursos ou palestras! Ou pelo menos leiam umas coisas, vejam uns vídeos, (há tanta coisa boa na net!), munam-se de conhecimentos, reforcem competências. Dêem bons exemplos. Tenham viagens mais tranquilas. Mantenham-se mais seguros!

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Carro versus bicicleta

Eliana Freitas @ Braga Ciclável

Publicado em 28/07/2018 às 12:00

Temas: Opinião automóvel Bicicleta carro Carro versus bicicleta Eliana Eliana Freitas

Lia estes dias que são feitos quase 600 créditos por dia para comprar carro em Portugal e que, para além deste aumento (mais do triplo do registado há 5 anos), se vendem cada vez mais carros.

Parece-me tão pertinente refletir sobre este assunto, sobretudo quando a venda de carros elétricos ou híbridos não tem expressão, quando a UE caminha para a eliminação de motores a combustão e no exato momento em que Portugal está na lista dos 10 países com o combustível mais caro do mundo.

Façamos o seguinte exercício: Imagine que tem um carro citadino a gasóleo e faz em média 15Km por dia (distância perfeitamente fazível em bicicleta). Assumindo um consumo médio de 6,5L a cada 100km, um gasto de 29L por mês e um preço médio do gasóleo a 1,40€/L, gastará em média 41€/mês e 492€/ano. Aparentemente não tão dispendioso quanto isso, mas não esqueçamos a inspeção, o seguro, o IUC – Imposto Único de Circulação, o ISV – Imposto Sobre Veículos (antigo IA – Imposto Automóvel), custos de manutenção, entre outros.

O preço de uma bicicleta? Por 400€ poderá comprar uma boa bicicleta (cerca de 1200€ no caso de ser uma elétrica) para durar uma dezena de anos, praticamente sem custos de manutenção e sem qualquer imposto de circulação.

Será vantajoso trocar o carro pela bicicleta? Sem sombra de dúvidas que a bicicleta é bem mais acessível que o carro. Nem sempre dará para trocar o carro pela bicicleta, mas comecemos por exemplo pelo fim-de-semana! Ou pelas deslocações mais próximas, uma ida ao café, ao mercado, a casa de um amigo. Verá o quão simples é estacionar próximo dos locais onde se desloca e ainda para mais sem ter que pagar estacionamento, o trânsito que evita, a liberdade que sente! Ah, e o planeta agradece! A bicicleta não consome combustíveis fósseis e torna-nos bem mais saudáveis.

Sei que nem tudo são rosas, aparentemente o carro é mais cómodo e seguro e a mudança por vezes cria atrito, mas o que acham de se darem esta oportunidade?

 

Testemunhos de alunos: Bia Sobral

Ana Pereira @ Escola de Bicicleta

Publicado em 25/07/2018 às 15:52

Temas: Pessoas aprendizagem escola formação testemunhos

A história da Bia demonstra bem o impacto que a bicicleta pode ter na vida de alguém, e que estamos sempre a tempo de ser mais felizes! 🙂

Eu tinha 53 anos quando me inscrevi. Frequentei as aulas de bicicleta durante 3 meses, todos os 12 domingos e desde o primeiro dia me senti realizada, segura de conseguir com a ajuda dos professores e dos colegas e orgulhosa de ter ultrapassado mais essa barreira chamada medo. Medo de não conseguir andar pelas ruas sem ter os pés no chão.

Hoje, quando digo que fui a uma escola para aprender a andar sobre as 2 rodas, as pessoas não acreditam e algumas até NUNCA OUVIRAM falar em tal coisa!

Comprei uma bicicleta, depois de 2 anos sem andar, e foi A MELHOR COISA que fiz! Vou com a “Bibita” pra TODOS os lados, ainda não para o trabalho pela falta de segurança do trajeto (nem o passeio há). Amo descobrir percursos, ciclovias, paisagens, jardins e parques e tirar fotos, dela (Bibita) e com ela.

Já fizemos (eu e a Bibita) desde o Cais do Sodré a Cascais, quando me disseram que havia já a ligação “direta” (não, NÃO HÁ!); fiz toda a ciclovia (onde havia) desde a Ameixoeira até Olaias; desde o Cais do Sodré, até ao Parque das Nações; da Ameixoeira ao Parque Extreme de Benfica; Saldanha/Campolide; Ameixoeira/ Campo de Golfe do Lumiar e hei-de fazer intercidades!

Se aconselho outras pessoas a terem aulas de bici? Claro que sim! Sempre que alguém diz não saber, não ter mais idade, ter vergonha, medo/receio e/ou falta de tempo dou a morada da “Cenas a Pedal” e digo com toda segurança: eu fiz e amei tê-lo feito!

Aprender a andar de bicicleta mudou radicalmente, a minha vida! Eu SEMPRE encontro tempo para dar umas pedaladas, então depois do trabalho… é um elixir para a alma e maravilhoso para a saúde, como é óbvio!

​ADORO, ADORO ADORO, a minha Bibita!
Parabéns e Obrigada, Escola de bicicleta “Cenas a Pedal” pelo carinho e o profissionalismo com que ensina a todos, crianças, jovens, adultos e até pessoas de 3ª idade a conduzir uma bicicleta!

ABIGAIL (Bia) SOBRAL

30 de Novembro de 2017

A Bia teve aulas de bicicleta connosco quando tínhamos um pólo em Campo de Ourique, no polidesportivo do CACO. Ficou em hibernação durante dois anos e depois decidiu-se a comprar uma bicicleta e a usá-la, e não mais parou! Mais recentemente juntou-se a nós num dos passeios Saia à Noite, uma iniciativa que visa encorajar mais mulheres a pedalarem à noite pela cidade, num registo de passeio e convívio entre mulheres.

 

passeio de bicicleta Saia à Noite

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Cenas a Pedal no “Uma Lisboa Ciclista”

Ana Pereira @ Cenas a Pedal

Publicado em 10/07/2018 às 9:17

Temas: Clientes e amigos No ateliê Pessoas Web e outros Media Blogs clipping entrevistas

Acho que não nos apercebemos logo da publicação, há uns meses atrás, desta entrevista feita em 2016, ainda estávamos no atelier n.º 2, em Alvalade, pelo Artur Lourenço, do Lisbon Cycling-Uma Lisboa Ciclista.

Entretanto mudámos de freguesia (fomos para Marvila), e de formato de espaço (estamos num edifício de armazéns, não temos montra nem porta directa para a rua), mas continuamos a atender-vos como antes, por email e presencialmente por marcação prévia, para vos ajudar a encontrar a solução de cenas a pedal que procuram, e a apoiar-vos em tudo depois da encomenda feita. E claro que a oficina não é só para bicicletas compradas na Cenas a Pedal, basta marcar.

Obrigada ao Artur pelo interesse e pela partilha, e por contribuir também com o seu blog para construir uma Lisboa Ciclista cada vez mais forte, e interessante! 🙂

Se ainda não o fizeram, espreitem o blog e as fotos lindíssimas que o Artur publica de pessoas, lugares, viagens e eventos de bicicleta em Portugal e nos estrangeiro!

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Cãovívio a Pedal, p’l’A Casa da Bicicultura

Ana Pereira @ Cenas a Pedal

Publicado em 2/07/2018 às 23:12

Temas: Eventos necessidades especiais Produtos CaP Videos cães fundraising

Como talvez já tenham reparado, a nossa cadela de 12 Kg, a Mutthilda (mutt = rafeiro, hilda = mighty in battle, logo, Mutthilda, mas lê-se Matilda!) vai connosco para todo o lado de bicicleta. No dia-a-dia e nas férias, na cidade e no campo, no Verão e no Inverno, em plano e e a subir e descer, desde as 8 semanas de idade.

Não nos passaria pela cabeça deixar de ir de bicicleta para a podermos levar, ou não a levarmos para podermos ir de bicicleta. Quando dá para ela ir a correr ao nosso lado, soltamo-la, quando não dá (ou não é recomendado sob pena de ela colapsar de tanta correria acumulada), vai à boleia.

Desde o início que levar um cão na bicicleta foi sempre algo que apanha as pessoas de surpresa e lhes põe um sorriso na cara, põe-se a acenar, a fazer-lhe festas, é a loucura. 🙂

Já a levámos em cestos, transportadoras e atrelados. Cestos dianteiros, cestos traseiros. Uma transportadora presa ao deck da longtail Surly Big Dummy do Bruno com umas Rok Straps. Um atrelado gigante de duas rodas, um atrelado de uma roda. Dois cestos diferentes presos ao guiador. Um cesto traseiro fixo ao tubo do selim, outro alongado fixo ao porta-bagagem traseiro, e outro também fixo ao porta-bagagem traseiro mas com um adaptador. Etc. Basicamente andámos a testar o catálogo todo de soluções para transporte de cães. Digamos que temos alguma experiência nisto. 🙂

Já para não falar nela, mais versada em cenas a pedal do que a maior parte dos ciclistas, dado que já andou em bicicletas de touring, bicicletas eléctricas, longtails, recumbents / reclinadas, bakfietsen, tandems e, claro, atrelados! 😀

Circe Morpheus

Por tudo isto, e porque é sempre bom socializar os cães e socializarmo-nos a nós próprios, vamos estar batidos no Cãovívio a Pedal do próximo domingo dia 8 de Julho, em Lisboa, um evento de FUNdraising para a constituição d’A Casa da Bicicultura. Nesse dia esperamos também estrear uma outra solução de transporte para a Mutthilda, uma espécie de cadeira como as dos miúdos. 😀

Esperamos ver-vos também por lá. Vai ser muito fixe!

Programa do Cãovívio a Pedal:

16h-17h30: encontro, convívio e actividades com a Mutts no Jardim do Campo Grande, junto ao parque canino.

17h30-19h: passeio de bicicleta Campo Grande – Alvalade – Lumiar – Campo Grande.

19h30: foto de grupo, fim do encontro no jardim do Campo Grande.

 

Não tens ainda solução para levar o teu cão na bicicleta? Então vem só à parte do encontro. Além do convívio, terás oportunidade de ver as soluções de transporte dos outros participantes, trocar ideias, quem sabe fazer uns test rides.

Além disso, teremos a colaboração da Raquel e do Pedro, os treinadores da Mutts, que gentilmente aceitaram o nosso convite para virem dar-nos umas luzes de como moldar o comportamento dos cães usando técnicas de reforço positivo, não só para os passeios de bicicleta como no dia-a-dia no geral.

Não percas esta oportunidade!

Este é também um evento de angariação de fundos para a Casa da Bicicultura. A participação é livre, mas apelamos a que contribuas com um donativo ao teu critério que ajude a Bicicultura a cobrir os custos da sua fundação oficial – vê como mais abaixo.

Queremos multiplicar estes encontros, e tornar mais fácil aceder a soluções como estas para cães na bicicleta, com a futura veloteca da Casa da Bicicultura! Vem daí! 🙂

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Hoje é dia de… MEGA Massa Crítica até Oeiras

Ana Pereira @ Cenas a Pedal

Publicado em 29/06/2018 às 11:17

Temas: Causas Dias especiais educação Eventos formação Iniciativas causas palestras passeios


Em 2015 foi assim a Mega Massa Crítica de Verão!

‘Bora daí! Por uma ligação Lisboa-Oeiras mais fixe para quem vai de bicicleta.
Pssst! Não sabes o que raio é a Massa Crítica? Vê este guia.

E vamos, com a gentil colaboração da Coração Amarelo, conseguir levar o Manuel Costa Henriques, grande dinamizador da Massa Crítica e cicloactivista, a participar. Usando um dos triciclos da Coração Amarelo o ombro em recuperação do Manuel não será impedimento. 🙂 Poderão vê-lo a partir de Algés na Mega MC de hoje!

Circular de bicicleta na Marginal num grupo destes é fácil e confortável mesmo para quem anda pouco de bicicleta. Mas se queres andar à vontade de bicicleta por qualquer lado, de forma segura, e sem medo dos carros ou da estrada x ou y, e sem cair nas armadilhas específicas das vias segregadas, faz este curso. Temos um este fim-de-semana! Se não puderes fazê-lo todo, podes vir só à palestra sábado de manhã! Mais info e inscrições aqui.

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