“devagar se vai ao longe” já diz o pobinho

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 17/10/2019 às 14:58

Temas: motivação bicicleta carrocultura ciclismo estrada fotografia fotopedaladas Gorka legislação mobilidade opinião outras coisas penso eu de que... segurança rodoviária velocidade

Nas escolas de condução, supostamente, são ensinados todos os preceitos sobre a condução Estes incluem regulamentos, instrução e prática de como conduzir um veículo motorizado, atendendo à segurança e às regras de trânsito. O aprendiz a condutor terá de ultrapassar várias etapas e exames até finalmente estar habilitado à condução. Depois, com a carta na carteira e as mãos no volante, poucos cumprem o que aprenderam. Rapidamente esquecem as regras e limites, achando que estão a coberto do infortúnio pela carroçaria metálica e pelo seguro automóvel.

De certo já ouviram a expressão “saiu-te a carta na Farinha Amparo” dirigida aos maus condutores. Não, não ofereciam cartas de condução no pacote, mas davam brindes.

Para a habilitação da condução é preciso obedecer a conceitos essenciais de segurança. Um dos conceitos mais importantes é o limite de velocidade. A velocidade é fixada tendo em conta vários factores, classificação da estrada, condições da via e sinalização. Na ausência de sinalização, o Código da Estrada estabelece as regras e limites aos automobilistas, com máximos permitidos, coimas a aplicar e perda de pontos por excesso de velocidade. Não há velocidade mínima nas estradas.

Não é uma regra difícil de cumprir, mas certos automobilistas parecem capazes de a compreender, e muito menos de a colocar em prática. Alguns não entendem a palavra “limite.” Na condução, a palavra “limite” significa o mesmo que “máximo”. Velocidade máxima. Um limite de velocidade não se refere à velocidade que é suposto conduzir mas ao limite máximo que é permitido por lei. Regra geral, os automobilistas tendem a conduzir como se estivessem a ser  perseguidos pelo diabo.

Como utilizadores da estrada, os ciclistas circulam frequentemente a uma velocidade mais lenta do que um automóvel. Dificilmente o ciclista atinge um limite de velocidade, mas, infelizmente, há automobilistas que só querem saber o quão rápido podem ir. Circulam no limite ou em excesso de velocidade e não querem nada no seu caminho. Quando começam a buzinar, a reclamar com o ciclista para este sair da estrada, ir para a berma, ciclovia ou para o passeio, de uma forma calma e prudente deve o ciclista afirmar a sua posição e defendê-la. É a única forma de combater os estereótipos arraigados e mudar comportamentos intimidatórios.

redundância ou pelonasmo?

As bicicletas têm o mesmo direito de usar a estrada como qualquer outro veículo. Têm o direito a ocupar a faixa de rodagem. Têm o direito de circular a par, facilitando, sempre que possível, a ultrapassagem. Têm o direito à distância de segurança de metro e meio quando ultrapassados por veículos a motor, o que infelizmente nem sempre é verificada.

À luz das “recentes”… – em vigor desde 1 de janeiro de 2014 –  alterações ao Código da Estrada, é claramente necessária uma campanha de reeducação para ensinar e/ou lembrar os automobilistas que têm de compartilhar a estrada, aceitar os veículos mais lentos e abrandar especialmente quando ultrapassam bicicletas. O ciclista não tem de ter receio em posicionar-se devidamente na via. Não há velocidade mínima nas estradas.

Como viajam a uma velocidade mais lenta, os ciclistas podem ter um papel regulador, disciplinar os automobilistas quanto à velocidade de circulação. Os automobilistas devem adaptar a sua condução atendendo não apenas às condições da estrada mas à forte presença de outros utentes da estrada. À eventual presença de ciclistas na estrada. De qualquer das formas, todos deverão saber as regras, os limites, reduzir a velocidade para uma viagem segura.

 

Braga Ciclável no “Vamos falar?”, da Braga Cultura 2030

Braga Ciclável @ Braga Ciclável

Publicado em 14/10/2019 às 11:55

Temas: Notícias Bicicleta Braga braga ciclável Braga Cultura 2030


A Braga Ciclável, representada nesta iniciativa por João Forte, participou na passada semana, e a convite da Braga Cultura 2030, numa iniciativa que dá pelo nome de “Vamos falar?”, que decorreu no complexo desportivo da Rodovia.

Esta iniciativa pretende auscultar cidadãos e várias entidades no âmbito da estratégia cultural “Braga Cultura 2030”, com vista ao repensar o espaço público, incluindo os cidadãos nesta reflexão.

Numa agradável conversa informal, e durante quase duas horas, a Braga Ciclável partilhou, de forma dinâmica, ideias e opiniões sobre a temática da mobilidade na cidade e no concelho de Braga, focando os principais desafios e prioridades neste domínio, nomeadamente a criação de segurança nos principais eixos identificados como tendo muito pontencil ciclável e já hoje utilizados por quem opta pela bicicleta como modo de transporte.

Debateu-se também a questão da segurança rodoviária e iniciativas que possam decorrer no âmbito da Braga Cultura 2030. Na mesa estiveram presentes várias gerações de cidadãos, tendo os mesmos debatido várias questões, com um foco principal na vertente cultural.

Para mais informações sobre esta iniciativa:  https://www.bragacultura2030.pt/

 

se não os consegues vencer…

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 8/10/2019 às 11:51

Temas: 1 carro a menos bicicleta ciclismo urbano ciclistas urbanos do Porto cicloturismo cidades fotografia mobilidade motivação opinião outras coisas penso eu de que... Porto testemunho turismo


Turistas e mais turistas, novos e velhos, homens e mulheres em biclas de aluguer, muitas delas eléctricas, outros em cruzeiro cicloturístico, pedalam pelas intricadas zonas históricas, ao longo da aplanada e panorâmica marginal do Douro, pela banda de lá e pela banda de cá ao seu próprio ritmo e vontade.

Pedalar tem sido uma boa opção para quem nos visita. A cidade já nem estranha. As duas rodas movidas por um par de pedais são, aliás, cada vez mais uma alternativa aos lentos autocarros turísticos. Vários operadores turísticos procuram dar resposta à procura e à curiosidade dos visitantes, propondo várias opções de aluguer. É que, se há os que preferem alugar uma simples bicla a pedais, mesmo com preços a não serem dos mais atractivos, muitos não abdicam da assistência eléctrica para se aventurar nos inclinados acessos aos centros históricos do Porto e Gaia.

Já alguns tripeiros, nas deslocações para e do trabalho, para fugir ao trânsito e aos apertos dos transportes públicos, dão preferência à bicicleta como alternativa na mobilidade urbana. Vão serpenteando pelas ruas da Invicta nos trajectos do dia-a-dia. Não são tantos quantos eu gostaria de ver mas já dá para notar alguma mudança de paradigma, enquanto a chuva não volta em força. Na parte ocidental da cidade, por exemplo na esfera envolvente da Boavista, como é quase plana, ao contrário da baixa da cidade, permite viagens rápidas de casa para o trabalho sem grande esforço.

Para relembrar o meu exemplo, só o tempo que eu demoraria a pé de casa até a chegar ao Metro, cerca de 15 minutos, é o mesmo período em que faço a viagem completa de bicicleta até ao local de trabalho. Até picar o ponto, ainda poupo o tempo da ligação modal entre Metro e do BUS, que na melhor das hipóteses seriam outros 15 minutos.

Especialmente de manhã cedo, no acesso ao centro do Porto em horas de ponta, a principal motivação é chegar ao trabalho. A opção de percurso mais rápido é sempre o adoptado na minha deslocação diária a pedais. À tarde, o expediente de voltar a casa, da baixa do Porto à Prelada, procuro variar as opções, umas mais rápidas que outras, sempre mais longas, preferindo as margens do Douro e a nortada nas trombas. O percurso pela Foz do Douro é um desses exemplos. É mais relaxante e acrescenta qualidade de vida ao modo saudável que gosto de ter em conta.

E assim, como que por uma hora e picos, torno-me numa espécie de turista na sua própria cidade. Na nossa “pequena cidade” que é afinal uma grande cidade, que é o grupo das nossas pequenas cidades coladas umas às outras.

Voltando aos turistas, não sou imparcial no que toca a conversas sobre o desgovernado crescimento do turismo. Ouço muito boa gente dizer que o boom turístico afecta o seu dia-a-dia, as suas rotinas e o sossego. Por outro lado, há vida no bairro, outras culturas, casas renovadas e novos estabelecimentos. A diversidade enriqueceu o ambiente, a oferta ao nível do emprego. O turismo potencia negócios e faz crescer o aumento de utilizadores de bicicleta na cidade. Até os automobilistas, presos no trânsito se vão roendo de inveja. Caso para dizer, “se não os consegues vencer, junta-te a eles”.

 

quando o selim pica

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 30/09/2019 às 15:22

Temas: outras coisas ciclismo cicloturismo dicas fotografia motivação opinião passe a publicidade penso eu de que... selim

“Ó Paulo, tu que andas muito de bicicleta podes me ajudar. Que selim devo escolher para não ficar com o rabo todo ƒΘÞ∗þΦ?”

Na hora de escolher o modelo de selim, a primeira coisa a pensar não é na tortura que te vai infligir mas se é o assento ideal para acolher da melhor forma as tuas necessidades. Afinal de contas é lá que o ciclista deposita o abono de família e as partes mais sensíveis do canastro.

Escolher um selim não pode ser somente uma questão de beleza ou leveza. Claro que um sofá não é o mais adequado para uma bicicleta de estrada, nem um selim tipo tábua de passar a ferro é vistoso numa pasteleira. Não o devemos escolher pelo preço, pelo estilo ou quanto ele pesa, mas sim se ele serve realmente para preservar da melhor forma a tua ferramenta. Cada rabo sua sentença.

Atendendo à modalidade, se para utilização urbana, passeio, estrada ou monte, em todas as linhas de selins, a flexibilidade é uma característica a ter em conta. Quanto maior a flexibilidade melhor será o conforto do ciclista. Em cada uma dessas modalidades há necessidades específicas.

As bicicletas de passeio e outras, por exemplo para a utilização mista em que a preferência é o conforto, uma vez que os seus utilizadores se interessam em percorrer variados tipos de piso sem necessidade de muita velocidade, deve-se optar por um selim confortável com uma boa base de apoio, onde podem assentar devidamente os ísquios, pois pedala-se quase a totalidade do tempo alapado no selim. Assim como a forqueta com suspensão faz a diferença nos braços, os selins de molas, espuma ou gel, oferecem um maior conforto. Já para as bicicletas de utilização urbana, onde de se pedala distâncias mais curtas, nem sempre é preciso ter um selim superfôfo mas um que permita uma boa mobilidade das pernas e facilite a manobra de montar e desmontar da bicicleta. Nas biclas de estrada e nas bêtêtês, onde se pedala com maior velocidade e por mais horas, o selim deve ser um pouco mais estreito e leve, uma vez que a cadência e agilidade das pernas é bem maior.

Utilização masculina ou feminina? Não poderia ser diferente com a escolha dos selins. Nesse caso, devemos seguir a anatomia humana, em que algumas mulheres possuem uma anatomia entre os ísquios maior devido à bacia, necessitando de um selim com uma base de apoio um pouco maior e comprimento mais curto. Nos homens, como a distância entre os ísquios é menor e a região do períneo maior, o selim normalmente é mais estreito e mais longo.

Há vários tamanhos de selins, com medidas que variam de 250 a 300mm de comprimento e larguras que variam de 125mm a 170mm. As medidas dos meus selins vão desde 160mm a 145mm, que é a medida mais comum para a maioria dos ciclistas, mas pode variar de rabo para rabo. Muitas vezes, nas pedaladas mais longas, com largos períodos de poiso no selim, e após trechos e trechos de irregularidades, subidas onde se pedala com mais força causando maior pressão, pode haver uma maior sensibilidade no períneo (a zona da próstata) devido à trepidação e esforço, e, em virtude disso, sentir algo parecido com um “formigueiro”. Sim, isso é mais normal do que se imagina, mas se após uma mudança no posicionamento ou ir levantando o rabo do selim isso já melhora, é aguentar e dar ao pedal pois essa hipersensibilidade é normal. No mercado podemos encontrar vários modelos com um corte ergonómico para aliviar o desconforto na área perineal.

Podemos ter feito a escolha acertada e ser o selim o mais adequado à anatomia, objectivos e modalidade, mas se estiver mal colocado no espigão da bicla irá interferir negativamente com o desempenho e gerar um desconforto e incomodar ao ponto até de provocar lesões. A altura influencia exactamente o posicionamento e “encaixe” dos ísquios na base mais ampla do selim, sem falar na posição correcta das pernas durante a pedalada, evitando pressionar os joelhos, e aumentar a força sobre os pedais. Está comprovado que um bom posicionamento do selim pode aumentar até 30% de rendimento da força exercida nos Pode-se variar a posição, inclinação e altura do selim, tendo em conta que os músculos trabalham de maneira diferente.

Nota: O selim deve preferencialmente estar sempre nivelado, paralelo ao solo, na horizontal.

Portanto, para uma boa escolha do selim há que ter em conta todo um conjunto de factores. A escolha de selim é uma questão tão pessoal, que só o velho método científico experimental servirá para encontrar a solução para qualquer dúvida. O melhor e mais prático método para a escolha do tamanho do selim é a experimentação, sentar e pedalar. Sentir se o rabo está correctamente apoiado no selim, e pedalar, pedalar pedalar. Algumas lojas disponibilizam selins de teste, com a vantagem de poder experimentar vários modelos e medidas para uma escolha acertada. Agora, não nos podemos esquecer que um bom para de calções com carneira têm um papel fundamental no conforto do nosso rabinho.

É sabido que selins bons exigem um maior desembolso financeiro. Para além de ser uma peça fundamental, o selim é também uma coisa pessoal. Nem sempre o mais leve, o mais bonito, é o melhor. Actualmente, já existem mais opções de selins ergonómicos, desenhados para retirar o peso da área do períneo e distribuí-lo para as nádegas e ísquios. O conforto vale mais na pedalada do que o peso total da bicicleta. Estas são pelo menos as básicas dicas para o início de um casamento ideal com a nossa bicicleta, pois lembrem-se que quando se dá ao pedal é no selim que se passa a maior parte do tempo.

Boas pedaladas

 

reciclando [45] céu pardacento: ou chuva ou vento

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 24/09/2019 às 15:08

Temas: motivação 1 carro a menos à chuva bike to work ciclismo urbano ciclistas urbanos do Porto devaneios a pedais fotografia mo mobilidade outras coisas penso eu de que... reciclando testemunho

De volta a casa depois de um dia inteiro a laborar, eu gosto de arredondar a cidade, alongar o meu percurso e aproveitar o selim pelo crepúsculo final de um dia solarengo. Isso significa que eu vou tirar algumas fotografias na atracção radical do pôr-do-sol, do mar e da minha bicicleta, que é a marca registada em quase todas as minhas imagens.

Ontem, quando saí à rua, as nuvens cobriam o céu numa camada grossa, como uma enorme colcha toldada e pardacenta. As árvores dançavam ao sabor da ventania, as folhas douradas flutuavam loucas, para cima e para baixo, cobrindo todos os recantos, dando finalmente um ar de Outono.

Desço ao rio, dou o peito ao vento e sigo a minha volta, por Matosinhos. À passagem pela Foz, paro por alguns minutos para observar o mar revolto, fotografar, e fico a conversar com um amigo que me encontra, visivelmente invejoso, eu de duas rodas e ele não. Olha para o céu carregado, olha para mim e me pergunta: “Estás de a caminho de casa?”. No seu melhor palpite a chuva apanhava-me forte e feio antes de lá chegar. Respondo-lhe sem pensar duas vezes: “Nããã, eu estou apenas a começar a minha dança da chuva!”.

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Pois que venha ela, a chuva, que tanta falta faz.

 

Zoom out...

@ Eu e as minhas bicicletas

Publicado em 21/09/2019 às 18:50

Temas: cargo bike tern GSD

Riding #Gestrudes my #TernGSD bike after my kid school drop off, with a view to beautiful Lisbon Tagus river south bay. 

Misty morning hiding the "Freedom" Bridge (Ponte 25 de Abril Bridge).

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My commute powers my day!
 

Alforges e suportes para pés

@ Eu e as minhas bicicletas

Publicado em 15/09/2019 às 18:52

Temas: cargo bike

A Gestrudes veio com os dois de alforges específicos para a Tern GSD, que levam muita tralha e são muito bem desenhados, tem presilhas e são bem construídos - e são caros para chuchu.

Houve aí um dia que já transportei uma encomenda que me chegou ao trabalho e foi espetacular! Quando recebi o pacote pensei "Fock! Agora tenho de ir a casa buscar o carro, ou então vou de taxi e deixo cá a bicicleta... mas, espera, agora tenho uma bike de carga! Deixa ver se cabe... magia!!!"

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Nesta primeira semana de escola tivémos de levar muito material e tralha, e como tal um dos alforges ia mais cheio o que impedia a filha de assentar os pés no suporte que há para o efeito por baixo - que tb servem para suportar o peso da tralha que se mete nos alforges para não ficar ali todo desengonçado.

Ora como só temos necessidade de usar um dos alforges nestas viagens, pois usamos também a estrutura frontal do "cesto" para levar a mochila, e como tinha um outro alforge mais pequeno da Tern, que não é para este modelo mas também serve, fui de trocar para ver se a filha gostava mais.

 Deste lado ficou o alforge original da Tern GSD, grande e que leva muita coisa:

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Deste lado ficou então outro alforge mais pequeno da Tern Vektron o que dá espaço para a filha meter o pé no suporte.

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Os dois alforges recolhidos, e depois o mais pequeno aberto com coisas.

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Assim a filha vai mais confortável.

#Gestrudes #TernGSD #BeEletric #Bike2work #VotamosTodosOsDias

 

Levar a filha à escola e seguir para o trabalho : School drop off

@ Eu e as minhas bicicletas

Publicado em 15/09/2019 às 18:25

Temas: cargo bikes tern GSD

A Gestrudes já está a uso para aquilo que foi o seu grande investimento: levar a filha à escola e seguir para o trabalho.

Neste momento já fomos para a escola várias vezes na bicicleta e a filha adooorou!

Até a mim me surpreendeu o tempo que demoramos, que incrivelmente é menos que de carro (isso era óbvio) mas até menos que de scooter (wwwooowww)!

No primeiro dia a filha até esclamou: "Mas já estamos aqui?! Foi super rápido pai!"

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Basicamente está a comprovar-se os meus cálculos de que consigo fazer a entrega da filha e seguir para o trabalho e demoro bem menos que de carro, e pouco mais que se fosse de scooter. 

A juntar ao facto de poluir bem menos (sendo uma pedalec tem de levar energia elétrica e tem uma bateria de lítio) e ainda conseguir assim fazer algum exercício cardio esta foi uma decisão ponderada mas que valeu a pena.

Primeira Etapa Casa - Escola:

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Segunda Etapa Escola - Trabalho:

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So far so good! Loving it...

A foto da filha com a Gestrudes que partilhei numa rede social até foi notada pela própria marca que pediu se poderia usar a mesma com os devidos créditos nas suas plataformas de comunicação... hehehe! A mini-me e a Gestrudes vão aparecer aos olhos do mundo! :)

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#Gestrudes #TernGSD #BeEletric #Bike2work #VotamosTodosOsDias
 

#NãoSejasBarbosa ou "os idiotas contra-atacam"

@ Eu e as minhas bicicletas

Publicado em 7/09/2019 às 15:21

Temas: sinistralidade rodoviária

A propósito de mais uma abjecta campanha da ACP, cujo presidente é um total imbecil, que está a ter eco nos meios de comunicação sobre o uso de capacete pelos utilizadores de bicicleta e trotinetas...

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Esta semana tenho vindo todos os dias de bicicleta para o trabalho e num dos muitos locais perigosos onde tenho de circular a partilhar a via com o trânsito motorizado, pois não há infraestrutura segregada, há uma zona onde circulando na via da direita numa faixa de rodagem com três vias tenho de me deslocar para a do meio para seguir em frente ao passo que a da direita é uma saída, tenho um jovem ali na casa dos 20 anos a buzinar para eu sair da frente pois ele quer sair e obviamente apesar de a velocidade máxima ser de 50 kms/h eu de bicicleta vou a cerca de 25 a 30 kms/h o que é lento para os excessos de velocidade que ali se fazem.

Quando me descaio para a esquerda sinalizando a minha alteração de via este jovem encartado acelera fazendo-me uma razia pela minha direita e de janela aberta grita: "Caaaaapacetteeee..."
Eu vou a cumprir o código da estrada e respeito os restantes utilizadores da via pública e este encartado com um Smart, que ainda é pesado, tenta pressionar-me e depois faz uma razia e grita-me...?!

A imagem pode conter: texto

Depois dos indicadores tornados públicos sobre a insegurança rodoviária em que o n.º de mortos e feridos na estrada aumentou estes cabrões da ACP em vez de fazerem campanhas de sensibilização fazem uma propaganda desonesta para o uso do capacete pelos utilizadores vulneráveis!


"Número de mortes nas estradas cresceu 12% em 2018. Foram mais 73 do que no ano anterior
Estatísticas constam do relatório da Autoridade Nacional para a Segurança Rodoviária sobre a sinistralidade nos 30 dias após o acidente. Foi nas ruas dentro das localidades que o número de vítimas mortais mais aumentou."
https://www.publico.pt/2019/08/27/sociedade/noticia/numero-mortes-ate-30-dias-apos-acidente-aumentou-12-2018-1884515


PqP esses palhaços! 
(sem ofensa para os palhaços de profissão, é uma expressão.)

#NãoSejasBarbosa
 

Saltou a corrente, mauuuu

@ Eu e as minhas bicicletas

Publicado em 7/09/2019 às 10:29

Temas: cargo bike gestrudes

A Tern GSD, quer a S10 quer a S00, tem detalhes muito interessantes em termos de usabilidade, de acessórios e detalhes, pois não é uma bicicleta de velocidade ou de montanha, é uma bicicleta que se presta à deslocação e carga de pessoas e bens, pelo que tem de ser simples.

No entanto na terceira viagem de commute no meio de umas ciclocoisas de Lisboa que estão pejadas de peões, que preferem o piso liso das ciclovias ao atrito da famosa calçada portuguesa de pedrinhas brancas saltitonas e irregulares, ao mudar de mudança de forma agressiva e várias vezes de mudanças a corrente do prato dianteiro, onde está o motor, saltou fora!

...e não é nada fácil de voltar a meter!

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Só em casa e com algumas ferramentas, muita insinstência e alguma sorte lá consegui encaixar a corrente novamente. Não está lá muito fácil este processo, a Tern deveria rever isto...

Esta situação tb me tinha acontecido uma única vez na Romana, mas foi aí pelos 4 mil kms e foi só retirar dois parafusos para libertar a proteção e encaixar a corrente no prato, easy!

Uma das diferenças da S10 original e os modelos recentes é a inclusão de um suporte (chain pulley) para guiar a corrente e esta ficar mais uniforme com o prato, de forma a evitar este saltar da corrente.

Fotos do modelo antigo e do modelo mais recente com estes add-ons:

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Depois de um pedido de apoio num grupo do Facebook de utilizadores de Tern GSD um membro indicou-me que a minha era uma das que tinha saído da fábrica com essa peça do "chain pulley" ao contrário!! WTF?!

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Ver instruções oficiais da Tern GSD:
https://www.ternbicycles.com/support/techtips/gsd-s10-chain-pulley-important-installation-tips

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Pelo que lá andei a mexer na bichana para a meter em condições, a ver vamos se agora não salta a corrente.

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Entretanto consegui fazer o pleno na última semana e consegui a semana toda levar a bicicleta, 5 dias seguidos de segunda a sexta - ainda sem levar a filha à escola, mas que está quase quase quase a começar o ano letivo e a razão pela qual comprei a "Gestrudes"!

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