Orçamento “Tu Decides!” em fase de votação com propostas cicláveis

Braga Ciclável @ Braga Ciclável

Publicado em 3/10/2017 às 23:47

Temas: Notícias bicicletas Braga escolas gnration jovens juventude orçamento participat propostas tu decides votar

O Orçamento Participativo “Tu Decides!” entra hoje, dia 4 de outubro, em período de votação.

Este orçamento participativo é uma iniciativa promovida pelo Município de Braga, em parceria com o Conselho Municipal de Juventude, e tem uma dotação orçamental de 75 mil euros. É um dos principais instrumentos de participação cívica dos jovens de Braga.

Das 22 propostas submetidas, 3 estão relacionadas com o uso da bicicleta:

Proposta 6 – “Urban Sports Park Ativation”

Esta proposta tem como objetivo principal dinamizar o parque desportivo “Urban Sports Park” durante o ano de 2018, oferecendo um programa de atividades a todas as crianças e jovens do concelho. Segundo o projeto, os participantes terão oportunidade de aprender a pedalar e a treinar sobre um circuito seguro e delimitado, sempre acompanhados por uma equipa desportiva capaz de os motivar e animar.

O projeto propõe três tipologias de ações: sessões desportivas, com sessões de treino semanais da equipa da Trial Portugal, que têm como objetivo a prática de ciclismo; sessões de sensibilização rodoviária bimestrais, educando as pessoas para a circulação segura em bicicleta utilizando corretamente as ruas e respeitando as regras existentes; e o evento Bike Urban Show, onde serão demonstradas as técnicas aprendidas durante a primeira ação. Será ainda efetuado um video promocional.

O Orçamento previsto para este projeto é de cerca de 20 mil euros.

Proposta 16 – “A Bicicleta no Centro Histórico: A Zona de Coexistência de Braga”

A Proposta 16 subdivide-se em duas áreas de ação.

A primeira é da área “Educação e Formação” e tem como subtítulo “Como circular de bicicleta num espaço partilhado com peões?” e baseia-se na criação de uma campanha de sensibilização para a sã convivência entre peões e bicicletas nesta área, onde a Escola de Educação Rodoviária iria liderar esta campanha de caracter pedagógico, numa estreita colaboração com a Ciclopatrulha da PSP e a Policia Municipal.

A segunda é da área Emprego e Empreendedorismo e tem como subtítulo “Organizar as Cargas e Descargas aumentando a atratividade desta Zona de Coexistência“. Esta proposta tem como objetivo organizar as Cargas e Descargas na Zona Pedonal e ainda retirar a maior parte dos veículos motorizados desta área para este efeito, mantendo apenas aqueles estritamente necessários. Para isso é proposta a criação do CCDB – Centro de Cargas & Descargas de Braga – um hub-, através do arrendamento de um ano de uma loja, por onde passassem todas encomendas. O CCDB seria gerido pela ACB – Associação Comercial de Braga. A partir do CCDB, junto ao centro histórico, chegariam os veículos motorizados e as encomendas com cargas até 100kg passariam a ser transportadas, nesta área de coexistência, por bicicletas de carga que este projeto propõe adquirir para o efeito. A par de tudo isto será desenvolvida uma aplicação que facilitará o pedido, por parte de lojistas, para despacho da encomenda.

O orçamento total para esta proposta é de 25 mil euros.

Proposta 22 –“Escola do Pedal”

A proposta 22 enquadra-se na área “Educação e Formação” e aposta na educação das crianças e jovens, cidadãos do futuro, como principais utilizadores da bicicleta no dia a dia,
pretendendo contribuir para incutir a bicicleta no quotidiano das crianças. O projeto, que tem como objetivo desenvolver e implementar um programa de formação técnica e cívica para a utilização da bicicleta, divide-se em três áreas: em campanhas de sensibilização; em aulas em circuitos seguros e sinalética; e em aulas complementares à utilização de bicicleta, focadas em temas como segurança rodoviária e mecânica.

O orçamento total prevista pelo proponente é de cerca de 24 mil euros.

Como Votar?

As propostas estarão em votação em diversos pontos na cidade, em datas específicas, podendo todos os jovens até aos 35 anos votar nos projetos.

Para votar, basta deslocar-se a um destes pontos, na respetiva data, e votar:

  • 4 de outubro, das 09h30 às 12h30, no Colégio D. Diogo de Sousa;
  • 6 de outubro, das 10h00 às 12h30 e das 14h30 às 17h30, no Balcão Único (edifício do Pópulo);
  • 9 outubro, das 09h30 às 12h30 e das 14h30 às 17h30, na Universidade Católica;
  • 10 outubro, das 09h30 às 12h30 e das 14h30 às 17h30, na E.S. Sá de Miranda;
  • 11 outubro, das 09h30 às 12h30, no Externato Alfacoop;
  • 12 outubro, das 09h30 às 12h30 e das 14h30 às 17h30, na Escola Profissional de Braga;
  • 13 outubro, das 09h30 às 12h30 e das 14h30 às 17h30, na E.S. Carlos Amarante;
  • 16 outubro, das 09h30 às 12h30 e das 14h30 às 17h30, na E.S. D. Maria II;
  • 17 outubro, das 09h30 às 12h30 e das 14h30 às 17h30, na E.S. Maximinos;
  • 18 outubro na Esprominho;
  • 19 outubro, das 09h30 às 12h30, no Colégio João Paulo II;
  • 19 de outubro, das 14h30 às 17h30, na Universidade do Minho;
  • 20 outubro, na E. S. Alberto Sampaio;
  • 21 outubro, das 10h00 às 12h30 e das 14h30 às 17h30, no Edifício GNRation.

As propostas podem ser consultadas aqui.

 

espécie de reflexão pós eleitoral

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 2/10/2017 às 11:59

Temas: mobilidade 1 carro a menos ciclismo urbano ciclistas urbanos do Porto CMP opinião outras coisas penso eu de que... política Porto

O candidato, dito independente, e reeleito Presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, defendeu há uns anos, aquando da sua estratégia eleitoral para a mobilidade para o Porto, o seguinte:

“Para resolver os obstáculos criados à circulação pedonal e de bicicletas devido à diferença de cotas na cidade, o candidato propõe a reativação do elevador da Arrábida e ainda a criação de duas ligações mecanizadas intermédias, uma entre a Alfândega e o Palácio de Cristal e outra entre as escadas do Codeçal e a ponte Luiz I.
Rui Moreira garante que estes dois novos elevadores são “muito simples e económicos”, tendo um orçamento global de 750 mil euros.”…

(extraído da notícia do DN: http://www.dn.pt/politica/interior/rui-moreira-apresenta-estrategia-de-mobilidade-para-o-porto-3372314.html)

De lá para cá nada se soube no que toca à resolução dos tais “obstáculos”, até porque a cidade sempre teve e terá os seus obstáculos naturais. Das acções concretas e “políticas promotoras de uma mobilidade urbana sustentável” pouco ou nada foi feito. Das medidas de “redução do grande fluxo de automóveis para dentro da cidade e da criação de incentivos à utilização de outros meios de transporte”, a única que me lembro foi a abertura dos corredores BUS aos motociclistas. Pela mobilidade em bicicleta nada foi feito, apenas se concluíram algumas medíocres intervenções que estavam em execução.

Da petição dos ciclistas às medidas promotoras de uma mobilidade urbana sustentável, como por exemplo a utilização legal dos corredores BUS, do Presidente chegou este argumento:

“Problema mais recente, os conflitos de tráfego entre ciclistas e automóveis e peões levaram o município, por precaução, a não criar canais dedicados para bicicletas nas ruas a intervencionar, tendo em conta que, na maioria dos casos, se trata de eixos estruturantes, com muito movimento automóvel. Rui Moreira considera que a legislação deveria ser revista, pois o facto de as bicicletas não terem matrícula e os ciclistas não serem obrigados a ter seguro têm gerado problemas nalgumas situações, argumentou. E, perante isto, a Câmara do Porto não deverá abrir as faixas bus a este modo de transporte, como fez, com bons resultados, com os ciclomotores, assumiram.“

É claro que não levei a sério aquilo que o Sr. Presidente da CMP considera sobre as bicicletas. Quem não sabe sequer o que é uma bicicleta, não quer ou não sabe pedalar, está longe de perceber o que perde. Da minha parte continuarei a contribuir para a melhoria das condições de mobilidade urbana. Continuarei a utilizar a bicicleta nas ruas da minha cidade. Continuarei a divulgar as vantagens da bicicleta como meio de transporte regular, alternativo, económico, ecológico e saudável. Quem viu o Porto e vê hoje, perceberá que as opções de mobilidade dos seus visitantes e sobretudo dos seus habitantes, mudou para melhor. Hoje, vêem-se muitos utilizadores da bicicleta, alguns esporádicos, vários commuters diários e muitos que só pedalam em lazer. Posso lhe dizer senhor presidente que a mudança engrenou, o Porto melhorou nos hábitos, nos costumes, nos comportamentos e na convivência rumo a um progresso sadio. Há mais gente a pedalar e isso é de salutar. Há uma mudança significativa de mentalidades, na utilização dos recursos e nas opções de mobilidade. Por isso digo que a autarquia, a cidade, só tem a ganhar com isso, contribuindo com uma boa administração dos recursos existentes, implementar melhorias e optar pelas escolhas correctas com medidas concretas do modo como aproveitamos o espaço urbano. Basta avaliar e comparar o espaço que os automóveis ocupam com o que ocupam os ciclistas. As infra-estruturas existentes dirigidas aos ciclistas não incentivam nem estimulam o uso da bicicleta com maior intensidade, por isso reclamamos o nosso espaço para recuperar a qualidade de vida urbana. Os portuenses também reclamam muitas outras mudanças para melhorar a sua vida, na saúde, no trabalho, na educação, nos transportes… Se é possível melhorar a vida da cidade através do ciclismo urbano? É pois!

foto Sónia Arrepia, Massa Crítica Porto, Dezembro de 2011


 

Reflexão

Marta Sofia Silva @ Braga Ciclável

Publicado em 30/09/2017 às 22:19

Temas: Opinião Bicicleta Braga Mobilidade Reflexão Semana Europeia da Mobilidade

Escrever sobre mobilidade num dia normal, sem que o leitor adormeça, é por si um desafio de certa envergadura, tendo em conta que para muitos se trata de um tema supérfluo. Escrever sobre mobilidade, num dia de reflexão pré-eleitoral, correndo o risco de involuntariamente apontar referências político-partidárias, é um desafio ainda maior. Mas cá vai!

O passado dia 22 de setembro foi o último de uma semana dedicada, a nível europeu, às questões da Mobilidade. Braga fez mais uma vez parte desta rede e o município, juntamente com algumas entidades externas, levou a cabo atividades no sentido da sensibilização, sobretudo junto dos mais jovens, para esta questão. Foi suficiente? Variadas serão as opiniões.

O argumento de que a Mobilidade deve ser algo a ser pensado e desenvolvido ao longo do ano é, na minha opinião, bastante válido desde que isso seja efetivamente uma realidade. Mas a Semana Europeia da Mobilidade é o momento ideal para reforçar essa necessidade junto da população. Apenas a título de exemplo, não respeitamos ou amamos os nossos pais apenas no Dia da Mãe ou do Pai, pois não? Fazemo-lo todos os dias (ou deveríamos), mas gostamos de os mimar um pouco mais naquele dia específico. O mesmo acontece com a Mobilidade.

Vivemos numa cidade que até há uns anos se orgulhava de permitir aos seus habitantes uma boa qualidade de vida, em grande parte associada ao pouco tempo dispensado nos percursos diários. O cenário foi-se degradando e temos hoje artérias fulcrais completamente estranguladas pelo trânsito, sobretudo em hora de ponta. Temos cada vez mais automóveis a entrar diariamente na cidade e a provocar engarrafamentos junto a escolas e serviços. Dispensamos cada vez mais tempo no trânsito quando o poderíamos canalizar a outras atividades mais produtivas e prazerosas.

Torna-se cada vez mais urgente a necessidade de estratégias de ação eficazes no sentido de contrariar o caminho em que nos encontramos atualmente, conjugando os esforços dos vá- rios atores no campo da Mobilidade, sejam eles da área do ciclável, do pedonal ou dos transportes coletivos.


(Artigo originalmente publicado na edição de 30/09/2017 do Diário do Minho)

 

A bicicleta nas eleições

Ana Pereira @ Cenas a Pedal

Publicado em 30/09/2017 às 18:51

Temas: Causas Infraestruturas e urbanismo Mobilidade Notícias Políticas Publicações e recursos Transportes Públicos eleições

A bicicleta nas eleições

As nossas escolhas de mobilidade dependem de como o sítio em que vivemos está construído e organizado. As políticas de transportes, de habitação, económicas e de urbanismo trabalham em conjunto (ou umas contra as outras) para nos oferecer a experiência de de circulação e usufruto da cidade a que nos sujeitamos hoje, e a de que podemos desfrutar (ou sofrer) amanhã. Como está a bicicleta nas eleições autárquicas de 2017?

Nos últimos 10 anos as coisas evoluíram um pouco em Lisboa. A bicicleta é agora muito mais presente na cidade, na cultura e no discurso político. Mas ainda não tivémos nenhum presidente de Câmara que liderasse pelo exemplo e adoptasse a bicicleta como meio de transporte quando as condições até são favoráveis. E dos bons exemplos pelo país de que falámos em 2009, não sabemos se se mantêm.

Votar com as pernas

Amanhã, dia 1 de Outubro, podemos contribuir para uma mudança positiva a estes níveis. Podemos ir até às unas a pé ou de bicicleta (ou mesmo de transportes públicos colectivos) e deixar o carro quieto. E podemos votar em quem planeie tomar medidas que mexam no status quo, que ousem fazer diferente e melhor.

a bicicleta nas eleições

A MUBi enviou um inquérito às forças políticas candidatas às eleições autárquicas de 2017 nos 24 municípios portugueses com mais de 100 mil habitantes. Questionou-as acerca das suas políticas e propostas para a mobilidade em bicicleta. Os resultados da bicicleta nas eleições de 2017 estão nestas fichas síntese.

A Quercus foi consultar os programas eleitorais e fez o levantamento das propostas na área da mobilidade das principais listas candidatas à Câmara Municipal de Lisboa e do Porto. O apanhado está aqui.

A Rosa Félix, Bernardino Aranda, Miguel Carvalho, Ricardo Sobral, activistas de há muito tempo pela mobilidade sustentável e em bicicleta fizeram um apanhado das propostas políticas de cada candidatura à Câmara Municipal de Lisboa. «Usando citações directas dos programas», compilaram tudo numa tabela comparativa cobrindo a habitação, o turismo, e a mobilidade, transportes e modos activos.

O conteúdo A bicicleta nas eleições aparece primeiro em Cenas a Pedal.

 

das Autárquicas 2017 – Resultados do Inquérito sobre Mobilidade em Bicicleta

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 29/09/2017 às 21:56

Temas: divulgação cidades coisas que leio motivação MUBI noticia outras coisas partilha política

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“A MUBi – Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta enviou às forças políticas candidatas às eleições autárquicas de 2017 nos 24 municípios portugueses com mais de 100 mil habitantes, um inquérito questionando-as acerca das suas políticas e propostas para a mobilidade em bicicleta.

Após a análise das respostas recebidas, a MUBi regista com agrado o interesse crescente pelas temáticas da mobilidade sustentável e a sua maior presença nos programas eleitorais. No entanto é fundamental a definição concreta de propostas efectivas para a promoção do uso da bicicleta como modo de transporte. Esperamos que este trabalho possa contribuir para um processo eleitoral mais informado no que toca as questões da mobilidade sustentável e em particular da bicicleta. O nosso inquérito foi respondido por 51 forças políticas distribuídas por 20 municípios.

No site da MUBI apresenta-se uma ficha-síntese por cada município onde o inquérito foi respondido […]

(fonte: http://mubi.pt/en/2017/09/29/autarquicas-2017-resultados-do-inquerito-sobre-politicas-e-propostas-para-a-mobilidade-em-bicicleta/)


 

Extending the bike affair and developing a cycle hack over the weekend

@ CycleHack Lisboa 2017 | Design, build, prototype, test

Publicado em 28/09/2017 às 8:00

Temas: cyclehacklisboa2017 cyclehacklisboa cyclehack fabricamoderna

Extending the bike affair and developing a cycle hack over the weekend:

A Andreia não só participou e se envolveu intensamente no CycleHack Lisboa deste ano como escreveu extensivamente sobre a experiência, desde o seu interesse na bicicleta, passando apelo “maker”, a experiência de aprendizagem e convívio durante o evento, até ao passeio de bicicleta de encerramento do evento, em que testou mais a fundo a estabilidade do protótipo. :-D

Façam “Like” na página no Facebook e “Follow” no Twitter para no próximo ano começarem a receber as novidades da edição de 2018 mais cedo. :-)

 

da campanha das autárquicas

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 27/09/2017 às 12:04

Temas: divulgação 1 carro a menos campanha ciclistas urbanos do Porto coisas que leio Lisboa mobilidade motivação noticia outras coisas Porto Santo Tirso testemunho

PAN pedala por melhores ciclovias e pede partilha de carros

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“Equipada a rigor, com câmara go-pro instalada no capacete, Bebiana Cunha tem percorrido desde terça-feira a cidade do Porto na sua bicicleta elétrica. É a campanha eleitoral da candidata do PAN, partido que se apresenta pela primeira vez nesta corrida autárquica e que pretende eleger dois deputados municipais e acalenta ainda a esperança de colocar um vereador no executivo. Os percursos de bicicleta que durante três dias realiza pelo Porto servem o propósito de “discutir a mobilidade da cidade, as acessibilidades e o urbanismo”.

Antes de liderar o grupo de sete bicicletas, a psicóloga que nasceu no bairro da Sé disse ontem que estas temáticas são decisivas para a inclusão. “Se resolvermos os problemas de mobilidade estamos a diminuir o problema de desigualdades sociais. Estamos a permitir a todos ter acessos às mesmas coisas”, diz. A aposta do PAN é nos transportes públicos, mas a preços acessíveis, e nos sistemas de partilha de veículos, automóveis e bicicletas, ambos em sistema elétrico porque a orografia do Porto assim o exige. A Câmara deve ter a iniciativa, alega. “A par disso é essencial criar percursos adequados. Temos poucas ciclovias e são inseguras”, aponta Bebiana Cunha, recorrendo ao percurso efetuado de véspera. “Dou o exemplo da Asprela, passamos lá e aquilo parece mais preparado para fazer BTT do que para andar de bicicleta. Fazer uma ciclovia não é pegar numa trincha e pintá-la no chão.”” […]

(lê o artigo completyo em https://www.dn.pt/portugal/interior/pan-pedala-por-melhores-ciclovias-e-pede-partilha-de-carros-8785915.html)

Câmara aposta na mobilidade sustentável

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““O nosso objetivo é devolver a cidade às pessoas, e, por isso, temos um plano de mobilidade que pretende, até 2023, dotar o Município de mais de 20 quilómetros de ciclovia, reestruturando os principais espaços públicos da malha urbana em prol dos peões, apostar num serviço intermunicipal de transportes públicos e reorganizar o estacionamento”, declarou.

A data, assinalada por toda a Europa, teve como objetivo alertar para a necessidade de mudança de comportamentos relativamente ao atual paradigma de mobilidade, assente na utilização do automóvel.
Recorde-se que em fevereiro, a Câmara Municipal de Santo Tirso apresentou o Plano de Mobilidade Sustentável, que resultará num investimento da autarquia na ordem dos oito milhões de euros.

“A mobilidade sustentável é uma das grandes apostas do nosso Município. Temos que, paulatinamente, convencer as pessoas a encontrar alternativa ao carro. Para além das bicicletas e das ciclovias vamos ainda investir na aquisição de viaturas elétricas e na instalação postos de abastecimento para estas viaturas no concelho” explicou Joaquim Couto.”

(lê o artigo completo em http://www.santo-tirso.tv/artigo/1/3234/camara-aposta-na-mobilidade-sustentavel/)

Maioria das ciclovias de Lisboa precisa de obras

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“Para quem anda de bicicleta em Lisboa não é propriamente uma novidade, mas a câmara assume-o agora abertamente: a maioria das ciclovias da cidade precisa de obras. Em alguns casos é o traçado que não faz sentido, noutros há inclinações demasiado acentuadas, noutros ainda há interrupções abruptas, em muitos falta já pavimento e sinalização.

São 36 os troços de ciclovia a precisar de intervenção, o que perfaz o total de 55 quilómetros numa rede que tem cerca de 70. Num relatório elaborado a meio de Julho a pedido do CDS, o gabinete do vereador José Sá Fernandes fez uma compilação exaustiva dos problemas e definiu uma lista de trabalhos necessários – alguns deles já estão a ser feitos, garantiu o vereador da Estrutura Verde ao PÚBLICO. […]

[…]conclui-se que “todas as pistas para velocípedes analisadas apresentam estados muito avançados de degradação ao nível da cor aplicada sobre o pavimento”. E que a escolha da cor vermelha para os primeiros troços (os novos são pintados a verde) é uma prática desaconselhada pelos “documentos de referência internacionais e recomendações da União Europeia”. Sobretudo “pelos elevados custos que envolve na fase de construção” e “pela falta de simplicidade na fase de manutenção”. Ainda assim, Lisboa não é caso único, pois o vermelho é a cor escolhida pela “maioria dos concelhos portugueses e cidades europeias”. […]

(lê o artigo completo em https://www.publico.pt/2017/09/27/local/noticia/maioria-das-ciclovias-de-lisboa-precisa-de-obras-1786781)

 


 

CycleHack: as ideias de Lisboa para o resto do mundo

@ CycleHack Lisboa 2017 | Design, build, prototype, test

Publicado em 27/09/2017 às 8:00

Temas: cyclehacklisboa2017 cyclehacklisboa cyclehack fabricamoderna

CycleHack: as ideias de Lisboa para o resto do mundo:

O Mário esteve presente nas sessões públicas e no passeio de encerramento do CycleHack Lisboa 2017 e partilhou as suas impressões no Shifter!

 

Mais que um vício…uma coleção!

Bruno Faria @ Braga Ciclável

Publicado em 26/09/2017 às 17:02

Temas: Opinião bicicletas Bruno Faria bruno faria cota BUTE Coleção Cota Nuno Zamaro Revista Rua setembro

Já todos tivemos ou temos uma “mania” de colecionar o quer que seja, alguma vez na vida.

Uns começaram apenas com uma moeda rara que encontraram no sótão de casa do avô e acabaram por colecionar milhares de moedas; outros colocaram o seu primeiro “magnético” no frigorífico enquanto namoravam e já contam com boas dezenas, forrando o mesmo, já casados; há quem ainda colecione algo mais comum: selos, bilhetes de cinema, cromos, miniaturas de automóveis, aviões, barcos, etc., por coincidências de vários tipos. Todo o género de coleções, para além do gosto e prazer que dão, requerem algum local onde sejam arquivados, armazenados ou expostos! Independentemente do tamanho, os colecionadores reservam o seu espaço especial para os seus bens preciosos! Locais esses que variam entre simples caixas de sapatos ou gavetas, onde colocam os seus bens mais pequenos, e pavilhões, onde apenas cabem alguns de maior dimensão. É nesta particularidade que gostaria de me centrar, na coleção de algo com dimensões consideráveis: obviamente que será uma coleção de bicicletas!

Nesta seleção existem os mais “forretas” que optam por rechear a casa com tudo relacionado com eventos deste fantástico meio de transporte de duas rodas; há quem ocupe a garagem com peças de bicicletas, com esperança de um dia conseguir montar uma bicicleta completa; há mesmo quem colecione vários tipos de bicicletas e as utilize (este caso será particularmente o meu) e há quem crie os seus autênticos museus da bicicleta! Um exemplo de um autêntico aficionado e colecionador de bicicletas é o nosso amigo Nuno Zamaro (Zé Nuno Amaro), líder da NunoZamaro Indústrias e WISE-U Creativity Fab Lab, bem conhecido cá em Braga pelo projeto BUTE (Bicicleta UTilização Estudantil), em conjunto com a Universidade do Minho. Por incrível que pareça, poderia ter acesso a milhares de exemplares de bicicletas, mas optou por colecionar algumas que considerou com valor sentimental e autênticas obras de arte. Conta com algumas ANGEL e algumas “clássicas”. Não sabe quantas bicicletas terá ao certo, mas pensa que rondam umas dezenas. Bem, Nuno, podes sempre enviar algumas para a Braga Ciclável, para desfilar na cidade de Braga. Fica a dica!

DICAS

1. Quem não souber o que colecionar, poderá sempre tentar começar por algo simples e ver se realmente será aquilo que deseja. Quem sabe, colecionar pin´s de associações, começando pelo da Braga Ciclável?

2. Há quem colecione dorsais de eventos ou mesmo flyers ou convites. Juntem os que reuniram este verão e já poderão iniciar a vossa primeira
coleção!

Em destaque

III Braga Cycle Chic é já no dia 16 de setembro. Apareçam!

 

O evento teve o seu encerramento na forma de um passeio de...

@ CycleHack Lisboa 2017 | Design, build, prototype, test

Publicado em 25/09/2017 às 13:36

Temas: cyclehacklisboa2017 cyclehacklisboa cyclehack fabricamoderna

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No topo do Parque da Bela Vista

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Inesperada "aterragem" dos últimos resistentes numa feira medieval no Vale do Fundão, para uns comes e bebes e dois dedos de conversa.

O evento teve o seu encerramento na forma de um passeio de bicicleta por Lisboa Oriental, em parceria com a Escola de Bicicleta da Cenas a Pedal. A ideia era descontrair, esticar as pernas, e apanhar ar depois do intenso fim-de-semana de cyclehacking na Fábrica Moderna, e levar os participantes por rotas e sítios interessantes mas desconhecidos para a maioria. Passámos pela Quinta das Flores, Parque de Vale de Chelas, Parque da Bela Vista e Parque do Vale do Fundão. Aqui deparámo-nos com uma feira medieval a decorrer, e aproveitámos para parar e comer qualquer coisa, enquando trocávamos os últimos dedos de conversa.

Missão cumprida. :-)

Obrigado a todos. Para o ano há mais!

 
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