uma boa razão; uma boa ideia; uma boa notícia

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 8/08/2017 às 10:10

Temas: divulgação 1 carro a menos Albergaria-a-velha bikesharing boas ideias cicloturismo coisas que leio Lisboa motivação noticia outras coisas viagem

Do Cabo da Roca ao Cabo Norte em bicicleta por um mundo melhor

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“Pai e filha recém licenciada decidem fazer, de forma sustentável, a ligação entre o Cabo mais a Ocidente da Europa (o Cabo da Roca, em Portugal) e o Cabo mais a Norte (o Nordkapp, na Noruega) com um objetivo e uma razão.

Não queremos viajar só porque sim! Um dia tivemos conhecimento de um projeto que tem o nome de “Living Peace“, do movimento dos Focolares e logo achámos que tínhamos aqui uma boa razão, decidindo assim encetar esta iniciativa, também nós com o objetivo de promover a Paz e a Unidade Universal entre as pessoas. Desta forma o trajeto está desenhado de modo a passar pelo máximo de países Europeus bem como pelos quatro maiores santuários Cristãos: Fátima, Santiago, Lourdes e Vaticano. A esta distância temporal não podemos afirmar que contactaremos com o Papa Francisco, ainda assim acreditamos nessa possibilidade que está a ser tratada com o devido tempo.” […]

(podes ler o artigo completo em: https://ppl.com.pt/pt/amu/living-peace)

Jovens voluntários vão patrulhar Albergaria-a-Velha

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““Patrulheiros” é o nome do projecto-piloto, desenvolvido pelo município de Albergaria-a-Velha, que vai levar os jovens da cidade a estar atentos a tudo o que se passa. Sobre duas rodas, os jovens voluntários vão “reportando ocorrências nas áreas florestais” e vão auxiliar “os peregrinos do Caminho de Santiago e de Fátima na passagem pelo concelho”, diz a Câmara em comunicado.

Nuno Ferreira, chefe de gabinete do presidente da Câmara de Albergaria-a-Velha, afirma que as equipas ainda estão em formação. “As patrulhas (de duas pessoas) vão começar já durante o mês de Agosto”, reitera. Para já, estão a ser preparados 10 jovens para patrulhar a cidade, nas cinco bicicletas disponibilizadas pela Câmara.” […]

(podes ler o artigo completo em: https://www.publico.pt)

Mais de 10 mil viagens de teste registadas na rede de bicicletas partilhadas de Lisboa

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“A Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) informou nesta segunda-feira que se registaram, em mês e meio, mais de 10 mil viagens de voluntários e convidados na fase de teste da rede de bicicletas partilhadas.

“Continuamos a transformar Lisboa numa cidade mais acessível com a ajuda de todos. Sabemos que ainda há muito caminho pela frente, mas já percorremos muitos quilómetros. Na verdade, já foram feitas mais de 10 mil viagens com o Lisboa Bike Sharing”, refere a EMEL, numa nota nesta segunda-feira enviada aos utilizadores.

A fase de teste do projecto arrancou a 21 de Junho, com a EMEL a estimar que durasse um mês. Contudo, deverá continuar a decorrer.” […]

(podes ler o artigo completo em: https://www.publico.pt)


 

Mobilidade Sustentável – o que é e porque é tão importante?

Victor Domingos @ Braga Ciclável

Publicado em 5/08/2017 às 17:29

Temas: Opinião braga ciclável Espaço espaço público Espaço Urbano Mobilidade Mobilidade Sustentável Ocupação do Espaço Victor Domingos

A expressão “Mobilidade Sustentável” entrou definitivamente no vocabulário corrente da nossa classe política, como forma de exprimir o seu empenho na construção de qualquer coisa moderna e ecológica que a sociedade espera constituir um alicerce para um mundo melhor. Mas, por vezes, há palavras que de tanto repetidas, parecem perder o seu sentido original. O que é afinal a Mobilidade Sustentável e porque é tão importante?

Falar de Mobilidade Sustentável é falar de um uso inteligente, estratégico e eficiente dos diversos modos de transporte, por forma a garantir que, por um lado, aproveitamos ao máximo o seu potencial prático e económico e, por outro lado, o fazemos de modo a conservar os recursos naturais e económicos, e também de forma a promover um tipo de ocupação do espaço público que nos permita fruir da cidade em condições de conforto, saúde e segurança. Ou seja, transportar um maior número de pessoas para os locais necessários, reduzindo os custos das viagens, bem como os decorrentes da construção e manutenção da rede viária, reduzindo a poluição e reduzindo o espaço público alocado para circulação ou estacionamento de veículos.

O que num primeiro olhar parece um paradoxo é, afinal de contas, um objetivo prático e concreto para o qual temos de começar a trabalhar já. Reduzir níveis de ruído, gases e partículas poluentes (que todos os anos nos causam doenças) é uma prioridade. Sem saúde, não há qualidade de vida nem bem-estar. Nem uma economia forte, se isso interessar mais.

Ao mesmo tempo, sabemos que o espaço urbano é limitado. Ocupar as ruas com mais carros, mesmo elétricos, atrofia as zonas residenciais e comerciais e torna-as menos seguras, mais barulhentas e de um modo geral menos aprazíveis.
É por isso tempo de apostar em alternativas, que existem e são do conhecimento geral. Uma boa rede de transportes públicos permite assegurar a deslocação de um grande número de pessoas, sem entupir a cidade de carros (um autocarro substitui facilmente cerca de 40 automóveis e ocupa muito menos espaço). Por outro lado, a bicicleta permite percorrer de forma económica distâncias curtas, até cerca de 5km, e com grande eficiência em termos de tempo, quando comparamos com o automóvel e levamos em consideração custos, estacionamento, etc. Não polui, não faz ruído e ocupa muito menos espaço que um carro.

A implementação de uma Mobilidade Sustentável (inteligente, estratégica, eficiente) à escala de uma cidade como Braga requer coragem política, arrojo intelectual e capacidade de planeamento e execução. Para conseguir o máximo benefício para todos os cidadãos, vai ser necessário levar a cabo medidas que num primeiro momento podem até nem ser populares. Mas não fazer agora esse investimento seria comprometer irremediavelmente uma parte importante do futuro da próxima geração.


(Artigo originalmente publicado na edição de 05/08/2017 do Diário do Minho)

 

cartaz estival

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 2/08/2017 às 12:05

Temas: divulgação 1 carro a menos bikesharing boas ideias ciclismo urbano coisas que leio coisas que vejo cycle chic dicas e-bike mobilidade noticia partilha Vilamoura

‘O Livro da Bicicleta’ Miguel Barroso

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“Estamos à conversa com Miguel Barroso, e os filhos, que escreveu ‘O Livro da Bicicleta’. No livro enaltece e dá dicas sobre este meio de transporte eficiente, saudável e económico.”

(podes ver o vídeo em: sic.sapo.pt/Programas)

Cycle Chic e Mercado da Vila animam Vilamoura | 3 a 6 de Agosto

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“A 6.ª edição do Vilamoura Cycle Chic, que se realiza no sábado 5 de agosto, a edição de verão do Mercado da Vila de 3 a 6 de agosto, prometem animar o fim de semana de Vilamoura, um dos destinos de férias mais concorridos do verão algarvio.

O Cycle Chic é um passeio de bicicleta que vai espalhar glamour e boa disposição pelas ciclovias de Vilamoura no final da tarde de sábado, dia 5. Uma atitude natural perante o uso da bicicleta como meio de transporte. Gente normal, com roupa casual, a utilizar a bicicleta, para ir de um ponto para o outro, de forma rápida e sustentável. O conceito “Cycle Chic” surge muitas vezes associado a cidades como Amsterdão, Copenhaga, Berlin, Paris, e outras do norte da europa e não só, onde a bicicleta é vista como um meio de transporte usual, vestindo a mesma roupa que se utilizaria para ir a pé ou de automóvel, ao invés de equipamentos específicos como capacetes e lycra, em geral associados ao ciclismo desportivo.

O ponto de encontro é junto ao hotel Tivoli Marina Vilamoura, às 18h00. Para participar basta apresentar-se de bicicleta.” […]

(podes ler a notícia completa em: planetalgarve.com)

UBI vai disponibilizar 100 bicicletas elétricas

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“Estão abertas online as pré-inscrições para o aluguer de bicicletas elétricas que serão disponibilizadas à comunidade académica da Universidade da Beira Interior (UBI) no decorrer do próximo ano letivo.

Vão estar disponíveis 100 bicicletas para serem utilizadas por estudantes, professores, investigadores e funcionários da UBI nas suas deslocações num raio de aproximadamente 30 quilómetros.

Com esta participação no Projeto U-BIKE Portugal, que fornece as bicicletas, a UBI “contribui para a promoção da mobilidade urbana sustentável e para um ambiente mais limpo, através da redução das emissões de carbono”. Vai ainda “facilitar as deslocações da sua comunidade entre as cinco faculdades e as zonas residenciais, amenizando as características próprias de uma cidade de montanha”.” […]

(podes ler a notícia completa em: (jornaldofundao.pt)


 

Recordando os parceiros de 2016

@ CycleHack Lisboa 2017 | Design, build, prototype, test

Publicado em 31/07/2017 às 17:29

Temas: cyclehacklisboa2016 cyclehack parceiros

Organização:

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Parceiros:

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O 1º CycleHack Lisboa teve lugar durante a Maker Faire Lisbon, na biblioteca do Pavilhão do Conhecimento. Não podíamos ter pedido melhores anfitriões!

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Beneficiámos do patrocínio e do apoio à organização por parte da Cenas a Pedal

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A 3M apoiou-nos com um donativo de blocos de post-its para a sessão de brainstorming de 6ª e o hackaton de sábado e domingo.

Uma nota de agradecimento também à Rita Castel-Branco, da CML, que nos cedeu algumas plantas da cidade de Lisboa, e ao João Barreto e ao Tiago Santos, da MUBi, que nos ajudaram com os contactos de media. E à StartUp Magazine e à Freebike, pela divulgação em resposta ao nosso press release.

Quanto aos voluntários, obrigada em particular à Filipa Bernardino, à Marta Leocádio, à Ana Paula Cardoso, ao Manuel Costa Henriques e ao Herculano Rebordão pela ajuda antes / durante o evento!

Um obrigado especial também aos fotógrafos Bruno Mendes e Artur Lourenço, que documentaram parte do evento e partilharam connosco as suas belas fotos, tal como o Bruno Barão e o Hugo Mendes.

Finalmente, devemos o sucesso desta primeira edição do CycleHack Lisboa ao empenho e energia dos participantes, à generosidade dos oradores convidados, e à orientação e apoio da equipa do CycleHack HQ. Obrigado a todos!

 

acção gera reação

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 28/07/2017 às 15:26

Temas: motivação carrocultura ciclismo ciclismo urbano devaneios apeados mobilidade opinião outras coisas penso eu de que... segurança rodoviária testemunho

Quem ainda não viveu a experiência de estar dentro de um veículo parado no meio do trânsito? Uma enorme seca, não é!? Felizmente estou pouco habituado, mas, um destes dias penei vários minutos ao volante, num vagaroso pára-arranca por eternos minutos que até tive vontade de desprender a bicla que tinha presa ao tejadilho do carro e furar pelo engarrafamento. Mas também não ia longe com a pedalada pois estava “preso” numa auto-estrada. Então, aproveitei para passar da melhor maneira o tempo perdido e fui fazendo alguns estudos informais do que à minha volta ia vendo, especialmente os comportamentos dos condutores e cenas relacionadas com a sua condução e educação.


O que desde logo me desviou do aborrecimento extremo foi observar o tempo de reacção dos que “sofriam” à minha frente. Uma observação interessante e uma constatação que provavelmente não é surpreendente: o mais stressado é aquele que sempre se atrasa mais. Um caso clássico de quem se acha esperto e incapaz de controlar a fleuma, sendo rápido a mudar sistematicamente de faixa, porque acha que ganha tempo com isso, e depois de conquistar o espaço lá vem de novo o extravasar de frustrações quando dá conta que a fila pára e se vê ultrapassado pelos que havia ultrapassado! Torna-se uma espécie de competição, onde ninguém se respeita. Obcecados contra stressados para não dar uma nesga aos aventureiros, não vá o outro ter a mesma ideia, e se o da frente não arranca logo, demora uma eternidade a reagir porque está a pensar na morte da bezerra ou distraído com os seus brinquedos electrónicos, lá sai uma buzinadela e uma caralhada. Daí até ao incongruente road rage é um instante!

 


Além da habilidade natural, o que é uma diferença óbvia entre pessoas ao volante, provavelmente haverá um grau invisível de diferença entre nós, como a acuidade visual, o estado de humor e a saúde física. É interessante notar que as características especiais e pessoais dos condutores respondem pelo seu comportamento, e nem mesmo escondidos por uma caixa metálica que os encobre, os maus condutores são fáceis de reconhecer. Provavelmente, haverá uma disparidade de tempo de reacção mediante a capacidade, reflexos e variáveis extrínsecas à pessoa, mas respeito que é bonito na estrada pouco se vê. Para não facilitar e evitar o acidente, cada qual será sempre responsável em reduzir essa disparidade, melhorar comportamentos, estar atento e antecipar a reacção.

Claro que tenho de comparar esta prática com a minha experiência de condução, sobretudo na perspectiva que tenho do selim. O exemplo mais prático é o que verifico no movimento da Massa Crítica, quando um grupo de ciclistas pára no semáforo vermelho, coloca um pé no chão e aguarda pacientemente. Uns aproveitam para por a conversa em dia, um ou outro aproxima-se da frente e cumprimenta os restantes, cientes que a sua presença é notada. Mal o semáforo fica verde, voltam a colocar o pezinho no pedal e começam a mover-se, quase ao mesmo tempo. Pouco tempo se passa entre a mudança da luz e o início do movimento. As acções dos ciclistas são calmas e coordenadas. O seu tempo de reacção e movimento são diferentes, mais lentos, mas não provocam congestionamento nem conflitos no grupo. Na maioria das vezes um ciclista não espera.

A título de comparação, eu diria que, independentemente de um ou outro não cumprir as regras, os ciclistas estão mais atentos, os seus movimentos estão ajustados ao que observam ao seu redor. Geralmente têm melhores tempos de reacção. O ciclismo no trânsito desenvolve um conhecimento ambiental, maior consciencialização e coordenação com os outros agentes do trânsito, com o que pode esperar dos automobilistas e peões, na variação de reflexos, tempos de reacção, para tudo, inclusive conduzir veículos motorizados.

Nos movendo e cruzando com dezenas de carros, pessoas e outros ciclistas, para o ciclista a atenção e rapidez de reacção pode ser uma questão de vida e de morte. A auto-preservação é, provavelmente, o mais forte motivador quando se trata de melhorar o seu desempenho e segurança, o que pode explicar o maior tempo de reacção dos ciclistas em relação aos automobilistas. Assim, configurar um estudo mental para testar as hipóteses por mim desenvolvidas, enquanto sentado e entediado no interior do meu carro, foi proveitoso, acho! Por agora, vou apenas ser um feliz ciclista a maior parte do tempo, aproveitando todo o tempo.


 

As histórias de 2016

@ CycleHack Lisboa 2017 | Design, build, prototype, test

Publicado em 27/07/2017 às 17:32

Temas: cyclehacklisboa2016 oradores cyclehack

Sexta-feira ao fim da tarde no CycleHack é para sermos inspirados e explorarmos a ampla gama de barreiras ao uso da bicicleta. O evento abriu com algumas apresentações interessantes para nos motivar e fomentar a discussão. 

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O objectivo deste fim de tarde de 6ª-feira é alargar as conversas à volta daquilo que impede as pessoas de pegarem na bicicleta ou de desfrutarem da viagem.

Os oradores do 1º CycleHack Global em Lisboa foram:

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Estes convidados vieram partilhar connosco algumas barreiras com que se depararam no seu uso da bicicleta em Lisboa e algumas das soluções que foram adoptando para as reduzir, bem como deixar no ar (como inspiração para o fim-de-semana de CycleHacking!), que barreiras ainda sentem hoje (ou neste caso, em Junho de 2016). 

  • Carlota Léchaud | crianças, commute, subidas
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No domingo à tarde, no programa paralelo, tivemos a tertúlia “De bicicleta com crianças: para a escola & em viagem!” by CicloExpresso do Oriente & Cenas a Pedal, com uma série de convidados que nos inspiraram com as suas experiências de férias a pedalar em autonomia com crianças de diferentes idades, e também com vislumbres do seu dia-a-dia, para a escola ou em passeio, com crianças de bicicleta.

E levaram equipamento para nos mostrar, ao vivo e a cores! :-)

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O nosso obrigado a todos!

Todas as fotos aqui

 

can’t miss [179] escritores.online/livro-da-bicicleta

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 26/07/2017 às 10:07

Temas: can't miss it 1 carro a menos Bairro dos Livros bike to work boas ideias ciclismo ciclismo urbano coisas que leio mobilidade motivação outras coisas para quem vai de férias partilha

‘O Livro da Bicicleta’

O livro já foi apresentado e é uma excelente proposta de leitura, não só para as férias mas sobretudo para mudar difinitivamente o chip, dar uso à bicla quando voltar às rotinas do quotidiano. Imperdível.

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«A pedalar se vai ao longe. Aprenda a dar o melhor uso à sua bicicleta no dia-a-dia – Já se imaginou a ir para o emprego de bicicleta, enquanto sente o vento e o sol no rosto, desfruta calmamente do seu percurso, evita o trânsito caótico e ainda poupa tempo e dinheiro em gasolina e faz muito pela sua saúde? Pode parecer um cenário idílico, mas também difícil de concretizar pois, de repente, começa a pensar como é que vai conseguir levar os seus filhos na bicicleta, como vai fazer nos dias em que chover, como vai transportar as compras que costuma colocar na bagageira do seu carro ou como vai enfrentar aquela subida íngreme que parece impossível de vencer. Miguel Barroso, especialista na área da Mobilidade Sustentável, prova-nos ao longo deste livro que todas estas questões podem ser facilmente resolvidas. Uns simples alforges podem solucionar o problema das compras, e uma cadeira específica, o transporte do seu filho, e vai ver que, passadas umas semanas, a subida já não é assustadora, mas apenas um pequeno declive. A chuva? Nada que um poncho impermeável não resolva, mas se vir bem não chove assim tantas vezes em Portugal. E não tem de vestir uns calções de lycra para andar de bicicleta, é perfeitamente possível vestir o seu melhor fato e pedalar até ao seu destino. Estamos tão presos a uma lógica onde todas estas deslocações são feitas de outros modos (geralmente presos à mobilidade automóvel) que deixar os velhos hábitos nem sempre é fácil. Mas acredite que é possível e este livro vai ajudá-lo a perceber que, depois de ultrapassados estes obstáculos aparentemente intransponíveis, a bicicleta vai passar a ser a sua melhor aliada.»


 

Tenho um stalker?!

@ Eu e as minhas bicicletas

Publicado em 25/07/2017 às 13:50

Temas: stalker

Hoje dei atenção a uma pessoa nas imediações de um carro parado na berma, que ao me ver aproximar entrou rapidamente dentro do veículo. Ora eu como não sabia o que ia acontecer dei a devida distância de segurança para evitar ou um dooring ou o arranque repentido do veículo... mas ao passar dei pelo condutor a apontar uma máquina fotográfica e a tirar-me umas fotos.

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Depois arrancou à minha passagem com a pressa quase que entrava para cima do outro veículo que estava em marcha...

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...e mais adiante, infelizmente fora do angulo das camaras que levo na bicicleta e capacete, quando encostei para não fazer uma transgressão reparei que me continuava a tentar tirar fotos com uma mão no volante e a outra a empunhar a máquina fotográfica.

Como fiz o acesso e ele tem de ir rodar à rotunda voltei a perceber que me tirou mais fotos novamente na aproximação traseira, onde vinha novamnte apenas com uma mão no volante e inclusive nem sinal luminoso fez para entrar na via.

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Devo estar preocupado por ter um stalker?

É que uma coisa é andar com uma dashcam, nas motas, bicicletas ou carros... outra é estar a fazer uma espera e andar de máquina em punho atrás de mim... mau!

Qu'estámerda?!


 

Novos pedais na Romana

@ Eu e as minhas bicicletas

Publicado em 25/07/2017 às 9:51

Temas: pedais

Fui à VeloCorvo, comprar novos pedais para a Romana, agora tem uma plataforma maior para assentar o pé o que proporciona um melhor conforto...

Foi a primeira alteração que fiz na bicicleta desde que a comprei em Março de 2016...

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Mais estacionamentos para bicicletas no centro – vote no Orçamento Participativo de São Victor

Braga Ciclável @ Braga Ciclável

Publicado em 25/07/2017 às 8:29

Temas: Notícias bicicletários bicicletas Braga estacionamentos Orçamento Participativo proposta São Victor Victor Domingos

O orçamento participativo da Freguesia de São Victor está em fase de votações até esta sexta-feira, dia 28 de julho. Uma das propostas mais interessantes consiste na instalação de bicicletários em vários pontos importantes da freguesia, num total de 83 infraestruturas a serem distribuídas por 16 novas localizações.

A proposta em questão, submetida pelo residente Victor Domingos, é uma das 9 que se encontram em votação. Cada projeto a concurso não pode ultrapassar o valor máximo disponibilizado no OP (2500€). Caso o projeto vencedor não esgote o valor total, o montante restante poderá permitir o apoio a um segundo projeto.

A proposta refere que a freguesia de São Victor possui 7478 lugares de estacionamento na rua para automóveis (dos quais apenas cerca de uma centena são pagos). A esses acrescem ainda os lugares em parques públicos e os lugares que cada prédio disponibiliza nas caves para os seus moradores.

Numa época em que a visão é a de descarbonizar, diminuir o número de automóveis a circular na cidade e aumentar a taxa modal da circulação de bicicletas na cidade até atingir os 10% em 2025 importa começar hoje a criar infraestruturas que respondam a este objetivo.

Assim, propõe-se que até 2025 sejam criados pelo menos 750 novos lugares de estacionamentos para bicicletas (375 infraestruturas). Uma vez que o custo de cada infraestrutura é de cerca de 30€ (Construída e instalada pelo município) propõe-se a instalação, até ao final do presente ano, de pelo menos 83 infraestruturas em U invertido, perfazendo um total de 2490€, estando as mesmas distribuídas da seguinte maneira:

  • 10 à porta do Braga Parque;
  • 5 a substituir um lugar de estacionamento em frente à junta de freguesia de São Victor (do lado da Igreja da Senhora a Branca);
  • 5 a substituir um lugar de estacionamento em frente à entrada da AAUM (junto à Garagem Amorim);
  • 5 a substituir um lugar de estacionamento à porta da escola Francisco Sanches;
  • 5 a substituir um lugar de estacionamento à porta da escola Carlos Amarante;
  • 5 a substituir um lugar de estacionamento à porta das Piscinas Municipais;
  • 5 a substituir um lugar de estacionamento à porta do Conservatório de Música Caloust Gulbenkian;
  • 5 a substituir um lugar de estacionamento à porta do INL;
  • 5 a substituir um lugar de estacionamento à porta da Igreja de São Victor;
  • 5 a substituir um lugar de estacionamento à porta da Igreja de São Victor O Velho;
  • 5 a substituir um lugar de estacionamento à porta do Colégio Teresiano;
  • 5 a substituir um lugar de estacionamento à porta da Pousada da Juventude;
  • 5 a substituir um lugar de estacionamento à porta da Escola Básica de São Victor;
  • 5 a substituir um lugar de estacionamento à porta do Espaço 12;
  • 5 a substituir um lugar de estacionamento à porta da AFBraga;
  • 3 à porta do Tribunal Judicial de Braga.
Mapa dos bicicletários disponíveis na Freguesia de São Victor após instalação dos previstos no projeto

Pode votar presencialmente na junta de freguesia ou, em alternativa, poderá votar online no site Minha Freguesia. Também dá para descarregar uma aplicação móvel que permite votar, sendo provavelmente a opção mais prática:

Para votar tem que ser residente em São Victor, e fazer login no site/aplicação com o seu número de Cartão de Cidadão e a sua data de nascimento.

Depois, deverá clicar em Inquéritos.

Selecionar a proposta nº 4.

Deslocar a página e, mais em baixo, clicar em Apoiar.

No final, receberá um aviso que indica que o seu voto foi registado.

 
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