Empatia e a praga que aí vêm

@ Eu e as minhas bicicletas | 3/03/2015 às 23:08

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ praga ]

Já quando ia com os amigos à Serra de Sintra fazer BTT havia o chamado "espírito da montanha" onde os BTTistas se cumprimentam ao se cruzarem, o que para quem se iniciava nessas aventuras era algo que se estranhava, mas depois passava a normal.

No commute acontece o mesmo. Com o passar dos dias, das semanas, dos meses, começamos a cruzar com algumas pessoas e começa a haver um cumprimento envegonhado, depois passa a rotineiro e um dia passa a conversa (quando no mesmo sentido).

Aconteceu-me já com várias pessoas com quem me vou cruzando no meu commute... não ficamos amigos, não trocamos telefones, nem combinamos copos, mas existe ali uma cumplicidade da situação. Se calhar existe por sermos poucos, se calhar é por empatia por nos considerarem "esquisitos" e "maluquinhos", não interessa... o facto é que é algo global e não local.

As pessoas que commutam de bicicleta vivem mais o seu commute e socializam mais com os restantes commuters (principalmente se forem de bicicleta, óbvio)!

photo%2B(1).GIF

Há tempos ia a chegar a casa com um meu amigo/vizinho commuter e ia um rapaz numa subida a levar a sua bina pela mão, o meu parceiro de viagem cumprimentou o rapaz e perguntou se estava tudo bem e se precisava de ajuda. Pela forma descontraída perguntei se o conhecia. Que não mas como levava a bicicleta à mão era para saber se estava com algum problema.

A semana passada tive um furo lento, e parei na ciclovia a encher o pneu. Passou um senhor que já tenho visto amiúde e perguntou se estava tudo bem e se precisava de ajuda. Agradeci e disse que não. Ele seguiu. Apanhei-o mais à frente e fomos na conversa uns 3 kms.

A verdade é que antigamente os condutores de veículos motorizados também se ajudavam uns aos outros e se respeitavam, mas hoje em dia é cada um dentro da sua viatura metido na sua vida e o resto é apenas "paisagem".

Há uma empatia quase natural entre os ciclistas...
photo.GIF
Infelizmente, não em todos os ciclistas... há sempre uns palermas, mas isso há em todo lado né?

Outra coisa que tenho reparado agora que o tempo está mais ameno e os dias a começar a ficarem maiores é que há muito mais bicicletas a circular. Mesmo...

Hoje de manhã a caminho do trabalho num curto espaço de 300 metros numas ruelas onde nunca encontrei nenhuma bicicleta cruzei-me com três.
Uma moça com uma bina muita gira - sem capacete, roupa normal. Um jovem nos 30 com uma bicicleta com cadeirinha e trazia um capacete de criança, pelo que assumo que tivesse ido deixar a descendência à escolinha - sem capacete, roupa casual mas não de trabalho. E enquanto estava parado no vermelho (sim eu sou desses) vejo passar um moço numa BTT com uma mochilona às costas - de capacete e licrado.

De onde veio esta gente toda?!

photo%2B(2).GIF

É uma praga!
E nós não estamos preparados para lidar com esta praga!
Vai ser o caos... bicicletas por todo o lado!
-----------------------------

BMX

miguelbarroso @ Lisbon Cycle Chic | 3/03/2015 às 0:34

Temas: [ Uncategorized ] [ bicicleta ] [ bicicultura ] [ Cycle Chic ] [ Lisboa ] [ Nelson Oliveira ] [ Terreiro do Paço ]

Mais uma do Nelson:

2015-02-08 08.53.45 1

-----------------------------

Micro-logística em velocípedes

Ana Pereira @ Cenas a Pedal | 2/03/2015 às 18:38

Temas: [ Ambiente e Energia ] [ Indústria e Consumidor ] [ Iniciativas ] [ Pedelecs e e-bikes ] [ Veículos a pedal ] [ Videos ] [ bicicletas de carga ] [ bicicultura ] [ empresas ] [ micrologística ]

Finalmente, parece que a micro-logística em bicicleta (ou triciclo), numa escala maior que a dos “simples” estafetas em bicicleta, está a querer chegar a Portugal. Vejam esta entrevista no Diário Económico, acerca da parceria entre uma tal de Avancycles e a Adicional Logistics.

Pelos vistos estão a começar com um projecto-piloto no Parque das Nações, com um triciclo, em Lisboa. Os triciclos de carga em causa são os modelos Cargocycle da francesa La Petite Reine.

micro-logística em bicicletamicro-logística em bicicleta

O sucesso desta iniciativa está muito dependente das autarquias adoptarem medidas de restrição à circulação e estacionamento automóvel no centro das cidades, claro, e por isso é que estamos a ver isto a (tentar) despontar em Lisboa 14 anos depois de ter surgido em Paris, por exemplo. É o mesmo problema dos pedicabs.

Desejamos-lhes sorte, e sucesso!

-----------------------------

Quando os peões tem mesmo prioridade

@ Eu e as minhas bicicletas | 2/03/2015 às 14:30

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ ciclovia ] [ docas ]

Existe alguma fricção entre os Carros e Motas, entre Motas e Autocarros, entre transporte motorizado e Bicicletas, e entre Bicicletas e os Peões. E temos todos de viver uns com os outros.

Há tempos apercebi-me deste sinal na zona das Docas em Lisboa, e postei num grupo sobre ciclismo urbano onde discorreram vários comentários sobre o assunto:

10308388_789778434414508_747324069004539

A verdade é que uns tempos depois passei lá (num dia de semana) e vi esta nova sinalética que ainda lá está:

IMG_20150202_145154.jpg

IMG_20150202_154924.jpg

E hoje fui lá almoçar com as babes e sendo domingo soalheiro há montes de gente a passear, e é efetivamente muito complicado com famílias, crianças, carrinhos de bebé, runners e joggers, e empregados das esplanas as bicicletas passarem em segurança.

Muita gente já desmonta, mas há muitos desportistas e distraídos que não o fazem, alguns sabendo da sinalética existente, outros por pura ignorância do tema e porque "não estou a incomodar ninguém".

IMG_20150301_132542.jpg


Este pequeno troço de 280 metros já deveria ter uma solução pensada para a convivência dos utilizadores deste espaço.

Adenda
Sobre este tema do respeito com o peão ler este artigo da MUBi:
Respeito: 7 regras para com os peões

-----------------------------

ciclofilia [126] Promo FMB4

paulofski @ na bicicleta | 28/02/2015 às 9:51

Temas: [ ciclofilia ] [ bicicultura ] [ ciclistas no mundo ] [ coisas que vejo ] [ filme ] [ motivação ] [ outras coisas ]

“Pieza promocional para el 4º Foro Mundial de la Bicicleta realizado con fragmentos de videos de usuarios y bicicletas de la web, rescatando el espíritu de un vehículo que ha estado siempre presente a lo largo de nuestras vidas y que hoy, nos necesita.

Idea: MP4 PRO.
Producción: Daniela Vélez, Edgar Úsuga.
Montaje: Daniel Cimino, Edgar Úsuga.
Gráfica: Jonathan Martínez.”


-----------------------------

Massa Crítica volta a pedalar em Braga! (fotos)

Victor Domingos @ Braga Ciclável | 28/02/2015 às 1:46

Temas: [ Avenida Central ] [ Avenida da Liberdade ] [ Bicicleta ] [ bicicultura ] [ Câmara Municipal de Braga ] [ Eventos ] [ Massa Crítica ] [ Modos Suaves ] [ Praça da República ]

Massa Crítica Braga - fevereiro de 2015

Depois de alguns meses de hibernação, a Massa Crítica está de volta a Braga! Na passada sexta-feira, voltou a realizou-se em Braga mais uma edição deste evento. É bom ver que a vontade de pedalar e contribuir para consciencializar para esta causa continua lá!

Ao João, agradecemos a gentileza do envio destas fotos. Aos participantes, e àqueles que mesmo querendo não puderam estar presentes, fica desde já o convite para a próxima Massa Crítica (dia 27 de março).

Entretanto diz que vai também realizar-se em Braga, no dia 21 de março, um mega-evento que promete envolver bicicletas, chocolates e algumas surpresas... Por isso, já sabem, marquem também essa data na vossa agenda, preparem as bicicletas e estejam atentos! ;-)

Massa Crítica Braga - fevereiro de 2015 - bikelift

-----------------------------

DIY Velomobile o quadro/chassis (I)

Bruno BA @ Bicycling | 27/02/2015 às 14:14

Temas: [ bicicultura ] [ Velomobile ]

Os últimos tempos têm sido de muito trabalho de conceptualização no que respeita à estrutura principal do quadro.

Primeiro decidi, com o conselho do L, que depois foi confirmado por um outro amigo,  fazer o quadro em contraplacado marinho de bétula.

20150213_150357.jpg

Então, fiz um esboço em papel que depois passei para o computador, desenhando a peça a duas dimensões no OpenOffice Draw.

Com alguns cálculos muito simples, consegui sobrepor o meu desenho quase infantil à imagem que já tinha da  carenagem.

A seguir imprimi o desenho à escala de 1:1. E levei-o ao L, que fez um template em contraplacado muito fininho,  para servir de guia ao corte do contraplacado que podem ver nas fotos.

Depois do contraplacado cortado à medida, foi necessário fazer os furos nos locais correctos para o movimento pedaleiro e para os apoios do braço oscilante traseiro.

Esta parte foi mais difícil do que eu antecipava, pois foi necessário ter em atenção o percurso que a corrente faz desde a pedaleira até à roda de trás, passando por baixo do assento.

20150213_150408.jpg 
Esta foto mostra um dos estudos, mas não a versão que será definitiva, 
pois optámos por unir as duas peçasdesde a parte da frente até à parte de trás.

O peso não é excessivo e a resistência é absolutamente abissal neste formato. As duas peças vão ser coladas e, nalgumas partes, furada de um lado ao outro.

Quando esta fase estiver concluída, será a vez de fazer as cavas das rodas e o apoio para a suspensão.
-----------------------------

Infraestruturas precisam-se! (mas das boas!)

@ Eu e as minhas bicicletas | 27/02/2015 às 12:17

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ brasil ] [ ciclovias ] [ infraestruturas ]

Circulam nas redes sociais vários artigos sobre as virtudes da bicicleta que os portugueses descobrem quando vão lá para fora.
O mais recente é este do "Jornal i" cujo parangona é:
"Portugueses de Londres aderem em massa à moda da bicicleta"

Eu não tive até hoje uma experiência profissional (de longa duração) "lá fora", e as vezes que por lá andei mais tempo foi de férias em que a percepção é obviamente diferente. Mas apercebo-me que "lá fora" as coisas são diferentes. Mesmo muitos colegas de trabalho, mais velhos e não só, que já tiveram experiências de vida no estrageiro admitem que usavam a bicicleta como meio de transporte e/ou os transportes públicos com mais frequência que por cá.

Ora como é óbvio, um tuga não muda do dia para a noite.
Não sai do aeroporto em Portugal com uma ideia de vida e aterra noutra cidade europeia com a cultura desse país embutida na sua mente. E quando regressa não "embrutece" ao passar a fronteira.
É óbvio que a informação, a cultura e o civismo moldam as ações das pessoas, mas tem de haver algo mais...

Eu tenho muitas conversas e discussões com amigos e conhecidos que, felizmente, pensam diferente... não digo que tenham razão ou deixem de ter, mas que pensam as coisas de outras maneiras... nomeadamente sobre isto do ciclismo urbano e o commute de bicicleta.

Um grande amigo meu, que percebe e entende as virtudes do uso da bicicleta, mas que cá em Portugal não a adopta, e tem mil e uma desculpa todas elas válidas (como todos os outros que não "arriscam") foi recentemente uma temporada larga para o Brasil.

Amiúde manda-me estas pérolas, para "brincar" comigo :)

fotografia%2B(1).JPG

fotografia.JPG


Mas recentemente recebi com muita satisfação no meio de umas conversas por mail estes parágrafos:

"Eu imagino que devas andar com o coração nas mãos sempre que sais para a estrada de bicicleta, eu não conseguia... 
Em contrapartida, aqui no Rio estou seriamente a equacionar em comprar uma bicicleta em segunda mão, porque existem excelentes condições para nos deslocarmos para todo o lado em ciclovias, e os automobilistas e os ciclistas convivem muito serenamente (mesmo com alguns excessos de velocidade).
Continua..."

Ora, então o que falta para levar as pessoas em Portugal a mudarem o "chip"?
É a educação?
É cultura?
É a lei?
É a fiscalização dessa lei?
São incentivos?
Claro que sim...

Mas o que faz as pessoas largarem o carro e apostarem na bicicleta são infraestruturas!
São as ciclovias! São mais ciclofaixas!
-----------------------------

Grão a grão...

@ Eu e as minhas bicicletas | 27/02/2015 às 10:25

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ iluminação ]

Parece um milagre! A LUZ voltou!

Depois de meses, quiça anos, a iluminação voltou a parte da Estrada da Circunvalação, em Lisboa.

Já tinha reportado que tinha visto os técnicos a ver a coisa há dias...

IMG_20150213_092007.jpg

... e hoje eis que parte dos postes de iluminação estavam acessos!

IMG_20150226_191547.jpg


Se clicarem na imagem e fizerem zoom vão ver três peões no carreirinho, mais à frente estava ainda tudo apagado e um deles começa a refilar enquanto o outro lhe mostra no telemóvel o caminho indicado por uma app de mapas (presumo).

Eram três alemães adeptos do clube da bola Wolfsburg, que devem ter ficado no hotel perto do parque de campismo, para o jogo de hoje com o meu Spooorrttinnnggg! E mesmo a minha clubite não me impede te ter dito pena deles... ali, no meio do nada, sem passeios, à noite, quase às escuras! O que dirão estes turistas de Portugal? Vergonhoso!

Ainda faltam alguns postes, mas parece mesmo outra estrada!! Carago!!!
-----------------------------

TESTEMUNHOS CYCLE CHIC (XIII)

miguelbarroso @ Lisbon Cycle Chic | 26/02/2015 às 22:54

Temas: [ Testemunhos Cycle Chic ] [ bicicultura ] [ crianças ] [ Cycle Chic ] [ girl ] [ guest photo ] [ Lisboa ] [ testemunhos ]

Fiquei a conhecer “virtualmente” a Ana há uns tempos, quando um amigo em comum nos colocou em contacto para lhe dar a minha opinião sobre a Xtracycle. Ela estava à procura de uma solução para pedalar com os filhos. Entretanto, no mural de uma outra amiga em comum (o mundo é mesmo pequeno), encontrei este testemunho já antigo da Ana e pedi-lhe se o queria partilhar connosco neste espaço. Aqui fica:

Carta escrita a uma mãe, trabalhadora e doméstica, assoberbada com o seu quotidiano, que acreditava que o uso diário da bicicleta se destinava apenas às pessoas independentes e descomprometidas…

PB

“Olá Maria Margarida! Como eu a entendo… :-) Lá em casa somos 3: eu e os meus gémeos de 7 anos. Estaria um dia inteiro a falar-lhe das maravilhas e benefícios de andar diariamente de bicicleta, mas não é essa a sua questão. Eu não sou fundamentalista de nada e não tenho dúvidas de que nem todas as pessoas têm uma vida diária que lhes permita utilizar a bicicleta como meio de transporte principal. Vou apenas dar-lhe o meu exemplo e algumas sugestões, que espero que sirvam para muitas outras mulheres. Com ou sem bicicleta, a nossa vida é sempre uma loucura e uma corrida contra o relógio. A diferença é que a bicicleta torna o nosso dia muito mais feliz e isso tem repercussões em tudo o que nos rodeia. Fiz esta mudança há 2 anos. Tudo me parecia impossível e até hoje continuo a aprender e a adaptar-me. Nem sequer o fiz por questões ecológicas e altruístas, mas sim porque o passe tornou-se num bem de luxo… Acho que a solução que encontrei é a que se adapta à maioria das mães de hoje: arranjei uma bicicleta dobrável que está sempre na bagageira do carro. Depois de deixar os miúdos na escola, deixava o carro estacionado às portas de Lisboa (onde não se pagasse) e seguia de bicicleta para o Chiado. Como o percurso não era muito longo e tinha sítio para trocar de roupa, fazia isto quer chovesse quer não. Este ano, com um Inverno tão chuvoso e um percurso bem mais longo para fazer, tive que recorrer mais vezes à Carris… Depois mudei de emprego para o Restelo, bem lá no alto! Primeiro pensamento: Impossível!! Mas resolvi tentar e, 17km e 1h depois, quase sem fôlego para falar, só pensava: Consegui!! :-) É verdade que (infelizmente) estava a trabalhar em horário reduzido mas, o que lhe quero transmitir é que cada caso é diferente e só a Maria é que pode saber como contornar os seus obstáculos. Na hora de almoço aproveito para ir ao supermercado e comprar apenas o que faz mesmo falta e cabe nos alforges. Voltei a mudar de local de trabalho e agora vou directamente da Portela para o Saldanha. Deparei-me com novos entraves: muitas subidas e ter de circular em estrada. Nunca ir para o trabalho foi tão excitante como agora! :-) Se nalgum dia tenho de, por exº, levar os miúdos ao médico, deixo o carro a meio caminho e faço o resto na dobrável. Actualmente, estou a tratar de adquirir novos acessórios para, no próximo ano lectivo, irmos os 3 de bicicleta até à escola. Há uns meses também achava impossível… Levo muito tempo a estudar quais as melhores opções, os custos, a segurança, mas tenho a certeza que este é o melhor investimento que eu posso fazer na minha vida familiar. Como super-mães que somos, temos que ter sempre uma grande capacidade de adaptação às mudanças e imprevistos. Talvez a Maria não possa usar a bicicleta todos os dias, em todas as circunstâncias, mas garanto-lhe que se começar a dar pequenos passos, depressa vai querer adaptar a sua vida à bicicleta, em vez do contrário. :-) O stress diário e algumas frustrações vão sempre existir, mas a bicicleta fez de mim uma melhor mãe e os meus filhos agradecem :-) (esta parece saída de um anúncio de detergentes!).  As pessoas independentes e descomprometidas têm uma vida muito mais facilitada, mas não têm a motivação e a força que os filhos nos dão. Eu que nem gostava muito de andar de bicicleta… ”

O mais importante foi a resposta da Maria Margarida: mudara a sua perspectiva em relação ao uso da bicicleta e sentia-se motivada a dar as primeiras pedaladas :-)

 

Depois deste testemunho, já encontrou solução para levar os filhos à escola: comprou um FollowMeTandem, que permite que um dos gémeos vá a pedalar. O outro vai num assento especialmente adaptado ao suporte de carga da bicicleta.

Soluções há muitas… haja vontade! Quanto à Maria Margarida, acho que todos nós gostaríamos de ver o testemunho dela um dia aqui no blogue. ;-)

A mostrar artigos 1 a 10 de 481 | « Anteriores | Próximos » | 5, 10, ou 20 de cada vez.


Creative Commons License

O conteúdo deste site está sob uma licença Creative Commons BY-NC-SA.
Os direitos do conteúdo externo apresentado neste site são os definido pelos autores.
A apresentação de conteúdo externo neste site é feita com a autorização dos autores.

:-}
v15.01
Powered by HTML Purifier