Vai de bicicleta, despe o monstro

Ana Pereira @ Cenas a Pedal | 21/04/2015 às 13:25

Temas: [ Anúncios e Campanhas ] [ Causas ] [ Videos ] [ bicicultura ] [ campanhas ] [ ONGs ]

Aqui está uma campanha gira. :-) Às vezes carregamos um monstro dentro de nós. Andar de bicicleta ajuda a livrarmo-nos dele.

-----------------------------

passe a publicidade [70] The Speed Ride

paulofski @ na bicicleta | 21/04/2015 às 8:25

Temas: [ filme ] [ bicicletas bué de fixes ] [ bicicultura ] [ ciclismo urbano ] [ coisas que vejo ] [ fixa ] [ Lisboa ] [ outras coisas ] [ passe a publicidade ]

… or how to have daily fun riding your fixie carbon belted Overlap!


-----------------------------

Faites attention meninos e meninas!

@ Eu e as minhas bicicletas | 15/04/2015 às 16:23

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ passadeira ] [ semáforo ] [ vemelho ] [ verde ]

A todos os caminhantes, rolantes e demais, tenham muy cuidado, faites atttention, be aware nesta passadeira com semáforos luminosos que é ativado o vermelho ao trânsito da estrada a pedido na Avenida Calouste Gulbenkian em Lisboa no final da ciclovia que depois tem de se atravessar uma passadeira para ir para a Rua de Campolide.
http://binged.it/1Dg0epZ

A questão é que como há muito mais trânsito motorizado na estrada que pessoas a usar a passadeira, o sinal está sempre verde para a estrada e vermelho para a passadeira, e os veículos aqui circulam a velocidades exageradas para aquilo que deveria ser o aceitável.

Como o verde muda quase imediatamente que se carrega no botão é preciso muito, mas mesmo muito cuidado porque:

1)
Como se vê na imagem o taxi muitos veículos entram e tendem a olhar para a esquerda a ver se tem caminho livre o que que os desvia do olhar do semáforo e de quem usa a passadeira.
Resultado: já tive alguns carros a passar vemelho e alguns nem sequer viram a asneira que fizeram e quase passam em cima de quem usa a mesma.
Há dias até me senti um pouco mal, pois eu vinha do outro lado e fiz cair o vemelho, o primeiro carro parou no vemelho, mas o de trás olhou para ver se podia entrar e PUUUM, acertou em cheio na traseira do rapaz que cumpriu o código.

Gulbenkian1.jpg


2)
Outra vez vinha um moço distraído no seu bólide em claro e enorme excesso de velocidade que eu meti-me a atravessar a passadeira, e ele sem exagero travou uns bons 30 metros para parar inerte com o carro completamente atravessado na passadeira. Juro que nem reação tive. Só pensei o que seria se aquilo acontecesse com alguém na passadeira... o ocupante e condutor deram um sorriso amarelo e acenaram a pedir desculpa... fiquei sem reação! Completamente!

Gulbenkian2.jpg

E isto seria tudo evitável se mudassem a passadeira... não é preciso ser um Einstein. Acho eu...

E mais adiante já perto da Embaixada de Espanha também há esta passadeira fantasma que não percebo porque não se resolve...
http://asminhasbicicletas.blogspot.pt/2014/10/the-green-bullet-e-certos-e.html



-----------------------------

fotocycle [169] como a chuva que sempre volta

paulofski @ na bicicleta | 15/04/2015 às 13:28

Temas: [ fotografia ] [ 1 carro a menos ] [ à chuva ] [ bicicultura ] [ ciclistas urbanos do Porto ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ Porto ]

a chuva voltou


-----------------------------

As nossas ciclovias são o oposto de autoestradas

Ana Pereira @ Cenas a Pedal - Escola de Bicicleta | 14/04/2015 às 17:45

Temas: [ Condução de bicicleta ] [ bi ] [ bicicultura ] [ condução ] [ risco rodoviário ]

Quando as pessoas ingressam na nossa escola no Nível 1.0 e lhes perguntamos quais os seus objectivos de curto e médio prazo, muitas vezes dizem-nos que lhes bastará concluir o Nível 1, de adaptação à bicicleta, pois só pretendem dar uns passeios, vão andar “apenas em ciclovias”, não pretendem ir para a estrada (algo que um principiante normalmente considera muito avançado e/ou perigoso).

Esta ideia de que andar de bicicleta em ciclovias exige menos competências e conhecimentos do que andar em estrada, e de que mesmo sem essas competências e conhecimentos é ainda assim mais seguro, é uma ideia extremamente comum. É, contudo, uma ideia totalmente errada, e muito perigosa (não me posso precaver de riscos que não detectei sequer, ou que não compreendo ainda).

Tipos de condução e riscos

Fonte: I Am Traffic

Por isso, na escola, esforçamo-nos por conseguir levar todos os alunos a completar pelo menos o Nível 2, de adaptação ao meio, do nosso programa de formação em condução de bicicleta, para assegurar que levam da escola as ferramentas básicas que os ajudarão a maximizar a sua própria segurança.

Uma ciclovia ou ciclofaixa portuguesa típica é totalmente o oposto de uma “autoestrada para bicicletas”. E este post no Facebook da ANSR, sobre a segurança das autoestradas, ajuda a perceber melhor isso:

Auto-estradas são mais seguras

É fácil, usando estes argumentos acima como ponto de partida, perceber os factores que tornam as ciclovias, e as ciclofaixas – principalmente as bidireccionais ou assim usadas – implementadas na malha urbana, mais perigosas do que as estradas.

A ciclovia urbana portuguesa é, por definição, a via mais perigosa no meio rodoviário. Porquê?

  • possui cruzamentos de nível, maioritariamente não-semaforizados, e geralmente com lancis
  • possui muitos atravessamentos de peões
  • possui apenas 1 via de trânsito em cada sentido, e extremamente estreitas, dificultando ou até inviabilizando ultrapassagens seguras
  • autoriza, e por vezes até incentiva ou obriga mesmo, o trânsito de peões
  • não possui entradas e saídas, ou estas são por via de degraus e sem ligação lógica e segura à estrada e/ou mesmo aos passeios

Além disto, poderemos ainda adicionar:

  • os cruzamentos são mais complexos, criando ângulos mortos
  • não têm margens de segurança
  • têm muitos pontos e curvas cegas
  • frequentemente são ladeadas – sem margem de segurança –  por objectos capazes de causar ferimentos sérios em caso de queda: ex.: pilaretes, ou até mesmo capazes de provocar uma queda: lancis, delimitadores em betão, olhos de gato, etc
  • raramente são bem iluminadas
  • os pavimentos são muitas vezes irregulares, mal mantidos (buracos, folhas caídas, água, etc), escorregadios (ex.: calçada)
  • etc, etc

Claro que uma faixa de rodagem ou uma via de trânsito onde não circulem automóveis será mais agradável e mais confortável pela ausência de desse elemento ameaçador, ou pelo seu distanciamento. Mas uma coisa é conforto, outra é segurança, e devemos saber distinguir as duas coisas.

Algumas ciclovias, em determinadas circunstâncias, são alternativas úteis ou simplesmente apelativas. É importante saber reconhecer quando é que determinada ciclovia, em determinada deslocação, é a melhor opção para nós e quando é que não é. E é fundamental conhecer os riscos específicos das ciclovias e como os minimizar com a nossa condução, de forma a podermos tirar o melhor partido destas infraestruturas, sempre que nos convier, sem nos expormos desnecessariamente a riscos acrescidos.

Não basta aprendermos a andar de bicicleta, é fundamental aprendermos a conduzir!

-----------------------------

Melhorias pedonais/cicláveis no eixo Alfragide > Lisboa : ponto de situação (abril 2015)

@ Eu e as minhas bicicletas | 13/04/2015 às 20:55

Temas: [ alfragide ] [ benfica ] [ bicicultura ] [ boavista ] [ ciclovia ] [ estudo ] [ radial ]

Após um interregno de uns 2 meses venho dar um ponto de situação deste tema das "Melhorias no eixo Lisboa<>Alfragide" pois tem sido várias as pessoas a questionar se tem havido desenvolvimentos... e a verdade é que não!

Infelizmente não há boas notícias para dar :(

Fiz chegar o meu humilde estudo a várias entidades tais como a Câmara Municipal de Lisboa, a Junta de Freguesia de Benfica, Gabinete da CML responsável pelo Bairro da Boavista, elementos de associações dos moradores do Bairro da Boavista, à Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (da qual sou sócio), à Associação Mobilidade Urbana em Bicicleta (MUBi, da qual sou sócio e membro ativo), à Federação Portuguesa de Ciclismo, ao Turismo de Lisboa, ao Parque de Campismo de Lisboa, ao Hotel Ibis, a pessoas da Decatlhon, a pessoas do Ikea, à Quercus, ao partido PAN, à EDP,a pessoas ligadas ao IMTT, a arquitetos e engenheiros da minha rede de contactos, ao jornal Público, à rádio TSF, e a mais alguns que não guardo lembrança.

Destes cheguei à fala (verbal e escrita) com uma pessoa da Direção Municipal de Mobilidade e Transportes da CML, com uma pessoa do gabinete de apoio da CML ao Bairro da Boavista, com o presidente e elementos da direção da FPCUB, com vários elementos da direção da MUBi, e com um elemento da direção da FPC.
De todas as restantes entidades não tive qualquer contacto.

A MUBi teve uma reunião com a DMMT da CML e questionaram sobre este tema:
"Percurso entre o Parque de Campismo de Monsanto e o Nó da Buraca: 
Não é prioritário. 
Foi abordada pela MUBi a questão da parceria com o Município de Oeiras e o Município de Amadora na criação de um percurso entre a estação de Algés e o Nó da Buraca que poderiam tornar o projeto mais viável de implementar devido às possibilidades de financiamento comunitário. O papel do Gabinete dos Espaços Verdes, e possíveis parcerias com empresas da zona foram igualmente mencionados pela MUBi; a DMMT ficou de avaliar a questão."

A mensagem com que fiquei por parte das pessoas da CML é que não há prioridade por causa de gestão de verbas, que existem em escassez, e fui aconselhado/motivado por essas pessoas da CML a fazer uma candidatura via Orçamento Participativo Lisboa 2015 para o tema ganhar viabilidade.
É algo que já decidi que não irei fazer - não tenho a disponibilidade que uma empresa desta envergadura necessita para ter sucesso. Mesmo dentro dos vários grupos que defendem os meios ativos de transporte as opiniões divergem muito sobre as soluções pelo que seria uma tarefa hérculea conseguir levar essa proposta a bom porto, pelo menos sozinho.

Fui entretanto também informado que no projeto da construção da pista de BMX a ser feita no Bairro da Boavista, e que se encontra em fase final , estaria prevista pelo arquiteto um troço de ciclovia.
Movi esforços para tentar ter acesso ao projeto de uma obra pública (penso eu) e pelos vistos não é viável (ou pelo menos não o consegui - se alguem o conseguir agradeço). As pessoas com quem consegui falar confirmaram que estava previsto no plano de projeto uma ciclovia que ladearia a dita pista pelo lado da estrada - em consonância com aquilo que eu tinha no meu parco estudo.

IMG_20150402_093437.jpg

No entanto eu passo lá de bicicleta e acho honestamente que se deu mais um tiro no pé pois não estou a ver onde está ou estará a dita ciclovia, e hipotecaram de todo a possibilidade de a vir a construir num futuro próximo.
Ou seja, andaram a fazer hortas urbanas (gosto muito e apoio), andaram a instalar postes de geração de energia eólica e solar (acho bem e apoio) e estão a concluir uma pista de BMX xpto única no país (concordo e apoio que se façam equipamentos) mas conseguiram no meio destas obras todas não fazer uma simples ciclovia e ainda assim hipotecar a possibilidade de a fazer no futuro.

IMG_20150407_191343.jpg

A obra ainda não acabou, mas pelo que parece vai ser um simples passadiço pedonal e não um troço de ciclovia. Gostava mesmo de estar enganado mas acho que gente com vistas curtas dá nisto! :(

Das melhorias simples, e que num país a sério já estariam resolvidas, nomeadamente:
- Marcação e sinalização, quer horizontal e vertical; e
- Iluminação pública deficitária; e
- Vegetação nas bermas; e
- Mau estado do piso.
...apenas a iluminação foi atendida e depois de muitos contactos e queixas, e mesmo assim não foi integral, há zonas onde ainda está totalmente às escuras. Tudo o resto está na mesma.

Ver aqui sobre a iluminação:
http://asminhasbicicletas.blogspot.pt/2015/02/e-fez-se-luz-na-circunvalacao-de-lisboa.html

Há cada vez mais pessoas a andar a pé encostados à mísera berma, com os dias amenos e mais compridos há cada vez mais gente a fazer corridas e seguem na estrada a passos largos, há imensos turistas que trazem bicicletas e ficam no parque de campismo, com a primavera há também um aumento de ciclistas em lazer/deslocação e esta estrada (e não rua) continua uma lástima!

É uma vergonha... é o país que temos!

Adenda:
Entretanto o Luis no Facebook do Massa Crítica de Lisboa recordou-me o documento da CML onde está o projeto alto-nível onde se vê o esboço da ciclovia:
http://habitacao.cm-lisboa.pt/documentos/1366627018E2aAZ3ck1Gl04ZB1.pdf

planoBairroBoavista.jpg
(é a linha a azul em cima)

que é o equivalente à minha proposta no meu humilde estudo:

AL8_1.1.jpg

------

Se quiser juntar o seu testemunho a estes:
http://asminhasbicicletas.blogspot.pt/2015/02/os-testemunhos-alfragide-lisboa.html

Só peço que o faça no post original aqui:
http://asminhasbicicletas.blogspot.pt/2015/01/estudo-ciclovia-alfragide-lisboa-v10.html


Eu sozinho já fiz muito, mas sozinho não vou conseguir!
Se puder ajudar ajude!

-----------------------------

não é bem uma peregrinação, isto já é tradição…

paulofski @ na bicicleta | 13/04/2015 às 12:16

Temas: [ o ciclo perfeiro ] [ bicicultura ] [ ciclismo ] [ Fátima ] [ fotopedaladas ] [ longas pedaladas ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ passeio ] [ Rui ]

Não há muita gente que acorde com as galinhas a um Sábado só porque lhes deu na telha pedalar mais de 200 km. Ainda para mais sair do quentinho do ninho e embrenhar-se no nevoeiro tripeiro. Talvez por isso seja daqueles instantes em que mais gozo dá pedalar. Um momento místico, se assim se pode dizer, no ritmo das pedaladas, no frio que desaparece do corpo e da realidade que vai ganhando contornos luminosos, acordando a cidade e transformando-a num cenário provável. Para reforçar a ordem natural das coisas, sempre acompanhado do meu amigo Rui, ao duo suspeito juntou-se um quarteto que vinha de pernas aquecidas mas a tilintar os dentes desde a Serra da Agrela. O sol aparece no horizonte do mar e cumprimenta-me de forma familiar. As padarias começam a expelir os primeiros aromas da manhã, da mesma forma que os pássaros parecem nos cumprimentar. A estrada, como tantas outras coisas, surge sempre com sacrifício. Contudo, no sacrifício também pode haver prazer e a nortada veio para ajudar. Do resto, o mesmo percurso, o mesmo destino e o pneu furado da praxe (desta vez não foi o meu). Metaforizando a razão deste blogue, a bicicleta representa a independência, a liberdade e um modo de vida, com piqueniques, sorrisos e suor à mistura. Assim se cumpriu mais um tour Porto-Fátima, o meu oitavo, outra vez com a família no meu encalce, e mesmo a pedalar não resisti e fui tirando algumas fotos.

Clique para ver o slideshow.
-----------------------------

O Polvo e os Funcionários

@ Eu e as minhas bicicletas | 13/04/2015 às 9:23

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ estruturas ] [ parqueamentos ] [ suportes ]

(Na onda da sátira "Funcionários" do livro "Quotidiano Delirante" do artista Miguelanxo Prado seguem mais umas estórias de pura ficção... estas minhas estórias são mesmo ficção, qualquer semelhança com a realidade serão pura coincidência).

«
- Ora bons dias!
- Bom-dia senhor engenheiro, estás bem-disposto, correu bem o fim de semana?
- Correu pois rapaz, fui ontem ao cinema e tenho a dizer-te que mais uma vez a indústria do cinema de Hollywood me veio dar razão...
- Ai sim? Então conte lá.
- Fui com a minha sobrinha ver aquele filmezeco de animação onde há uns extra-terrestes tipo polvos que vêm para cá ocupar o planeta, sabes qual é?
- O "Almost Home"?
- Quê? Não, nada disso, chama-se "A minha casa".
- Ahhh, tá certo - o rapaz pensou que não valia a pena explicar - curiosamente também vi esse filme este fim de semana...
- Bom, então lembras-te que logo no início do filme, quando os ditos polvinhos ocupam a terra começam a fazer uma limpeza dos objetos inúteis e sabes qual é o primeiro que eles ilustram como inútil? Sabes, sabes?
- Errr, sim, eu sei, tb vi o filme...
- Mas eu quero ouvir-te dizer... vá lá...
- Na parte em que ocupam a Terra e para ilustrar que haviam objetos que para eles não eram úteis mostraram que para a civilização e estágio em que se encontraram as bicicletas eram inúteis!
- AHA! Nem mais! Ora lá está... se até seres inteligentes definem a bicicleta como objeto inútil quem somos nós para contrariar?! Hã?
- Sr. Engenheiro, aquilo era uma alusão às distinções entre as espécies, a deles e a nossa. Eles também consideraram os chapeús-de-chuva, caixotes do lixo e as sanitas objetos inúteis, mas para eles. O facto de terem ilustrado a ideia com a bicicleta foi para demonstrar o absurdo. Um objeto que para nós é muito útil e para eles seres distintos seria inútil. Ou o senhor engenheiro dispensava os chapéus-de-chuva ou mesmo as sanitas? Hmm?
- Balelas! - disse o engenheiro sem argumentos.
O rapaz não queria perder mais tempo a explicar, por isso nem se alongou.
- Ah, e digo-te mais... andam praí uns maluquinhos das bicicletas a definir como deveriam ser os parqueamentos de bicicletas e tal, pois tenho a dizer-te que foi com agrado que vi no filme um parqueamento igual àqueles que andamos a espalhar pela cidade.
- Sim, também reparei. Não sendo das piores estruturas, ainda podiamos fazer melhor. E podíamos também arranjar melhor localização para os colocar onde realmente fazem falta.
- Mau, rapaz, mas começas a semana já a levantar lebres? De que localizações falas?
- Então, ali frente ao Mercado 31 de Janeiro ou nas proximidades da Gulbenkian onde temos dois desses parqueamentos... o da Gulbenkian então está tão encostado ao muro que fica 50% inutilizado.
- Olha, se quiseres considera isso como monumentália, arte urbana! Hihihihih - acaba o engenheiro dirigindo-se para o ir tomar o seu cafézinho.
» 

https://www.youtube.com/watch?v=G9F6VhFY4wY
http://www.imdb.com/title/tt2224026/

BoovBicycle.jpg

«Factual errors 
As the Boov used anti-gravity magnetic balls that gathered in clusters things they didn't need (such as bicycles), a group of toilets in the air make a flushing sound but that's impossible because a toilet cannot flush without water.»

Obviamente que não vale a pena ir ao ridículo como aquele telespetador nórdico que que queixou de um anúncio automóvel televisivo onde alguém mandava uma esferográfica pela janela do carro e a empresa teve de fazer um pedido de desculpa e esclarecimento sobre que mandar "lixo" pela janela não é correto - isto já foi há muitos anos mas lembro-me pelo ridículo das duas coisas - mas acho que passar a mensagem num filme de crianças para crianças de que a bicicleta é um objeto inútil e depois ainda por cima ao longo do filme o carro acaba por ser quitado e é o transporte de eleição pode não ter um efeito pedagógico. Enfim... esse Polvo da indústria automóvel está em todo lado! 

Já tinha falado deste equipamento aqui:
http://asminhasbicicletas.blogspot.pt/2015/02/equipamentos-aos-molhos.html

IMG_20150204_134551.jpg

 E este é igual na Gulbenkian e serve para... para... nada!!!

IMG_20150205_091447.jpg

IMG_20150413_094833.jpg


Os paqueamentos de bicicletas devem ser tipo isto:
http://asminhasbicicletas.blogspot.pt/2014/12/suportes-para-parqueamento-de.html

-----------------------------

“se é para pegar na bike, que seja logo a partir de casa”

paulofski @ na bicicleta | 9/04/2015 às 8:01

Temas: [ testemunho ] [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ ciclismo urbano ] [ Lisboa ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ partilha ]

A propósito deste artigo, e num email deixado no alforge da bicla, leio um comentário em jeito de testemunho, e que testemunho, o que é sempre um bom tema para uma posta. Assim mesmo e sem pedir licença, pedindo, partilho também algumas das belas fotos do passeio da Vanessa com o seu mais velho…

“Ola Paulo

Sigo o seu blog com atenção.

No seguimento de enviar registo de fotografias de bicicleta envio as minhas fotos de passeio até Lisboa.
Pensei em ir de carro até Belem, mas não me fez sentido algum, se é para pegar na bike, que seja logo a partir de casa, não pegar por completo no carro e usar em exclusivo o transporte bicicleta.

Fiz com o filho mais velho (9 anos) o seguinte percurso, Parede (concelho de Cascais) – Belém, seguimos de barco para Trafaria, depois Trafaria – Costa da Caparica.

No total 40,5 kms. Se fosse possível usaria apenas bicicleta, mas apenas neste percurso tivemos imensos obstáculos, um dia num mundo melhor haverá ciclovias para podermos circular sem medo e livremente.

Continuação de excelentes artigos e parabéns pelo seu site/blog.

Abraço de natureza
Vanessa Alves”

SAM_5596 SAM_5597 SAM_5594 SAM_5599

volte sempre Vanessa :)


-----------------------------

can’t miss [128] desenvolturasedesacatos.blogspot.pt

paulofski @ na bicicleta | 8/04/2015 às 11:12

Temas: [ can't miss it ] [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ bike to work ] [ ciclismo urbano ] [ espalhando os bons exemplos ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ partilha ]

Você deixaria de andar de carro se lhe pagassem por cada km percorrido de bicicleta?

“O Ministro dos Transporte da França, Thierry Mariani, anunciou uma surpreendente medida para fomentar o uso da bicicleta no país: pagar aos cidadãos 21 centavos de euro por cada quilómetro percorrido entre sua casa e o local de trabalho. Ainda que a França não seja o primeiro país da Europa a fomentar o uso da bicicleta, sim será o primeiro que vai pagar por isso. Mas como pode assumir essa despesa? Compensa?

Descubra lendo o artigo”… em http://desenvolturasedesacatos.blogspot.pt/2015/04/voce-deixaria-de-andar-de-carro-se-lhe.html


A mostrar artigos 1 a 10 de 477 | « Anteriores | Próximos » | 5, 10, ou 20 de cada vez.


Creative Commons License

O conteúdo deste site está sob uma licença Creative Commons BY-NC-SA.
Os direitos do conteúdo externo apresentado neste site são os definido pelos autores.
A apresentação de conteúdo externo neste site é feita com a autorização dos autores.

:-}
v15.01
Powered by HTML Purifier