can´t miss [166] revistatrip.uol.com.br/trip/

@ na bicicleta | 2/12/2016 às 10:23

Temas: [ can't miss it ] [ bicicultura ] [ ciclistas no mundo ] [ cicloturismo ] [ coisas que leio ] [ esta malta tem cá um pedal!... ] [ estates ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ route ] [ testemunho ]

Viajando de bike

“A fotógrafa Cacá Strina, 35 anos, começou a levar a bicicleta mais a sério em 2012, quando atravessou a Espanha pedalando sozinha. Não tinha nenhuma experiência em viagens de bicicleta, mas viveu 44 dias reveladores. “Foi minha primeira cicloviagem e foi maravilhosa. Onde tudo começou. Realmente mudou minha vida”, diz ela.

trip-route66-caca-strina

Cacá então nunca mais largou a bike. Pedalou por Urubici e Florianópolis, em Santa Catarina, na Chapada Diamantina, na Bahia, e no Jalapão, no Tocantins. Mas foi no mês passado que ela se lançou em sua maior aventura: pedalar os 3.900 quilômetros da histórica rodovia norte-americana Route 66. “Ainda estou processando, não faz nem uma semana que voltei. Foi um sonho muito difícil de realizar, em todos os sentidos. No início tive muitos imprevistos e a viagem quase não rolou. Eu já tinha o patrocínio, o motor-home e a bike, mas não tinha o câmera e não podia esperar mais por causa da janela climática, ou então teria que adiar a viagem para maio do ano que vem”, conta ela, que vai transformar a experiência em um documentário que pretende resgatar um pouco da história e da cultura da famosa rota dos EUA.”…

(podes ler o artigo completo e ver as magníficas fotografias desta fantástica viagem em:  http://revistatrip.uol.com.br/trip/caca-strina-bicicleta-esporte-espanha-fotografia-route-66-bike)


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reciclando [25] moldando comportamentos

@ na bicicleta | 30/11/2016 às 11:05

Temas: [ o ciclo perfeiro ] [ bicicultura ] [ ciclismo ] [ ciclismo urbano ] [ dicas ] [ es ] [ fotopedaladas ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ penso eu de que... ] [ reciclando ] [ segurança rodoviária ]

hoje, a fintar o trânsito

Na bicicleta é fácil driblar os carros, mas também não há nada mais stressante do que sentir a opressão do trânsito. Andar de bicicleta acarreta muitas situações de risco, é sabido, mas também sabemos que enquanto algumas situações de perigo estão directamente relacionadas com o nosso comportamento, outras são deliberadamente ocasionadas pela acção de automobilistas, que não ajudam. Quando não conhecem ou simplesmente se estão a borrifar para os direitos dos ciclistas. Num acidente ninguém fica a ganhar, sendo que os mais vulneráveis da estrada não viajam dentro da bolha metálica. Como tal, todos devemos moldar os nossos comportamentos.

contradição e coerência

Nas estradas estreitas e sinuosas, onde desaparecemos a cada curva e contracurva, deveremos nos posicionar no espaço de estrada que sentimos estar mais a salvo, dentro da faixa de rodagem, afastados q.b. da berma. Estar o mais visível possível, obrigar os automobilistas a abrandar e respeitar a distância de metro e meio, impedindo-os de acelerar ao nosso lado. A legislação obriga à distância mínima de metro e meio em torno do ciclista, no entanto se o ciclista for empurrado, obrigado a andar o mais próximo à borda da estrada, esse comportamento não é seguro para si. Para sua segurança, ele tem o direito de utilização plena da estrada.

Senhora da Graça #16

Ao viajarmos numa via de acentuado declive, a subir, o ciclista pedala a ritmo bem mais lento, de dentes cerrados a carregar nos pedais. De carro a subida não se nota e a diferença de velocidade aumenta, pelo que temos de nos posicionar melhor para que os movidos a motor melhor nos vejam. Pois com certeza que muitos nos vão amaldiçoar por estarmos ali, vão buzinar e acelerar para expressar a sua arrogância. Temos pena. A posição do ciclista é fundamental para a sua segurança. Pode ser questionável para muitos automobilistas que julgam que o ciclista não tem o direito à estrada, mas o ciclista tem de saber lidar com esse assédio e não reagir negativamente à provocação. Ali o ciclista é a pessoa mais vulnerável e deve ser prudente na sua resposta, adoptando um comportamento adequado, não agravando uma situação que poderá colocá-lo em maior risco.

BRM 200 Montejunto ao Atlantico #6

A postura a par com outro colega ciclista obriga o tráfego a diminuir o ritmo, para os automobilistas nos passarem a uma velocidade segura. Este comportamento é legal e eficaz, pois o ciclista está mais visível ao tráfego. Em demasiadas ocasiões em que pedalava sozinho vi surgir na minha direcção um veículo em manobra de ultrapassagem. Isso pode resultar muito mal para mim. Em estradas estreitas e sinuosas procuro auxiliar o tráfego que surge por de trás, dando sinal com a mão para sinalizar e permitir ser ultrapassado a uma distância segura. Eu defendo que o ciclista deve ser atencioso para com os automobilistas. Para cada um que abrandou e me respeitou, sempre que seja possível, eu aceno com um obrigado. É importante ser respeitoso no trânsito, independentemente dos sentimentos que nos foram impostos por condutores imprudentes e/ou com comportamentos agressivos.

reset

Considerando uma série de coisas, tais como o brilho e a visibilidade à distância, existem sistemas luminosos de bateria recarregáveis a um custo razoável. Com poucas dezenas de euros podemos equipar a nossa bicicleta com um bom par de luzes, não havendo desculpa para não sinalizarmos correctamente a nossa presença no trânsito, tanto de noite como de dia. Uma luz brilhante, a piscar ou permanente, suficientemente forte para ser visto pelo menos a cem metros atrás e à frente, já é eficaz.

imagem-103

A nossa segurança tem prioridade. Um comportamento assertivo, calmo e atento, se posicionando correctamente, tornando-se bem visível no trânsito, cumprindo cabalmente as regras, é a melhor prática para boas pedaladas. Não há rotas perfeitas e lidar com as condições de tráfego e as más estradas é recorrente, mas o que deveremos fazer é passar mais tempo a aperfeiçoar a nossa conduta, tornando a experiência mais agradável e segura.


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O Recreio da escola em Dezembro

@ Cenas a Pedal – Escola de Bicicleta | 28/11/2016 às 7:56

Temas: [ A escola ] [ Aprender e ensinar ] [ agenda ] [ bicicultura ] [ escola ] [ iniciação ] [ passeios ] [ recreio ]

O Recreio da Escola de Bicicleta da Cenas a Pedal é um espaço desenhado especificamente para os nossos alunos e ex-alunos. Consiste em passeios e microviagens de bicicleta adequados e pensados para principiantes, e para famílias com crianças.

As actividades visam ajudar a fazer a transição do ambiente das aulas para o mundo exterior, para o contexto real, e proporcionar momentos de aprendizagem, convívio e lazer, em bicicleta. Os percursos, duração e contexto são criteriosamente seleccionados para tentar oferecer a melhor experiência possível, e o ambiente é de solidariedade, companheirismo e encorajamento. Sempre com acompanhamento e apoio técnico dos instrutores. O objectivo é capacitar os alunos para integrarem a bicicleta nas suas vidas, ajudá-los a descobrir rotas, e contagiá-los com o bichinho da bicicleta. 🙂

É privilegiada a conjugação com os transportes públicos, sempre que tal seja possível, buscando familiarizar as pessoas com esta opção.

Até final de Março de 2017 as actividades do Recreio não só são abertas a todos (não é necessário ser membro da escola) como são gratuitas, como forma de promover o lançamento desta modalidade. Aproveitem! 🙂

Podem seguir os eventos pelo Eventbrite e pelo Facebook.

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Controlar e soltar

@ Eu e as minhas bicicletas | 27/11/2016 às 22:43

Temas: [ bicicultura ]

Control and Release é uma técnica de condução na via por parte de utilizadores de bicicleta que permite aumentar a segurança de todos.

Existem muitas formas de explanar esta técnica, basta procurar na internet.
"A savvy cycling practice in which the bicycle driver balances courtesy with safety by controlling his or her lane, but moving aside or pulling over, when it is safe and reasonable to do so, to release traffic that is unable to pass for a significant time."
http://iamtraffic.org/glossary/control-and-release/


Obviamente que esta postura na estrada não é fácil, e como uso uma bicicleta com assistência elétrica ajuda a manter uma velocidade elevada o que permite mais facilmente realizar esta postura. No entanto deve ser uma forma natural e assertiva de manter a posição na via e partilhar em segurança para todos.

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Estes ciclistas a embaraçar o trânsito!

@ Eu e as minhas bicicletas | 26/11/2016 às 16:04

Temas: [ bicicultura ] [ sinalização ]

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Segundo o IMTT esta é a ficha de aprendizagem sobre "Paragem e Estacionamento"

c16.jpeg

Ora segundo o Código da Estrada temos:

Artigo 49.º
Proibição de paragem ou estacionamento

1 - É proibido parar ou estacionar:
a) Nas rotundas, pontes, túneis, passagens de nível, passagens inferiores ou superiores e em todos os lugares de visibilidade insuficiente;

b) A menos de 5 m para um e outro lado dos cruzamentos, entroncamentos ou rotundas, sem prejuízo do disposto na alínea e)do presente número e na alínea a) do n.º 2;

c) A menos de 5 m para a frente e 25 m para trás dos sinais indicativos da paragem dos veículos de transporte coletivo de passageiros ou a menos de 6 m para trás daqueles sinais quando os referidos veículos transitem sobre carris;

d) A menos de 5 m antes e nas passagens assinaladas para a travessia de peões ou de velocípedes;

e) A menos de 20 m antes dos sinais verticais ou luminosos se a altura dos veículos, incluindo a respetiva carga, os encobrir;

f) Nas pistas de velocípedes, nos ilhéus direcionais, nas placas centrais das rotundas, nos passeios e demais locais destinados ao trânsito de peões;

g) Na faixa de rodagem sempre que esteja sinalizada com linha longitudinal contínua e a distância entre esta e o veículo seja inferior a 3 m.

(...)

3 - Quem infringir o disposto no n.º 1 é sancionado com coima de € 30 a € 150, salvo se se tratar de paragem ou estacionamento nas passagens de peões ou de velocípedes e nos passeios, impedindo a passagem de peões, caso em que a coima é de € 60 a € 300

E além disso temos a sinalização vertical tal como explanado por exemplo aqui no site do Bom Condutor:
"C16 - Paragem e estacionamento proibidos
Indicação da proibição permanente de parar ou estacionar quaisquer veículos."

Conseguem detetar infrações aqui neste troço?



É fazer as contas, mas por baixo são cerca de 130 carros a 30€ = 3900€.
Os estacionados em cima de passadeiras pagam mais...

Mas os ciclistas que passam os vermelhos e que andam no meio da estrada é que são uns empatas e não tem civismo e o camandro...

Para os fracos em interpretação da mensagem:
- Não deve estacionar em cima das passadeiras.
- Mas os ciclistas passam vermelhos!
- Não deve andar em excesso de velocidade, pode ser perigoso...
- Mas os ciclistas passam vermelhos!
- Tem de dar uma distância mínima de 1.5 mts ao ultrapassar...
-Mas, mas... os ciclistas passam os vermelhos!
- Não pode estacionar em cima da ciclovia, ou passeios...
- Mas os ciclistas passam vermelhos!
- Deve respeitar as distâncias na via pública.
- Mas os ciclistas passam vermelhos!
- Se tiver um descuido pode matar um ciclista.
- Mas eles passam vermelhos!
- Não deve passar vermelhos.
- Mas os ciclistas também passam vermelhos!
Etc ,etc...

Havendo espaço, capacidade e vontade o que as entidades incompetentes e os técnicos inferiores da CMO deveriam fazer era repensar a via pública para usufruto de todos e não apenas de alguns, criando condições de segurança para o trânsito automóvel mas acima de tudo para os utilizadores vulneráveis.

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Adenda:
Só para referir que nesta Estrada da Outurela fica a Esquadra da PSP de Carnaxide, nunca devem ter reparado nestas infrações.

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Afinal, Braga quer ou não apostar na bicicleta?

@ Braga Ciclável | 26/11/2016 às 11:01

Temas: [ Opinião ] [ bicicultura ] [ Ciclovias ] [ Estacionamento ] [ orçamento ]

Quem se interessa pela Mobilidade Sustentável e pelo que se vai dizendo e escrevendo sobre esse assunto certamente se recordará das declarações de Ricardo Rio, a propósito da sua “Visão Política”: até 2025, Braga deverá reduzir em 25% a utilização do automóvel e passar a ter 18 mil utilizadores regulares de bicicleta. Com esses objetivos em vista, este executivo prometeu 76km de vias cicláveis, isto é, ruas e avenidas concebidas ou adaptadas para serem realmente seguras, confortáveis e práticas para quem se desloca de bicicleta.

Mas passando das palavras às ações, é preciso começar a implementar medidas concretas que permitam alcançar as metas definidas, sem deixar de avaliar os resultados periodicamente.

A este propósito, tivemos há dias a oportunidade de ler nos jornais da nossa praça que o Município de Braga prevê a utilização de apenas 1,5% do orçamento municipal para 2017 em medidas relacionadas com a promoção da Mobilidade Suave, sendo referidos 500 mil euros para criação de uma Ciclovia Urbana de Braga, 200 mil euros para medidas de acalmia de trânsito e 750 mil euros para promoção da mobilidade pedonal. Em termos de comparação, e uma vez mais segundo a informação divulgada estes dias pela comunicação social, o investimento nessa área será praticamente equivalente em montante (mas não em proporção) ao do município vizinho de Vila Verde, que decidiu investir nessas áreas quase 5% do seu orçamento municipal para 2017.

Estes números do orçamento, convém notar, são mínimos quando comparados com os montantes gastos anualmente com a construção e manutenção da infraestrutura rodoviária do concelho. Não parecem portanto demonstrar na prática uma grande vontade de melhorar as condições para quem pretenda deslocar-se diariamente de bicicleta em Braga, nem de incentivar cada vez mais pessoas a fazê-lo.

Grandes opções do orçamento municipal de Braga para 2017 nas áreas de transportes e Mobilidade
Se queremos realmente tornar Braga uma cidade onde se vive bem, mesmo não usando o carro, precisamos de começar já a investir mais a sério em domínios onde durante décadas não investimos. E a verdade é que faltam 8 anos para chegarmos a 2025. Resta apenas cerca de um ano para terminar o mandato atual e continuamos à espera da quase totalidade dessas obras…

A terminar, deixo apenas duas perguntas:

– Quantos novos lugares de estacionamento para bicicletas foram criados em Braga em 2016?

– Quantos quilómetros de vias cicláveis foram criados este ano?


(Artigo originalmente publicado na edição de 26/11/2016 do Diário do Minho)

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can’t miss [165] bikeelegal.com

@ na bicicleta | 25/11/2016 às 11:17

Temas: [ can't miss it ] [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ bike to work ] [ ciclistas no mundo ] [ cidades ] [ coisas que leio ] [ Copenhaga ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ noticia ] [ outras coisas ] [ partilha ]

Em Copenhague, número de bikes ultrapassa o de carros pela primeira vez

Como os cidadãos se locomovem diariamente para o trabalho, escola ou universidade na cidade de Copenhague / © Colville-Andersen/Copenhagenize

Como os cidadãos se locomovem diariamente para o trabalho, escola ou universidade na cidade de Copenhague / © Colville-Andersen/Copenhagenize

“Não é por acaso que Copenhague é conhecida como uma das melhores cidades para pedalar no mundo, mas agora em 2016, a capital da Dinamarca atingiu um feito histórico que deixa boquiaberto qualquer apaixonado pela bicicleta e pela mobilidade ativa. Pela primeira vez, o número bicicletas superou a quantidade de carros circulando na cidade – as autoridades fazem essa medição do tráfego na região central desde 1970. Enquanto o número de magrelas foi de 265.700, o de carros foi de 252.600. A porcentagem de bicicletas cresceu 13% desde o último ano, o que representa 35.080 novas bikes.

São números como esses que fizeram a cidade alcançar também em 2016 a primeira colocação do ranking de Cidades Amigas da Bicicleta, feito desde 2011 por uma consultoria baseada na própria cidade. Nas duas outras edições do ranking, Amsterdam foi eleita a campeã.”

(clica em: http://bikeelegal.com/em-copenhague-numero-de-bikes-ultrapassa-o-de-carros/ para continuares a ler este artigo e assistir ao vídeo da capital do pais das biclas)


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Dia Aberto / Open Day

@ Cenas a Pedal – Escola de Bicicleta | 23/11/2016 às 14:33

Temas: [ A escola ] [ aulas ] [ bicicultura ] [ eventos ] [ promoções ]

Já não pega na sua bicicleta há tanto tempo que já não se lembra como é que se anda?

Nunca chegou a aprender a andar de bicicleta e está na estaca zero?

Sabe andar de bicicleta mas quer melhorar, dominá-la melhor e ganhar confiança?

9d27c9e8-a0cd-4ade-bb65-4bd732e3c609Então aproveite, no próximo dia 1 de Dezembro, feriado, 5ª-feira, vamos ter um Dia Aberto na Escola de Bicicleta da Cenas a Pedal. Para miúdos e graúdos dos 6 aos 65!

Quer nunca tenha andado de bicicleta e esteja a pensar aprender, quer esteja a pensar fazer uma “reciclagem”, venha experimentar as nossas aulas gratuitamente e sem compromisso neste open day!

Venha fazer um ponto da situação, ver o que precisa de melhorar, e desenferrujar as pernas.

Prometemos que nem nós nem as bicicletas mordem, somos todos até bastante fofinhos 🙂 e estamos cá para ensinar toda a gente, com delicadeza, técnica e encorajamento.

Leve a sua própria bicicleta ou use uma nossa emprestada. Inscrições aqui:

Desenvolvido pela Eventbrite
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Vendi a Felicidade

@ Eu e as minhas bicicletas | 23/11/2016 às 11:57

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ]

Apesar de não me andar a esforçar muito, por razões sentimentais, lá acabei por finalmente vender a Felicidade trocando-a pelo vil metal (dinheiro).

felicidade.jpg

Vai fazer feliz um moço estudante das ilhas que a usará para fazer o seu percurso de poucos kms entre a casa que habita e a faculdade onde estuda. 

Espero vê-la a rolar um dia nessa nossa capital espalhando a felicidade inata a quem anda de bicicleta.

A todos vocês que tem bicicletas nas garagens e arrecadações a apanhar pó: ou as usam ou as vendem, elas são feitas para rolar no asfalto!
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fotocycle [196] pra lá e pra cá

@ na bicicleta | 22/11/2016 às 13:03

Temas: [ fotocycle ] [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ bike to home ] [ bike to work ] [ ciclismo urbano ] [ ciclistas urbanos do Porto ] [ fotografia ] [ fotopedaladas ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ penso eu de que... ]

Aprecio este hábito cómodo de voltar, regressar aos mesmos lugares por onde bem me apetece. É um privilégio legítimo fazer do meu itinerário um variado diário, e este meu meio de transporte leva-me por onde quero. Até à fronteira do mundo, ao frio, ao vento, à chuva, pelos humores subtis da vida. Não estou imune a nada, mas em cima de uma bicicleta é uma história diferente. É aventura, é diversão, é apetrecho… para pessoas comuns fazerem coisas comuns. Aproveito cada momento.

pra-la-e-pra-ca


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