The road to London - 1930

Gonças @ Hors Piste autorizé.... | 23/04/2014 às 8:52

Temas: [ Africa ] [ bicicultura ] [ cicloturismo ] [ livros ]

Uma proposta para leitura para a próxima viagem (ou quando estiverem a prepará-la):

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The road to London by Eric Attwell

A travessia de África de bicicleta (com 3 mudanças) em 1930!! No mínimo WOW, se não mesmo KAWABONGA! 

"Today's generation of cycle travelers are equipped with sophisticated machines (...) They are often connected to their own world by mobile phones, email and tarmac (...) Where once long-distance cyclists experienced the world, they now record it. Where once they received, they transmit. Have we lost something in the way?"

Generation gaps à parte, não é fácil imaginar ciclistas de longa distância em 1930, com equipamento igual ao do dia-a-dia a atravessar uma África imperial, sem estradas, nem guias (os mapas estavam a ser feitos "as they went by" basicamente).

É engraçado de ler como não estavam minimamente preparados ficando todos doridos, queimados do sol e picados pelos mosquitos apenas alguns kilómetros após sairem de Port Elizabeth. Como não tiveram lá muitos furos, mas tiveram que substituir mais raios do que os que conseguiram contar. Como as mudanças não lhes serviam de nada nas subidas e que por isso gastaram mais solas dos sapatos do que as que pensavam ao empurrar as biclas. E também, o que quem viaja (especialmente de bicicleta) já sabe: a bondade dos estranhos, que é a única coisa que não podemos "carregar" mas que nos oferecem a cada esquina.

E no fim, após 22 meses e alguns dias, fizeram 11000 kms e gastaram 160£... incluindo a compra das bicicletas. Foram recebidos friamente em Inglaterra, onde ficaram a trabalhar para pagar a viagem de volta. 

Uma viagem de uma vida concerteza e que nós temos a sorte de a viver lendo as folhas deste livro! (os que conseguirem pagar o valor elevado das poucas cópias existentes...)

Aqui encontram o resumo do livro em inglês e a página do livro na goodreads.




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can’t miss [93] rtp.pt/play

paulofski @ na bicicleta | 23/04/2014 às 7:25

Temas: [ can't miss it ] [ bicicultura ] [ ciclismo urbano ] [ coisas que vejo ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ testemunho ] [ video ]

Sociedade Civil – Ciclismo Urbano

Sociedade Civil“Cada vez mais a bicicleta deixa de ser um passatempo de fim de semana, passando a ser utilizada, cada vez mais, como meio de transporte no dia-a-dia.
São várias as razões que estão por trás do aumento do ciclismo urbano, desde motivos ambientais, a razões de cariz económico.
Neste Sociedade Civil iremos debater questões tais como: O que motiva os ciclistas urbanos? Que condições existem e o que ainda deve ser feito ao nível das cidades? Que direitos e que deveres têm os ciclistas urbanos? Quais os principais cuidados a ter na partilha da via com os veículos motorizados?
De 2ª a 6ªfeira, Sociedade Civil traz-lhe gente que se dedica a melhorar a nossa vida, cidadãos com uma larga experiência na resolução de problemas, pessoas de várias organizações mobilizadas para soluções nas mais diversas áreas.

(clicando aqui podem assistir ao programa)


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ciclofilia [111] The Great Experience of Feeling Small – Rhaetian Railway

paulofski @ na bicicleta | 22/04/2014 às 12:00

Temas: [ ciclofilia ] [ bicicultura ] [ btt ] [ ciclistas no mundo ] [ coisas que vejo ] [ downhill ] [ filme ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ Suiça ]

“The Rhaetian Railway gives access to some of the most awesome singletrack in the Swiss Alps. Therefore, I was quite happy, when they comissioned me to shoot a mountain bike video for them. “…

Shot & produced by filme-von-draussen.ch


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Material de viagem - Kit cozinha

Gonças @ Hors Piste autorizé.... | 22/04/2014 às 11:20

Temas: [ bicicultura ] [ bikepacking ] [ cicloturismo ] [ myog ] [ touring bicla ]

Se há "kit" importante numa viagem de bicicleta em autonomia é o "kit da cozinha"! E não é à toa, afinal a comida é o nosso combustível! Para além disso, eu também gosto de cozinhar e por isso tento compor um kit para poder dar asas à minha imaginação e fazer algo apelativo e nutritivo.  

Em modo "cicloturismo" tenho um saco (é uma mala de depósito de mota) no rack traseiro onde carrego a cozinha e a comida que vou comprando pelo caminho (é extensível). 

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O kit devidamente empacotado.

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E PUFF cá fora que nem o Sport Billy

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A cozinhar o jantar num bivaque com o Gugas em 2012

Este kit já o tenho há quase 20 anos, com uma ou outra variante e produto mais recente. Usava-o com frequência em viagens de mota, em férias de campismo e até caminhadas, alterando o conteúdo consoante a utilização. Este que vos mostro utilizei-o em viagens com o Gugas e contém:

- fogão camping gaz bluet micro 
- bilha cv470
- isqueiro e fósforos
- uma mini-tábua que dá jeito para cortar legumes e estabilizar o fogão ;o)
- 2 canivetes/talheres (old's cool)
- uma faca com protecção de lâmina
- marmita quechua que uso para panela (antes era uma marmita destas que ainda a tenho) com pega plástica (tipo alicate)
- 2 tigelas orikaso que para quem gosta de origami é um consolo. (a capa serve de base).
- 1 mini cafeteira italiana
- pequenos tupperwares com temperos (sal, oregãos, erves de provence, pimentão doce, etc.)
- 1 garrafinha com azeite
- pano da loiça
- mini colher de pau
- 2 copos inox
- kit lava loiças (esfregão e lava loiças biodegradável)
- comida


Este kit é volumoso, e cada vez é mais difícil de arranjar cartuchos de gaz (para além de que nunca gostei de carregar gaz, apesar de nunca ter tido azar).

uns anos para cá conheci os fogões a alcoól, e desde aí prefiro carregar combustível líquido, mais acessível e menos perigoso. Especialmente em caminhadas, onde o volume e peso nota-se mais.

Como em modo bikepacking também valorizo tanto o menor peso como o menor volume uso um kit de cozinha bem diferente e idêntico ao utilizado em caminhadas (é um kit diy que é barato de replicar).

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TCHARAM...that's it!

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Depois de aberto....puff

Sejamos justos, este kit é apenas para 1 pessoa e serve essencialmente para ferver água. E ainda tenho outro mais pequeno, para voltas também elas mais pequenas, mas foquemo-nos neste:

Dentro do saco da minha múmia (que vai dentro do saco-cama) tenho:

- escorredor de talheres IKEA transformado num hobo stove e/ou protecção para o vento.
- 1 caneca do chinês (daqueles com um recipiente perfurado em cima)
- 1 fogão trangia
- 1 canivete/talheres
- 1 pano loiça
- 2 estacas (servem para elevar o trangia ou servir de grelha caso use madeira)
- 1 esfregão com detergente envolto num saco plástico

Este kit é muito barato e fácil de fazer. O trangia pode ser substituído por um fogão feito de lata, ficando ainda mais barato. O álcool transporto numa garrafa de plástico à parte, mas já pensei transportá-lo numa garrafinha metálica do whiskey dentro do hobo stove ;o) 

O fogão em plena utilização:

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O fogão já com o álcool a queimar lá dentro 
(a chama é quase invisível)

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Visto de lado, pela abertura para a lenha, 
o pote com água em cima das 2 estacas.

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A água ferveu em 4 minutos, depois juntei o "mix" feito em casa 
de aveia, coco ralado, leite em pó, açucar e canela.

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Deixar cozer um pouco a aveia

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Pela entrada da lenha coloco a tampa para apagar a chama

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Decido juntar café em pó

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na na na

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tcharam

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Sabe bem! 

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O trangia arrefece rapidamente e é nessa altura 
que coloco a tampa com o-ring para conservar o álcool que sobrou.

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saco do esfregão embebido em detergente

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Depois de lavado é arrumar tudo no sítio

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Acho que vou substituir as estacas por raios! ;o)


Boas cozinhadelas!


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‘Sociedade Civil’ – Ciclismo Urbano – RTP2

ricardocruz @ Bicla no Porto | 21/04/2014 às 21:13

Temas: [ media ] [ bicicultura ] [ Media ] [ RTP2 ] [ sociedade civil ]

A RTP mais uma vez na vanguarda e a mostrar a importância do serviço público. Parabéns pelo trabalho. Falta só passá-lo em horário nobre e no canal 1 para ver se mais pessoas acreditam que outro mundo é possível. O … Continuar a ler
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em Abril, pedaladas mil [3] *happy people ride a bicycle

paulofski @ na bicicleta | 21/04/2014 às 14:17

Temas: [ divulgação ] [ abanar o capacete ] [ bicicultura ] [ Braga ] [ coisas que vejo ] [ Entroncamento ] [ Esposende ] [ Maia ] [ motivação ] [ movimento alternativo ] [ passeio ] [ video ]

  Tertúlia GuimarãesFonte: jovemcoop.blogspot.pt

Entroncamento 25 AbrilFonte: o praticante

Movimento AlternativoFonte: facebook/events

Encontro_Bicicletas nocturno Esposende

Fonte: rodasdeviriato.blogspot.pt

* o extra é este backstage vídeo promo da Catania Bike Festival. Não dá para (r)ir mas…

… dá depois para ver como o resultado final ficou verdadeiramente HAPPY!


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"Montejunto bikepacking adventure" em fotos

Gonças @ Hors Piste autorizé.... | 21/04/2014 às 8:42

Temas: [ bicicultura ] [ bikepacking ] [ cicloturismo ] [ TT ]

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No "quim" para sair de Lisboa

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Primeiros trilhos 

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e primeiros lamaçais

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Montejunto ao longe...

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As chuvas dão nisto...

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campos verdejantes!!

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Espero que as máquinas de lavar roupa não dêem cabo destes oásis...

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Valorizo sempre a sesta!


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Papas de aveia com café! Para acordar!

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Estava muito nevoeiro domingo de manhã

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e tive companhia para o pequeno-almoço


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Passagem estreita

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Aproveitei para fazer umas 2caches"

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Almoço

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Nhami...

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Já de volta, uma estirada de alcatrão

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No mesmo "quim", já de volta...


165Kms, 1500m de acumulado
tudo a uns 60kms de Lisboa.

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Terreiro do Paço ( mais fotos clicando na bicicleta à esquerda,obrigado).

Diário de Lisboa @ Diário de Lisboa - The Lisbon Diary | 21/04/2014 às 8:41

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ]

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Happy

miguelbarroso @ Lisbon Cycle Chic | 20/04/2014 às 21:33

Temas: [ Uncategorized ] [ bicicleta ] [ bicicultura ] [ Cycle Chic ] [ guest photo ] [ Happy ] [ Pharrell Williams ] [ video ]

happy

Não podia deixar de partilhar aqui, a melhor maneira de ser feliz…

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PSP já tem patrulhas de bicicleta em Braga!

Victor Domingos @ Braga Ciclável | 18/04/2014 às 14:52

Temas: [ agentes ] [ autoridades ] [ bicicultura ] [ patrulha ] [ polícia ] [ PSP ] [ Segway ]

A PSP de Braga já começou a patrulhar as ruas de Braga em bicicleta e Segway! O Braga Ciclável dá as boas-vindas a esta iniciativa, que esperamos ser para manter e alargar.

PSP Braga em bicicleta

Consideramos que as patrulhas em bicicleta podem ter um papel importantíssimo para o aumento da segurança rodoviária, de várias formas. Por um lado, a circulação e atuação destes agentes nas nossas ruas e estradas serão um contributo para sensibilizar e moderar o comportamento de alguns automobilistas (redução de velocidade, manutenção de distâncias de segurança, respeito pelas regras de prioridade, realização de manobras de ultrapassagem em segurança, etc.). Por outro lado, os agentes de bicicleta estarão em excelente posição para ajudar a formar bons hábitos de condução nos ciclistas menos experientes (utilização de luzes e refletores, ocupação da faixa de rodagem, cedência de prioridade a peões e respeito pelas regras de prioridade em cruzamentos, etc.). 

Todos temos a ganhar com esta nova modalidade de intervenção da PSP Braga. Sejam muito bem-vindos!


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crónica – Flèche Minho

paulofski @ na bicicleta | 17/04/2014 às 22:21

Temas: [ longas pedalas ] [ bicicultura ] [ Cosmica ] [ Flèche ] [ fotografia ] [ fotopedaladas ] [ longas pedaladas ] [ motivação ] [ randonneur ] [ roda de amigos ]

Flèches PortugalAs Flèches são tradicionalmente um evento social, ciclístico não-competitivo, onde ciclistas “randonneurs” que pedalam habitualmente os Brevet Randonneur Mondial têm mais uma oportunidade de se juntar. O objectivo é pedalar em equipa, em completa autonomia, durante vinte e quatro horas exactas. São as equipas que escolhem a rota, na qual serão percorridos no mínimo 360 km’s, e definem os postos de controlo. As “Flèches Portugal” têm origem em diferentes locais de saída, são percorridos por várias equipas de randonneurs que se dirigem rumo a um local de chegada comum, em Coimbra. Chegar é a meta, e na meta o prémio é um prato de massa servido à roda com amigos e companheiros de estrada. Depois do almoço, todos metem as bicicletas no comboio e regressam a casa. Resumindo é isto, mas é claro que muitas preipécias aconteceram nestas 24 horas de pedalada.

O desafio desta Flèche era para mim uma espécie de desforra pessoal, depois de frustrada a tentativa do ano passado. Mas estava um pouco apreensivo pois não fazia um treino de jeito desde a minha ida e volta a Baiona. No último mês andei relaxado, um bon vivant à custa de um joelho resmungão! Tudo que eu precisava era de um fim-de-semana assim para reacender a minha ousadia dormente. Eu andava preguiçoso. Se bem que poderia aligeirar o esforço a bordo da mais levezinha, desejava sobretudo testar os meus limites no selim da Cósmica, a minha clássica bicicleta de aço, combinando os prazeres das pedaladas com as exigências do ciclismo de longa distância.

Flèche Minho brevetA aventura começou na véspera: Uma viagem de metro até à Póvoa; a proeza de três marmanjos enfiarem-se com duas biclas dentro de um carro; dormir em Esposende; acordar cedinho; seguir para Viana, trocar de carro (este equipado com os apetrechos necessários ao transporte exterior de bicicletas); viajar os km’s que nos separavam do local escolhido para a partida. S. Gregório fica lá no alto do mapa, o ponto mais a norte de Portugal, bem no cantinho encostado à Galiza. Lá em cima esperava-nos uma neblina fresquita e o grilar chato do roamimg dos nossos telemóveis. Depois do pequeno-almoço, calibragem, kit, fotos, rabo no selim e, às 10h em ponto, finalmente o momento para que nós lá fomos, dar início à Flèche, dar ao pedal.

S. GregórioComeçamos em ritmo de passeio, a descer até Melgaço, até Monção. Abrira um belo sol no céu, e o ar quente e contagiante misturava-se com a paisagem minhota e os odores do campo. Um par de horas de pedalada e já cumpríamos o primeiro controlo, em Valença, prosseguindo com apetite a pedalada até Cerveira, onde parámos para almoçar. De barriga cheia, o próximo destino foi Caminha. Confesso que a vontade de lá ficar, a fazer uma sesta na caminha, não me faltou mas, a poucos minutos dali um mero aparelhómetro de GPS mal ajustado haveria de nos proporcionar o momento mais engraçado e algumas paragens inesperadas para ser resgatado dos paralelos. Com a suave nortada pelas costas a empurrar-nos o ímpeto, o lanche fez-se a horas no posto de controlo programado em Viana do Castelo.

em CaminhaE continuamos para bingo, isto é, para sul, até que um pequeno contratempo mecânico haveria de nos obrigar a uma breve paragem. Mais à frente, na Póvoa de Varzim, fizemos nova paragem para refrescar as ideias e dar algum descanso ao assento. Como resultado de um parafuso moído, o selim da minha bicicleta ganhava uma estranha e inusitada inclinação. Ora empinava, ora descaía, o que por mais aperto e reajustes lhe fizesse, o maldito sofá haveria de me moer a paciência e o rabo quase até ao final da jornada. Finalmente encaramos as primeiras pequenas subidas do dia, até contornarmos a Cidade Invicta e avistarmos o pôr-do-sol, na Praia de Matosinhos. Novo carimbo no brevet e, sem mais demoras, bora lá cumprir a parte mais bela do percurso, a que eu já faço de olhos fechados. Com a noite a engolir-nos aos poucos, fomos contornando o Douro, do Porto até Gaia, onde haveríamos de jantar, escutando as ondas do mar.

Off Shore, GaiaEstávamos mais ou menos a meio da Flèche. Só então relaxei, liguei para casa e pus-me a inventariar as perdas: Coração? Batia; Pulmões? Enchiam; Pernas? Normais; Cabeça? Feliz; Rabo? Rabo!?!? Mas qual rabo? E ainda nos faltava meio dia de pedalada. Seguimos depois mais aconchegados na vestimenta e luzes apontadas à escuridão pela orla marítima de Gaia. Passada a cidade de Espinho, já em plena N109 o infortúnio proporcionou uma paragem extra ao largo de Ovar. Uma das binas xpto ficou com o manípulo de mudanças fora de acção, forçando o ciclista a usar os seus dotes MacGyverianos para se safar tão somente com o desviador do prato dianteiro, prosseguindo numa dualspeed, a duas velocidades: Uma depressa, outra depressinha! Next stop: Aveiro.

AveiroAí, há muito tempo que o corpo ordenava sair do selim. Descansamos, hidratamo-nos, comemos, pelo menos tentei, e mesmo não tendo a menor pretensão de levar o relógio a sério, continuamos. Seguiu-se o trecho meio urbano, meio rural das Gafanhas. Acontece que aquele terreno planinho poderia até nos embalar no sono, mas o ar puro, a noite banhada pelo luar, a navegação por ruas iguais umas às outras, todos os possíveis estímulos nos mantinham acordados de uma forma inapelável. Mirar Mira perto das quatro da matina não é propriamente entrar numa localidade com muito movimento mas tem pelo menos um café aberto aquela hora. Mais um carimbo no cartão e uma dúvida ficou mal esclarecida, e da qual só daríamos conta disso uns km’s mais à frente (o gajo do café está feito).

MiraNão me sentia no meu melhor, já vinha tendo provas disso há imenso tempo, mas aquela paragem proporcionou-me algum alívio, principalmente na zona dos glúteos… do traseiro! Outra vez sujeito à birra do selim, jurava aparafusá-lo pela última vez. Que bom isso seria! A noite entretanto tornou-se húmida e soprava uma brisa de frente. Se de dia a recta da Tocha já é enfadonha, fazê-la de noite, sem o roncar de um camião ou de um ou outro acelera, é soporífica. Antes que algum de nós adormecesse a pedalar, acabamos vencidos por alguma sonolência e paramos, aproveitando finalmente para nos deliciarmos com a aletria do pequeno-almoço, trazida de casa nos alforjes. E que bem que soube!

Serra da Boa ViagemSeguiu-se a Serra da Boa Viagem e mal tinha começado a serra propriamente dita, viragem para Quiaios. Não conhecíamos de todo aquela zona mesmo às portas da Figueira da Foz. O estudo prévio do percurso no satélite do tio Google viria a tornar-se comprometedor para as nossas intenções de ripanço no próximo posto de controlo, um hotel. Se a avaria em Ovar promoveu a parte tragicómica do passeio, não demoramos a ver que a parte maravilhosa, fantástica, incrível e sensacional que estava só a começar. Logo à primeira subidinha eu já estava arreado e apeei. Quando o asfalto desapareceu e deu lugar a um carreiro de terra e pedras soltas, então todos desmontaram e empurramos as bicicletas ladeira acima, em pétêtê. Parece que aquele trecho do percurso não estaria no programa mas fez parte e só a luz do farol misturada com o som do mar, lá ao fundo, só tornava aquilo mais difícil e interessante! E lá acabamos vencendo a nossa pequena contenda, já no cimo da serra, depois de uns bons trinta minutos de hostilidades mútuas.

Montemor-o-VelhoAvistamos o Mondego, o que foi também um dos pontos altos do dia pois estava a nascer o sol… Bem, o sol de facto não se via mas notava-se pelo menos que já era de dia. Pedalávamos juntos e bem devagarinho, sem comprometer o desempenho uns dos outros… Ah, nada como uma corrida de bicicletas! Pois, querias!!! Dizer que estávamos exaustos é pouco. Eu estava de rastos e ainda não sabia que para chegar a Montemor não iria dar parte de velho… de fraco, o que não dei. Chegada a 22ª hora de aventura, dali até Coimbra a pedalada seria martelar os pedais, quase que com o poder da mente. E seguirmos juntos até o fim, pedalando sempre numa estrada lunar, repleta de crateras e que veio a demonstrar a boa resistência do material. Contemplando a paisagem e a natureza ao redor, entre arrozais e água, aqui e ali fomos cruzando com ciclistas de fim-de-semana. Bom também foi poder mudar um pouco o foco e deixar-me ficar para trás, comendo poeira.

CoimbraCoimbra tem mais encanto na hora da Flèche concluída e assim, bem à hora marcada, chegamos ao derradeiro posto de controlo onde já haviam chegado as outras equipas, Flèche Papa Léguas e Flèche Pioneiros, oriundas da região de Lisboa. Feliz por ter desgrudado a bola de basquete… o rabo do selim, desmontei e não cai no chão. Carimbado o brevet pela última vez, para honra e glória de futuras gerações, já só queria a minha recompensa, o convívio com a malta e um prato cheio de tagliatelle com salmão.

brevet Fléche MinhoSe a vida é feita de momentos, o passado é feito de momentos marcantes. Comendo poeira e tudo, este foi mais um fim-de-semana agradável e intenso que vai certamente figurar no painel de memórias dos anos mais activos da minha loooonga juventude.
Valeu, Zé, Manel e Tiago, a valente equipa da Flèche Minho!

randonneur

Podem ver aqui o giro que fizemos.

Paulo.


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Av. da Liberdade.

Diário de Lisboa @ Diário de Lisboa - The Lisbon Diary | 17/04/2014 às 19:28

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ]

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Bela Vista (mais fotografias clicando no icon das bicicletas ao lado,obrigado)

Diário de Lisboa @ Diário de Lisboa - The Lisbon Diary | 16/04/2014 às 21:27

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ]

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Levar a carga em Bikepacking

Gonças @ Hors Piste autorizé.... | 16/04/2014 às 10:50

Temas: [ bicicultura ] [ bikepacking ] [ myog ] [ TT ]

Depois de "empacotar" tudo, há que arranjar maneira de transportar a carga na bicicleta.

Relembro de que vou fazer cicloturismo em todo o terreno (estrada e mato), ou seja Bikepacking pelo que não vou optar pela opção mais comum do cicloturismo (alforges laterais).

Não que fosse impossível, ou que não "aguentassem", mas é um sistema mais apto a falhas: ligações em metal são mais frágeis em caso de muita vibração, em sigle-tracks é preferível ter o material mais próximo ao quadro, e por fim: quanto mais espaço tens, mais carga levas ;o) é lei!! eheh

Fui espreitar quem faz disto à mais tempo e é consensual o transporte do material mais à frente do que atrás (já há muito tempo atrás se fazia o mesmo).

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E usam garfo rígido, compensando o amortecimento 
com rodas mais grossas e até poupam no desviador dianteiro!!

Tentei prender os sacos tanto no guiador como no banco. 

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Ligação apenas com cintas...trilhava-me demasiado os cabos.


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Lembrei-me de colocar o suporte da mala do guiador para afastar a mala.
Aproveitei para colocar uma cinta grossa a reforçar.

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Ainda me lembrei de por uns "cornos" para segurar o saco mais longe.
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Atrás ainda deu mais luta...sem apoios correctos o saco baila muito.
Tive que repensar a coisa. 
Lembrei-me de criar um harnês para o saco à frente.
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A versão dinheiro na mão!

E seguindo a minha pirâmide do consumo ;o) 

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favoreço a reutilização de material que tenho:

Neste caso, uma mala para portátil que se rasgou.

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Esta veio do Freecycle...

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Cortei o apoio das costas.

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Não é igualzinho ao harnês profissional? ;o)

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Preso no suporte da mala do guiador!

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Ainda ponderei prender com um suporte metálico...
...mas fiquei-me pelas cintas.

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Tcharam!!

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 Acabei por inverter o harnês!

Perguntaram-me se tinha comprado o suporte do LIDL...acho que é um elogio! ;o)

Para trás, lembrei-me de colocar um suporte para carga, daqueles que se prendem ao espigão! Mas como tinha uma cadeira de criança que já não utilizo, coloquei apenas o suporte para segurar o saco traseiro:



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Eis o rack traseiro! Está feito para levar até 22Kgs por isso estou na boa.

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E prende no quadro, em vez do espigão do selim. 
Inverti-o para poder caber o framebag.

É um pouco pesado, cerca de 1,4Kgs, mas robusto. 

Eis o setup final que foi para um teste de fim-de-semana:

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À saída de casa.

Á frente leva o saco-estanque preso no harnês, a bolsa azul a prender de lado e a fita grossa a envolver tudo! No guiador levo o GPS. As gaiolas para as garrafas de água estão presas à suspensão e aguentam muita porrada nos trilhos. 

Tenho o framebag que quando enche não chega a tocar com a lateral no tubo do quadro (é estreita a perna do impermeável). A bomba de ar vai presa nos seus velcros. 

No espigão vai presa uma bolsa com uma câmara de ar extra e uma garrafita com alcool para o fogão. O saco estanque maior vai no rack e também preso ao espigão (e bem apertado para não roçar nas pernas). Em cima vai o kit de ferramentas. 

Nas costas levo uma pequena mochila com kit 1º socorros e kit sobrevivência, bem leve pois não gosto de levar nada a pesar nos ombros.

O teste de 165Kms, com 1500m de acumulado com 40% estrada e 60% trilhos, mostrou que há pouco a mudar no setup. Mas há espaço sobre o tubo central que pode ser aproveitado ;o) 

Preciso também de substituir o saco-cama que é demasiado volumoso e pesado para além de já não oferecer muita eficácia térmica. 

O pano tenda (tarp) pode ser menor (tlvz um poncho) e preciso de uns punhos mais confortáveis e com pequenos "cornos". 

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Na vinda, ainda no comboio!!

Foi um fim-de-semana espectacular...fica para a próxima.

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Dossiê apresentado à CMB (propostas para alteração da Rede Ciclável em estudo)

Victor Domingos @ Braga Ciclável | 15/04/2014 às 23:26

Temas: [ Antonio Babo ] [ bicicultura ] [ Ciclovias ] [ Câmara Municipal de Braga ] [ Estacionamento ] [ Faixas BUS + BICI ] [ Mário Meireles ] [ Proposta de Mobilidade Sustentável ]

Conforme prometido, publicamos hoje os documentos que integraram o dossiê apresentado pelos ciclistas urbanos à Câmara Municipal de Braga, na última reunião.

A partir da rede ciclável proposta pela CMB e presente na revisão em curso do Plano Diretor Municipal, do Programa de Ciclovias Interurbanas do CÁVADO (estudo desenvolvido pelo professor António Perez Babo) e utilizando também os percursos fornecidos por 31 ciclistas urbanos (Mapa Braga Ciclável) e a experiência no terreno obtida pelo grupo de ciclistas que participaram na elaboração do dossiê, chegou-se a uma nova proposta com algumas pequenas, mas significativas alterações ao mapa inicial.

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via Sub 954: Arquitectura à Moda do Porto

paulofski @ na bicicleta | 15/04/2014 às 17:01

Temas: [ filme ] [ bicicultura ] [ ciclismo urbano ] [ coisas que vejo ] [ cycle chic ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ Porto ] [ Sub 954 ]


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Material transportado em Bikepacking

Gonças @ Hors Piste autorizé.... | 15/04/2014 às 12:09

Temas: [ bicicultura ] [ bikepacking ] [ myog ]

Tentei colocar o material necessário para viajar de bicicleta em autonomia em todo o terreno (bikepacking) em 2 sacos estanques que tenho:

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O da esquerda deve ter 15l, o da direita é claramente enorme. 
Mas é o que há!

Para levar isto tudo:


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tcharam...pronto para a doidêra de 1 noite ou 10 noites de pedalada!

Lá tiveram que caber:

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Tudo empacotado e pronto para colocar na bicla


Como a maior parte do material que tenho é old school (old is cool) o conjunto é volumoso e pesa um pouco mais que 10Kgs.

Com dividi isto?

No saco mais pequeno coloquei o saco-cama (antigo e muito volumoso), uma múmia de algodão, gorro e luvas e o kit higiene.


No maior coloquei a roupa (muito volumosa e pesada), o hammock e o tarp e o kit cozinha.   

A comida levei à parte, mas a meio coloquei-o no frame bag.

O desafio seguinte era: como colocar isto na bicla sem porta-bagagens?



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fotocycle [126] cheiro de chuva…

paulofski @ na bicicleta | 15/04/2014 às 7:56

Temas: [ fotocycle ] [ à chuva ] [ bicicultura ] [ fotografia ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ penso eu de que... ] [ Porto ] [ Sua Alteza ]

… no asfalto quente? Hummm, se gosto!

cheiro de chuva


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Bici-Paper no centro de Braga - vamos lá pedalar?

Victor Domingos @ Braga Ciclável | 15/04/2014 às 1:10

Temas: [ Bici-Paper ] [ bicicultura ] [ Eventos ] [ Go By Bike ] [ JovemCooop ] [ Largo da Senhora-a-Branca ] [ Turismo ]

Bici-Paper - Vamos pedalar na cidade de Braga

Este sábado, dia 19 de abril, realiza-se no centro da cidade de Braga um Bici-Paper, por iniciativa da JovemCoop em colaboração com a Go By Bike. Será uma excelente oportunidade para nos divertirmos e ao mesmo tempo ficarmos a conhecer melhor a nossa cidade!

Segundo a organização deste evento, a participação poderá ser feita individualmente ou criando uma equipa com o máximo de 5 elementos. Todos são bem-vindos, pelo que é sempre boa ideia levar alguns amigos e familiares. O ponto de encontro é o Largo da Senhor-a-Branca, às 14h30.

As inscrições são gratuitas e podem ser feita por email (ver aqui o cartaz oficial do evento), até 5ª feira, dia 17 de abril. Não há limite de idade, basta ter boa disposição e gostar de pedalar.

Vamos lá pedalar? ;-)

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E assim se vai até ao Rock in Rio

miguelbarroso @ Lisbon Cycle Chic | 15/04/2014 às 1:07

Temas: [ Uncategorized ] [ bicicleta ] [ bicicultura ] [ Cycle Chic ] [ evento ] [ Lisboa ] [ Rock in Rio ]

Como tinha anunciado, no sábado passado realizou-se o passeio Eu Vou de Bicicleta, cujo objectivo era lembrar as pessoas que podem ir para o festival Rock in Rio Lisboa de bicicleta (até vai haver lá um parque vigiado pela FPCUB, onde podem deixar as bicicletas em segurança).

_LFP6549_RockinRio_Bicicleta[1](foto cm-lisboa.pt)

Tratou-se de uma co-organização Lisbon Cycle Chic / FPCUB / CML / Rock in Rio / EDP. As 500 inscrições esgotaram num ápice, pois foi divulgado em inúmeros canais. Mais uma vez, um passeio calmo sem qualquer carácter desportivo, mas a avaliar pela indumentária da maioria das pessoas que responderam à chamada, parecia que estávamos todos perante uma prova de contra-relógio. Não quero fazer qualquer censura ao modo de vestir que cada um escolhe – mas para andar de bicicleta calmamente, a roupa do dia-a-dia serve perfeitamente. Compreendo que muita gente sinta que o equipamento xpto é o melhor para fazer desporto em bicicleta… Provavelmente alguns até fizeram umas boas dezenas de kms para lá chegar, e outros tantos para regressar a casa. Mas se é para passear ou utilizar a bicicleta como meio de transporte no dia-a-dia… desculpem-me mas eu continuo a dizer que me sinto melhor vestido normalmente (e ficam também com muito melhor aspecto).

Faz-me confusão ver tanta gente ir passear calma e descontraidamente de bicicleta, equipados da cabeça aos pés como se fossem fazer a Volta ou a Travessia em BTT. Nem me refiro só a este passeio – vejo frequentemente gente assim equipada para passear junto ao rio… seria o equivalente a equipar-me assim, para ir de automóvel até ao Guincho com a família:

f1_pilot_0003.jpg47a88697-5e08-4f22-aa38-2eee2431a274Large[1]

Mas enfim… são opções, e cada um é livre de escolher o que veste! Por isso chega de conversa… ficam aqui as fotos Cycle Chic do evento. Como tirei muitas mais, podem ver as restantes na página de Facebook da FPCUB.

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Como podem ver na imagem do meio, não faltou gente a capturar imagens…

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Uma das caras conhecidas que esteve presente foi o actor Ricardo Carriço – e não foi só para a foto, já que é um utilizador frequente da bicicleta em Cascais. Nunca tinha pedalado nas ruas de Lisboa e confessou-me que estava a gostar da experiência.

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Já o vereador José Sá Fernandes está habituado a pedalar nas ruas de Lisboa… mas acho que podia fazê-lo com mais frequência – fica o desafio!

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A Cidade na Ponta dos Dedos e agora dos pedais também – a Sancha Trindade, também autora da campanha que foi lançada em Setembro passado, é agora mais uma das muitas pessoas que se deslocam diariamente de bicicleta em Lisboa.

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Ninguém ficou indiferente à presença desta bicicleta muito especial!

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A Roberta Medina também fez o passeio, e depois de ter passado a semana toda a rogar pragas a quem tinha delineado o percurso (eu mesmo), chegou à Bela Vista surpreendida por afinal ser tão fácil fazer 8km no meio da cidade.

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Depois de uma paragem na Bela Vista, o regresso foi pela ciclovia do parque até às Olaias.

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E a presença destes amigos, também animou bastante o passeio!

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DSC_6828 DSC_6832Obrigado a todos os que participaram. E para os que vão ao Rock in Rio já sabem… podem ir a pedalar, e deixar a bicicleta bem vigiada quase à porta do festival!

 

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