Sinalização horizontal

@ Eu e as minhas bicicletas | 31/03/2015 às 20:33

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ pintura ] [ sinalização ]

Para além da iluminação pública que está já quase toda ela ligada (ver aqui) - agora com a mudança da hora vai ser menos necessária (ainda faltam alguns postes de iluminação, espero que não se esqueçam deles) estão a fazer mais melhoramentos na Estrada da Circunvalação em Lisboa...

Parece que as preces (as queixas e exigências) surtiram efeito e andam a pintar passadeiras e demais sinalização horizontal no percurso de Alfragide para Lisboa via a Estrada da Circunvalação. Iuupíii!

Hoje de manhã reparei que repintaram algumas passadeiras e ao chegar ao viaduto que passa do lado da Decatlhon para a Estrada da Circunvalação estavam os ciosos trabalhadores a pintar um frondoso STOP.

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Espero hoje quando voltar para casa ao final do dia ver mais intervenções destas que melhoram muito o trânsito que ali fluí. Depois reporto.

Agora bom bom bom era fechar uma das faixas ao transito motorizado e pintar o símbolo de bicicletas no chão. Isso é que era! :)

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As coisas estão a mudar, devagar devagarinho mas a mudar... e cada vez há mais gente a commutar ali naquele percurso - infelizmente e dada a perigosidade da estrada são apenas só homens na faixa dos 25 aos 50. Ainda não é um troço para todas as idades e vontades. Talvez com uma ciclovia... quiça um dia...


Adenda:
Voltei acelerado à vinda para casa de bina, vá ia a 30kms/h com os carros a bufarem-me na nuca, e não fui muito atento mas pareceu-me que na Estrada da Circunvalação que pertence a Lisboa não pintaram nada, apenas pintaram nas partes que pertencem à C.M. Amadora.
Menos mal, mas a parte mais importante até era a que pertence a Lisboa. Oh! :(
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Groningen, a cidade das bicicletas

João Pimentel Ferreira @ MUBi | 31/03/2015 às 17:59

Temas: [ artigo ] [ Lisboa ] [ notícias MUBi ] [ vantagens da bicicleta ] [ bicicultura ] [ Holanda ] [ vídeos ]

Groningen é uma cidade no norte da Holanda e uma das cidades do mundo com maior percentagem modal de utilização de bicicleta. Por ter sido historicamente uma fortaleza, a cidade tornou-se compacta, obrigando assim os seus edis a desenvolver um sistema robusto e eficiente de mobilidade urbana. Na semana em que mais uma vez os estudos europeus fazem fortes críticas à forma como a autarquia de Lisboa lida com as suas políticas de mobilidade, mormente através da falta de incentivo aos modos ativos, publicamos um exemplo de como uma cidade com cerca de 190 mil habitantes (dimensão das cidades de Braga, Vila Nova de Gaia ou Amadora), mudou radicalmente as suas políticas de mobilidade para assim providenciar melhor qualidade do ar, mais segurança, incremente do comércio local e por conseguinte melhor qualidade de vida aos seus cidadadãos.

Vídeo legendado pelo membro da MUBi Rui Martins

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hoje tem a palavra o subgerente da subcave, e que já não é subcave, das subtis biclas que sublimam as ruas do Porto

paulofski @ na bicicleta | 31/03/2015 às 16:56

Temas: [ divulgação ] [ bicicletas bué de fixes ] [ bicicultura ] [ ciclistas urbanos do Porto ] [ coisas que vejo ] [ comércio tradicional ] [ filme ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ Porto ] [ Sub 954 ]


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dos aventurosos papa-léguas a pedais

paulofski @ na bicicleta | 30/03/2015 às 13:10

Temas: [ divulgação ] [ bicicultura ] [ ciclistas no mundo ] [ cicloturismo ] [ coisas que leio ] [ dos malucos das biclas voadoras ] [ motivação ] [ noticia ] [ outras coisas ]

De Lisboa a Baku de bicicleta. “Epá, vamos então”

Jorge Cristovão“A ideia, como tantas outras, tinha o seu quê de maluquice. Ou de loucura, como admite Jorge Cristóvão, sabedor, aos 53 anos, de que talvez o corpo e as pernas não se importassem de o verem desistir desta intenção. Já andava “praticamente todos os dias” em cima de uma bicicleta, a pedalar e a acumular quilómetros, mas daí a ir de Lisboa a Baku, capital do Azerbaijão, ia uma longa distância. Tão grande quanto a tal loucura de pensar em percorrê-la a dar à perna e com duas rodas a transportarem-no. Ninguém se espantaria, portanto, se Jorge ficasse descansado em casa: “Mas se não saísse ficava com aquele bichinho a morder-me: será que era capaz?”

Mesmo com “alguma apreensão”, é isso que vai descobrir — Jorge Cristóvão vai percorrer os cerca de 6.800 quilómetros para, durante 60 dias, ir da capital portuguesa à azeri, onde se realizará a primeira edição dos Jogos Europeus, uma espécie de Olimpíadas só com atletas do mesmo continente. Foi ele, um “aventureiro desta coisa da bicicleta”, a lembrar-se de pegar na bandeira portuguesa e levá-la até Baku. Apresentou a ideia, o Comité Olímpico de Portugal (COP) gostou, aceitou a proposta e, com o tempo, arranjou maneira de alterar um pouco o plano.”…

(Lê mais aqui)

Três mil dias numa volta ao Mundo em bicicleta

Hernani Cardoso“Há quase um ano, Hernâni Cardoso fartou-se da vida que levava em Portugal. Vendeu tudo o que tinha e decidiu cumprir um sonho: partir estrada fora, de bicicleta, para dar uma volta ao Mundo durante oito anos.

Arrancou de Guimarães a 20 de maio. Agora, dez meses volvidos, já passou por 27 países e pedalou 5280 quilómetros. “Às vezes dou comigo a tentar perceber se tudo isto é um sonho ou se é mesmo a realidade”, conta-nos partir do Dubai.

O projeto deste militar na reserva, 53 anos, divorciado e nascido em Gaia, é fazer uma viagem em ritmo brando e passar por locais espalhados pelo Planeta com vestígios de antepassados portugueses.”

(Lê mais na edição e-paper ou na edição impressa)

O chef de cozinha, a bicicleta e os bombeiros

Frederic B Mullera“O espanhol Frederic Barnet Mullera, atualmente, com 74 anos, iniciou uma aventura de conhecer o mundo pedalando, em setembro de 2011, após se aposentar. Para ele a aposentadoria como chef de cozinha foi apenas o início de uma nova fase da sua vida. Ele adquiriu uma bicicleta, se despediu da família e resolveu dar uma volta ao mundo. Em Teresina desde a última segunda-feira (23), onde está hospedado no Corpo de Bombeiros, ele mal chegou e já planeja o seu próximo destino. Segundo suas anotações, Frederic já está viajando há 1.165 dias e rodou cerca de 70.752 quilômetros, mas ainda há muito caminho pela frente.

A curiosidade desperta sonhos e move as pessoas; e foi justamente esse desejo que fez Frederic deixar a sua família para viver uma grande aventura sobre rodas. “Quando eu me aposentei eu percebi que queria ver mais do mundo, viver mais. A vida não havia acabado ali para mim. Então, pensei que devia fazer algo para mim. Comprei uma bicicleta e decidi dar a volta ao mundo para ver as pessoas, conhecer as culturas, as línguas, os hábitos, os costumes, as famílias”, conta.”…

(Lê mais aqui)


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Vou de bicicleta e levo o cão

Ana Pereira @ Cenas a Pedal | 30/03/2015 às 8:23

Temas: [ Produtos CaP ] [ animais ] [ bicicultura ] [ cães ] [ soluções de transporte ]

Depois que adoptámos a Mutthilda (lê-se Matilda, é um trocadilho com “mutt”, “rafeiro”, em inglês), no Verão do ano passado, esta questão tornou-se pessoal. :-)

Estas são as opções que já testámos, embora em diferentes fases de crescimento e desenvolvimento da Mutthilda:

Cesto dianteiro, fixo ao guiador, sem grade/cobertura, da Cordo:

1ª viagem da Mutthilda

Fixe para os dias quentes de Verão, e enquanto ela era pequena, e cabia lá bem. Mas é mais adequado a cães mais crescidos, treinados para não se mexerem muito nem tentarem sair do cesto com a bicicleta em movimento, pois traz apenas uma fita para prender à coleira.

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Entretanto, preparando-nos para os 9-10 Kg previstos para a Mutthilda versão adulta, apostámos num atrelado da Croozer, que tinha a vantagem de funcionar também como “casota” quanto estávamos no atelier ou na casa de alguém. Como eu é que andava de bicicleta com assistência eléctrica, eu é que normalmente a rebocava.

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Ela andava lá à vontade, via as vistas, etc. Era sempre uma estrela por onde passava, e dava imenso jeito na estrada pela “pegada”.

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Como começou a chegar o Outono e o Inverno, e começámos a sentir falta da simplicidade e flexibilidade do cesto, passámos para outro, da Klickfix, que pode ser usado com ou sem cobertura, tem “janelas”, e uma cobertura impermeável, além de ter uma fixação de 2 pontos, dando menos liberdade ao cão de simplesmente saltar, mas tornando mais fácil ele enlear-se na fita.

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Fixa-se com um adaptador da Klickfix, e cabia em ambas as bicicletas, por isso ora a levava eu ora a levava o Bruno.

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Quando a Mutthilda começou a habituar-se melhor e a gostar mais do cesto, já estava grande demais para ele, em termos de peso e até de volume, e então era hora de experimentar outra coisa.

Com ela ainda pequenina, já tinha experimentado algumas vezes levá-la na caixa de transporte comum, fixa ao porta-bagagem da minha bicicleta com as fantásticas Rok Straps e funcionou bem. Mais tarde, como o Bruno tinha entretanto voltado à Surly Big Dummy como bicicleta do dia-a-dia, a conclusão foi óbvia. Primeiro ia de lado, sobre um Wideloader da Xtracycle, para o peso ficar mais em baixo. Depois passámo-la cá para cima, para o peso ficar mais equilibrado e o veículo mais manobrável, além de recuperar capacidade de carga nos sacos.

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Ela já está com mais de 9 Kg e mal cabe na caixa, mas para os percursos relativamente curtos que fazemos de cada vez (6 Km) funciona bem, ela vai enroladinha. :-)

E depois, é isto todos os dias ao chegar a casa:

Uma coisa que queremos experimentar é a cadeira dianteira para cães, Buddyrider, embora anule o quadro rebaixado da bicicleta, se esta o tiver:

Buddyrider

(Temos um catálogo em PDF com soluções de transporte de cães em bicicleta, é só entrarem em contacto que enviamos por e-mail.)

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