A Prazeres na imprensa!

@ Eu e as minhas bicicletas | 22/05/2015 às 10:49

Temas: [ artigo ] [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ ponto turismo ] [ prazeres ]

A Prazeres rola e rola e rola e os carros caracolam...

"A vida é feita de decisões." - bora lá lançar este slogan!

IMG_20150522_093817.jpg

Há uns meses fui contactado por um simpático moço que me pediu autorização para mencionar o meu blog num artigo que iria escrever sobre bicicletas, o que anui sem problema.

Hoje de manhã fiquei sabedor da peça jornalística.

prazeres.jpg


Ver o resto do artigo aqui na página 33:
http://issuu.com/pontoturismo/docs/ponto_turismo_18__1_

Só faltou mencionar a "Felicidade" -  minha outra bina.
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a par, em par com os carros

paulofski @ na bicicleta | 22/05/2015 às 9:53

Temas: [ motivação ] [ bicicultura ] [ ciclismo ] [ ciclismo urbano ] [ coisas que leio ] [ legislação ] [ outras coisas ] [ par ] [ partilha ] [ segurança rodoviária ]

Motorist perception of bicyclist position and available passing space. [Graphic: Keri Caffrey]

Motorist perception of bicyclist position and available passing space. [Graphic: Keri Caffrey]

Na bicicleta, não há nada mais stressante do que sentir a opressão do trânsito. Andar de bicicleta acarreta algumas situações arriscadas, bem sabemos, mas se algumas estão directamente relacionadas com o nosso comportamento, muitas outras são deliberadamente ocasionadas pela acção directa de automobilistas que não ajudam. Quando não conhecem ou simplesmente se estão a borrifar para os direitos dos ciclistas, a postura ideal na estrada, a nossa reacção perante essas situações, é o “truque” eficaz e legal para a nossa segurança.

Dentro da faixa de rodagem, afastado q.b. da berma, tanto quanto possível deveremos estar o mais visíveis possível, “obrigar” o automobilista a abrandar e, quando ao nosso lado, respeitar a distância de metro e meio. A recente legislação aprovou uma distância de segurança em torno do ciclista, no entanto se o ciclista for empurrado, obrigado a andar o mais próximo à borda da estrada, isso não é seguro para si. Ele tem o direito à utilização plena da estrada.

Alguns mais impacientes vão-nos amaldiçoar por estarmos ali, vão buzinar ou mesmo acelerar para expressar a sua arrogância. Temos pena. Se estamos ali é porque a posição do ciclista na estrada é fundamental para a sua segurança. A postura a par com outro colega ciclista obriga o tráfego a abrandar e então proceder à ultrapassagem a uma velocidade segura.

Cyclists riding double file on a narrow rural road. Riding double file deters unsafe same-lane passing in narrow lanes and makes the cyclists as visible as a car from the front and behind. [Mike Dayton photo]

Cyclists riding double file on a narrow rural road. Riding double file deters unsafe same-lane passing in narrow lanes and makes the cyclists as visible as a car from the front and behind. [Mike Dayton photo]

Este excelente artigo do bikewalknc.org contém interessante informação que explica porque teimam os ciclistas circular a par, em par com os automobilistas.

…”Cyclists must obey traffic signals and stop signs just like any other driver. These traffic controls divide intersection time among different directions of travel and effectively limit the traffic throughput at the intersection. Riding double file reduces by half the time required for the group to get through an intersection, reducing light signal cycles and delay for other road users as well.”…

 


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can’t miss [130] mubi.pt

paulofski @ na bicicleta | 21/05/2015 às 10:05

Temas: [ can't miss it ] [ bicicultura ] [ ciclovia ] [ coisas que leio ] [ insegurança rodoviária ] [ MUBI ] [ partilha ] [ Porto ] [ segurança rodoviária ]

Câmara do Porto persiste em manter uma solução perigosa para as bicicletas na Avenida da Boavista

MUBI - ciclovia Avenida Boavista Porto
“A MUBi reuniu várias vezes, entre janeiro e abril de 2014, com a Câmara Municipal do Porto, a propósito da mobilidade em bicicleta na cidade. Foram quatro importantes reuniões, com a Vereadora da Mobilidade, Cristina Pimentel – tendo também estado presentes, em alguns dos encontros, os vereadores da Inovação e Ambiente, Filipe Araújo, e do Urbanismo, Correia Fernandes – e equipas técnicas, em que se considerou que uma nova etapa se estava a abrir na cidade. Políticos e técnicos camarários ouviam finalmente os utilizadores da bicicleta.

A auscultação e envolvimento da associação, no desenvolvimento das infraestruturas e, em particular, de uma ideia de cidade, augurava uma postura política aberta à participação pública de forma continuada e dialogante, a exemplo do que acontece nas melhores práticas europeias. Quer-se pois acreditar que foi de boa-fé que a MUBi foi chamada a reunir-se com o executivo e os técnicos, no início de 2014.

Nos encontros com a câmara do Porto, a MUBi manifestou a sua extrema preocupação com a solução que foi adotada para a requalificação da Avenida da Boavista. Nessas reuniões, a MUBi fez uma apresentação, onde justificou por que é que algumas das soluções implementadas na avenida são extremamente perigosas, estando perfeitamente catalogadas nos manuais técnicos da especialidade como tal, e já foram abandonadas há muito pelas boas práticas europeias. Consequentemente, a Câmara Municipal do Porto não as deve adotar a não ser que queira pôr em causa a segurança de pessoas para “mostrar obra”, o que é profundamente irresponsável e lamentável. A formalização de uma faixa ciclável encostada ao estacionamento automóvel, sem qualquer tipo de proteção, e descontínua, acentuada pela intermitência da cor do pavimento, torna a infraestrutura dedicada às bicicletas inútil e perigosa, como se pode verificar na fotografia:

Por todas estas razões, e antes que algo de muito grave aconteça, a MUBi para além de alertar, mais uma vez, para os perigos da solução, e para as responsabilidades que podem ser assacadas à Câmara do Porto (por lesões ou morte de pessoas e negligência nas disposições quanto à segurança rodoviária), exige que sejam restabelecidas as condições mínimas de segurança, conforme é aconselhado em qualquer manual básico de desenho de infraestruturas para bicicletas.”

(podes lêr o artigo completo no site da Mubi)


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Orçamento Participativo de Lisboa 2015/2016

@ Eu e as minhas bicicletas | 20/05/2015 às 15:34

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ ciclovias ] [ orçamento participativo lisboa ]

Já começou a fase de aceitação de propostas para o Orçamento Participativo de Lisboa 2015/2016.

http://www.lisboaparticipa.pt/

Honestamente eu cada vez estou mais descrente nestas iniciativas, pois é ver as boas ideias serem votadas massivamente e depois tardam a ser implementadas pelas autarquias, algumas com desculpas esfarrapadas e "mal pagas".

Depois há também quem meta algumas pérolas, esta relacionada com bicicletas e mobilidade:

"Ciclovias a mais na cidade | 2015-05-18 18:44:02
Remover as ciclovias da cidade, são um empecilho para o trânsito"

no_more_ciclovias.jpg

http://www.lisboaparticipa.pt/proposta/op15/221/estacinamento-na-avgomes-pereira

E isto foi apresentado em "Assembleia Participativa"... quer dizer que alguém de viva voz mandou esta proposta? Enfim...
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convite: apresentação do programa COMBINADO

paulofski @ na bicicleta | 20/05/2015 às 11:15

Temas: [ divulgação ] [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ ciclismo urbano ] [ FPCUB ] [ Lisboa ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ noticia ] [ partilha ] [ Velocité Café ]

COMBINADO – PROGRAMA DE INCENTIVO À UTILIZAÇÃO DOS TRANSPORTES PÚBLICOS E BICICLETA

“Exmas(os) Senhoras(es)

Vem a Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta convidar para a apresentação do Programa COMBINADO, cujo principal objetivo é de incentivar à utilização do transporte público e bicicleta em mobilidade urbana.

Venha conhecer o novo Programa de Incentivo à Mobilidade Urbana Sustentável e visite a exposição de fotografia “Transportes Públicos e Bicicleta”.

Apresentaremos a ideia no próximo dia 21 de maio, 5ª feira, pelas 18h30 no Velocité Café.

“Combinado significa, para o programa, a possibilidade de utilizar uma rede partilhada de transportes púbicos com a bicicleta nas cidades.

Significa o compromisso da FPCUB para que o programa ganhe rodas e possa chegar à área metropolitana de Lisboa.

Significa, para quem o subscreve, o empenho e participação necessária para mudar o paradigma da mobilidade nas cidades portuguesas.

Combinado, o novo programa de incentivo à utilização dos transportes públicos e bicicleta, traz para o seu nome a coisa mais simples e importante para o sucesso – o compromisso.

Facebook do programa: www.facebook.com/programacombinado

FPCUB - programa Combinado

 


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