fotocycle [157] prelúdio de Primavera

paulofski @ na bicicleta | 6/03/2015 às 12:51

Temas: [ fotocycle ] [ bicicultura ] [ bike to home ] [ Cosmica ] [ devaneios a pedais ] [ fotografia ] [ motivação ] [ o sol ] [ outras coisas ] [ Porto ]

prelúdio de primavera


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Can you see me now?

@ Eu e as minhas bicicletas | 6/03/2015 às 11:52

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ refletores ]

Pneuzinhos semi-novos com fita refletora...

IMG_20150306_090655.jpg

(atrás do alforge está outro refletor meia-lua, falhei na foto, paciência)
(sim, o banco está mesmo no limite, eu sei!)


Código da Estrada
https://dre.pt/application/dir/pdf1s/2005/03/059B02/00090010.pdf

O n.º 11 na alínea a) da Portaria n.º 311-B/2005 de 24 de Março refere:
Os veículos devem ainda possuir, nas rodas, reflectores com as seguintes características:
a) Número mínimo em cada roda: dois se forem circulares ou segmentos de coroa circular ou apenas um se for um cabo reflector em circunferência completa.

Can you see me now bitches?
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estudo do universo ciclista em Portugal

paulofski @ na bicicleta | 5/03/2015 às 9:33

Temas: [ divulgação ] [ bicicultura ] [ Censos ] [ ciclismo urbano ] [ coisas que leio ] [ meios de transporte ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ partilha ]

Fatores determinantes para a utilização da bicicleta enquanto meio de transporte quotidiano em Portugal

Luis CaetanoLuís Caetano(luis.caetano@w2g.pt)

Resumo

“Em Portugal a utilização da bicicleta enquanto meio de transporte para a realização de deslocações quotidianas é ainda incipiente.

Segundo os dados do Recenseamento Geral da População de 2011, nos concelhos de Portugal Continental média das quotas do modo ciclável na realização de viagens casa-trabalho e casa-escola não vai além de 0,94%.

No entanto, são diversos os municípios em que essa quota é muito mais expressiva. Por exemplo, na Murtosa (25%), Ílhavo (14%) ou Golegã (11%) atingem-se com algum significado.

Tradicionalmente considera-se que a utilização da bicicleta é influenciada por diversos fatores. A orografia, a disponibilidade de infraestruturas cicláveis ou a morfologia urbana são alguns dos indicadores normalmente apontados entre os mais influentes para justificar o volume de utilização da bicicleta como modo de transporte quotidiano em meio urbano.

Este artigo pretende encontrar os parâmetros que mais contribuem para justificar a tão grande disparidade existente entre os municípios portugueses no que respeita à utilização da bicicleta.

Para isso desenvolvem-se modelos econométricos que relacionam a utilização da bicicleta com diversas variáveis socioeconómicas e físicas.”…

Quota do modo ciclável na realização de viagens pendulares internas aos concelhos (fonte: Censos 2011)

Quota do modo ciclável na realização de viagens pendulares internas aos concelhos (fonte: Censos 2011)

Este essencial artigo, análise e conclusões, podem ser consultadas na página WAY2GO – Consultoria e Investigação em Mobilidade e Transportes em: http://www.w2g.pt/2015/03/determinantes-utilizacao-bicicleta-320/


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can’t miss [126] wp.clicrbs.com.br/ciclosdevida/

paulofski @ na bicicleta | 4/03/2015 às 14:49

Temas: [ can't miss it ] [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ Brasil ] [ coisas que leio ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ partilha ]

Sustentabilidade e a bicicleta

“Nestes dias caminhava pela Ribeirão da Ilha, e enquanto esperava o transporte coletivo fotografei com meu celular esta curiosidade da cidade.

Um Homem que pedalava seu veículo sustentável, recolhendo recicláveis e com muita mobilidade…”

Mobilidade Urbana, leia aqui.

Mobilidade Urbana, leia aqui.

aqui o artigo do Daniel e anota o significado de sustentabilidade e reciclar

“Para Daniel de Araújo Costa, a bicicleta é mais que um hobby antigo, é um meio de transporte e o único veículo realmente sustentável. O biólogo e servidor público resume sua relação com a magrela em uma frase: “a bicicleta transforma teu caminho em um ato de prazer!” .”


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Empatia e a praga que aí vêm

@ Eu e as minhas bicicletas | 4/03/2015 às 10:29

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ praga ]

Já quando ia com os amigos à Serra de Sintra fazer BTT havia o chamado "espírito da montanha" onde os BTTistas se cumprimentam ao se cruzarem, o que para quem se iniciava nessas aventuras era algo que se estranhava, mas depois passava a normal.

No commute acontece o mesmo. Com o passar dos dias, das semanas, dos meses, começamos a cruzar com algumas pessoas e começa a haver um cumprimento envergonhado, depois passa a rotineiro e um dia passa a conversa (quando no mesmo sentido).

Aconteceu-me já com várias pessoas com quem me vou cruzando no meu commute... não ficamos amigos, não trocamos telefones, nem combinamos copos, mas existe ali uma cumplicidade da situação. Se calhar existe por sermos poucos, se calhar é por empatia por nos considerarem "esquisitos" e "maluquinhos", não interessa... o facto é que é algo global e não local.

As pessoas que commutam de bicicleta vivem mais o seu commute e socializam mais com os restantes commuters (principalmente se forem de bicicleta, óbvio)!

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Há tempos ia a chegar a casa com um meu amigo/vizinho commuter e ia um rapaz numa subida a levar a sua bina pela mão, o meu parceiro de viagem cumprimentou o rapaz e perguntou se estava tudo bem e se precisava de ajuda. Pela forma descontraída perguntei se o conhecia. Que não mas como levava a bicicleta à mão era para saber se estava com algum problema.

A semana passada tive um furo lento, e parei na ciclovia a encher o pneu. Passou um senhor que já tenho visto amiúde e perguntou se estava tudo bem e se precisava de ajuda. Agradeci e disse que não. Ele seguiu. Apanhei-o mais à frente e fomos na conversa uns 3 kms.

A verdade é que antigamente os condutores de veículos motorizados também se ajudavam uns aos outros e se respeitavam, mas hoje em dia é cada um dentro da sua viatura metido na sua vida e o resto é apenas "paisagem".

Há uma empatia quase natural entre os ciclistas...
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Infelizmente, não em todos os ciclistas... há sempre uns palermas, mas isso há em todo lado né?

Outra coisa que tenho reparado agora que o tempo está mais ameno e os dias a começar a ficarem maiores é que há muito mais bicicletas a circular. Mesmo...

Hoje de manhã a caminho do trabalho num curto espaço de 300 metros numas ruelas onde nunca encontrei nenhuma bicicleta cruzei-me com três.
Uma moça com uma bina muita gira - sem capacete, roupa normal. Um jovem nos 30 com uma bicicleta com cadeirinha e trazia um capacete de criança, pelo que assumo que tivesse ido deixar a descendência à escolinha - sem capacete, roupa casual mas não de trabalho. E enquanto estava parado no vermelho (sim eu sou desses) vejo passar um moço numa BTT com uma mochilona às costas - de capacete e licrado.

De onde veio esta gente toda?!

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É uma praga!
E nós não estamos preparados para lidar com esta praga!
Vai ser o caos... bicicletas por todo o lado!
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