fotocycle [167] das artimanhas da minha bicicleta…

paulofski @ na bicicleta | 31/08/2015 às 14:52

Temas: [ fotocycle ] [ arte urbana ] [ bicicultura ] [ bike to home ] [ fotografia ] [ outras coisas ] [ Porto ] [ street art Porto ] [ Sua Alteza ]

… que a cada stop no semáforo aproveita uma obra de arte só para dar nas vistas!

na Rua da Quinta Amarela

na Rua da Quinta Amarela com a Rua de  Oliveira Monteiro

 


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reciclando [10] velo… cidade

paulofski @ na bicicleta | 28/08/2015 às 14:12

Temas: [ motivação ] [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ bike to home ] [ bike to work ] [ ciclismo urbano ] [ fotografia ] [ mobilidade ] [ outras coisas ] [ penso eu de que... ] [ Porto ] [ Sua Alteza ]

a pedalar para o trabalho

a pedalar para o trabalho

Nunca é demais relembrar as razões pelas quais se pode incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte. São as mais variadas, no entanto uma dessas razões me mereceu maior importância quando adquiri o hábito de pedalar para o trabalho: A pontualidade. Entendo que possa parecer um pouco estranho, mas só será realmente difícil de acreditar para quem ainda não pedala.

Mais do que um dado evidente, trata-se acima de tudo da comprovação de qualquer ciclista urbano no seu commute diário. E a dedução é simples: Um ciclista que pedale por vias urbanas a uma velocidade média de 15 km/h. e preveja completar um percurso de 5 km, a sua experiência diária demonstra de uma forma convincente que demorará cerca de 20 minutos a chegar ao destino, sem pressas. Um semáforo vermelho, a mais ou a menos, as subidas, o vento, a chuva, tudo isso interfere pouco. As variantes estarão sempre dentro de uma margem de erro razoável.

Salvo algum acidente de percurso, a relação distância/tempo torna o ciclista um cidadão cumpridor dos seus horários, algo que para os habitantes automobilizados (no carro ou em transportes colectivos) nem sempre é exequível. Com as facilidades trazidas pelos mapas, disponíveis nas novas tecnologias, um ciclista precisa apenas delinear qual o melhor percurso para saber a distância, e com um simples cálculo matemático avaliar assim o tempo necessário para a viagem pretendida.

Com congestionamentos ou sem constrangimentos, durante as horas de ponta ou a altas horas da madrugada, quem pedala saberá sempre quanto tempo demora para ir daqui a acolá, e voltar do ponto B ao ponto A. Com as contrariedades de quem diariamente depende de combustíveis para se locomover, o ciclista urbano torna-se um pouco numa personagem mítica. Ela é capaz de dominar o tempo. A grande verdade é que com a bicicleta se socializa, se aproveita a cidade e se promove a qualidade de vida. Dita alguma experiência das pedaladas pela minha cidade que, com a bicicleta, o andar a pé e o Metro, juntos ou em separado, sustentam a mobilidade urbana.

a pedalar do trabalho

a pedalar do trabalho


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porque o Porto é a minha praia e porque há outras praias bonitas para onde pedalar

paulofski @ na bicicleta | 27/08/2015 às 13:25

Temas: [ divulgação ] [ bicicultura ] [ boas ideias ] [ coisas que leio ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ passe a publicidade ] [ passeios ] [ Porto ] [ praia ]

Conhecer o Porto de riquexó

riquexós Porto“Depois dos autocarros e comboios turísticos, e dos divertidos tuk-tuk, chega agora uma nova moda nos transportes turísticos no Porto: os riquexós. Um novo meio de transporte ecológico que permite dar a conhecer a cidade, como tradicionalmente se fazia.
Antigamente, esta tipologia de carruagens eram o meio de transporte de eleição. Puxadas por cavalos e, posteriormente, a motor, a evolução industrial veio terminar com este conceito que acabou por cair em desuso. Atualmente, este passado voltou para ser reinventado e distinguir-se de forma chique e clássica, permitindo dar a conhecer um pouco da história da indústria dos transportes.
Desde março, que todas as pessoas que queiram conhecer a cidade, podem fazê-lo através de um passeio de riquexó. Estes riquexós, para além de serem veículos ecológicos, são constituídos por uma carruagem para duas pessoas e uma bicicleta que é conduzida por um guia turístico.
Devido à topografia da cidade, foram definidos dois percursos estratégicos para estes passeios, ambos os trajetos englobam ida e volta: um, vai desde o Largo de São Francisco até ao Passeio Alegre e, o outro, vai desde o Largo de São Francisco até à Afurada.
São percursos com uma duração média de 60 a 70 minutos e custam 20 euros por pessoa.”

Para mais informações, consulte: Riquitó Tours

(fonte: porto.pt)

XII Passeio de bicicleta Porto Antigo – 13 de Setembro

XII Passeio Porto Antigo“Já abriram as inscrições para o XII Passeio de bicicleta Porto Antigo, uma iniciativa apoiada pela Câmara do Porto, criando assim um boa oportunidade para conhecer o Porto, a pedalar…
O passeio tem data marcada para 13 de setembro, com partida e chegada na Quinta da Bonjóia, em Campanhã. O percurso da iniciativa “Conhecer o Porto, a pedalar”, de 25 quilómetros, é acessível e pretende dar a conhecer alguns pontos histórico da cidade.
Uma boa oportunidade para aqueles que ainda receiam e acham que o conhecer o Porto a pedal possa atrapalhar ou mesmo “estragar” a aventura. Costuma-se apontar as subidas, o estacionamento precário para bicicletas, o tempo de deslocação (sendo este muito relativo) e claro, a integridade física ao partilhar a estrada com tantos veículos motorizados…”A inscrição pode ser feita online.

(fonte: invictadeazulebranco.pt)

Porto Urban Cicle Chic – 19 de Setembro

Porto urban cicle chic“Bicicletas, Moda, Fotografia e Cultura, uma combinação perfeita para uma tarde única.
Passear pelo Porto em duas rodas e captar dos mais belos monumentos e ruas do Porto é a razão perfeita para pedalar. Esta é a filosofia do URBAN CICLE CHIC
URBAN – Somos urbanos, citadinos, cosmopolitas e com estilo. Queremos por isso um evento que se defina desta forma e que proporcione aos participantes a possibilidade de passearem por um circuito urbano, repleto de pontos de interesse e com passagem pelas zonas, bairros, ruas e avenidas mais emblemáticas da cidade Porto.
CICLE – Uma visão única, privilegiada e emocionante. Só usando uma bicicleta é possível ver desta forma a cidade do Porto. Estamos empenhados em proporcionar a todos os participantes a melhor experiência ciclável de sempre. Um percurso pensado e desenhado para que todos os participantes desfrutem da viagem.
CHIC – O estilo, a personalidade e a visão de cada um é importante para nós e queremos que se traduza não só na bicicleta mas também na forma como se vestem. Por isso pedimos a todos os participantes que se vistam a rigor, que usem o outfit com mais estilo e mais adequado para um passeio de bicicleta altamente cosmopolita.” Inscrições em www.easy-cicle.pt.

(fonte: fpcub.pt)

As praias de Portugal mais bonitas para conhecer de bicicleta

gobybike“O calor convida a longos passeios e o Verão é a altura ideal para relaxar e apreciar a beleza do exterior.
Se gosta de longos passeios de bicicleta, porque não juntar o útil ao agradável? Um passeio com cheirinho a mar não é má ideia (e já agora, porque não fazer uma pausa para um mergulho?).
Deixe o conforto de casa e conheça as praias de Portugal mais bonitas para pedalar e desfrute de uma experiência relaxante!”

(fonte: blog.gobybike.eu)


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can’t miss [137] ciclaveiro.wordpress.com

paulofski @ na bicicleta | 24/08/2015 às 9:26

Temas: [ can't miss it ] [ Aveiro ] [ bicicultura ] [ coisas que leio ] [ motivação ] [ opinião ] [ outras coisas ] [ partilha ]

Pedalar por uma cidade mais feliz

Ciclaveiro

por Joana Ivónia (Artigo originalmente publicado no Diário de Aveiro de 25/06/2015)

“A bicicleta faz parte da cultura da região de Aveiro, sendo porém também verdade que essa característica se foi desvanecendo ao longo do tempo, muito devido à adopção do automóvel particular, originando uma redução da circulação de bicicletas. Mas o facto é que, na região de Aveiro, ainda é difícil encontrar alguém que não saiba andar de bicicleta ou que não tenha uma ou mais bicicletas na garagem, no arrumo ou na casa do vizinho.

Desde a sua primeira edição, o Relatório da Felicidade Mundial tem vindo a reforçar a importância do bem estar e da felicidade como indicadores fundamentais para o desenvolvimento económico e social, considerando serem estes os indicadores de maior relevância para a implementação de políticas que conduzam nesse sentido. Dados recentes indicam, ainda, um aumento na qualidade de vida e de bem estar dentro de comunidades que são mais próximas, ativas e colaborativas.”…

(podes continuar a ler este artigo e ficar a conhecer mais um interessante espaço em ciclaveiro.wordpress.com)


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Ilusão do conhecimento

@ Eu e as minhas bicicletas | 19/08/2015 às 13:19

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ ciclovia ] [ ilusão do conhecimento ] [ lisboa ] [ marquês de fronteira ] [ mubi ] [ obras ] [ ribeira das naus ]

Estava a fazer um zapping este domingo, dia 16 de agosto, e apanhei o programa "Quebra-cabeças" ("Brain games") na RTP2 que me captou o interesse.

O tema era "Ilusão do Conhecimento" e fez-me refletir e até rever no que aí estava a ser transmitido. Eu não sei tudo, mas às vezes até tenho a mania que sei... e como eu muita gente, né? :)

Mas mais do que a mim, fez-me rever os incompetentes que são responsáveis por fazer as borradas no que respeita a ciclovias e demais infraestruturas de mobilidade nalguns e determinados centros urbanos.

Ilus%25C3%25A3oConhecimento.jpg
«
Deparamo-nos constantemente com problemas que não sabemos resolver, e se fossemos honestos connosco próprios, admitíamo-lo.
Os psicólogos têm um termo para isto: "Ilusão do conhecimento"
(...)
Embora o mais provável seja não saberem como funcionam a maioria das coisas, o vosso cérebro acha que sim. O vosso cérebro prefere fingir saber algo do que admitir que não sabe, por forma a manter a ilusão de que sabe tudo sobre o mundo.
(...)
Sob muitos aspectos a ilusão do conhecimento é necessária para vos impedir de terem de enfrentar a vossa própria INCOMPETÊNCIA.
»
VIDEO AQUI;
https://cld.pt/dl/download/a64e2a5c-c95a-43f0-8839-d4d15a9a8ddd/VID_20150818_094448.mp4
(video gravado com o telelé, peço desculpa à RTP2 e à National Geographic, o youtube cortou o acesso por copyrights)

Desde há meses que a Rua Marquês de Fronteira em Lisboa está em obras profundas (mais uma vez) e eu sempre esperei que dali surtissem melhorias para a mobilidade suave na cidade, mais a mais que já existem uns troços de ciclovia naquelas artérias circundantes.

Essas ciclovias já existentes tem  falhas técnicas mas também temos de admitir que tiveram o condão de potenciar o uso de bicicletas na cidade, só que o facto de terem sido mal desenhadas/implementadas deveria ter servido de lição e fazer melhor de futuro.

Mas não!

2.jpg

Ciclovias em cima do passeio, algo a repetir de tão bom que é... NOT!

Construiu-se novos trechos de ciclovia em cima de passeio, reduzindo o espaço dos peões quando deveria era ser reduzido o espaço do transito motorizado. É essa a tendência nas capitais do mundo civilizado e não a criação de "autoestradas" no meio das cidades.

Criam-se ciclovias à cota do passeio e intervalado com passadeiras e, pasma-se, paragens de autocarros, criando assim conflitos entre ciclistas e peões.

Novos sentidos de trânsito e traços contínuos o que impossibilitam o legal uso e cruzamento nas ruas, fazendo (como já acontece) que bicicletas, motas e carros façam infrações.

Enfim... um vasto número de aberrações!

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A obra ainda não está acabada, é verdade, mas já se vê as bicicletas a fazerem gincanas no meio dos peões. E os peões em cima da ciclovia, lisinha.

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E nada melhor para a mobilidade urbana que reduzir possibilidades de fluxo de trânsito com montes de sentidos obrigatórios e traços contínuos.

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A obra não está acabada, quiça ainda estão a meter mais pilaretes, mas entretanto é isto! (Foto: Luis Miguel)

A MUBi até fez uma carta ao xôr presidente da CML:
http://mubi.pt/2015/07/24/rua-marques-da-fronteira-assim-nao-camara-municipal-de-lisboa/

E não, não me perguntem como é que eu faria... é que eu não sou um "especialista" pago para trabalhar no assunto! Sou um mero utilizador que sabe pela experiência do dia-a-dia que aquilo que foi feito é uma borrada e é dinheiro mal gasto (o nosso dinheiro!).

Tal como o devaneio na Ribeira da Naus onde meteram uma ponte de madeira que agora ao fim de um ano e pouco vai ser substituída. Se está melhor agora do que estava há uns anos? Que sim! Está! Mas podia e devia estar beeeem melhor! É um martírio para toda a gente passar ali... mas está muito melhor! Mas loonge do que deveria estar.

http://www.publico.pt/local/noticia/passadico-de-madeira-da-ribeira-das-naus-em-lisboa-so-durou-um-ano-1704916

passadico.jpg
(foto jornal Público)

Mas é um sentimento muito nosso né? Ficarmos satisfeitos com pouco... sermos pouco exigentes... enfim...

E a Rua Marquês de Fronteira? Vai ficar melhor do que aquilo que foi? Talvez.
Mas podia estar bem melhor do que aquilo que vai ficar! Mais um tiro no pé! Mais uma incompetência!

Não seria bom esses responsáveis pelo menos questionarem os reais utentes destas artérias e depois agir em conformidade com as necessidades reais?

Mas há praí uns iluminados que tem a "ilusão do conhecimento".
A esses a resposta a seu tempo.
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