liberta a bicicleta

paulofski @ na bicicleta | 29/04/2016 às 8:30

Temas: [ motivação ] [ bicicultura ] [ Cosmica ] [ dono babado ] [ fotografia ] [ outras coisas ] [ penso eu de que... ] [ sem tirar nem por ]

a UCAL que foi da minha mãe suspensa na casa da aldeia

Para começar pega nela, qualquer uma, mesmo aquela bicla velha de pneus vazios e corrente enferrujada que tens há muito esquecida. Enche-lhe os pneus, unta-lhe a corrente, monta-a delicadamente e impulsiona os pedais. Dizes que vais ficar com as pernas e o rabo doridos. É bem provável, mas o meu palpite é que ela te vai fazer sorrir, recordar velhos tempos, evocar a criança que explorava o mundo e arredores em aventuras com os amigos. Dá-lhe um par de semanas sentado no selim e verás como o teu corpo se volta adaptar a ela. Redescobres a sua simplicidade, a geometria, o peso, os travões, a largura dos pneus. Uma estrutura simples com duas rodas e um par de pedais, que movidos pelo fogo dos músculos te dão uma sensação de liberdade. Há algo organicamente gratificante sobre o acto de usar a própria força e provocar movimento, velocidade, inclinação, vibrações e vento no rosto. Há a mudança de cenário, o poder ver, sentir e cheirar. Gozar do que a liberdade traz consigo, uma sensação de autonomia, um senso de proeza. E a bicicleta oferece-te tempo. Tempo para alcançar, para conhecer, para acompanhar ou ficar sozinho. Um simples passeio de bicicleta é muitas vezes um momento em que podemos gerar ideias, procurar uma melhor maneira de fazer as coisas, sonhar novas abordagens para a felicidade. As minhas bicicletas são um refúgio, o meu compromisso para uma vida melhor. É a antítese entre ficar enclausurado numa cápsula de anonimato ou, de um modo peculiar, manifestar os meus sentimentos ao mundo.

O tempo que tu perdes é o tempo que tu não vives


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Braga Ciclável subscreve o Compromisso pela Bicicleta

Braga Ciclável @ Braga Ciclável | 27/04/2016 às 10:11

Temas: [ Notícias ] [ Bicicleta ] [ bicicultura ] [ compromisso pela bicicleta ] [ desafios ] [ objetivos ]

A Associação Braga Ciclável acaba de subscrever o Compromisso pela Bicicleta, uma iniciativa da Plataforma Tecnológica da Bicicleta e Mobilidade Suave da Universidade de Aveiro que foi lançada esta terça-feira, na Murtosa, e que já conta com vasto apoio vindo de vários pontos do país.

O Compromisso pela Bicicleta é um desafio dirigido às autarquias e comunidades intermunicipais, às instituições de ensino e saúde, a entidades e organizações públicas, privadas e da sociedade civil, e tem 7 objetivos:

  • Fomentar o uso da bicicleta, aumentando a sua quota modal;
  • Reduzir o tráfego automóvel;
  • Promover a aquisição de bicicletas;
  • Reduzir a sinistralidade rodoviária;
  • Mais saúde – estimular estilos de vida saudáveis e combater a obesidade;
  • Menos CO2 – reduzir as emissões e a dependência energética dos combustíveis fósseis;
  • Melhores Cidades – qualificar e humanizar o espaço público das cidades.

Na lista de entidades subscritoras do Compromisso, aparecem já dezenas de entidades, onde se incluem, por exemplo, os municípios de Barcelos e Guimarães. O município de Braga, apesar de ainda não constar nessa lista, tem já inseridos no seu PDM, muito graças também ao trabalho da Braga Ciclável, estes objetivos que seguem diretivas europeias e nacionais. Aliás, como pudemos assistir há dias, o próprio presidente da Câmara de Braga tem afirmado inequivocamente que a bicicleta faz parte da sua visão para a Mobilidade em Braga. Queremos, por isso, que Braga subscreva publicamente este Compromisso e que participe desde já nos desafios que ele coloca.

Para que o compromisso e os seus objetivos possam ser alcançados, a Plataforma Tecnológica da Bicicleta e Mobilidade Suave da Universidade de Aveiro entendeu lançar este desafio, que a Braga Ciclável agora abraça, mas que é também dirigido às autarquias e comunidades intermunicipais, a instituições de ensino e saúde, a entidades e organizações públicas, privadas e da sociedade civil. A iniciativa, a realizar com periodicidade anual, pretende estimular as diferentes organizações participantes a promover o uso regular da bicicleta junto dos seus trabalhadores, clientes, visitantes, associados ou do público em geral.

Assim, são 9 os Desafios:

  • realizar debates, estudos e investigação sobre mobilidade, com particular enfoque nos modos ativos (peões e bicicletas);
  • organizar eventos de promoção de deslocações ativas (em bicicleta e a pé) ou oferta de estímulos para utilização regular da bicicleta;
  • promover medidas de partilha de viatura e iniciativas de sensibilização para o novo Código da Estrada (proteção dos utilizadores mais vulneráveis);
  • criar condições de estacionamento dedicado e equipamentos de apoio, nomeadamente balneários (duche ou mudança de roupa) ou cacifos;
  • organizar eventos que incentivem o desenvolvimento de novos produtos e serviços para a bicicleta (ex. acessórios, componentes, conteúdos,…);
  • definir um plano de mobilidade de empresas e polos;
  • nomear um gestor da mobilidade e da promoção do uso da bicicleta na organização;
  • criar serviços de logística urbana em bicicleta;
  • disponibilizar bicicletas ou oferta de serviços de bikesharing e/ou intermodalidade.

Assumimos o Compromisso!

Desafiamos agora o Município de Braga a fazê-lo!

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um Sayago Blues à minha moda

paulofski @ na bicicleta | 26/04/2016 às 12:08

Temas: [ marcas do selim ] [ bicicultura ] [ cicloturismo ] [ Douro ] [ fotografia ] [ iNBiCLA ] [ longas pedaladas ] [ Lugar do Castelo ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ Rui ] [ testemunho ]

Sayago Blues #7

“Subo e desço este rio
Da Miranda ao Araínho
Sob a torreira e o frio
Faço a escarpa brotar vinho

Rio abaixo rio acima
A dar aos remos no rabelo
Rio abaixo rio acima
Sayago paira por cima
O sonho vira pesadelo

Vinha eu no meu caíco
A ouvir das águas do Douro
Velhas lendas de fronteira
Entre o cristão e o mouro”

Sayago Blues #1

Foi a letra Sayago Blues escrita por Carlos Tê e cantada por Rui Veloso que me inspirou a voltinha de ontem, uma espécie de Brevet pessoal que repeti na companhia do meu grande amigo Rui. Pedalar de casa à casa da minha mãe, à aldeia dos meus avós, um Lugar cativo no meu coração, conviver com os meus tios para voltar logo a seguir. Rio acima, rio abaixo, acompanhando o Douro que deslizava encorpado, gelatinoso, cor de chocolate, deixando um convite para abalarmos na força da sua corrente.

Sayago Blues #5 Sayago Blues #3 Sayago Blues #14 Sayago Blues #9

Com sono e genica, pela N108 segui viagem em boa companhia para um reencontro com a emoção, para um Lugar que tem lugar cativo no meu coração. Freixo, Foz do Sousa, Barragem, Rio Mau, Entre-os Rios, Alpendorada, Pala. A manhã estava uma delícia e o tempo passou depressa, a viajar suavemente ao despique do vento com as subidas, ritmado pela própria cadência do Douro. A nuance em relação a pedaladas anteriores junto ao rio foi atravessá-lo para Porto Antigo, na ponte de Mosteirô.

Sayago Blues #16 Sayago Blues #11 Sayago Blues #17 Sayago Blues #19

Inspirar o aroma da terra, a pureza e a braveza das encostas, o impulso que sinto ao passar por estes caminhos de solidão com a sensação de estar a sonhar acordado. Chegamos a Resende e logo depois saímos da N222 para descer a toda a velocidade e atravessar de novo o Douro, em câmara lenta na Ponte da Ermida. Lembra-me a minha mãe dizer “já cheira a Castelo”. Cheguei a casa, ao Lugar do Castelo, e na casa dos Lírios nos sentamos à mesa com os meus tios, contando as peripécias da aventura, matando saudades.

Sayago Blues #21 Sayago Blues #22 Sayago Blues #24 Sayago Blues #25

Regressamos ao Porto pela N108, barrigas saciadas, alma cheia. Balouço sob um quadro rodado que alberga certezas e ilusões nesta tranquila e deslumbrante liberdade que é pedalar. E como bem sabemos, quem pedala tem a forte probabilidade de encontrar amigos ao virar uma curva. Foi o que veio a acontecer. Para abrilhantar o passeio, tivemos a companhia por algum tempo dos meus amigos, a Rita e o Vítor, cicloturistas fantásticos que pedalam para bué, bué de longe. Num percurso tripartido pelo fim-de-semana prolongado, completavam a última etapa dos 350km que bem pedalaram. Rico dia, o Dia da Liberdade, da liberdade que é o espaço que a felicidade precisa.

Sayago Blues #27


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Ser ciclista…

Bruno Faria @ Braga Ciclável | 23/04/2016 às 10:43

Temas: [ Opinião ] [ Bicicleta ] [ bicicultura ] [ Braga ] [ passado ] [ pedalar ] [ presente e futuro ] [ Ser ciclista ]

Ser ciclista nos tempos modernos é algo bem diferente do que os nossos pais e avós estavam habituados!

No passado: ir às compras, ao cinema, ao parque namorar, entregar encomendas, recados, correio…ir à praia, ao campo, à montanha, ao rio, ao mar…eram actividades normais para quem se deslocava de bicicleta. Normal era andar de bicicleta para qualquer lado, em qualquer circunstância! Apenas os elitistas olhavam para o ciclista como gente pobre, que não podia comprar um automóvel!

Hoje, relatos dessas épocas recriam algo mágico, algo que infelizmente os portugueses ignoraram durante décadas: a simples e prática locomoção dentro das localidades! As ruas tornaram-se sinónimo de stress, perigo, corrida contra-relógio, lugar interdito a peões! Pedalar ou caminhar na rua relaxado, em silêncio, respirando ar puro, tornou-se algo quase raro!

Os tempos mudam, algumas ruas mudaram, as leis mudaram e até as bicicletas mudaram! Tornou-se complicado andar nas ruas (devido ao excesso de automóveis), mais simples seguir as leis e ainda mais simples pedalar nas bicicletas! As bicicletas são mais leves, mais acessíveis, mais práticas e descomplicadas (não necessitam de seguro ou matrícula), as leis felizmente defendem o ciclista cumpridor e as ruas, apesar de lotadas de automóveis, tornam-se cada vez mais amigas do peão – esperemos que continuem a evoluir! Será uma evolução tipo: voltar ao passado, mas com um “upgrade”…

Ser ciclista é ser alguém que luta pelo bem da sociedade, pela natureza, pelo bem da saúde, pela simplicidade. – Admito que seja algo desafiante nos dias de hoje, mas…se não o fizermos, quem o fará? Sejam ciclistas: pedalem, sempre! Tirem as bicicletas “do armário” e sejam felizes!

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can’t miss [151] doramatos.com

paulofski @ na bicicleta | 20/04/2016 às 11:26

Temas: [ can't miss it ] [ Amesterdão ] [ bicicultura ] [ ciclistas no mundo ] [ coisas que leio ] [ motivação ] [ partilha ] [ testemunho ]

A minha rota de ciclismo no país das bicicletas

Dora Matos

“Uns dias em Amesterdão não podiam passar sem uma rota fora da confusão da cidade. Apesar de haver pistas próprias no centro da capital para os que andam de bicicleta, há muito tráfico de ciclistas e preferi sair um bocadinho para ver o que havia à volta da capital.

Quando devolvi as bicicletas aos donos e lhes contei o percurso pareceu-lhes estranho que alguém chegasse tão longe num só dia. No entanto, o caminho não é nada difícil! E é uma forma de experimentares por ti próprio a sensação de pedalar num chão tão plano como o dos Países Baixos. Além disso o contacto com a natureza é indescritível. Eu recomendo fazê-lo em bicicleta, totalmente. É uma viagem muito especial.”

Aproveita a deixa de Dora Matos e experimenta este tour a pedais pelos arredores de Amesterdão, numa tradicional bicicleta holandesa onde a narração da jornalista é enquadrada por belíssimas fotografias, em http://doramatos.com/minha-rota-ciclismo-no-pais-da-bicicleta/


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visões, propostas e pedaladas pelo património

paulofski @ na bicicleta | 15/04/2016 às 10:29

Temas: [ divulgação ] [ 1 carro a menos ] [ Aveiro ] [ bicicultura ] [ Braga ] [ estacionamento ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ noticia ] [ passeio ] [ Ponta Delgada ]

Braga espera ter 18 mil utilizadores de bicicleta em 2025

Bragatv“O presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio, esteve presente no em Vila Nova de Gaia, numa iniciativa da ITS-Portugal, Associação que tem em vista a promoção dos Sistemas e Serviços de Transportes Inteligentes, num ciclo de conferências denominado ‘Da Mobilidade à Acessibilidade’. Depois de fazer o enquadramento regional de Braga, apresentou a sua visão política para a cidade de Braga, que visa uma alteração radical do seu paradigma de mobilidade. A ideia, defende Ricardo Rio, é passar a dar prioridade aos modos ativos e aos transportes públicos em detrimento do automóvel.

Segundo o autarca, até 2025, Braga deverá reduzir em 25% a utilização do automóvel, duplicar o número de utilizadores transportados pelos TUB e ter 18.000 utilizadores regulares de bicicleta. Para alcançar estes objetivos Ricardo Rio promete transformar as atuais estradas em ruas onde seja possível circular de bicicleta, resultando num total de cerca de 80km de vias cicláveis que serão criadas ao longo dos próximos nove anos.”…

(ler mais em http://bragatv.pt/?p=2174)

Ciclaveiro apresenta propostas para instalação de estacionamentos de bicicletas

parking bike Aveiro“O grupo Ciclaveiro enviou, esta quinta, à Câmara de Aveiro, um documento com a proposta de 35 locais para instalação de estacionamentos para bicicletas na cidade de Aveiro. São propostas centradas na zona central da cidade e ao longo do corredor da avenida Dr. Lourenço Peixinho mas que tem pontos na Forca, Fonte Nova, antiga estação e na avenida Mário Sacramento.

A proposta, que conta com os apoios da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta, do Núcleo Regional de Aveiro da Quercus, da Associação para a Educação e Valorização da Região de Aveiro (AEVA), da Associação Comercial do Distrito de Aveiro, da CORDA – Comércio da Rua Direita e Adjacentes de Aveiro e da MUBi – Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta, é constituída soluções práticas de oferta de parqueamento (foto).

Propostas de baixo custo e locais estrategicamente escolhidos são pilares desta proposta. “Os locais propostos foram definidos a partir das contribuições de diversos utilizadores de bicicleta e de dados de observação e registo de utilizadores ao longo de um período de tempo, tendo também em consideração a circulação pedonal, rodoviária, a acessibilidade e o impacto visual”.”…

(ler mais em: http://www.terranova.pt/noticia/sociedade/ciclaveiro-apresenta-propostas-para-instalacao-de-estacionamentos-de-bicicletas)

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios de 2016: “Pedalar pelo Património”

Dia Internacional dos Monumentos“Nos dias 17 e 18 de abril o Museu Carlos Machado propõe a todos os interessados “Pedalar pelo Património” num percurso onde o prazer de andar de bicicleta se vai aliar à fruição do Património Urbano. Cada participante terá um “passaporte”, este será preenchido ao longo das 16 estações com selos e informações sobre os Monumentos e Sítios da cidade de Ponta Delgada onde vamos estabelecer as nossas paragens. Dia 17 de abril às 10h e dia 18 de abril às 15h30.

Atividade sujeita a marcação prévia pelo nº 296 202 930” …

(saber mais em http://www.azorestoday.com/2016/04/14/dia-internacional-dos-monumentos-e-sitios-de-2016-pedalar-pelo-patrimonio/)


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Em segurança!

@ Eu e as minhas bicicletas | 14/04/2016 às 20:51

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ tshirt ]

Andou há poucos dias a circular nas redes sociais um video de uma jovem com óculos escuros e filmado dentro do seu veículo em que discorria veneno sobre os ciclistas e utilizadores de bicicleta que abusavam e ocupavam a sua via impossibilitando a normal fluidez do trânsito.

Ora como uma bicicleta é um veículo de pleno direito subentende-se que a senhora se referiria ao trânsito motorizado, nomeadamente o seu uso particular do automóvel e não de um autocarro de transporte público cheio de gente.

Não consegui perceber se o vídeo era um sketch satírico ou era uma verdadeira afirmação das suas verdades e opiniões, mas seja como for parecia ser uma verdadeira amálaga de idiotices e parolices. Algumas delas que roçavam o incentivo à violência e atentado ao bem-estar físico dos ditos utilizadores de bicicletas no espaço público - essa corja de malfeitores.

Coisas como "só eu sei o que me aguento para não atropelar/matar nenhum" ou mesmo "deviam era ir todos para o Alasca e deixar passar quem quer ir trabalhar"! Enfim...

As redes sociais ficaram inflamadas!

Há neste tema vários problemas:

Um é a completa falta de respeito pelo próximo - "o meu umbigo e mai lindo que o teu logo eu é que tenho importância, nem que te mate!".

Outro é a própria falta de informação sobre os direitos e deveres que cada um deve ter na utilização partilhada da via pública - "as bicicletas não devem andar a passear na minha estrada, que é só minha!".

E outro ainda é a escravidão que somos quase todos obrigados a ter direta/indiretamente por diversos factores ao "Rei Carro", o que leva os menos audazes a não procurarem alternativas - porque o carro é um bem de primeira necessidade - "eu preciso de me deslocar no meu carro".

Para quem usa a Avenida da Marginal é normal que apanhe bicicletas, aquilo não é uma autoestrada! Se não quer apanhar bicicletas pode sempre usar a A5, essa autoestrada dedicada e exclusiva a veículos motorizados e onde "bicicleta não entra" - será que também fará um vídeo a dizer que os outros carros deviam ir todos para o Alasca??


Outra forma de evitar essa corja de malfeitores amigos do ambiente é ir de comboio! Claro que convêm que o Estado e as demais entidades responsáveis também apostem nesse meio de transporte e tudo façam para que seja este o meio primordial e não a "alternativa pobre".


E assim porque há muita gente mal informada ou simplesmente apedeuta é que é preciso ajudar a passar a mensagem.

Nova TSHIRT exclusiva para ensinar o que deveria ser o respeito na estrada.

Só custa 9€ + portes e ajuda a causa!  Cerca de 2€ revertem para a MUBi para continuar a lutar pelos direitos dos utilizadores vulneráveis, porque ao contrário de outras associações e clubes não há um lobby a apoiar e a suportar financeiramente o trabalho voluntário de todos os que dispensam o seu tempo para fazer um mundo melhor.

tshirt.jpg
É só ir aqui a este link:
https://www.teezily.com/mubicampaign

E fazer todo o processo de compra online. Compre para uma amiga, namorado, prenda de anos de um colega, de dia da mãe, mas faça um pequeno esforço para ajudar a passar a mensagem!

Se não tiver Cartão de Crédito ou PayPal pode sempre gerar um cartão de crédito temporário e com limite de valor via MBNet numa qualquer caixa Multibanco! Não há desculpas!



A campanha acaba dia 29 de Abril de 2016.

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divulgando

paulofski @ na bicicleta | 14/04/2016 às 11:51

Temas: [ divulgação ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ mobilidade ] [ bicicultura ] [ noticia ] [ MUBI ] [ coisas que leio ] [ boas ideias ] [ Murtosa ] [ Almada ] [ Barreiro ] [ ciclismo urbano ] [ Seixal ] [ Europa ]

Ponto da situação das políticas de mobilidade em modos ativos (em particular de bicicleta) nos concelhos de Almada, Seixal e Barreiro

Massa critica seixal“A MUBi enviou uma carta ao Presidente da Câmara Municipal de Almada, Presidente da Câmara Municipal do Seixal, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Presidente do Conselho Metropolitano de Lisboa.

Ponto da situação das políticas de mobilidade em modos ativos (em particular em bicicleta) nos concelhops de Almada, Seixal e Barreiro (PDF).

A MUBi vem questionar os autarcas sobre a visão que têm para o território a médio e longo prazo e alertar para que não se cometam os erros do passado, no que diz respeito às políticas de mobilidade e urbanismo. Em especial, no que diz respeito à utilização da bicicleta, para deslocação urbana, com foco na deslocação pendular casa – trabalho.”

(lê artigo completo em http://mubi.pt/2016/04/13/4452/)

Murtosa inicia semana da bicicleta

murtosa ciclavel“A Murtosa vai receber mais uma Semana da Bicicleta, organizada pela Câmara Municipal da Murtosa, com o apoio das associações locais e da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores da Bicicleta. Congregará um conjunto alargado de acontecimentos que têm como matriz aquela que é uma das imagens de marca da Murtosa, nos mais diversos domínios, da mobilidade ao lazer, passando pela segurança rodoviária, pela economia e pela promoção do território.

O programa inicia-se com a realização de uma série de ações de sensibilização que têm por objetivo formar os mais pequenos para condutas seguras na estrada. As sessões terão lugar no Centro Escolar da Saldida e na EBI da Torreira, esta quinta e sexta.

No sábado, dia 16 de abril, pelas 21.30h, terá lugar, no auditório da COMUR-Museu Municipal, a IX edição do Fórum Murtosa Ciclável. O fórum, que se assume, como um espaço privilegiado de partilha e reflexão da comunidade à volta da estratégia de promoção da bicicleta, terá como temática “os Desafios do Turismo Ciclável”.”…

(lê mais em http://www.terranova.pt/noticia/sociedade/murtosa-inicia-semana-da-bicicleta)

EUROPEAN CYCLING CHALLENGE 2016

Pedalo pela Cidade“O EUROPEAN CYCLING CHALLENGE trata-se de um projeto em expansão e que em edições anteriores envolveu 63 cidades europeias de 20 países diferentes, com mais de 47 mil ciclistas e cerca de 4 milhões de quilómetros pedalados. O “European Cycling Challenge 2016 não acarreta qualquer custo e tem como objetivos:

– Reduzir o tráfego automóvel urbano, levar as pessoas a interagir com outro meio de transporte, a bicicleta, aumentando assim o seu uso em detrimento de veículos poluentes;
– Demonstrar que os/as cidadãos/ãs são capazes de interagir, criando uma comunidade social;
– Promover o desporto, saúde e bem estar;
– Planear circuitos urbanos através da identificação de redes mais comuns usadas pelos ciclistas;”…

(lê o artigo completo no blogue Pedalo Pela Cidade em https://pedalopelacidade.wordpress.com/2016/04/14/european-cycling-challenge-2016)


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18 mil utilizadores de bicicleta em 2025

Braga Ciclável @ Braga Ciclável | 14/04/2016 às 11:00

Temas: [ Notícias ] [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ braga ciclável ] [ Ricardo Rio ] [ visão presidente da câmara de Braga ]

Na passada Sexta-Feira o Presidente da Câmara de Braga, Dr. Ricardo Rio, esteve presente no Auditório Salvador Caetano,em Vila Nova de Gaia, numa iniciativa da ITS-Portugal, Associação que tem em vista a promoção dos Sistemas e Serviços de Transportes Inteligentes, num Ciclo de Conferências denominado da Mobilidade à Acessibilidade. Depois de fazer o enquadramento regional de Braga, apresentou a sua visão política para a cidade de Braga, que visa uma alteração radical do seu paradigma de Mobilidade. A ideia, defende Ricardo Rio, é passar a dar prioridade aos Modos Ativos e aos Transportes Públicos em detrimento do automóvel.

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Segundo o autarca, até 2025, Braga deverá alcançar os seguintes objetivos:

  • Reduzir em 25% a utilização do automóvel;
  • Duplicar o número de utilizadores transportados pelos TUB;
  • Ter 18 000 utilizadores regulares de bicicleta.

Para alcançar estes objetivos Ricardo Rio promete transformar as atuais estradas em ruas onde seja possível circular de bicicleta, resultando num total de cerca de 80 km de vias cicláveis que serão criadas ao longo dos próximos nove anos.

Diversas ferramentas têm vindo a ser conjugadas para alcançar estes objetivos. Uma delas é o PDM, onde estão já elencados os 76 km de vias ciciáveis. Essa rede será implementada na cidade plana, onde 100 mil pessoas passarão a estar a menos de dois minutos de alguma via ciclável. Ou seja, a rede ciclável urbana deverá abranger aproximadamente 55% da população. Espera-se assim que em 2025 10% das deslocações em Braga sejam realizadas de bicicleta.

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Ricardo Rio referiu ainda que têm vindo a ser trabalhadas também condições de maior conforto, envolvendo parceiros externos ao Município, criando bicicletários em diversos pontos estratégicos da cidade, em zonas de maior interesse como sejam a zona pedonal, as paragens de transportes públicos e outros. Segundo o Presidente, está neste momento em desenvolvimento a implementação de uma rede bastante alargada de bicicletários por toda a cidade.

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A promoção do uso da bicicleta foi assumida como parte integrante da visão do atual presidente da Câmara Municipal de Braga. A Braga Ciclável acredita que a bicicleta fará parte do futuro da cidade e continuará atenta aos próximos desenvolvimentos. Continuaremos disponíveis como sempre para colaborar com qualquer projeto que pretenda promover o uso da bicicleta na cidade de Braga, defendendo sempre os melhores interesses das pessoas que andam a pé e de bicicleta.

Na altura o Presidente deu ainda nota do projeto URBACT para o qual foi constituído um grupo local, do qual o Braga Ciclável faz parte, para elaborar o Plano de Mobilidade Urbana Sustentável.

A apresentação do presidente Ricardo Rio pode ser vista e ouvida aqui.

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O tempo passa e os problemas continuam…

Manuela Sá Fernandes @ Braga Ciclável | 9/04/2016 às 10:30

Temas: [ Opinião ] [ Bicicleta ] [ bicicultura ] [ Braga ] [ estudos ] [ falta de vontade ou falta de meios ] [ Manuela Sá Fernandes ] [ Problemas ] [ tempo passa ] [ teóricos ]

Todas as semanas têm sido publicados nesta crónica, artigos (brilhantes) dos meus colegas da Associação Braga Ciclável acerca do uso diário da bicicleta em Braga.

Comum a todos é o “sonho” de transformar a cidade de Braga numa cidade receptiva aos utilizadores de bicicleta, um cenário ainda distante de acontecer. Têm sido apontadas inúmeras falhas e muitas soluções mas os problemas continuam os mesmos: faltam as infraestruturas na cidade que não transmitem segurança aos utilizadores, falta sinalização que proteja os ciclistas e ao mesmo tempo que os incentive a continuar mas acima de tudo, falta vontade, vontade de concretizar ideias. Como se costuma dizer “ de boas intenções está o inferno cheio” e esta é a nossa realidade: fala-se muito e faz-se muito pouco.
O tempo passa, os problemas arrastam-se, os estudos saltam de gabinete para gabinete e a “batata quente” vai saltando de mão em mão sem que ninguém tome efetivamente conta dela.

Vivemos numa cidade e num país de teóricos. Estudos e mais estudos para tudo e mais alguma coisa. Seremos sempre eternos estudantes que nunca saem da universidade para o mundo real em que efetivamente é preciso passar à ação, apresentar resultados e tirar proveito de tantos estudos.

Estes estudos – imprescindíveis segundo os entendidos – demoram demasiado tempo a ficarem concluídos, as burocracias demoram ainda mais tempo a resolver problemas e nestes “entretantos” continuamos estagnados no tempo, atrasados em coisas tão simples e tão básicas como a “batalha” que aqui nos move.

A título de exemplo, uma situação já referida numa destas crónicas mas que ainda persiste: em frente ao Banco de Portugal existe um estacionamento para bicicletas há dois anos sem qualquer sinalização. Foram já feitos inúmeros apelos e pedidos mas a sinalização teima em não aparecer e as motas continuam a apoderar-se do local. E a questão mantém-se: é assim tão complicado colocar naquele local um sinal que devolva aquele estacionamento aos ciclistas?

O problema está na falta de meios ou na aparente falta de vontade de quem os ordena?

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