reciclado [5] velo… cidade vs pontualidade

paulofski @ na bicicleta | 23/02/2015 às 11:45

Temas: [ motivação ] [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ fotografia ] [ mobilidade ] [ penso eu de que... ] [ reciclando ]

pedal numa manhã gelada
As razões pelas quais se pode incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte são as mais variadas, no entanto uma delas mereceu maior relevo quando adquiri o hábito de pedalar para o trabalho, a pontualidade. Entendo que esse motivo possa parecer um pouco estranho mas só será para quem ainda não pedala. Mais do que um dado evidente, trata-se acima de tudo da razão provada e comprovada por qualquer ciclista urbano no seu quotidiano. A dedução é simples: um ciclista que pedale por vias urbanas a uma velocidade média de 15 km/h. e preveja fazer um percurso de 5 km, a sua experiência diária demonstra de uma forma convincente que demorará cerca de 20 minutos a chegar ao destino, sem pressas. Um semáforo vermelho, a mais ou a menos, as subidas, o vento, a chuva, tudo isso interfere pouco. As variantes estarão sempre dentro de uma margem de erro razoável.

bike to work em agosto
Salvo algum acidente de percurso, a relação distância/tempo acaba por tornar o ciclista um cidadão cumpridor dos seus horários, algo que para os habitantes automobilizados (no carro ou em transportes colectivos) nem sempre é exequível. Com as facilidades trazidas pelos mapas, disponíveis nas novas tecnologias, um ciclista precisa apenas delinear qual o melhor percurso para saber a distância, e com um simples cálculo matemático avaliar assim o tempo necessário para a viagem pretendida.

marcar o ponto
Com congestionamentos ou sem constrangimentos, durante as horas de ponta ou a altas horas da madrugada, quem pedala saberá sempre quanto tempo demora para ir daqui a acolá, e voltar do ponto B ao ponto A. Com as contrariedades de quem diariamente depende de combustíveis para se locomover, o ciclista urbano torna-se um pouco numa personagem mítica. Ela é capaz de dominar o tempo. A grande verdade é que com a bicicleta se socializa e se promove a qualidade de vida. Dita alguma experiência das pedaladas pela minha cidade que, com a bicicleta, o andar a pé e o Metro, juntos sustentam a mobilidade urbana.


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Não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti

Ana Pereira @ Cenas a Pedal - Escola de Bicicleta | 23/02/2015 às 9:22

Temas: [ Condução de bicicleta ] [ bicicultura ] [ condução ] [ peões ] [ podcasts ] [ risco rodoviário ]

É comum ver condutores de bicicleta a fazer às pessoas a pé o que se queixam que os condutores de automóveis lhes fazem a eles: razias, apitadelas, ultrapassagens perigosas “para lhes ensinar uma lição, etc. Fazem-no pelas mesmas razões, ignorância, negligência, sobranceria.

O risco a que expõem os peões é menor do que aquele que os condutores de automóveis os expõem a eles, claro, mas ainda assim não é, de todo, um risco desprezável. Há efectivamente pessoas atropeladas por condutores de bicicletas. Daí podem resultar lesões variadas, e até a morte. E o próprio condutor da bicicleta também arrisca magoar-se, claro (pelo que é o primeiro interessado em correr riscos desnecessários…).

Fonte:  massacriticapt.net

Fonte: massacriticapt.net

Na nossa escola ensinamos várias coisas fundamentais, entre elas a avaliação e redução de riscos, a cortesia, e a empatia. Tratar os outros como gostaríamos de ser tratados.

Os peões e os ciclistas são os elementos mais desprezados nos nossos espaços públicos, e as políticas públicas que têm havido e a forma como são desenhadas as vias públicas têm aumentado a fricção entre ciclistas (que fogem das estradas acreditando, erroneamente, que estão mais seguros nos passeios e ciclovias) e peões. Não podemos tolerar tal coisa. Os condutores de bicicletas e os peões devem misturar-se o mínimo possível, só em situações excepcionais e bem desenhadas, para evitar conflitos e reduzir riscos.

Os peões estão hierarquicamente acima dos ciclistas (pela universalidade dessa condição, pela maior vulnerabilidade, e pela ausência de ameaça aos outros utentes), estes últimos têm a responsabilidade de não colocar os primeiros em risco, mesmo quando estes adoptam comportamentos perigosos ou mesmo ilegais (podem ler uma introdução ao conceito de Responsabilidade Objectiva aqui).

Fonte: Sorumbático

Fonte: Sorumbático

A pensar nisto, a MUBi publicou um conjunto de 7 regras para respeito para com os peões, e o Luís Escudeiro divulgou-os em forma de podcast na Rádio Estrada Viva:

 

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Tomem as faixas... mas com bom-senso!

@ Eu e as minhas bicicletas | 21/02/2015 às 18:39

Temas: [ bicicultura ] [ estrada ] [ faixa ] [ posição primária ] [ take the lane ]

(Este post vêm a propósito de uma conversa numa das redes sociais onde um educado senhor estrangeiro insistia, na sua inocência, que os ciclistas nas cidades - e não só - devem andar na berma ou encostados à direita de forma a não incomodar o trânsito.)

fulllane.png

Eu ando nisto há pouco tempo e tal como muitos tive e ainda tenho dificuldade em assumir de bicicleta a minha "posição primária" na estrada/rua.

«The cycling skills manual Cyclecraft, the foundation of Bikeability, the UK's national standard for cycle training, defines the terms primary riding position, where the cyclist will be more visible and predictable to motor vehicle traffic, as being in the center of the traffic lane, and secondary riding position as being 1 metre (3.3 ft) to the side of moving traffic, but not closer than 0.5 metres (1.6 ft) from the edge of the road.»
in http://en.wikipedia.org/wiki/Vehicular_cycling

Com a experiência e conhecimento dos percursos tenho abandonado a segregação do uso da berma ou de estar encostado à direita da estrada para ir para uma denominada "posição secundária".

«Lane control is the practice of a cyclist controlling a lane (also known as "using the full lane", "taking control of the lane", "taking the lane" or "claiming the lane") when traveling near the center of a marked travel lane. Controlling the lane normally precludes passing within the same lane by drivers of wide motor vehicles, while being positioned near a lane edge usually encourages such passing—even when it is hazardous to cyclists.»
in http://en.wikipedia.org/wiki/Vehicular_cycling

No entanto com o passar do tempo e o calo do dia a dia começo a tomar o centro da faixa e a assumir a dita "posição primária", tendo em consideração a rua ou estrada onde circulo para estar mais ao centro ou um pouco mais à direita.

Não é fácil fazer esta mudança mental, e nem todos tem a mesma percepção da segurança. Há quem ache que estar na berma ou à direita é o seguro e correto, e há quem ache que o o estar no centro da faixa é que permite um melhor nível de segurança e conforto para o ciclista mesmo em detrimento do trânsito motorizado.

«
"control and release"
A savvy cycling practice in which the bicycle driver balances courtesy with safety by controlling his or her lane, but moving aside or pulling over, when it is safe and reasonable to do so, to release traffic that is unable to pass for a significant time.»
in http://iamtraffic.org/glossary/control-and-release/

Mas para perceber bem estes conceitos e a segurança inerente a circular na berma/direita ou no centro ver bem esta animação (só em PC, é em flash):
http://www.commuteorlando.com/ontheroad/animations/narrowlane/narrowlane.swf

Mas no fundo no fundo o ciclista deve fazer aquilo que é o mais seguro para si tendo em conta a estrada/rua onde circula, as condições atmosféricas e o fluxo de trânsito... as regras são regras, e as leis para cumprir, mas em primeiro o bom-senso...

Um exemplo... ainda outro dia um grande amigo me contava que num determinado local circulava de bicicleta e passa por uma passadeira onde uma senhora ia começar a atravessar, assim que passa ouve o baque de um carro a bater nesse peão. O astro maior estava no horizonte e os carros não abrandaram com o cuidado devido e naquele ângulo a visão dos raios cegava os condutores... o peão não contou com isso e meteu-se na passadeira após o meu amigo passar, o carro nem a viu e atropelou. Podia ter sido esse meu amigo, felizmente não foi. Infelizmente foi outra pessoa.

IMG_20150207_164922.jpg
(Monsanto, Lisboa)

Ora nos dias seguintes a este relato apanhei em vários locais, de manhã ou à tardinha, estes ângulos do Sol em determinados troços do meu commute. Esta situação levou-me a abdicar totalmente da posição primária e até secundária e a refugiar-me bem à direita. É que a visibilidade era tão má que não ia arriscar.

Mas para fechar, relembrar e sublinhar: as bicicletas também são trânsito e pertencem à estrada!

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can’t miss [123] maisopiniao.com

paulofski @ na bicicleta | 19/02/2015 às 19:14

Temas: [ can't miss it ] [ bicicultura ] [ coisas que leio ] [ histórias de vida ] [ outras coisas ] [ testemunho ]

 Cavaleiros do paralelo, eu e a minha Vilar….

bicicleta vilar catita gt

“Não deixa de ser impressionante como algo tão simples como uma bicicleta nos dava um sentimento de liberdade e rebeldia, percorrer as ruas da freguesia, cidade ou vila, fossem elas de asfalto, paralelo ou terra, tipo pardais em debandada e a grande velocidade! (vá não era assim tanta)

Grupos de três, quatro ou mais…Bicicletas de todos os tamanhos e feitios, desde a bicicleta de corrida, passando pela BMX, até a minha! Nossa, sim porque quando se têm irmãos, e mais velhos já se sabe… É de todos!

De guiador cromado, esguio, selim preto comprido, pintada num vermelho de paixão…

Não, não era uma Harley, nem uma Honda, era a minha Vilar, a minha velhinha  bicicleta Vilar, foi nela que dei os meus primeiros tombos a sério, e muitas calças rasgadas, foi nela que percorri as ruas da velha freguesia de Vermoim.

Penso não estar enganado se disser que nós, pequenos, em cima da bicicleta nos sentíamos os donos do mundo.

Aquele sentimento de falsa liberdade, devidamente autorizada pelos nossos pais em troca de “recados”, como ir a mercearia ou ao talho! Tão bom…

Tardes mais que perdidas em cima da bicla, até que aos últimos raios de sol se rompessem, roda no ar, tipo cavaleiro errante em cima do seu cavalo, éramos assim, uma felicidade marcada e inquestionável.”…

 (continua a ler esta bela prosa clicando no link ali em baixo)

Publicado em 18/02/2015 por Sérgio Martins in Últimas Crónicas


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Estudo Ciclovia Alfragide > Lisboa v1.0

@ Eu e as minhas bicicletas | 19/02/2015 às 14:45

Temas: [ alfragide ] [ bicicultura ] [ ciclovia ] [ estudo ] [ lisboa ]

Recentemente fui desafiado a tomar as rédeas de uma solução para o percurso que tanto venho bradando que tem de ser melhorado e como tal resolvi meter no "papel" as minhas ideias básicas e leigas sobre o tema.

Espero que desperte vontade nos demais e até me leve a mim a perseguir o tema com as entidades que tem responsabilidades no tema.

capa.jpg

Podem ver a v1.0 do documento clicando aqui

ATENÇÃO:
Esta é uma possível proposta para solucionar aquele percurso, mas depois de ter lançado este repto já muitas outras ideias andam a circular, tais como outros desenhos de ciclovias, reduzir o volume de transito ou até criar naquela estrada um corredor BUS e apenas com acesso motorizado aos residentes. Esta minha proposta é um ponto de partida, não é necessariamente o ponto de chegada.

Espero que em conjunto com a MUBi ou a FPCUB, ou com as duas, se consiga fazer a obra acontecer sensibilizando quem de direito.

Se tiver um testemunho que possa facultar para anexar a este ou outro estudo por favor colocar nos comentários deste post.

Exemplo:
"Eu nome tal, residente em tal e com trabalho em tal, usando a bicicleta como meio de transporte e sendo utilizador do percurso tal e tal penso que dada a experiência tal e tal deveriam ser feitas as tais e tais melhorias."

Eu sozinho não sou nada, mas muitos e juntos podemos fazer com que algo mude, para melhor.

Por favor dê o seu singelo contributo, são apenas umas dúzias de palavras...

OBRIGADO!

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A nova ponte

miguelbarroso @ Lisbon Cycle Chic | 19/02/2015 às 2:03

Temas: [ Uncategorized ] [ 2ª Circular ] [ bicicleta ] [ bicicultura ] [ Lisboa ] [ ponte ]

Inaugurada no sábado passado, tive a oportunidade de passar por lá ainda na outra semana e registar o que vi nestas fotografias:

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Demorou, mas finalmente estes dois bairros passam a estar ligados de uma forma rápida e segura, ultrapassando este rasgo no tecido urbano da cidade – as opções actuais obrigavam a percursos bem mais longos, e alguns deles bastante perigosos (a passagem da Estrada da Luz por baixo da 2ª circular é deveras crítica, principalmente no sentido SE-NO).

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Tanto se fala das pontes que são feitas noutras paragens… mas esta agora bem que pode dar que falar!

EDIT: acrescento aqui uma imagem com o traçado da ponte (fonte: Adão da Fonseca, Engenheiros Consultores)

01[1]

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à moda do Porto

paulofski @ na bicicleta | 18/02/2015 às 22:11

Temas: [ o ciclo perfeiro ] [ bicicultura ] [ ciclismo urbano ] [ ciclistas urbanos do Porto ] [ coisas que vejo ] [ fotografia ] [ outras coisas ] [ partilha ] [ Porto ]

foto de José Paulo Andrade

foto de José Paulo Andrade publicada em portophotography


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Bicicleta eléctrica

Ana Pereira @ Cenas a Pedal - Escola de Bicicleta | 18/02/2015 às 0:01

Temas: [ Bicicletas eléctricas e outras soluções ] [ Usar a bicicleta no dia-a-dia ] [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ pedelecs ] [ podcasts ] [ vídeos ]

A nossa última rubrica na Rádio Estrada Viva foi sobre a bicicleta eléctrica, ou melhor, sobre a bicicleta com assistência eléctrica. Querem saber o que são e como funcionam estas bicicletas, e o que podem fazer por vós?

Bicicleta eléctrica

Este podcast dá uma pequena introdução, a partir da minha própria utilização quotidiana de uma pedelec:

E muito a propósito disto, não deixem de ver os curtos 5 min da apresentação “Oh, assim também eu!“, que fiz no Ignite Portugal @ Bicicletas Lisboa, em Maio do ano passado, principalmente se também têm esta ideia da bicicleta eléctrica como “batota”:

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em constante movimento

paulofski @ na bicicleta | 16/02/2015 às 16:35

Temas: [ motivação ] [ bicicultura ] [ ciclismo urbano ] [ fotografia ] [ opinião ] [ outras coisas ] [ penso eu de que... ]

ciclismo urbanoDe acordo com o que escreveu um velocipedista urbano nas redes sociais, nomeadamente no grupo Ciclismo Urbano em Portugal, onde refere a circunstância, aspecto, ou… “visão rara no Porto: três bicicletas paradas num semáforo vermelho (e três selins brooks. haverá relação causa/efeito? já sabemos que os MAMIL(*) não param)…” acendeu no grupo a discussão e celeuma sobre o que veste um ciclista, como equipa a sua bike e se comporta no meio rodoviário.

Não sou grande entendido nas relações humanas mas desde que recomecei a pedalar percebi que os seus utilizadores, embora focados na mesma prática de dar ao pedal, detêm algumas características e comportamentos muito distintos uns dos outros. Na estrada nunca encontrei uma comunidade tão unida e receptiva quanto a dos guerreiros do asfalto. Nas montanhas, os aventureiros de todo o terreno têm uma espécie de conduta, de auxílio e partilha invulgares. Quando definitivamente optei pela bicicleta para o trabalho e definitivamente como modo de transporte urbano conheci toda a massa crítica, pessoal fixe com quem troco muitas informações a respeito das biclas, das experiências, apetrechos, rotas, sucessos, dicas, lugares porreiros para pedalar e por aí fora. Com ou sem licra, nunca fiz parte exclusiva de um grupo. Gozo do prazer de pedalar, sob o aço ou outra fibra, sem a necessidade de me integrar numa tribo. No mundo das bicicletas, uma característica interessante e que me atrai é que não existe distinção entre nós, ou pelo menos não deveria. O gosto pelo pedal é o ponto comum e isso me basta. A única distinção que existe dá-se na diferença de comportamentos, e andamentos, mas nisso dos comportamentos eu sempre tive de me ajustar.

Ahhh… como Middle-Aged Man, que sou, muitas vezes In Lycra tipo MAMIL(*), qual espécie invasora com uma respeitosa barriguinha, confesso que de vez em quando não me equipo de lycra, de vez em quando não paro nos vermelhos, de vez quando não uso capacete… agora o que não é de vez em quando é dar ao pedal mas com o rabo bem assente nos meus estimados selins Brooks!

MAMIL on moving

MAMIL on moving… me, myselfie and I, sempre em movimento


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E fez-se luz na Circunvalação (a de Lisboa)

@ Eu e as minhas bicicletas | 15/02/2015 às 11:53

Temas: [ bicicultura ] [ ciclovia ] [ iluminação ]

Como sóis sabedores, se seguem esta saga, tem havido uma série de gente a esforçar-se para que o percurso de Alfragide via Parque de Campismo, Bairro da Boavista e estação de serviço da Repsol até à ciclovia da Radial de Benfica (Estrada da Circunvalação) tenha melhorias para quem usa os meios de transporte suaves, e não só.

Ciclovia_AlfragideLisboa_1.jpg

E parece que nestas últimas semanas as preces foram ouvidas e fez-se luz!

Das muitas e muitas queixas que tem havido, de transeuntes e moradores a CML e EDP lá acederam a resolver o problema que se mantêm há largos meses, para não dizer mesmo há anos.

Portanto desde a zona sul vindo do Parque de Campismo estão ainda técnicos a resolver a situação...
Relato de um amigo: "Hoje quando passei no troço da penumbra, perto das 12h30, estavam lá 2 trabalhadores, acho que da edp. meti conversa com eles. estavam de facto a repor a iluminação mas vai demorar a ficar completo porque roubaram muito cabo. até uma das curvas ele disse que hoje ficaria pronto mas depois, na zona das curvas onde viste a carrinha parada ainda ia demorar.. disse-me que estavam a trabalhar para a iluminação ficar completa no troço todo mas que não sabia prazos até ficar tudo feito."

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A zona mais perto do bairro onde existe mais afluência de peões às paragens dos autocarros e onde as passadeiras à noite eram armadilhas para acidentes, e que estavam com este aspecto:

passadeira.jpg

...mas agora já tem alguma luz artificial e periga menos todos os intervenientes na estrada.

Até a Ciclovia da Radial de Benfica está quase toda ela iluminada, parece outra... muito mais segura e aprazível.

radial_ilumina%C3%A7%C3%A3o.jpg

Se se quer que as pessoas adotem a bicicleta em detrimento do carro tem de haver condições, e essas passam por garantir a segurança de todos. A iluminação é um elemento básico, e em cidade ou nesta zona sub-urbana não há razão para que os focos de iluminação estejam desligados ou avariados meses e meses.

Infelizmente há um pequeno troço de uns 300 metros que não tem postes e que tão cedo não terá solução... por isso a ideia da "Iluminação Pública Inteligente" pode ajudar a iluminar esse pequeno espaço de passsagem nessa estrada.

smart-streetlight.jpg

É só votar aqui:
http://comunidadeedp.pt/todosqueremosumbairromelhor/ideia/1110

A todos os que ajudaram nesta batalha um muito obrigado!


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