Partilha a estrada – II

miguelbarroso @ Lisbon Cycle Chic | 12/08/2014 às 2:42

Temas: [ Uncategorized ] [ 100copies.net ] [ activismo ] [ bicicleta ] [ bicicultura ] [ Cycle Chic ] [ guest photo ] [ ilustração ]

Talvez se lembrem do artigo que coloquei há já algum tempo, sobre os cartazes que a 100copies tinha feito. Felizmente criaram agora a versão portuguesa dos mesmos, e estão espectaculares:

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Tal como nas versões em Inglês, quem quiser o ficheiro em alta resolução para imprimir (formato A2), basta enviar um e-mail para yangthomas@mac.com

Muito bom!

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Código da Estrada, sim. E o bom senso?

Julio @ Biclas blog | 11/08/2014 às 19:37

Temas: [ bicicultura ] [ legislação ]

O aparecimento de mais bicicletas nas estradas e o novo código da estrada têm suscitado muitos debates acerca do lugar dos ciclistas e a necessidade destes cumprirem algumas regras.
Por vezes nesses debates o simples bom senso é algo escasso, para não dizer, ausente.

Sim, eu sei que as leis são "as leis" e são para cumprir. Mas o que seria de nós, individual e colectivamente, se simplesmente abdicássemos do nosso bom senso?

Há situações em que, conscientemente, não cumpro o código da estrada. E faço-o para minha segurança. Por exemplo, ao circular numa faixa bus quando a alternativa legal me empurra para uma via mais à esquerda onde o trânsito circula frequentemente em excesso de velocidade.


A propósito deste tema, do cumprimento cego das leis, partilho aqui um divertido e esclarecedor vídeo:


Nota: o nosso código da estrada não obriga os ciclistas a circularem na ciclovia!

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'ANIMA LUPI' em Vagos

LOBO @ OS CLÁSSICOS DO LOBO | 11/08/2014 às 16:45

Temas: [ Anima LUPI Fixed Gear ] [ Bicicletas ] [ Bicicletas Antigas ] [ Bicicultura ] [ Passeios Bicicleta ]

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fotocycle [142] ontem no Escondidinho do Barredo…

paulofski @ na bicicleta | 8/08/2014 às 12:01

Temas: [ fotocycle ] [ bicicultura ] [ fotografia ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ Porto ] [ Ribeira ] [ Sua Alteza ]

… enquanto felizes bicitripeiros comiam iscas e arregalavam as vistas, dona Cremilde ia guardando as biscas!

dona Cremilde

 


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rui henrique @ bicicleta voadora | 8/08/2014 às 9:22

Temas: [ bicicultura ] [ eventos ]

12 ilustradores urbanos de Lisboa e Porto expôem os seus trabalhos por 10 locais da capital, sob tema livre e inspirados pela vivência da cidade.

Entre 4 de Outubro e 8 de Novembro de 2014, os trabalhos destes artistas são o ponto de partida para um roteiro que inclui 10 espaços de comércio tradicional e recebe a mobilidade suave e a arte, sem pretensiosismos, celebrando as alternativas que Lisboa oferece para uma cidadania sustentável.

Um roteiro para percorrer de bicicleta ou a pé, para conhecer ilustradores mais e menos conhecidos e ainda ver os trabalhos de alguns artistas brasileiros, através de um intercâmbio com a iniciativa Bike Arte (da associação paulense Aromeiazero).
Encontramos a cada paragem uma peça de decoração urbana em malha, criada pelas artistas da Granda Malha, que identifica cada local e nos alerta sobre os detalhes desta cidade.

Para breve todos os detalhes deste evento.
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3 noites pelo Alentejo

Gonças @ Hors Piste autorizé.... | 7/08/2014 às 14:26

Temas: [ bicicultura ] [ own trip ] [ touring bicla ] [ vadiagem ] [ xtracycle ]

Uma voltinha para não deixar enferrujar as pernas...3 noites em hotéis de 1000 estrelas, muita melga, atalhos do "demo", mexilhões em molho de ostras e baguettes a 3€. 

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Vista panorâmica de dentro da tenda algures nas dunas da comporta

Havia tanto para dizer....

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O Pixie tb queria ir

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A atravessar o Tejo

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Mercado de Setúbal

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Ai Faralhão, faralhão...

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Á sombra do chaparro

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A água parecia sopa

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É por aqui o atalho...

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Bom treino para o "rípio" da Via Pan-americana

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Montemor-o-novo

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Levantar campo no dia seguinte

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eco-camping

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Voltámos a Montemor

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Para apanhar a ecopista

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O tio a descansar

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e a pedalar

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Camarão do sado lá ao fundo

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ponte engraçada

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Vista privilegiada

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Foto da praxe

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Cockpit / secador de roupa

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Comporta beach

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As melgas eram tantas que tivémos que nos abrigar na tenda

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Cada um na sua hein!

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Selfie

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A caminho do Ferry

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Que custa 1 baguete!

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Setúbal em crochet

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Tróia ao longe

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e choque frite ao pé

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A caminho de casa...castelo de Palmela ao fundo.



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serviços a pedais

paulofski @ na bicicleta | 7/08/2014 às 13:32

Temas: [ motivação ] [ bicicultura ] [ bike messengers ] [ bike rent ] [ coisas que leio ] [ mobilidade ] [ noticia ] [ outras coisas ] [ Porto ] [ Tomar ] [ Vizela ]

Câmara de Vizela disponibiliza serviço de aluguer de bicicletas

bicicletas em vizela“O concelho de Vizela tem disponível, desde quinta-feira, um serviço de aluguer de bicicletas aos munícipes e visitantes, avançou fonte da autarquia.

A iniciativa resultou de um protocolo assinado entre a Câmara de Vizela e uma empresa de serviços direcionados para a mobilidade elétrica.

O protoloco foi assinado pelo presidente da Câmara de Vizela, Dinis Costa, e pela sócia gerente da empresa, Carla Rocha, durante a inauguração da loja interativa de turismo do concelho.

“Esta parceria resultou da necessidade do grupo de trabalho CittaSlow e do Setor do Turismo em planear estratégias para a promoção da mobilidade ciclável na cidade de Vizela, nomeadamente promover a utilização da bicicleta pelos munícipes nas suas deslocações diárias, promover a ligação de Guimarães a Vizela de forma sustentável e promover o turismo, a gastronomia e a doçaria vizelense”, lê-se em comunicado.”

 (fonte:  tamegasousa.pt)

O amor vai de bicicleta

contra relógio bike menseger“PORTO – Arrancou dia 1 de Agosto, a campanha “O amor vai de bicicleta”, promovida pela empresa Contra Relógio – estafeta de bicicletas, nos concelhos do Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Gondomar e Maia. Aproximar as pessoas com gestos simples e memoráveis é o objectivo desta iniciativa que se prolonga até ao final do Verão.

“Queremos promover a felicidade dos habitantes do Grande Porto através de uma acção fora do comum. Toda a gente gosta de ser surpreendida, principalmente quando é pelos melhores motivos. É sempre bom recebermos algo com que não estamos a contar”, explica Renato Guedes, director da empresa.

Com uma equipa de quatro estafetas, a Contra Relógio prontifica-se a percorrer ruas e vielas, faça sol ou faça chuva, para surpreender os corações apaixonados, para mimar aqueles que se querem bem, para alimentar afectos.”…

 (ler + em local.pt)

Visitantes já podem alugar bicicletas em Tomar

aluguer bicicletas Tomar“Desde (…) 5 de Agosto o Município de Tomar está a disponibilizar, numa primeira fase no Parque de Campismo Municipal, bicicletas para aluguer, num intuito de promover a mobilidade sustentável e facilitar a deslocação de visitantes e turistas que pretendam conhecer melhor a cidade.

O aluguer varia entre os 5€ (período de 2 horas), 10€ (4 horas) e 15€ (1 dia), dentro do horário de funcionamento da receção do parque que será das 9h00 às 19h00 no Verão (1 junho a 30 setembro) e das 10h00 às 17h00 no Inverno (1 outubro a 31 maio).

Esta é uma oferta de serviços complementar com a já existente na cidade e vai ao encontro de muitas solicitações que já desde há vários anos os turistas faziam. Este serviço está disponível não só para os visitantes, mas também para os tomarenses que poderão deslocar-se ao Parque de Campismo e alugar a sua bicicleta para uma fruição diferente da sua cidade.”

(fonte: comercioenoticias.pt)


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Seguros e utentes vulneráveis: o que defende realmente a MUBi?

Geral (Direcção) @ MUBi | 29/07/2014 às 22:50

Temas: [ comunicados ] [ Direcção ] [ notícias MUBi ] [ bicicultura ] [ comunicado ] [ Direção ] [ responsabilidade objetiva ] [ Seguro ]

Ciclistas a par

A propósito de notícias vindas a público esta semana, veiculadas pela Lusa, a MUBi gostaria de esclarecer:

i) Não há razões consistentes para exigir a obrigatoriedade de matrícula para bicicletas, licença de condução e seguro para ciclistas.

Antes de mais, convém referir que mais nenhum país europeu tem estas obrigatoriedades, nem as está a debater neste momento. Esta realidade, por si só, apesar não nos dar ou tirar a razão, alerta-nos para o facto de, ao defender estas medidas, muito provavelmente estaremos a olhar para o problema de uma perspetiva errada.

A razão fundamental por que nenhuma destas obrigações fazem sentido, e por que nenhum país europeu as considera é que a bicicleta tem níveis de perigosidade baixos (contrariamente aos veículos motorizados) e, na generalidade dos casos, apenas causa danos de valor muito reduzido, em caso de sinistro. Para além disso, a promoção do uso da bicicleta induz um ambiente rodoviário mais seguro e apresenta enormes vantagem para a sociedade, pelo que a barreira à sua utilização introduzida por qualquer destas medidas seria negativa para a segurança, economia, ambiente, equidade social do país, contrariando todas as políticas de promoção de modos de vida ativos, que constituem um dos principais desafios de Portugal e da União Europeia, para as próximas décadas.

ii) Relativamente à questão do pagamento dos danos ocorridos num sinistro, entre veículos motorizados e utentes vulneráveis, a MUBi defende a introdução do Princípio da Responsabilidade Objetiva (conhecida em muitos países da Europa por vários nomes, por exemplo Loi de Badinter, Strict Liability, Betriebsgefahr) de forma clara e explícita, na legislação portuguesa. Este conceito está na base da Diretiva 2009/103/CE do Parlamento Europeu e do Conselho: “Os danos pessoais e materiais sofridos por peões, ciclistas e outros utilizadores não motorizados das estradas, que constituem habitualmente a parte mais vulnerável num acidente, deverão ser cobertos pelo seguro obrigatório do veículo envolvido no acidente caso tenham direito a indemnização de acordo com o direito civil nacional.”

O Princípio da Responsabilidade Objetiva é um instrumento jurídico muito utilizado em diversas áreas, que permite autonomizar, em maior ou menor grau, a compensação do danos da determinação da culpa.

Quando aplicado a sinistros rodoviários que envolvam um veículo motorizado e um utilizador vulnerável (peão ou ciclista), o Princípio da Responsabilidade Objetiva defende que o seguro do condutor motorizado deve compensar os danos à vítima de forma imediata. Posteriormente, se for provado que o utente vulnerável foi culpado pela colisão, a seguradora terá sempre a possibilidade de reaver o montante indemnizatório, ou parte dele, dependendo do tipo de vítima e das circunstâncias da colisão.

A aplicação do Princípio da Responsabilidade Objetiva tem pelo menos dois benefícios importantes:

  1. Garante a indemnização imediata das vítimas;
  2. Promove uma cultura de segurança no meio rodoviário, indo ao encontro da aplicação prática do princípio de especial cuidado perante os utentes vulneráveis, presente na nova versão do Código da Estrada.

De referir que a generalidade dos países europeus que adoptaram o Principio da Responsabilidade Objetiva registam actualmente índices de sinistralidade inferiores aos de Portugal, beneficiando com essa medida tanto os condutores automobilizados como os utentes mais vulneráveis. Em Portugal, a redução na sinistralidade rodoviária resultante da adoção deste principio deverá, igualmente, ser indutora de uma redução nos valores das apólices de seguros dos veículos motorizados.

Assim, ao contrário do que tem vindo a ser divulgado na comunicação social com meias verdades suportadas em citações parciais e descontextualizadas, a MUBi não defende qualquer agravamento dos seguros automóveis nem que estes tenham que compensar sempre e de forma definitiva as vítimas. Pelo contrário, caso estas venham a ser responsabilizadas pelo sinistro, cabe à seguradora o direito de vir a ser ressarcida de parte da compensação prestada ao utente vulnerável, em tribunal.

A MUBi considera que o Princípio da Responsabilidade Objetiva é uma peça fundamental na construção de um meio rodoviário seguro para todos os tipos de utentes, dado que é um garante da indemnização imediata das vítimas e contribui para o desenvolvimento de uma cultura de responsabilização proporcional ao perigo potencial das diferentes formas de deslocação.

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Bicicletas, Seguros e mau jornalismo

Miguel Barroso @ VELOCIPEDI@ | 29/07/2014 às 14:23

Temas: [ Bicicultura ] [ fpcub ] [ seguros ]

Depois dos tristes artigos de desinformação ontem publicados sobre seguros e bicicletas, com citações incompletas ou fora de contexto, e um título cuja intenção me pareceu ser a apenas o exaltar dos ânimos e criar má vontade em relação a quem circula de bicicleta, recomenda-se a leitura deste esclarecimento da FPCUB.

http://www.fpcub.pt/2014/07/nota-de-imprensa

O mau jornalismo da notícia da Lusa, foi repetido pelos jornais todos, e as caixas de comentários estão todas ao rubro... lamentável!
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Matosinhos quer mais bicicletas – intervenção séria ou mero marketing e cosmética ?

ricardocruz @ Bicla no Porto | 27/07/2014 às 14:05

Temas: [ Ativismo ] [ cidade ] [ estratégia ] [ bicicultura ] [ Matosinhos ]

Diz a câmara de Matosinhos: “A instalação de uma rede de ciclovias na Quadra Marítima é o primeiro passo para um futuro alargamento deste projeto a todo o Concelho.” Quem utiliza a bicicleta no dia a dia precisa de medidas globais … Continuar a ler
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