ciclofilia [117] suda, pedalea, siente el vento

paulofski @ na bicicleta | 23/09/2014 às 17:26

Temas: [ ciclofilia ] [ bicicultura ] [ ciclistas no mundo ] [ coisas que vejo ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ Puerto Rico ] [ testemunho ] [ video ]

“SWEAT, PEDAL, FEEL THE WIND explores the feasibility of the bicycle as a means of transportation in San Juan, Puerto Rico. It takes a look at both the dangers faced by the riders and the bicycle’s potential as a socializing tool.

We witness the perspectives of four bicycle riders who vary in social background, age and gender, as they narrate their experiences based on their daily use of this means of transportation.”


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Pedalar devagar 2

Gonças @ Hors Piste autorizé.... | 23/09/2014 às 14:49

Temas: [ América do sul ] [ bicicultura ]

Fiz há uns tempos uma review sobre o livro Pedalar devagar, que relatava uma viagem espectacular de 4 anos da Valérie e do João Fonseca pela Ásia.

Coincidências das coincidências um amigo cruzou-se com eles no seu caminho para uma nova aventura: Pedalar devagar II e conseguiu com que nos sentássemos a conversar no parque das nações em pleno dia da mobilidade. 

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A imagem de marca da aventura "Pedalar devagar II"

Era um dia confuso, com montes de atividades a acontecer ao mesmo tempo, mas ainda deu para falarmos um pouco de viagens, especialmente com crianças. O Sinai e o Yacha vão passar 12 a 14 meses a viajar com os pais e vão ter uma aprendizagem brutal aos 8 e 10 anos! Viajar do Rio de Janeiro até ao México de bicicleta é algo que "enriquece" qualquer currículum ;)

Pensávamos que íamos estar mais tempo com eles, mas tinham coisas marcadas. Afinal no dia seguinte tinham que estar no aeroporto bem cedo e ainda havia despedidas a fazer. 

Deu para conversarmos alguma coisa, o João ainda experimentou a xtra e agora vamos todos viajar com eles, contando que façam o update regular do blog ;)


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Grande montagem! 

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O João gostou da xtra!

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Tinha que lhes pedir um autógrafo ;)
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fotocycle [144] just another day…

paulofski @ na bicicleta | 22/09/2014 às 8:51

Temas: [ fotocycle ] [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ bike to work ] [ fotografia ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ outras coisas ]

bike to work day

… another bike to work day.


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Actividade em Bicicleta na Escola Básica Parque das Nações – 18 Setembro 2014

Gonçalo Peres @ "Bike Mãozinhas" Cicloficina do Oriente | 19/09/2014 às 22:50

Temas: [ Uncategorized ] [ bicicultura ] [ escolas ] [ formação ]

Pela segunda vez a Cicloficina do Oriente esteve envolvida em mais uma actividade em bicicleta com fins pedagógicos na Escola Básica Parque das Nações. A actividade foi composta por uma acção de formação, seguida dum passeio com os alunos do 1º Ciclo.

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Muito obrigado aos pais que ajudaram, a toda a equipa da CAF, ao Agrupamento, APEPN, à Junta de Freguesia que também deu um importante contributo logístico, aos elementos da esquadra da PSP da patrulha em bicicleta e aos restantes voluntários (MUBi e FPCUB).

Houve uma enorme adesão, o que demonstra uma grande vontade das crianças e dos pais em participar neste tipo de actividade.

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Não é fácil orientar tantas crianças, mas apesar dos problemas, o saldo foi muito positivo.

Aprendendo com os erros, em próximas iniciativas temos de os dividir em grupos mais pequenos (por sala, ou por ano lectivo), para que as crianças possam tirar ainda mais e melhor partido da experiência pedagógica.

Vamos também tentar ir às outras escolas do bairro.


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dicas da DECO: Acidentes com bicicletas, como resolver

paulofski @ na bicicleta | 19/09/2014 às 10:54

Temas: [ divulgação ] [ bicicultura ] [ coisas que leio ] [ DECO ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ partilha ] [ segurança rodoviária ]

DECO acidentes com bicicletas como resolver“Com as novas regras do Código da Estrada, os ciclistas ganharam mais direitos, mas também mais responsabilidades. Estão sujeitos a suportar as despesas de um sinistro, por exemplo.

Desde o início do ano, a bicicleta é equiparada a um veículo comum quando circula numa via. Esta é uma das alterações para os ciclistas do novo Código da Estrada, como explica o nosso artigo.

Mas a conquista trouxe implicações. No primeiro semestre de 2014, registou-se um aumento de acidentes envolvendo velocípedes (386), face a igual período do ano passado (272).

Os números lançam um alerta: para andar nas cidades, com ou sem motor, é preciso seguir as regras de trânsito e ter uma enorme dose de bom senso. Também é importante estar preparado para agir em caso de acidente.

  • Mesmo que, inicialmente, tudo pareça bem, registe os dados dos veículos, dos condutores e dos peões envolvidos. Mais tarde, pode aperceber-se de alguma sequela física ou de que a bicicleta sofreu danos.
  • Se as autoridades forem chamadas, exponha a sua perspetiva e os factos.
  • Caso a responsabilidade seja do condutor de um veículo (carro ou mota), o acidente pode ser participado à seguradora desse condutor.
  • Se a responsabilidade for sua, cabe-lhe a si, enquanto ciclista, arcar com as despesas associadas à reparação dos veículos ou aos tratamentos médicos dos outros condutores ou peões.
  • Se necessário, procure cuidados médicos especializados. Antes de voltar a usar a bicicleta, verifique se está em perfeitas condições.
  • Mesmo não sendo obrigatório para as bicicletas, é recomendável contratar um seguro de responsabilidade civil que abranja danos a terceiros. Confirme com a sua seguradora automóvel (caso tenha) se prevê cobertura para velocípedes e se pode apresentar-lhe uma proposta. Em alternativa, existem produtos específicos com valores anuais entre € 30 e € 50, que incluem responsabilidade civil e acidentes pessoais do ciclista. A partir de € 70, a cobertura abrange também os danos na bicicleta (assemelha-se a um seguro de danos próprios num automóvel).”

via Deco-Proteste: www.deco.proteste.pt/motor/bicicletas/dicas/acidentes-com-bicicletas-como-resolver


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Um commuting diferente

Julio @ Biclas blog | 18/09/2014 às 21:17

Temas: [ bicicultura ] [ contratempos ] [ filmes ]

Foi hoje! Eu já andava a estranhar a demora... Depois de cerca de 5 a 6 mil km´s de commuting a pedal, o primeiro furo. E a comprovar as Leis de Murphy, aconteceu num dos raros dias em que não tinha comigo o "kit de autonomia" completo. Tinha os desmontas, os remendos, a chave para desmontar a roda e até uma câmara de ar nova, mas faltava a bomba!
Mas há sempre solução. Neste caso, tinha várias hipóteses: iniciar a troca de câmara de ar e ficar à espera que passasse alguém com uma bomba; aproveitar o facto da bicla ser dobrável e fazer o resto do percurso com ela de autocarro ou de taxi; chamar o Bicycle Repair Man; ou fazer o resto do caminho a pé. Optei por esta última e estranhamente não perdi tanto tempo quanto imaginava.

Para os que pedalam em Lx, o bicycle repair man não é apenas uma piada! É clicar aqui para saber mais.

A meio do dia lá reparei o furo e fui com a roda até uma oficina para encher o pneu. Afinal de contas, foi simples. Se tivesse uma avaria no carro seria sempre mais complicado/demorado para resolver.
Mas as tropelias do dia não ficaram por aqui... Foi a primeira vez que saquei fora a roda traseira da quipplan e como não conhecia bem o sistema do cubo nexus, montei aquilo mal ficando com a bicicleta "engatada" na 1ª velocidade... raios... Pedalava vertiginosamente e não passava dos 15km/h!! Ainda assim, era o suficiente para ultrapassar os carros parados nos habituais engarrafamentos de fim de dia. Bizarro, cómico, frustrante, desesperante, serve qualquer um dos adjectivos, dependendo do estado de espírito e do ponto de vista (o meu ou o dos condutores presos no trânsito).
Para ajudar (mesmo! não é ironia!) chovia. Era daquela chuva miudinha que não incomoda nada, apenas ajuda a tornar o trajecto mais saboroso. E à pala da limitação de velocidade ganhei mais uns minutos de diversão. Se fosse de carro, mesmo que ele não avariasse, teria sido tudo bem mais demorado. E stressante...
Vivam as biclas!!! :)
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can’t miss [107] ambiodiv.com

paulofski @ na bicicleta | 18/09/2014 às 10:52

Temas: [ can't miss it ] [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ cidades ] [ coisas que leio ] [ Lisboa ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ partilha ]

Andar de bicicleta por Lisboa está mais fácil!

ambiodiv

“Durante anos ouviam-se diversas desculpas para nos esquivarmos a andar de bicicleta em Lisboa, no inverno chove e faz frio, depois não há ciclovias, depois são as sete colinas, depois, depois, depois.

No entanto já há problemas que vemos resolvidos, por exemplo as ciclovias, já existem uma série delas por Lisboa, ou zonas com menos trafego automóvel, o que dá mais segurança ao ciclista, já existe equipamento impermeável que nos permite andar à chuva. Se não acredita, veja o exemplo de Cátia, que largou o carro e começou a andar de bicicleta, quer de Verão quer de Inverno. Como ela existem mais no site Maria Bicicleta existem diversos exemplos de mulheres que decidiram adotar a bicicleta como meio de transporte.”…

(Lê este excelente artigo aqui)


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Ir para o trabalho em esquema intermodal: comboio da CP - bicicleta

Bruno BA @ Bicycling | 17/09/2014 às 19:56

Temas: [ autocarro ] [ Barraqueiro Oeste ] [ bicicultura ] [ bike on the bus ] [ comboio ] [ Comboios de Portugal ] [ commute ] [ commute in the rain ] [ CP ] [ gastar menos ] [ intermodalidade ] [ para o trabalho de bicicleta ] [ poupança ] [ Vitus 979 ]

No dia 9 de Setembro de 2014 experimentei ir de comboio para Lisboa.

Estava com algum receio, porque a minha anterior experiência com a CP (Comboios de Portugal) foi um pouco estranha: não era possível comprar o bilhete na bilheteira, mas sujeitar-me à boa vontade do revisor (de me deixar ou não entrar com a bicicleta para a composição) que me vendeu o bilhete.

Como tinha um amigo meu que já vinha nesse mesmo comboio, com a bicicleta dele, fui à confiança.

Cheguei com alguns minutos de antecedência (o horário de partida era às 7:00), com a Vitória

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O relógio da estação, a marcar as 6:56

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 A Vitória, aguardando pacientemente o comboio

A questão do bilhete ser vendido na composição, pelo revisor, não mudou nada. 

Julgo que não me cobrou mais do que a minha passagem, pela viagem de nós os dois: € 5,60 pela viagem de Torres Vedras a Sete Rios.

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O bilhete da viagem

Fiquei muito bem impressionado pelo facto de a composição em causa ter um espaço próprio para o transporte das bicicletas! E mais ainda pelo facto de todos os 4 apoios das bicicletas estarem tomados por passageiros.

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Imagem das quatro bicicletas (duas de BTT, uma dobrável e a Vitória)

Devo dizer que a viagem foi relativamente confortável (o frio da manhã fazia-se sentir numa carruagem que parecia não ter qualquer aquecimento), mas um pouco demorada demais para a minha rotina habitual: cerca de uma 1h20m de viagem. Pelo menos não foi necessário mudar de comboio. Saindo em Sete Rios, o caminho até ao escritório foi muito simples, pela Estrada da Luz. 

Quando comparado com a viagem de autocarro, o comboio ganha na praticabilidade (foi-me muito fácil colocar a bicicleta no comboio e, dentro deste, no compartimento destinado a esse fim). Julgo que em dias de chuva ganhará ainda mais em praticabilidade, porque no comboio é muito mais fácil retirar o equipamento de chuva (poncho ou impermeável) e pendurar a bicicleta no local adequado do que no autocarro (em que é necessário colocar a bicicleta no porão de carga e o espaço e tempo existentes para retirar o equipamento e colocar a bicicleta são todos fora do autocarro, onde, por vezes, está a chover...).

Ganha igualmente na paisagem que nos oferece (e na possibilidade de dormir durante mais tempo).

Ganha ainda, mas por muito pouco, na comparação directa do custo da viagem: paguei € 5,10 em vez dos € 6,05 do bilhete na Barraqueiro Oeste

Sucede que, quanto a este ponto específico, a CP não disponibiliza um passe mensal e a Barraqueiro Oeste tem um, para Lisboa, que se fica por € 134,85, o que dá um custo por viagem de € 3,06 (€ 134,85 / 22 dias úteis / ida e volta).

Se ganha relativamente à praticabilidade, perde quanto ao tempo de viagem, pois a viagem na Barraqueiro Oeste demora cerca de 45m (com 1h20m da viagem do comboio quase consigo ir a Lisboa e voltar de autocarro). Perde também quanto ao conforto da própria viagem, pois o autocarro está sempre climatizado (salvo alguma avaria esporádica) e o comboio não.



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das mobilidades

paulofski @ na bicicleta | 17/09/2014 às 15:33

Temas: [ divulgação ] [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ bike to work ] [ ciclismo urbano ] [ coisas que leio ] [ Ecopista ] [ Lisboa ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ noticia ] [ outras coisas ] [ Ovar ] [ Velocité Café ]

Exposição Maria Bicicleta

exposição Maria Bicicleta“Foi inaugurada no passado dia 16 de setembro, pelas no Velocité Café, a exposição “Maria Bicicleta Sai à Rua”, uma mostra baseada no projeto documental Maria Bicicleta sobre o ciclismo urbano no feminino.

A exposição resulta de uma parceria com a EMEL, conta com o apoio da Câmara de Lisboa, e inscreve-se no âmbito da Semana Europeia da Mobilidade 2014. A exposição estará patente ao público ao longo do passeio na Avenida Duque d’Ávila até 30 de setembro, onde quem por lá passa pode ficar a conhecer dez mulheres ciclistas da nossa cidade e as suas opiniões e vivência sobre o andar na cidade.

Fique a conhecer aqui o projecto Maria Lisboa e as 20 entrevistadas.”

(ler o artigo completo aqui)


Ovar vence Prémio Nacional da Mobilidade em Bicicleta 2014

Prémio nacional da Mobilidade“O prémio nacional da mobilidade em bicicleta 2014 na categoria autarquia foi atribuído ao Município de Ovar.

A cerimónia pública de entrega do galardão respeitante à 9ª Edição do Prémio Nacional “Mobilidade em Bicicleta” tem lugar, esta tarde, no Torreão Poente da Praça do Comércio, em Lisboa, integrado no programa da FPCUB para a Semana Europeia da Mobilidade que está a decorrer.

O presidente do Município ovarense, Salvador Malheiro, que estará presente na cerimónia, aponta a conclusão da Ecopista do Atlântico como factor determinante para a distinção. Por outro lado, garante: “A descarbonização do Município continua a ser um objectivo estratégico da nossa governação”.

O Prémio Nacional “Mobilidade em Bicicleta” foi criado em 2006 pela Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), de forma a reconhecer publicamente o contributo de determinadas entidades ou pessoas individuais na promoção da bicicleta nas suas múltiplas vertentes, através da criação ou melhoria de condições e facilidades em Portugal e/ou da divulgação de iniciativas fomentadoras do uso deste veículo não motorizado.”

Reforma da Fiscalidade Verde: Ida de bicicleta para o trabalho deve ser apoiada

Bicicleta casa trabalho“A atribuição de um subsídio a quem se desloque de casa para o trabalho de bicicleta é uma das recomendações que a Comissão para a Reforma da Fiscalidade Verde propõe no projeto que entregou ao Governo e foi apresentado nesta terça-feira em Lisboa.

O documento, produzido após três meses de discussão pública e de mais de 110 contributos, cita o caso da Bélgica, onde essa política já é seguida, e considera “desadequado” que sejam pagos subsídios a quem opte pelas deslocações para o trabalho nos transportes públicos e não suceda o mesmo a quem decida deslocar-se de velocípede.

Quanto ao incentivo, através da redução de impostos à aquisição de bicicletas, a Comissão considera que isso deverá acontecer quando velocípede seja para ser utilizado como meios de transporte e não outros, como a prática desportiva, por considerar que neste caso não apresenta as mesmas vantagens.”…

(continua a ler aqui)


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Xtracycle na interbike 2014

@ MA FYN BACH | 17/09/2014 às 14:04

Temas: [ bicicultura ] [ xtracycle ]

Segundo o Ross Evans: 

cargo bikes e motor eléctrico é como chocolate e manteiga de amendoim! ;)


Entrevista a Ross Evans
(sem vento seria bem melhor)




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