E assim se vai até ao Rock in Rio

miguelbarroso @ Lisbon Cycle Chic | 15/04/2014 às 1:07

Temas: [ Uncategorized ] [ bicicleta ] [ bicicultura ] [ Cycle Chic ] [ evento ] [ Lisboa ] [ Rock in Rio ]

Como tinha anunciado, no sábado passado realizou-se o passeio Eu Vou de Bicicleta, cujo objectivo era lembrar as pessoas que podem ir para o festival Rock in Rio Lisboa de bicicleta (até vai haver lá um parque vigiado pela FPCUB, onde podem deixar as bicicletas em segurança).

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Tratou-se de uma co-organização Lisbon Cycle Chic / FPCUB / CML / Rock in Rio / EDP. As 500 inscrições esgotaram num ápice, pois foi divulgado em inúmeros canais. Mais uma vez, um passeio calmo sem qualquer carácter desportivo, mas a avaliar pela indumentária da maioria das pessoas que responderam à chamada, parecia que estávamos todos perante uma prova de contra-relógio. Não quero fazer qualquer censura ao modo de vestir que cada um escolhe – mas para andar de bicicleta calmamente, a roupa do dia-a-dia serve perfeitamente. Compreendo que muita gente sinta que o equipamento xpto é o melhor para fazer desporto em bicicleta… Provavelmente alguns até fizeram umas boas dezenas de kms para lá chegar, e outros tantos para regressar a casa. Mas se é para passear ou utilizar a bicicleta como meio de transporte no dia-a-dia… desculpem-me mas eu continuo a dizer que me sinto melhor vestido normalmente (e ficam também com muito melhor aspecto).

Faz-me confusão ver tanta gente ir passear calma e descontraidamente de bicicleta, equipados da cabeça aos pés como se fossem fazer a Volta ou a Travessia em BTT. Nem me refiro só a este passeio – vejo frequentemente gente assim equipada para passear junto ao rio… seria o equivalente a equipar-me assim, para ir de automóvel até ao Guincho com a família:

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Mas enfim… são opções, e cada um é livre de escolher o que veste! Por isso chega de conversa… ficam aqui as fotos Cycle Chic do evento. Como tirei muitas mais, podem ver as restantes na página de Facebook da FPCUB.

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Como podem ver na imagem do meio, não faltou gente a capturar imagens…

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Uma das caras conhecidas que esteve presente foi o actor Ricardo Carriço – e não foi só para a foto, já que é um utilizador frequente da bicicleta em Cascais. Nunca tinha pedalado nas ruas de Lisboa e confessou-me que estava a gostar da experiência.

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Já o vereador José Sá Fernandes está habituado a pedalar nas ruas de Lisboa… mas acho que podia fazê-lo com mais frequência – fica o desafio!

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A Cidade na Ponta dos Dedos e agora dos pedais também – a Sancha Trindade, também autora da campanha que foi lançada em Setembro passado, é agora mais uma das muitas pessoas que se deslocam diariamente de bicicleta em Lisboa.

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Ninguém ficou indiferente à presença desta bicicleta muito especial!

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A Roberta Medina também fez o passeio, e depois de ter passado a semana toda a rogar pragas a quem tinha delineado o percurso (eu mesmo), chegou à Bela Vista surpreendida por afinal ser tão fácil fazer 8km no meio da cidade.

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Depois de uma paragem na Bela Vista, o regresso foi pela ciclovia do parque até às Olaias.

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E a presença destes amigos, também animou bastante o passeio!

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DSC_6828 DSC_6832Obrigado a todos os que participaram. E para os que vão ao Rock in Rio já sabem… podem ir a pedalar, e deixar a bicicleta bem vigiada quase à porta do festival!

 

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Mais uma INOVAÇÃO no ramo das BICICLETAS

João Galvão @ NézClinas a Pedais e outros que tais | 11/04/2014 às 15:07

Temas: [ Bicicultura ] [ Link's ] [ Protótipos ] [ You tube ]



Mais uma Inovação no ramo das BICICLETAS. Desta vez chega-nos da Hungria. 
Oculta Sinopsis Budapeste

Além da transmissão ser completamente diferente - Pelo meio de Cabos de aço - Funciona por força motriz, produzida por polias, directamente à roda traseira, e, tem a vantagem de se poder afinar os pedais e força que neles se emprega, de formas distintas, o que pode permitir o uso mais adequado a pessoas com limitações físicas.


O inventor, Róbert Kohlhéb, afirmou à Agência Efe que a polias móveis transmitem a força para a roda traseira por meio de cordas, que não precisam de lubrificação e podem ser utilizadas por até 10 mil quilômetros. 
Dizendo: -"As cordas são de polietileno combinado com material parecido com o teflon utilizado nos desportos aquáticos e pelos alpinistas".




- Acabaram as mãos sujas de óleo...

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// Saco Voador_Lançamento

rui henrique @ bicicleta voadora | 11/04/2014 às 12:33

Temas: [ alley cat ] [ bicicultura ] [ eventos ] [ solidariedade ]


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Para quem ainda não tem programa para Sábado, 3 de Maio, cá está uma excelente oportunidade de sair de casa e ir até à Velo Culture! E porquê?

A Bicicleta Voadora teve mais uma ideia que pretende tornar-se um facilitador e transformador de vidas – o SACO VOADOR!

Um saco de pano útil, muito bonito e, claro, com um corte especial adaptado às necessidades dos ciclistas, numa edição limitada de 35 exemplares.
Mas este saco tem muito mais de especial (além de ser voador!) - a ilustração ficou a cargo de HugoSerge O., um criador português que “divide o tempo entre experiências visuais e sonoras”; a produção do saco é do atelier Bashô Cycling Club e por isso, todos os sacos foram produzidos à mão, com materiais comprados no comércio tradicional; a impressão em serigrafia e embalagem é da responsabilidade da Devagarse Encaderna Longe, uma oficina da ASSOL – Associação de Solidariedade Social de Lafões, uma instituição que apoia pessoas com deficência mental e saúde mental crónica.

A Velo Culture aceitou receber o projecto no seu espaço e a animação da tarde vai estar a cargo de melómanosconvidados que vão partilhar os melhores hits de vinil da sua colecção.
A prova favorita dos ciclistas começa às 14.30h, uma alley cat (a mais dura de sempre em Lisboa!) que começa e termina na Velo Culture.

Com ideias simples, vamos promovendo e animando a comunidade enquanto passamos um dia entre amigos.

Os 35 exemplares desta edição estarão disponíveis para venda apenas esta tarde.
Cada saco tem um custo de 10€ e todos os lucros obtidos revertem a favor da ASSOL. Toda a informação e trabalho desta associação no site da ASSOL.

Um obrigado muito especial a todos os que fazem com que este projecto faça sentido:
Matias Pancho e todo o pessoal na Assol, Joana Janeiro, Gonçalo Baptista, Hugo Serge O., António Cruz, Miguel Madeira e todo o pessoal na Velo Culture, Sara Martins, Cláudio Soares, Marta Ruivo, Nuno Trindade, Rui Costa, Marisa Brito, Pedro Gil e Rodrigo Filipe.

3 DE MAIO
DAS 14 ÀS 20 H
VELO CULTURE –  LISBOA
Rua de arroios nº4
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mobilidades de Portugal

paulofski @ na bicicleta | 11/04/2014 às 9:01

Temas: [ divulgação ] [ bicicultura ] [ Braga ] [ ciclismo urbano ] [ coisas que leio ] [ Lisboa ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ noticia ] [ outras coisas ] [ Porto ]

Ciclistas discutem rede ciclável com Câmara Municipal de Braga

rede ciclável Braga“No seguimento da Proposta Para Uma Mobilidade Sustentável, decorreu esta quinta-feira, dia 10 de abril, pelas 17 horas, em Braga, uma reunião com a Câmara Municipal de Braga, para apresentação de um conjunto de sugestões de alteração ao mapa da rede ciclável para a cidade de Braga que se encontra em fase de planeamento. Nesta reunião, estiveram presentes, em representação dos cidadãos utilizadores de bicicleta, Rómulo Duque (Encontros com Pedal) e Mário Meireles (Braga Ciclável). A equipa municipal esteve representada pela arquiteta Fátima Pereira, assessora de Miguel Bandeira, vereador responsável pelos pelouros do Património, Urbanismo, Regeneração Urbana, Planeamento e Ordenamento, pelo arquiteto Octávio Oliveira, chefe da divisão de Planeamento Urbanístico do Município, e pelo geógrafo Nuno Jacob, Técnico Superior de Planeamento.

Na sequência de contactos que vêm sendo realizados regularmente ao longo dos últimos dois anos, a autarquia convidou os utilizadores de bicicleta a analisarem o trabalho, ainda em curso, de planeamento da futura rede ciclável para a cidade de Braga e a sugerirem eventuais alterações ou melhoramentos, e assim contribuírem com a perspetiva de quem já usa regularmente a bicicleta como meio de transporte. “… (ler + aqui)

Pedonalizar

Porto pedonalNa sequência de declarações de Rui Moreira (presidente da Câmara Municipal do Porto), surgiram em vários meios de comunicação notícias sobre a vontade da Câmara em ‘pedonalizar’ o centro histórico (aquiaqui e aqui). A Rua das Flores, no âmbito deste projeto, foi inaugurada no dia 29 de março (inserida nas comemorações do Dia Nacional dos Centros Históricos).

Note-se que parte do centro do Porto já é ‘pedonal’, seja pelas escadas, seja pela exiguidade das ruas, o que impossibilita a construção de passeios. Note-se também que a Câmara não fala em ‘pedonalização’ stricto sensu, mas antes de vias onde o acesso automóvel é permitido, se bem que condicionado, “a moradores, comerciantes e cargas e descargas“. Este modelo parece-nos ser o mais interessante. Ruas que os carros podem atravessar se o seu destino é de facto a rua em si (evitando o trânsito de atravessamento), com horários específicos para cada um dos acessos, e com fiscalização eficaz do cumprimento da lei. Não bastam os pinos no início e fim das ruas.

É de referir que numa das mais importantes ruas (parcialmente) pedonais do Porto, a Rua de Cedofeita, todas as questões levantadas nos parágrafos anteriores se levantam. A área pedonal é delimitada por pinos retráteis, que condicionam o acesso apenas a veículos autorizados. Por um lado, durante o dia, o estacionamento é feito anarquicamente, ao longo da rua, sem que esteja indicado o sítio certo para os carros pararem. Por outro lado, à noite os carros têm acesso franqueado, já que os pinos são baixados. O que acontece é que os carros, circulando numa via que não foi pensada para eles, sem segregação de circulação e sem limitadores de velocidade (semáforos, lombas, chicanas), acabam por colocar os peões em risco, pelo excesso de velocidade e pelo comportamento perigoso. Assim sendo, quando não funciona a limitação física (pinos) tem de se garantir a presença de agentes da autoridade que limitem a ação dos carros. Ou então nunca permitir o acesso universal de automóveis.

“Devolver a cidade às pessoas”

Esta frase é bastante repetida, no Porto e fora dele, quando se verificam operações semelhantes de requalificação do espaço urbano. Normalmente esta expressão surge quando se cria uma área verde urbana, quando se alargam passeios, ou quando se ‘reservam’ ruas da cidade para o trânsito pedonal. O principal objetivo destas operações, consciente ou inconscientemente, é retirar carros de circulação. Não reduzir o número total de carros em circulação nas cidades, mas reduzir ou eliminar o número de carros em circulação em determinadas zonas ou ruas.

Consequentemente, o número de peões e bicicletas aumenta exponencialmente, o que também significa um incremento da atividade comercial nessas ruas. Essa realidade é facilmente comprovável nas duas principais ruas comerciais do Porto: Cedofeita e Santa Catarina. Ambas as vias têm troços com circulação de carros e outros pedonais, e a diferença da pujança do comércio de rua entre ambas é abismal. As grandes lojas tendem a instalar-se nas zonas pedonais, assim como o pequeno comércio e alguns restaurantes e cafés, e as zonas onde circulam carros ficam-se pelo pequeno comércio (mais escasso), cafés (também mais escasso) e lojas fechadas. É claro que os fatores que levam a esta realidade não se ficam apenas pela circulação ou não de carros, mas é concerteza o fator mais importante.”… (ler todo o artigo aqui)

Lisboa aposta na bicicleta como transporte alternativo

CML CycleCities“A Câmara Municipal de Lisboa, parceira do Projeto CycleCities, recebeu as suas congéneres europeias, dias 9 e 10 de abril, para dois encontros técnicos no âmbito da integração dos meios clicáveis em esquemas de mobilidade sustentável nas cidades.

Depois de um primeiro dia em que foram partilhadas as diferentes realidades dos parceiros: London Borough of Merton (Inglaterra), Agência de Desenvolvimento Regional para a Região de Leipzig (Alemanha), cidade de Gdansk (Polónia), Câmara Municipal de Lisboa (Portugal), Universidade Técnica Nacional de Atenas (Grécia), Município de Génova (Itália), BSC Kranj (Eslovénia) e Município de Piraeus (Grécia), no segundo dia os participantes estabeleceram objetivos comuns e elaboraram duas propostas que serão apresentadas no Orçamento Participativo de Lisboa.

Enquadrado numa estratégia que a Europa pretende intermunicipal, como salientou Tiago Farias, da Câmara de Lisboa, o projeto deverá saber responder a uma “tendência mundial crescente” de utilização deste meio de transporte, que há 20 anos era visto ainda com alguma “desconfiança”.

Lisboa, que tem em curso um programa de redução do volume de tráfego na cidade, tem praticamente concluído o seu projeto CycleCities, revelou este responsável. A importância atribuída ao pelouro da mobilidade, disse Tiago Farias, pode aferir-se pelo facto de este ser o único sob a responsabilidade direta de António Costa, presidente da autarquia.”… (ler + aqui)


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Ciclistas discutem Rede Ciclável com Câmara Municipal de Braga

Victor Domingos @ Braga Ciclável | 11/04/2014 às 2:23

Temas: [ Antonio Babo ] [ bicicultura ] [ ciclistas ] [ Ciclovias ] [ Câmara Municipal de Braga ] [ Estacionamento ] [ Faixas BUS + BICI ] [ Mário Meireles ] [ Proposta de Mobilidade Sustentável ]

Ciclistas urbanos discutem Rede Ciclável com Câmara Municipal de Braga No seguimento da Proposta Para Uma Mobilidade Sustentável, decorreu esta quinta-feira, dia 10 de abril, pelas 17 horas, em Braga, uma reunião com a Câmara Municipal de Braga, para apresentação de um conjunto de sugestões de alteração ao mapa da rede ciclável para a cidade de Braga que se encontra em fase de planeamento. Nesta reunião, estiveram presentes, em representação dos cidadãos utilizadores de bicicleta, Rómulo Duque (Encontros com Pedal) e Mário Meireles (Braga Ciclável). A equipa municipal esteve representada pela arquiteta Fátima Pereira, assessora de Miguel Bandeira, vereador responsável pelos pelouros do Património, Urbanismo, Regeneração Urbana, Planeamento e Ordenamento, pelo arquiteto Octávio Oliveira, chefe da divisão de Planeamento Urbanístico do Município, e pelo geógrafo Nuno Jacob, Técnico Superior de Planeamento.

Na sequência de contactos que vêm sendo realizados regularmente ao longo dos últimos dois anos, a autarquia convidou os utilizadores de bicicleta a analisarem o trabalho, ainda em curso, de planeamento da futura rede ciclável para a cidade de Braga e a sugerirem eventuais alterações ou melhoramentos, e assim contribuírem com a perspetiva de quem já usa regularmente a bicicleta como meio de transporte.

Foi defendido que a rede ciclável prioritária deve ser a que vai servir as pessoas que usam ou que pretendem usar a bicicleta como meio de transporte e foram mostrados alguns dos benefícios da aposta na bicicleta. Foram apresentados exemplos de cidades com orografias (São Francisco, Berna, Basileia, Trondheim) e climas (Abu Dhabi, Copenhaga, Cambridge, Berna, Ferrara) bem mais adversos que os de Braga e onde a aposta na bicicleta – que foi efetuada inicialmente na parte plana dessas mesmas cidades – é, já hoje, um enorme sucesso. Foram demonstrados vários casos do nosso país e de outras cidades a nível mundial onde foram implementadas medidas eficazes, como a partilha de zonas pedonais com os ciclistas, zonas de coexistência, faixas cicláveis, vias cicláveis, as formas de resolução dos pontos de conflito (cruzamentos, paragens BUS, rotundas), e também diversos exemplos de ruas com sentido proibido para tráfego automóvel, mas permitido para bicicletas, entre outros. Foram ainda apresentadas soluções inteligentes para vencer desníveis, para estacionar a bicicleta em segurança e para compatibilizar a bicicleta com o autocarro. Foi recordado a excelente relação custo-benefício recentemente obtida com implementação de uma rede de 400 km de faixas cicláveis protegidas em Nova Iorque. Para finalizar, foram apresentados os critérios básicos a serem seguidos para a escolha do tipo de vias a implementar em Braga, tendo em conta, por exemplo, o parâmetro V85 que contabiliza a velocidade média de 85% dos veículos que passam numa determinada via, para assim definir qual o tipo de via ciclável mais adequada ao local de modo a garantir a segurança de todos os utentes da via, incluindo os ciclistas.

A partir da rede ciclável proposta pela CMB e presente na revisão em curso do Plano Diretor Municipal, do Programa de Ciclovias Interurbanas do CÁVADO (estudo desenvolvido pelo professor António Perez Babo) e utilizando também os percursos fornecidos por 31 ciclistas urbanos (Mapa Braga Ciclável) e a experiência no terreno obtida pelo grupo de ciclistas que participaram na elaboração do dossier, chegou-se a uma nova proposta com algumas pequenas, mas significativas alterações ao mapa inicial.

Proposta de alterações dos ciclistas à Rede Ciclável em fase de planeamento para a cidade de Braga

Os representantes da CMBraga mostraram-se bastante satisfeitos com a proposta apresentada, tendo mesmo existido consenso quanto às alterações efetuadas.

Mário Meireles, colaborador do blog Braga Ciclável, está convicto de que a aposta na bicicleta "é a solução certa para uma cidade inteligente, sustentável, próspera e amiga das pessoas". Desta reunião resultou a conclusão de que a aposta de uma rede ciclável direta, segura e confortável deverá começar prioritariamente na cidade plana, ou seja, num retângulo delimitado a este por S. Pedro de Este, a oeste por Ferreiros, a norte pelas Infias e a sul pelo Picoto e pelos três montes sacros. "Nesta Braga plana habitam mais de 100 mil bracarenses", salientou. "É nela que estão os jovens, que está o conhecimento (Universidade do Minho e Universidade Católica), estão as escolas secundárias, estão os principais polos de comércio (Centro Histórico, Braga Parque e vale de Lamaçães) e está uma forte indústria (Bosch, Ideia Atlântico, Grundig)". Para além de toda a sua potencialidade, é aí que está a procura: "num curto espaço de tempo recolhemos os percursos de 31 ciclistas urbanos de Braga e foi-nos, assim, possível traçar desde já eixos prioritários."

Victor Domingos, fundador do blog Braga Ciclável, que apesar de não ter estado presente nesta reunião acompanhou sempre de perto o processo de elaboração dos documentos agora apresentados, não tem dúvidas em afirmar que “este é um momento histórico para a cidade de Braga”. “É provavelmente a primeira vez na história desta cidade", afirmou, "que os utilizadores da bicicleta são consultados para ajudar a delinear uma rede viária útil, abrangente, confortável e segura para quem deseja usar este meio de transporte nas suas deslocações diárias".

Brevemente, publicaremos aqui no Braga Ciclável o dossiê apresentado, que ficará disponível para consulta em mais detalhe.

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convite MUBI: Ciclismo, Mobilidade e Segurança Rodoviária

paulofski @ na bicicleta | 10/04/2014 às 10:30

Temas: [ divulgação ] [ bicicultura ] [ ciclismo ] [ Lisboa ] [ mobilidade ] [ MUBI ] [ noticia ] [ outras coisas ] [ partilha ] [ segurança rodoviária ]

Ciclismo, Mobilidade e Segurança Rodoviária - convite

“Aproveitamos também para comunicar que a MUBi aderiu à rede Estrada Viva que irá realizar uma série de debates sobre o tema – um deles já pensado sobre a revisão do Código da Estrada em parceria com a MUBi.
A direção da MUBi”

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das “acções pedagógicas”

paulofski @ na bicicleta | 9/04/2014 às 14:50

Temas: [ o ciclo perfeiro ] [ bicicultura ] [ motivação ] [ opinião ] [ outras coisas ] [ penso eu de que... ] [ PSP ] [ segurança rodoviária ]

Deixando baixar um pouco a poeira, acorrento agora a minha bicla ao poste e opino sobre a tal operação que a Polícia de Segurança Pública realizou, pela primeira vez em todo o país, direccionada aos peões e ciclistas como uma acção pedagógica. A PSP considera que é necessário informar e sensibilizar para as novas alterações ao Código da Estrada, que entrou em vigor no início deste ano, com o objectivo de diminuir o número de acidentes.

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Nos dados avançados sobre a operação “Pedalar em Segurança”, mais de 11.000 condutores de automóveis, motos e bicicletas foram fiscalizados em três dias. A PSP fiscalizou 2169 bicicletas, destacando-se que 22 ciclistas não tinham documentos de identificação (BI/CC), 13 foram identificados por desobedecerem ao sinal encarnado dos semáforos, um por conduzir a bicicleta sem as mãos no guiador e outro por circular em paralelo com mais do que uma bicicleta. Pondo de parte os cidadãos que não tinham os respectivos documentos de identificação  (dever obrigatório dos cidadãos), quer isto dizer então que no universo dos autuados apenas 0,7% “condutores” de bicicletas foram “apanhados” em desrespeito às regras. Dos automobilistas multados, o número e tipo de infracções registados infelizmente não me surpreende, continuando no topo a condução sob a influência do álcool.

Os próprios automobilistas admitem que um dos principais problemas da insegurança rodoviária não é exactamente o comportamento dos ciclistas. É a velocidade dos carros. Circulando por algumas ruas das nossas cidades, verifica-se constantemente a flagrante violação às regras por parte dos automobilistas. A partilha da rua com a bicicleta e a consequente acalmia de tráfego são duas condições essenciais para circular em segurança. Um inconveniente do mesmo patamar para quem usa a bicicleta como veículo de transporte, a imprescindível salvaguarda da vida, de todos, principalmente dos elementos mais vulneráveis no asfalto.

“A chegada do bom tempo, convida a comunidade a fazer-se à estrada com a bicicleta e nesse aumento expetável de bicicletas, aumentaremos igualmente a nossa visibilidade nas principais artérias a percorrer pelos ciclistas. É nesse sentido que intensificaremos ao longo de 2014, com o empenho das nossas equipas velocipédicas, este tipo de operações em todo o País.” anuncia a PSP. Pois bem, A acalmia de tráfego pode ser entendida como um conjunto de estratégias para abrandar os efeitos negativos do trânsito e, por conseguinte, criar um ambiente seguro e agradável para todos. A polícia, tanto a PSP como a GNR, deveria direccionar sobretudo as suas “acções pedagógicas” aos excessos dos automobilistas, ao excesso de velocidade especialmente nos centros urbanos, e coagi-los a conduzir os seus veículos de maneira mais lenta e prudente, bem como acentuar a fiscalização na constante violação das regras.

O Código da Estrada define a bicicleta como veículo e confere ao seu utilizador várias normas a respeitar. Não pode pedalar nos passeios, ganha direitos e tem deveres para circular na via. A ausência de ciclovias e ciclofaixas em vias de tráfego intenso e frenético, a falta de redes cicloviárias articuladas ou infra-estruturas cicloviárias, leva a que alguns ciclistas insistam em desrespeitar algumas dessas regras. Daí, uma das cenas que mais vemos são ciclistas que pedalam nos passeios. Questão de segurança? Para mim é claro! Por exemplo, muitas das ruas do Porto como são estreitas e o ciclista não se sente seguro em transitar no centro da via, é arriscado transitar na berma e como tal refugia-se no passeio.

Para além da velocidade dos carros, um dos principais problemas para os ciclistas é o incumprimento da distância de segurança na passagem/ultrapassagem. Deixar de guardar a distância lateral de um metro e meio ao passar ou ultrapassar uma bicicleta é infracção sujeita a multa. Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito e mesmo assim proceder à manobra de ultrapassagem é infracção grave. Um desequilíbrio qualquer, a deslocação de ar produzida pelos carros ou uma ultrapassagem mal efectuada pode levar ao acidente.

Desprovida do ar hostil que envolve o carro, a bicicleta é utilizada no mundo inteiro, sendo em alguns locais a sua utilização valida para implementar a acalmia de tráfego. Em algumas metrópoles usa-se a figura simpática da bicicleta e a sua promoção para justificar a aplicação das regras e a diminuição da velocidade. Como sustentar a limitação de velocidade e respeito mútuo rodoviário na nossa cidade? Com certeza que é com estas e outras acções pedagógicas, aplicando o respeito das regras aos automobilistas, mas também no seio da própria corporação!

Fonte: http://www.biclanoporto.org/?p=2629

Fonte: http://www.biclanoporto.org/?p=2629

Adenda: “ai esses indisciplinados ciclistas ou do, como virar o bico ao prego!!!”

Depois das “acções pedagógicas” da polícia ao ciclista, diversas são as fontes notícias que, como esta no Diário As Beiras da senhora jornalista Bárbara Jorge, só demonstram a falta de ética de um jornalismo tendencioso e falso.


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Ciclovia (?) da avenida da Boavista é armadilha letal

ricardocruz @ Bicla no Porto | 9/04/2014 às 11:09

Temas: [ Acidente ] [ Ativismo ] [ bicicultura ] [ acidente ] [ Boavista ] [ ciclovia ] [ erros ] [ perigo ] [ Porto ]

O que dizem as boas práticas a nível de segurança na via pública: Zona de impacto direto da porta: 1 metro aprox. (ciclista diretamente atingido). Zona de impacto indireto da porta: 1 metro  aprox. (ciclista foge para o centro da … Continuar a ler
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Lojas X – Build My Bike

miguelbarroso @ Lisbon Cycle Chic | 8/04/2014 às 15:41

Temas: [ Uncategorized ] [ bicicleta ] [ bicicultura ] [ Cycle Chic ] [ Diário de Lisboa ] [ guest photo ] [ Lisboa ] [ Lojas ]

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Ainda não conheço a Build My Bike, mas no seguimento da divulgação que tenho feito das lojas com uma vertente mais urbana, achei que devia aproveitar as fotos que o Artur (Diário de Lisboa) fez há uns dias. Por isso não vou falar muito mais sobre a loja pois nunca fui lá, mas deixo-vos um texto que pedi ao Miguel Angelo Silva:

A build my bike abriu no nº 146 da Rua da Boavista, em Lisboa, junto ao largo do conde Barão na zona de Santos, em meados de Outubro de 2013.

Com foco na bicicleta urbana, o serviço personalizado e uma oferta com elevado nível de customização é aquilo que mais nos diferencia. Seja em lazer ou como meio de transporte, o nosso valor acrescentado passa por construir (e recuperar) bicicletas adaptadas às necessidades, estilo e gosto de cada um. O nosso ponto de partida é sempre tentar perceber o que cada cliente procura quando nos visita, e dai partimos então para as nossas recomendações.

Comercializamos também diversas marcas, e para quem encontra nestas a sua melhor escolha, temos todo um conjunto de opções que permitem customizar a bicicleta a gosto.

Em termos de oficina, ao nível de manutenções e reparações a lógica mantêm-se exatamente a mesma. O nosso princípio passa sempre por uma avaliação que nos permita dar as nossas melhores sugestões, seja numa óptica mecânica, de funcionalidade ou estética

Acima de tudo, acreditamos que existe “a” bicicleta de cada um, e trabalhamos todos os dias para dar vida a esta visão.

As fotos como já referi, são do Artur Lourenço, e como sempre oferecem-nos uma excelente visita virtual:

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CL6B1595 CL6B1598 CL6B1604

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CL6B1563 CL6B1670

CL6B1614 CL6B1567 CL6B1591

CL6B1647 CL6B1650

 

build my bike
Rua da Boavista, 146
1200-070 Lisboa
Portugal
Telefone: +351 912157251

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Trail-Gator - passaporte para a aventura!

Julio @ Biclas blog | 7/04/2014 às 23:21

Temas: [ bicicultura ] [ passeios ] [ soluções a pedal ]


Fazer aqueles trilhos de Monsanto nunca foi tão divertido, apesar do esforço extra que sentia nas pernas. Atrás de mim, o meu filhote ria às gargalhadas e cantava canções de improviso, enquanto eu o rebocava na sua "bike pirata".
Passados poucos km´s, rolávamos já junto ao rio e maravilhavamo-nos com o sol radioso e o cenário dos barcos à vela na foz do Tejo.
 
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Este foi o nosso primeiro passeio usando o Trail-Gator, uma solução simples e eficaz para aumentar o raio de acção das nossas aventuras . Com esta engenhoca, posso rebocar o Gui quando ele está cansado e rapidamente voltar a desatrelar a bicicleta dele, para que possa voltar a pedalar sozinho.

trailgator1.jpg

Ainda sobre o trail-gator, resta dizer que instalar o gingarelho foi um bocado mais trabalhoso que o previsto, porque o sistema não é compatível com travões de cantilever. O fabricante diz que se pode instalar um kit de adaptação mas o desenho da peça não me convenceu e foi mais eficaz trocar por uns simples "v-brakes". Mas após as necessárias adaptações e montados os encaixes nas duas bicicletas, utilizar este acessório está a revelar-se simples e prático.

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No final do passeio, quando disse ao Gui que fizémos 7km, ele disse logo que da próxima temos que ir ainda mais longe. "Podem ser 20, papá? e 30km, vamos até aonde?"... Isto promete! :)
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