Basta de atropelamentos!

@ Braga Ciclável | 24/08/2016 às 15:40

Temas: [ Cronologia ] [ Notícias ] [ Opinião ] [ Acidentes ] [ atropelamentos ] [ Avenida António Macedo ] [ Bicicleta ] [ bicicultura ] [ Braga Parque ] [ cidades ] [ feridos ] [ mortos ] [ velocidade ]

Na manhã deste domingo, um grupo de ciclistas foi violentamente abalroado por um automóvel que circulava em velocidade excessiva na Avenida António Macedo, em Braga. De acordo com as notícias publicadas pela comunicação social e com os relatos que têm vindo a público, houve vários feridos e um dos ciclistas perdeu a vida.

A Braga Ciclável recebeu com tristeza esta notícia, e partilha essa dor e tristeza com os amigos e familiares das vítimas. Também nós acreditamos que não é admissível continuarem a acontecer, em plena cidade, acidentes como este. Cada vida que se perde, cada ciclista que é atropelado na estrada, leva consigo um pedaço da felicidade de todos os que o rodeiam. Em momentos como este, ninguém sai a ganhar. Todos perdem. O desleixo das autoridades, os excessos dos condutores, a indiferença da sociedade em geral, saem caro, muito caro.

É por isso urgente aplicar medidas efetivas de acalmia de trânsito. A responsabilidade para evitar estas mortes e ferimentos, e todo o sofrimento e prejuízo que daí advêm, cabe a todos.

Acidente em Braga - atropelamento na Avenida António Macedo

Cada condutor tem uma responsabilidade individual, que se reflete no tipo de condução, na velocidade a que escolhe circular (e não, não somos obrigados a seguir a corrente, não somos obrigados a circular à velocidade máxima permitida, e muito menos a velocidades superiores a esse limite), no cuidado com que mantém as distâncias de segurança e a permanente atenção a todos os utilizadores da via pública, incluindo peões e ciclistas. É inaceitável matar alguém na estrada só porque se vai com mais pressa e se circula num veículo rápido e mais pesado. Cada condutor tem de ser responsabilizado pelos seus atos e pelas consequências que deles advêm, porque não há seguro algum que possa devolver as vidas roubadas a peões e a ciclistas como este que perdeu a vida no passado domingo.

As forças de segurança e autoridade têm também a responsabilidade de sensibilizar e fazer cumprir a lei. Sabemos que nas ruas e avenidas de Braga continuam a ser praticadas velocidades excessivas e que, infelizmente, ainda é prática corrente o perigosíssimo uso do telemóvel durante a condução. É urgente combater esses comportamentos de risco, que causam acidentes e que ferem com gravidade e matam pessoas.

Finalmente, mas não menos importante, à autarquia cabe o fundamental papel de remodelar a nossa rede viária, implementando mecanismos que aumentem a segurança para todos os utentes, independentemente da sua forma de locomoção. Não é concebível que a maior zona habitacional de Braga seja atravessada por uma via onde se praticam velocidades muito superiores a 50km/h, numa altura em que várias cidades europeias apostam em força no limite máximo de 30km/h como forma de aumentar a segurança. A acalmia de trânsito deve pois ser uma prioridade, para que acidentes como este não voltem a acontecer.

É urgente acabar com os atropelamentos em Braga. A estrada é de todos, a estrada tem de ser segura para todos!

 
Fotos gentilmente cedidas pelo nosso leitor e amigo Carlos Veríssimo.

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duas rodas, dois artigos

@ na bicicleta | 23/08/2016 às 15:15

Temas: [ can't miss it ] [ Amesterdão ] [ bicicultura ] [ ciclistas no mundo ] [ coisas que leio ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ testemunho ]

Dois artigos com a etiqueta “can’t miss”,  de leitura imperdível, que nos dão curiosas prespectivas das bicicletas, essas vellhas p…

As bicicletas, essas putas

Andar nas ruas de Amesterdão é um pouco como ser perseguido pela máfia, agentes da judiciária e espiões soviéticos durante a Guerra Fria, todos ao mesmo tempo. Na realidade, o sentimento de estarmos num filme de espiões é tão autêntico que só falta a mala com os códigos de um qualquer míssil nuclear. A desconfiança é constante, olhamos para trás e para os lados com incerteza, e todos nos querem matar. E é mesmo verdade. As estimadas 800 mil bicicletas existentes na cidade não param por ninguém. Nem querem saber. Vêm lançadas com a autoridade de quem “manda nesta merda toda sou eu” e acabou. Não há conversa ou discussão possível.”…

Lê o artigo completo em: http://visao.sapo.pt/nos-la-fora/2016-08-23-As-bicicletas-essas-putas

A velha bicicleta

O escritor italiano, Giovani Guareschi, conhecido pelas histórias de uma pequena aldeia, onde vivia Padre Camillo, católico fervoroso e teimoso, sempre as turras com o alcaide comunista Dom Peppone, traz uma singular descrição do veículo de transporte mais utilizado no início do século passado: a bicicleta.

Em Bassa, o pequeno vilarejo, todos, sem exceção, dos oitenta aos cinco anos de idade, andavam de bicicleta.”…

Lê o artigo completo em: https://correiodolitoral.com/14637/colunas/colunistas/correio-de-itapoa/a-velha-bicicleta


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Comparar o incomparável

@ Eu e as minhas bicicletas | 21/08/2016 às 18:07

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ]

A propósito de uma simples, mas repetida, conversa cordial num dos grupos do facebook que sigo/participo, eis que que sobre a possibilidade hipotética e longuínqua de alteração da lei, nomeadamente do Código da Estrada, para que os sinais luminosos de vermelho fossem para as bicicletas equiparados a um simples STOP ou sinal  intermitente logo um conjunto de pessoas se insurge afirmando que a lei é para todos e todos a devem respeitar, e tal e coiso...

No mundo "civilizado" (no que diz respeito ao uso de velocípedes como meio de transporte e deslocação) já há muito que se mudou o paradigma permitindo que os semáforos vermelhos tenham distintos objectivos consoante o tipo de veículo.
Ver artigo Should cyclists be allowed to run red lights?

O que fazer nesta situação?
Cumprir, desobedecer ou mudar a regra instituída para se adaptar à realidade?

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As leis mudam-se para se adequarem às realidades e necessidades, nada é escrito na pedra, basta pensar e ponderar as vantagens e desvantagens...

Como em Espanha, esse país bué longe daqui, onde já é permitido por lei a ultrapassagem de velocípedes mesmo com o traço contínuo.

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As responsabilidades e as situações não são iguais, logo os deveres e direitos também não podem ser medidos pela mesma bitola. Noutros países já há muito se avançou, nós por cá ainda estamos na mesma, como a lesma.

...e ainda há dias numa dessas conversas outra pessoa dizia que se calhar a agressividade dos condutores para com os ciclistas no trânsito é porque estes não são obrigados a ter carta de condução, seguro e pagar um imposto de circulação.

Sobre esta opinião, desinformada, não há muito a debater... Eu tenho carta de condução, por acaso tenho seguro, e segundo este excelente post o custo de IUC que teria de pagar é de 1 cêntimo.
E não é por isso que os condutores de veículos motorizados tem mais cuidado ou respeito para comigo quando circulo respeitando o Código da Estrada.

E já agora só sobre essa falácia da carta de condução:
"Por dia são apanhados 23 portugueses a conduzir sem carta"
"Quase 18 mil condutores ficam inibidos de conduzir todos os meses"
"13 mil detidos sem carta. No exame de código 40% chumbam"

E só para dar uma ideia, já que opinões e entendimentos todos temos, ficam aqui uns números para pensar um bocadinho...

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Que estão no Relatório de Sinistralidade Rodoviária ANSR

Enquanto não se entender o problema nunca mais se arranja a solução...

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can’t miss [157] carretofixo.blogs.sapo.pt

@ na bicicleta | 19/08/2016 às 11:06

Temas: [ can't miss it ] [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ coisas que leio ] [ espalhando os bons exemplos ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ partilha ] [ testemunho ]

O hábito da bicicleta

http://carretofixo.blogs.sapo.pt/invade-43303

à falta de foto, esta veio do mesmo sítio: http://carretofixo.blogs.sapo.pt/invade-43303

“Nós somos seres de hábitos. Nós somos comodistas. Nós temos uma certa aversão à mudança. Nós somos preconceituosos. Não há volta a dar.
Quando olho para trás e vejo a resistência que fiz para largar o automóvel e implementar a bicicleta nas minhas rotinas e respetivas deslocações diárias, nem quero acreditar! Algo que hoje faço com a maior das naturalidades, ao ponto de já não me ver fazê-lo de outra forma.
Comecei. Debati-me com supostas adversidades. Desisti. Esqueci. Voltei, mesmo que motivado por circunstâncias exteriores. Repeti. Adaptei. Adaptei-me. Continuei. A bicicleta faz parte da minha rotina. Hábito implementado.”…

E como este blogue é também uma “blogcicleta” de hábitos, partilho aqui mais um interessante espaço e o respectivo link (http://carretofixo.blogs.sapo.pt/o-habito-da-bicicleta-55483) para continuares a ler o  testemunho do Carreto Fixo.


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can’t miss [156] infinitomaisum.com

@ na bicicleta | 18/08/2016 às 8:00

Temas: [ can't miss it ] [ motivação ] [ outras coisas ] [ bicicultura ] [ testemunho ] [ Lisboa ] [ passe a publicidade ] [ partilha ] [ coisas que leio ] [ boas pedaladas ] [ quem pedala assim... ]

O Dia em que Aprendi a Andar de Bicicleta

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“Se alguém me dissesse que, aos vinte e três anos, ia aprender a andar de bicicleta eu ia-me rir muito. Porquê? Porque pensaria que nesta altura do campeonato já não haveria nada a fazer e que se não aprendi com dez anos não ia ser agora que ia acontecer. Enganei-me.

A verdade é que eu, Ana Garcês, aprendi a andar de bicicleta graças ao Mário, que tinha feito a promessa de me ensinar mal soube da minha condição de não me conseguir aguentar em veículos a pedal com duas rodas. E é essa a história que vos venho contar hoje.”…

Nunca é tarde para aprender a andar de bicicleta. Para continuar a ler este motivador relato da Ana, clica em:  http://www.infinitomaisum.com/2016/08/o-dia-em-que-aprendi-andar-de-bicicleta.html.


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can’t miss [155] thecityfixbrasil.com

@ na bicicleta | 10/08/2016 às 7:00

Temas: [ can't miss it ] [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ cidades ] [ coisas que leio ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ opinião ] [ outras coisas ] [ partilha ]

(Para reflexão de todos e acordar os gestores públicos cá da praça)

Fazer da bicicleta uma realidade exige mais do que construir ciclovias

By Paula Tanscheit in thecityfixbrasil.com

thecityfixbrasil.com

“Parte da infância de muitas pessoas, as primeiras pedaladas em uma bicicleta geralmente remetem a memórias positivas. No entanto, aos poucos as magrelas vão ficando sem uso e sendo substituídas por outros meios de entretenimento e de transporte. A questão é que o estabelecimento de uma mobilidade sustentável de centenas de cidades pode, num futuro bem próximo, depender delas. Fazer elas voltarem às ruas só precisa de um pouco de incentivo.

A experiência em muitas cidades sugere que oferecer instalações especiais para o trânsito de bicicletas é apenas uma parte – ainda que de grande importância – do processo de estimular cada vez mais pessoas a pedalar. Políticas mais amplas, que incluem mudanças no desenho urbano das vias, áreas sem carro, regiões de baixa velocidade, todas essas são atitudes vitais para que a população se sinta segura a trocar o transporte particular pela bicicleta. Porém, aproximar a própria bicicleta das pessoas também é necessário. Para isso, cidades podem valer-se das mais diversas iniciativas, desde fechar ruas para o uso da bicicleta aos domingos ou organizar workshops para quem quer começar a pedalar, até a promoção de megaeventos.”

(continua ler este excelente artigo em thecityfixbrasil.com)


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5 em 1

@ Braga Ciclável | 6/08/2016 às 10:30

Temas: [ Opinião ] [ Bicicleta ] [ bicicultura ] [ Diário do Minho ] [ razões ]

Estamos em pleno Verão! Verão é sinônimo de calor, calor de praia, praia de banho, banho de “corpos Da…quela marca de iogurtes”!!

Aqui ficam 5 razões que farão com que NUNCA deixe de andar de bicicleta…NUNCA!

1 – Andar simplesmente de bicicleta, faz com que o nosso corpo mexa, logo, derreta calorias, liberte toxinas e aumente o ritmo cardíaco. Apesar de manter o corpo em forma, o órgão vital mantém-se “afinado” e mais resistente! Andar de bicicleta é saudável!

2 – Quem disse que andar de bicicleta é monótono e aborrecido? Para além de nos podermos divertir na primeira pedalada, podemos ainda escolher várias modalidades que nos tragam mais diversão! Sozinho, em grupo ou até “em provas”, andar de bicicleta é extremamente divertido!

3 – Andar sozinho de bicicleta é comum, sim, mas como andamos em contacto com toda a gente e podemos parar praticamente em qualquer local, encontramos sempre alguém que nos cumprimente e troque algumas impressões, ou seja…já não estaremos sozinhos! Fazem-se amigos em qualquer parte do mundo! Andar de bicicleta é social e não precisa de WIFI!

4 – Filas de trânsito, ar condicionado ligado, automóvel a consumir, a poluir e a acumular o stress do automobilista…cenário que quem pedala vê – na terceira pessoa! Sem stress se atravessa calmamente uma aldeia, uma vila, uma cidade, uma zona movimentada, isto, sem pensarmos em despesas de combustíveis, parques, manutenção, etc.! Andar de bicicleta é económico!

5 – Se cuidar do Mundo depende de cada um de nós, porque não cada um de nós poluir menos e contribuir para um ambiente mais saudável para nós e para os nossos filhos? Pedalar não polui o ar, pois não liberta gases poluentes; não produz poluição sonora, pois é silencioso; não ocupa espaço urbano: o lugar de cada automóvel pode ser ocupado por cerca de 8 bicicletas!
Andar de bicicleta ajuda o planeta, ajuda a criar um MUNDO MELHOR!

BOAS FÉRIAS E BOAS PEDALADAS…SEMPRE!


(Artigo originalmente publicado na edição de 06/08/2016 do Diário do Minho)

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O perigo em El Salvador é querer lá ficar!

@ América a Pedal | 30/07/2016 às 2:59

Temas: [ Bicicultura ] [ El Salvador ]

Quero que este post vá para além de um título “As 7 experiências para viver em El Salvador” e espero conseguir expressar nas minhas palavras a beleza da nossa travessia através de um país mal afamado que muitos turistas optam por deixar de visitar.


Em alguns momentos da viagem também eu pensei em evitar este minúsculo país aninhado na América Central por ser tão conhecido pelo crime organizado, pelas Maras e pelo (suposto) perigo a que poderíamos estar sujeitos ao passar por lá.


Afinal são estes os alertas que nos passam na televisão e é isto que ouvimos de outras pessoas que enaltecem as ameaças do país sem, na verdade, o terem visitado.


Ganhei, também eu, estes medos e hesitações e sei agora que a melhor forma de os dissecar e destruir foi mesmo permitir-me chegar perto da fronteira e entrar no cenário desconhecido, observando, sem filtro e sem preconceito, o El Salvador real, aquele que nos envolve com no calor e na hospitalidade dos seus lugares e das suas pessoas.

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Posso agora dizer, que El Salvador nos recebeu em amizade, colaboração e segurança e que foi um dos países onde as pessoas foram mais generosas connosco.


Foram 3 semanas de travessia. Poderíamos ter feito uma passagem mais curta mas trataram-nos tão bem que fomos ficando… 

Em 3 semanas, pagámos hospedagem em apenas 2 lugares e não consigo dizer-vos quantas vezes nos ofereceram refeições porque foram muito mais do que aquelas que consigo lembrar.


Recordo com carinho a generosidade e os mimos com que nos brindaram no caminho.


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Lembro-me de uma família nos ter convidado a ver o jogo de Portugal na sua casa (na única divisão que a casa tinha) quando lhes perguntámos por um café ou restaurante com televisão onde passassem os jogos do Euro.


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Revivo o momento em que ficámos acampados no terreno de um senhor que ao ver que se aproximava uma grande tempestade nos veio ajudar a colocar a tenda e tudo o resto debaixo do telheiro junto à sua casa.


Jamais poderei esquecer a ocasião em que nos ofereceram 2 casas de férias para passarmos os dias que quiséssemos, em lugares lindíssimos, um na serra e outro na praia.


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Conto-vos ainda que não precisámos de pagar transporte para visitar o vulcão Santa Ana ou a capital San Salvador porque nos levaram de carro.


Partilho duas situações em que nos deram boleia, para subir a serra e para evitar um pedaço de estrada onde fazia muito calor, pela simples vontade de ajudar e sem que nós tivéssemos pedido algum destes favores.


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Recordo quando nos ofereceram mel puro de abelha para nos mantermos saudáveis pelo caminho.


E deixo que fiquem na memória os abraços, os momentos em que nos fizeram sentir amigos de longa data e as ocasiões em que nos mostraram El Salvador tal qual como é para as pessoas que lá vivem.

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Sem nos esconderam os perigos, as pessoas com quem nos cruzámos falaram-nos abertamente dos problemas do país mas explicaram-nos que dificilmente um viajante ou um turista é o alvo do tipo de criminalidade mais comum.


Soubemos que El Salvador é um lugar bonito para visitar. Com tempo e sem medos.


Percebemos, durante a nossa visita, que El Salvador está cheio de gente boa, simpática e acolhedora…

- “Assim são os salvadorenhos.” – disseram-nos muitas vezes.


E nós confirmamos que assim o são!


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Saímos de lá a transbordar de gratidão e com vontade de convidar toda a gente a passar por este lugar. 

Há muito para fazer e visitar neste pequeno recanto do mundo, por isso, aqui vos deixo, em jeito de remate, "As 7 experiências para viver em El Salvador":

 

 
1. Passar por Juayúa


Juayúa é uma pequena cidade no meio da serra onde o clima é fresco e agradável. 

Nos fins-de-semana realiza-se no centro o típico festival gastronómico e as ruas enchem-se de tendinhas que vendem comida boa a preços muito económicos.


Em Juayúa pode também visitar-se um conjunto de cascatas conhecido com Los Chorros de la Calera que estão a cerca de 2km do centro da cidade.


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2. Ficar uns dias na Praia El Tunco


É uma praia muito popular entre os surfistas que vêm de todo o mundo para ali apanhar umas ondas.


El Tunco é uma vila turística onde o ambiente é descontraído e onde se podem passar uns dias de férias muito agradáveis. Pode até mesmo comprar-se umas aulas de surf para experimentar o mar quente salvadorenho.

Tunco é uma das palavras que os locais usam para dizer “porco” e a praia ganhou este nome por causa de uma rocha que está no areal e que supostamente já teve a forma deste animal.


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3. Viver a dinâmica do Puerto de La Libertad


La Libertad é conhecida pela sua doca que se estende mar adentro e pelo mercado de peixe.


É ainda um lugar fantástico para observar a dinâmica dos pescadores que chegam a terra ou saem para o mar no final da doca. 

É um lugar muito fotogénico onde facilmente se podem captar dezenas de imagens que ilustram a vida diária dos pescadores.


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4. Caminhar até à cratera do Vulcão Santa Ana


A visita ao vulcão começa num lugar que se chama Cerro Verde e a caminhada, com os guias, começa às 11h da manhã todos os dias da semana.


O passeio tem o custo de 1 dólar que vai diretamente para o guia de mais 6 dólares (preço para estrangeiros) que se pagam para entrar no parque natural do vulcão.


(NOTA: Com o nosso melhor sotaque espanhol e falando o menos possível conseguimos convencer o senhor da bilheteira de que éramos residentes e pagámos apenas 3 dólares cada um)!


O passeio é muito bonito e a vista da cratera com o seu lago cor de esmeralda é, de facto, impressionante.


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6. Admirar a tranquilidade do Lago Coatepeque


No mesmo dia em que fomos ao vulcão visitámos o lago Coatepeque.


É um lugar bastante calmo e bonito. Fizemos um passeio de barco no qual o senhor que nos levou ia apresentando as mansões que foram sendo construídas em redor do lago. Basicamente todas as famílias ricas e conhecidas de El Salvador têm ali a sua “casinha”. 

Para nosso espanto até o presidente da república tem direito à sua mansão de férias no lago, facto sobre o qual me abstenho de fazer qualquer comentário, sobretudo depois de saber que o atual presidente fez parte do grupo de guerrilheiros que defendia os direitos do povo!


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7. Deixar-se impressionar pelo Vulcão San Miguel


A nossa passagem pela cidade de San Miguel incluiu hospedagem na casa de uma família local.


Eles têm uma quinta junto ao vulcão San Miguel e levaram-nos até lá. Foi um passeio delicioso durante o qual aprendemos sobre plantas medicinais, benefícios do mel para a saúde (porque esta família tem abelhas que produzem um mel indescritível) e pudemos comer mangas acabadas de apanhar na quinta!


Ao final do dia fomos ver o vulcão mais de perto e pudemos apreciar uma tempestade tropical que caiu mesmo ali sobre o cone em atividade.


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São estas e outras experiências que vou sempre recordar da nossa passagem em El Salvador.

Todas elas me levam a querer dizer que não acreditem apenas na visão filtrada e generalista que os meios de comunicação insistem em nos apresentar sobre os países supostamente perigosos.


Espero que possam dar-se a oportunidade de também conhecer na primeira pessoa os encantos deste país e que saiam de lá com vontade de o divulgar e apresentar como um excelente destino turístico!



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Braga Ciclável esteve em direto na RTP1

@ Braga Ciclável | 29/07/2016 às 17:33

Temas: [ Notícias ] [ Bicicleta ] [ bicicultura ] [ braga ciclável ] [ HaVolta ] [ RTP1 ] [ Volta a Portugal ]

A RTP esteve em Braga a fazer cobertura da passagem da Volta a Portugal em Bicicleta e aproveitou para abordar em direto a Associação Braga Ciclável. A entrevista ao presidente, Mário Meireles, pode ser vista aqui:


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Distância e velocidade!

@ Eu e as minhas bicicletas | 26/07/2016 às 11:01

Temas: [ bicicultura ] [ bosch ] [ top speed ]

WWOOOO HOOO!!! Heeeeeehheeeeee! IIUUPÍIIII!!

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(velocidade média em cerca de 800 kms já percorridos)

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(velocidade máxima numa das mega-descidas que faço, e que à volta é uma mega-subida)

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http://yehudamoon.com/

Sim, tenho a certeza que naquele troço ia em excesso de velocidade. Não costumo ir a mais de 50kms/h mas naquele dia quis testar a velocidade máxima da "Romana".
E mesmo assim no Strava não estou em primeiro.

"The Distance" - Cake

Reluctantly crouched at the starting line,
Engines pumping and thumping in time.
The green light flashes, the flags go up.
Churning and burning, they yearn for the cup.
They deftly maneuver and muscle for rank,
Fuel burning fast on an empty tank.
Reckless and wild, they pour through the turns.
Their prowess is potent and secretly stearn.
As they speed through the finish, the flags go down.
The fans get up and they get out of town.
The arena is empty except for one man,
Still driving and striving as fast as he can.
The sun has gone down and the moon has come up,
And long ago somebody left with the cup.
But he's driving and striving and hugging the turns.
And thinking of someone for whom he still burns. 

He's going the distance.
He's going for speed.
She's all alone
In her time of need.
Because he's racing and pacing and plotting the course,
He's fighting and biting and riding on his horse,
He's going the distance. 

No trophy, no flowers, no flashbulbs, no wine,
He's haunted by something he cannot define.
Bowel-shaking earthquakes of doubt and remorse,
Assail him, impale him with monster-truck force.
In his mind, he's still driving, still making the grade.
She's hoping in time that her memories will fade.
Cause he's racing and pacing and plotting the course,
He's fighting and biting and riding on his horse.
The sun has gone down and the moon has come up,
And long ago somebody left with the cup.
But he's striving and driving and hugging the turns.
And thinking of someone for whom he still burns. 

Cause he's going the distance.
He's going for speed.
She's all alone
In her time of need.
Because he's racing and pacing and plotting the course,
He's fighting and biting and riding on his horse.
He's racing and pacing and plotting the course,
He's fighting and biting and riding on his horse.
He's going the distance.
He's going for speed.
He's going the distance.

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