can’t miss [123] maisopiniao.com

paulofski @ na bicicleta | 19/02/2015 às 19:14

Temas: [ can't miss it ] [ bicicultura ] [ coisas que leio ] [ histórias de vida ] [ outras coisas ] [ testemunho ]

 Cavaleiros do paralelo, eu e a minha Vilar….

bicicleta vilar catita gt

“Não deixa de ser impressionante como algo tão simples como uma bicicleta nos dava um sentimento de liberdade e rebeldia, percorrer as ruas da freguesia, cidade ou vila, fossem elas de asfalto, paralelo ou terra, tipo pardais em debandada e a grande velocidade! (vá não era assim tanta)

Grupos de três, quatro ou mais…Bicicletas de todos os tamanhos e feitios, desde a bicicleta de corrida, passando pela BMX, até a minha! Nossa, sim porque quando se têm irmãos, e mais velhos já se sabe… É de todos!

De guiador cromado, esguio, selim preto comprido, pintada num vermelho de paixão…

Não, não era uma Harley, nem uma Honda, era a minha Vilar, a minha velhinha  bicicleta Vilar, foi nela que dei os meus primeiros tombos a sério, e muitas calças rasgadas, foi nela que percorri as ruas da velha freguesia de Vermoim.

Penso não estar enganado se disser que nós, pequenos, em cima da bicicleta nos sentíamos os donos do mundo.

Aquele sentimento de falsa liberdade, devidamente autorizada pelos nossos pais em troca de “recados”, como ir a mercearia ou ao talho! Tão bom…

Tardes mais que perdidas em cima da bicla, até que aos últimos raios de sol se rompessem, roda no ar, tipo cavaleiro errante em cima do seu cavalo, éramos assim, uma felicidade marcada e inquestionável.”…

 (continua a ler esta bela prosa clicando no link ali em baixo)

Publicado em 18/02/2015 por Sérgio Martins in Últimas Crónicas


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Estudo Ciclovia Alfragide > Lisboa v1.0

@ Eu e as minhas bicicletas | 19/02/2015 às 14:45

Temas: [ alfragide ] [ bicicultura ] [ ciclovia ] [ estudo ] [ lisboa ]

Recentemente fui desafiado a tomar as rédeas de uma solução para o percurso que tanto venho bradando que tem de ser melhorado e como tal resolvi meter no "papel" as minhas ideias básicas e leigas sobre o tema.

Espero que desperte vontade nos demais e até me leve a mim a perseguir o tema com as entidades que tem responsabilidades no tema.

capa.jpg

Podem ver a v1.0 do documento clicando aqui

ATENÇÃO:
Esta é uma possível proposta para solucionar aquele percurso, mas depois de ter lançado este repto já muitas outras ideias andam a circular, tais como outros desenhos de ciclovias, reduzir o volume de transito ou até criar naquela estrada um corredor BUS e apenas com acesso motorizado aos residentes. Esta minha proposta é um ponto de partida, não é necessariamente o ponto de chegada.

Espero que em conjunto com a MUBi ou a FPCUB, ou com as duas, se consiga fazer a obra acontecer sensibilizando quem de direito.

Se tiver um testemunho que possa facultar para anexar a este ou outro estudo por favor colocar nos comentários deste post.

Exemplo:
"Eu nome tal, residente em tal e com trabalho em tal, usando a bicicleta como meio de transporte e sendo utilizador do percurso tal e tal penso que dada a experiência tal e tal deveriam ser feitas as tais e tais melhorias."

Eu sozinho não sou nada, mas muitos e juntos podemos fazer com que algo mude, para melhor.

Por favor dê o seu singelo contributo, são apenas umas dúzias de palavras...

OBRIGADO!

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A nova ponte

miguelbarroso @ Lisbon Cycle Chic | 19/02/2015 às 2:03

Temas: [ Uncategorized ] [ 2ª Circular ] [ bicicleta ] [ bicicultura ] [ Lisboa ] [ ponte ]

Inaugurada no sábado passado, tive a oportunidade de passar por lá ainda na outra semana e registar o que vi nestas fotografias:

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Demorou, mas finalmente estes dois bairros passam a estar ligados de uma forma rápida e segura, ultrapassando este rasgo no tecido urbano da cidade – as opções actuais obrigavam a percursos bem mais longos, e alguns deles bastante perigosos (a passagem da Estrada da Luz por baixo da 2ª circular é deveras crítica, principalmente no sentido SE-NO).

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Tanto se fala das pontes que são feitas noutras paragens… mas esta agora bem que pode dar que falar!

EDIT: acrescento aqui uma imagem com o traçado da ponte (fonte: Adão da Fonseca, Engenheiros Consultores)

01[1]

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à moda do Porto

paulofski @ na bicicleta | 18/02/2015 às 22:11

Temas: [ o ciclo perfeiro ] [ bicicultura ] [ ciclismo urbano ] [ ciclistas urbanos do Porto ] [ coisas que vejo ] [ fotografia ] [ outras coisas ] [ partilha ] [ Porto ]

foto de José Paulo Andrade

foto de José Paulo Andrade publicada em portophotography


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Bicicleta eléctrica

Ana Pereira @ Cenas a Pedal - Escola de Bicicleta | 18/02/2015 às 0:01

Temas: [ Bicicletas eléctricas e outras soluções ] [ Usar a bicicleta no dia-a-dia ] [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ pedelecs ] [ podcasts ] [ vídeos ]

A nossa última rubrica na Rádio Estrada Viva foi sobre a bicicleta eléctrica, ou melhor, sobre a bicicleta com assistência eléctrica. Querem saber o que são e como funcionam estas bicicletas, e o que podem fazer por vós?

Bicicleta eléctrica

Este podcast dá uma pequena introdução, a partir da minha própria utilização quotidiana de uma pedelec:

E muito a propósito disto, não deixem de ver os curtos 5 min da apresentação “Oh, assim também eu!“, que fiz no Ignite Portugal @ Bicicletas Lisboa, em Maio do ano passado, principalmente se também têm esta ideia da bicicleta eléctrica como “batota”:

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em constante movimento

paulofski @ na bicicleta | 16/02/2015 às 16:35

Temas: [ motivação ] [ bicicultura ] [ ciclismo urbano ] [ fotografia ] [ opinião ] [ outras coisas ] [ penso eu de que... ]

ciclismo urbanoDe acordo com o que escreveu um velocipedista urbano nas redes sociais, nomeadamente no grupo Ciclismo Urbano em Portugal, onde refere a circunstância, aspecto, ou… “visão rara no Porto: três bicicletas paradas num semáforo vermelho (e três selins brooks. haverá relação causa/efeito? já sabemos que os MAMIL(*) não param)…” acendeu no grupo a discussão e celeuma sobre o que veste um ciclista, como equipa a sua bike e se comporta no meio rodoviário.

Não sou grande entendido nas relações humanas mas desde que recomecei a pedalar percebi que os seus utilizadores, embora focados na mesma prática de dar ao pedal, detêm algumas características e comportamentos muito distintos uns dos outros. Na estrada nunca encontrei uma comunidade tão unida e receptiva quanto a dos guerreiros do asfalto. Nas montanhas, os aventureiros de todo o terreno têm uma espécie de conduta, de auxílio e partilha invulgares. Quando definitivamente optei pela bicicleta para o trabalho e definitivamente como modo de transporte urbano conheci toda a massa crítica, pessoal fixe com quem troco muitas informações a respeito das biclas, das experiências, apetrechos, rotas, sucessos, dicas, lugares porreiros para pedalar e por aí fora. Com ou sem licra, nunca fiz parte exclusiva de um grupo. Gozo do prazer de pedalar, sob o aço ou outra fibra, sem a necessidade de me integrar numa tribo. No mundo das bicicletas, uma característica interessante e que me atrai é que não existe distinção entre nós, ou pelo menos não deveria. O gosto pelo pedal é o ponto comum e isso me basta. A única distinção que existe dá-se na diferença de comportamentos, e andamentos, mas nisso dos comportamentos eu sempre tive de me ajustar.

Ahhh… como Middle-Aged Man, que sou, muitas vezes In Lycra tipo MAMIL(*), qual espécie invasora com uma respeitosa barriguinha, confesso que de vez em quando não me equipo de lycra, de vez em quando não paro nos vermelhos, de vez quando não uso capacete… agora o que não é de vez em quando é dar ao pedal mas com o rabo bem assente nos meus estimados selins Brooks!

MAMIL on moving

MAMIL on moving… me, myselfie and I, sempre em movimento


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E fez-se luz na Circunvalação (a de Lisboa)

@ Eu e as minhas bicicletas | 15/02/2015 às 11:53

Temas: [ bicicultura ] [ ciclovia ] [ iluminação ]

Como sóis sabedores, se seguem esta saga, tem havido uma série de gente a esforçar-se para que o percurso de Alfragide via Parque de Campismo, Bairro da Boavista e estação de serviço da Repsol até à ciclovia da Radial de Benfica (Estrada da Circunvalação) tenha melhorias para quem usa os meios de transporte suaves, e não só.

Ciclovia_AlfragideLisboa_1.jpg

E parece que nestas últimas semanas as preces foram ouvidas e fez-se luz!

Das muitas e muitas queixas que tem havido, de transeuntes e moradores a CML e EDP lá acederam a resolver o problema que se mantêm há largos meses, para não dizer mesmo há anos.

Portanto desde a zona sul vindo do Parque de Campismo estão ainda técnicos a resolver a situação...
Relato de um amigo: "Hoje quando passei no troço da penumbra, perto das 12h30, estavam lá 2 trabalhadores, acho que da edp. meti conversa com eles. estavam de facto a repor a iluminação mas vai demorar a ficar completo porque roubaram muito cabo. até uma das curvas ele disse que hoje ficaria pronto mas depois, na zona das curvas onde viste a carrinha parada ainda ia demorar.. disse-me que estavam a trabalhar para a iluminação ficar completa no troço todo mas que não sabia prazos até ficar tudo feito."

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A zona mais perto do bairro onde existe mais afluência de peões às paragens dos autocarros e onde as passadeiras à noite eram armadilhas para acidentes, e que estavam com este aspecto:

passadeira.jpg

...mas agora já tem alguma luz artificial e periga menos todos os intervenientes na estrada.

Até a Ciclovia da Radial de Benfica está quase toda ela iluminada, parece outra... muito mais segura e aprazível.

radial_ilumina%C3%A7%C3%A3o.jpg

Se se quer que as pessoas adotem a bicicleta em detrimento do carro tem de haver condições, e essas passam por garantir a segurança de todos. A iluminação é um elemento básico, e em cidade ou nesta zona sub-urbana não há razão para que os focos de iluminação estejam desligados ou avariados meses e meses.

Infelizmente há um pequeno troço de uns 300 metros que não tem postes e que tão cedo não terá solução... por isso a ideia da "Iluminação Pública Inteligente" pode ajudar a iluminar esse pequeno espaço de passsagem nessa estrada.

smart-streetlight.jpg

É só votar aqui:
http://comunidadeedp.pt/todosqueremosumbairromelhor/ideia/1110

A todos os que ajudaram nesta batalha um muito obrigado!


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ciclofilia [125] Día sin carro en Bogotá – Récord de bicicletas

paulofski @ na bicicleta | 13/02/2015 às 19:11

Temas: [ ciclofilia ] [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ ciclistas no mundo ] [ coisas que vejo ] [ Colômbia ] [ filme ] [ outras coisas ]

“Una apuesta por las bicicletas hicieron los bogotanos en el Día sin Carro y sin Motos, este jueves 5 de febrero. En la Universidad de Los Andes se superó el récord propuesto de mil bicicletas. Así se fue llenando el parqueadero.”


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xtracycle camping em família

Gonças @ Hors Piste autorizé.... | 13/02/2015 às 11:29

Temas: [ bicicultura ] [ cicloturismo ] [ cicloturismo com crianças ] [ own trip ] [ touring bicla ] [ xtracycle ]

Nestas mini-férias do Carnaval vai haver um xtracycle camping em família. Tipo este filme (excepto a parte de pedalar na ponte, que na Golden Gate de S. Francisco é possível, na 25 de Abril [ainda] não é ;)



Vai ser um teste e quero num futuro próximo levar outras famílias (com e sem xtracycle) numa mini-aventura destas! ;)

Fiquem atentos que vou tentar fazer uma mini-reportagem com filme depois!!
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a dupla conveniência, uma sã convivência

paulofski @ na bicicleta | 12/02/2015 às 16:33

Temas: [ mobilidade ] [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ ciclismo urbano ] [ fotografia ] [ Lisboa ] [ opinião ] [ outras coisas ] [ penso eu de que... ] [ Porto ] [ segurança rodoviária ]

motas e biclas

Os automóveis são os veículos dominantes e mais abundantes nas cidades, enquanto as bicicletas são os veículos mais vulneráveis e menos prevalentes nas vias urbanas. Quando se discute os direitos das bicicletas na estrada, em geral as conversas giram em torno das interacções e partilha rodoviária entre ciclistas e automobilistas. Nos tempos que correm, a maioria dos países do primeiro mundo têm vindo a valorizar a coexistência e cooperação rodoviária. Embora essa coexistência tenha vindo a ser promovida, infelizmente ainda não é de todo praticada. Alguns condutores acham-se donos e senhores das estradas e “lutam” contra os invasores do que acham “seu território”. Esses “invasores” serão os ciclistas, mas na medida em que as bicicletas vão circulando só lhes resta mesmo respeitar esses conquistadores de espaço e desistirem da exclusividade da via.

No meio rodoviário, as primas bicicletas e motos têm muito em comum. As motas serão porventura outra espécie invasora, coexistindo no submundo rodoviário desde que o motor foi inventado. No mundo ocidental, a percentagem de utilização da mota como meio de transporte não se sobreporá muito ao tipo de utilização recreativa. Não da mesma forma como são utilizadas em outras partes do mundo, principalmente como meio de transporte rápido e barato. Por exemplo, em muitos dos países chamados do terceiro mundo, a sua prevalência é claramente superior aos automóveis. As motas superam amplamente as bicicletas na maioria dos países europeus, com raras excepções onde o ciclismo é a norma, como na Holanda.

Nas últimas décadas, o aumento dos veículos de duas rodas, com e sem motor, veio trazer outro tipo de paradigma na mobilidade urbana. As motas estão mais próximas das bicicletas, no que diz respeito à economia de espaço, à rapidez e eficácia. Isso reduz o volume de tráfego e, por conseguinte, aumenta a sua fluidez diminuindo os tempos de viagem. A recente proposta para que as motas possam circular nas faixas de transportes públicos aprovada pela Câmara Municipal de Lisboa é positiva, pecando no entanto pela clara e inexplicável omissão das bicicletas, com ou sem motor. Essa medida é desde algum tempo praticada de forma experimental em algumas ruas do Porto, pecando nos mesmos equívocos. Os os ciclistas reivindicam esse proveito, bem como a existência e usufruto de uma ‘caixa de paragem’ na linha da frente das faixas de rodagem e junto dos semáforos, destinada também a motociclos e a ciclomotores, pintada em cor adequada.

CAPA_BUS

isto é no Porto

Ainda há quem defenda regras separadas para os ciclistas. As bicicletas fazem parte da estrada e os ciclistas que nelas diariamente se deslocam para todo o serviço querem seguir as mesmas regras, com os mesmos direitos e responsabilidades. Os ciclistas devem obedecer às leis de trânsito. Acontece que muitas vezes esse ciclista desrespeita determinada regra, ora porque não a entende na lógica de que a bicicleta não pode prejudicar ninguém, por exemplo se não houver outros veículos ao redor não há mal nenhum se passar um sinal de stop, ou porque não quer arriscar a vida colocando-se numa situação menos perigosa, principalmente quando se trata de parar no semáforo vermelho e aguardar o verde no meio da fila. Devemos estar conscientes dessas coisas, as bicicletas também servem para “descomplicar” e como tal devem caber na rua, na avenida, nas estradas da paisagem urbana. Mesmo que alguns amigos motociclistas teimei em nos ocupar os poucos espaços para estacionar as biclas, a convivência dos utilizadores das duas rodas é “na boa”


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A “aventura de bicicleta 2014″ do Joe

Ana Pereira @ Viagens a Pedal | 11/02/2015 às 23:52

Temas: [ Geral ] [ bicicleta ] [ bicicultura ] [ cicloturismo ] [ outros viajantes ] [ viagens ]

Surly LHT do JoeO Joe passou umas noites connosco via Warm Showers durante a sua viagem de 4 meses em bicicleta pela Europa. E agora publicou um vídeo dela. É impossível não querer fazer o mesmo. :-)

No Verão de 2014 decidi que era tempo de um pouco de aventura e por isso deixei o meu emprego em Londres, a par dos meus amigos e família para ir explorar de bicicleta. Já tinha feito antes algumas curtas viagens de bicicleta com amigos mas esta era para ser uma viagem solitária e uma muito maior distância. Pedalei, explorei, voluntariei-me, nadei, comi comida maravilhoasa, conheci pessoas tão interessantes, e acampei em alguns sítios muito bonitos. A Viagem não foi sempre fácil (como pode parecer no vídeo – não filmei com mau tempo!) mas foi um desafio que eu procurava, e como valeu a pena. às pessoas que conheci ao longo do caminho e também com quem viajei – muito obrigado por serem tão acolhedoras e inspiradoras – tornaram a viagem tão mais rica.

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Eu, futuro MAMIL, me confesso...

@ Eu e as minhas bicicletas | 8/02/2015 às 13:35

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ cascais ] [ ciclovia ] [ mamil ] [ marginal ]

Pois é, ao fim de alguns meses finalmente consegui ir dar um passeio à séria na Prazeres (a minha bina ZEUS, PraZEUreS, got it?).

Já tinha tido vários desafios, do meu amigo/vizinho e de um outro amigo que mora aqui perto, mas nunca se tinha proporcionado a oportunidade. Apenas tinha dado pequenos passeios de 15 a 18 kms mas sozinho aqui nas redondezas.

Como recentemente levei a bina à tal oficina - para uma afinação das mudanças, travões e lubrificação - agora sim estava na hora de a levar para a estrada a sério! E nada melhor que um Algés-Cascais-Algés num domingo soalheiro, frio e com algum ventinho chato.

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A-D-O-R-E-I!

Agora percebo as hordas de ciclistas, em bando ou até a solo, nas muitas estradas alcatroadas...

Fui com dois amigos, um colega de trabalho e outro ex-colega de trabalho, todos eles os dois mais crominhos que eu nestas coisas, cheios de truques e cenas... eu como dá para ver pelas fotos ainda estou longe de estar no ponto! Mas para lá caminho pois já fiquei com o bichinho...

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Gostei mesmo! E a Prazeres não me deixou ficar mal... rola que é uma maravilha...

Tenho andado a reler o Yehuda. O Joe é que sabe!

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O Bernardo e o Miguel é que tem razão! A Marginal tem de ter uma faixa só para bicicletas, e nem falo de faixa para "bicicletas de competição" - como referiu o presidente da CMO aquando da inauguração da "Pedociclocoisa" - mas para as milhares de pessoas que querem usufruir desta magnífica localização e estão confinadas a passeios ridículos.

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No final da "Curva do Mónaco" ainda continuam os destroços causados por um acidente há meses, a extorvar os peões e ciclistas, já que os carros tem a via livre...

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Mais adiante na "Pedociclocoisa", que eu acho muito bem que se façam estas obras para os peões correrem e andarem, mas aquilo para bicicletas em convívio não serve... digo eu.

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Ah, e hoje joga o meu clube contra o eterno rival...
Glória aos vencedores e honra aos vencidos! E que ganhe o melhor! Alllezzzz!

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E doí-me uma certa parte do corpo, sim essa mesma... chiça! :|

* MAMIL = Middle Age Man In Lycra
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Equipamentos aos molhos!

@ Eu e as minhas bicicletas | 7/02/2015 às 10:07

Temas: [ arroios ] [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ mercado ] [ parque ]

Mais um caso que me aguça a curiosidade...

Isto ocorreu-me por ter recebido via uma das mailing-lists onde estou inscrito um pedido de informação sobre existência de um parque para bicicletas num determinado local... o que me leva a estar mais atento a estas coisas.

Este equipamento é no Mercado 31 de Janeiro em Arroios, considerado um dos melhores espaços de mercado da cidade mas que está, como muitos, um pouco às moscas... pode ser que alguém pegue nele e faça o mesmo que no Mercado da Ribeira ou de Campo de Ourique e lhe dê uma vida nova.

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Mas voltando ao equipamento para bicicletas... eu até nem digo que as pessoas que tomam estas decisões as façam por maldade, mas que as fazem sem pensarem muito no tema isso não tenho dúvidas.

O que está aqui em causa não é o equipamento em si, se é bom ou adequado ou ideal, mas sim a razão de estar ali... naquele local.

Obviamente que é melhor ter que não ter, também não é isso que está em causa, de preferência deveriam haver estruturas em todo lado - não necessariamente estas, não é isso que está em causa.

O que me "faz comichão" é a escolha de certos locais em detrimento de outros onde eventualmente seriam mais necessários.

Por exemplo, um suponhamos, se aquele equipamento não estivesse lá e alguém quisesse prendar a sua bicicleta, enquanto vai comprar fruta ao mercado, teria possibilidade de o fazer?

Com um gradeamento de 20 metros parece-me a mim que a estrutura não está ali a fazer nada a não ser decór e podia ser usada noutro local onde fosse necessária, numa escola, num museu, num local de restauração, etc...
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"Estou a trabalhar ó pá!"

@ Eu e as minhas bicicletas | 5/02/2015 às 13:43

Temas: [ bicicultura ] [ ciclovias ] [ Gulbenkiam ]

País da tanga, républica das bananas... regras e leis para inglês ver...

Conseguem ver o senhor agente de mãos nos bolsos?!
É que ele está ali com um propósito, securizar a entrada nos jardins da Gulbenkiam, o resto já está fora da sua jurisdição.

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As duas fotos foram tiradas quase do mesmo sítio, uma virada para baixo e outra para cima...

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E dizem/pensam os que me olham na bicicleta: "É que eu estou a trabalhar pá! Não ando aqui a passear de bicicleta!" - é especulação minha, ninguém me disse nada! Mariconços à mesma! (sem ofensa!)

Ver no minuto 4m30s:



E depois há quem me diga que isto vai lá é com instrução/educação/informação, pois pois...
Se as pessoas não estivessem preocupadas com o dar de comer aos filhos e o futebol, talvez... mas nem todos leem ou querem estar informados.

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Por falar em estar informado, (passe a publicidade) comecei a ler a XXI Ter Opinião... interessante!
http://www.ffms.pt/xxi-ter-opiniao/

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Circular a par é mais seguro

Ana Pereira @ Cenas a Pedal - Escola de Bicicleta | 4/02/2015 às 10:54

Temas: [ Campanhas de redução de risco rodoviário ] [ Condução de bicicleta ] [ Dicas para condutores de automóvel ] [ bicicultura ] [ campanhas ] [ técnicas ] [ vídeos ]

Em Portugal o Código da Estrada não reconhece nenhuma especificidade aos pelotões de ciclistas. A única coisa que se aplica é que os condutores de velocípedes podem circular a par:

Artigo 90, n.º 2: Os velocípedes podem circular paralelamente numa via, exceto em vias com reduzida visibilidade ou sempre que exista intensidade de trânsito, desde que não circulem em paralelo mais que dois velocípedes e tal não cause perigo ou embaraço ao trânsito.

Nem todos os condutores de automóveis estão cientes desta alteração recente (2013) ao Código da Estrada, e mesmo os que estão, raramente compreendem as vantagens para os ciclistas de circular a par, nem as vantagens para os próprios automobilistas. Ora, este vídeo procura demonstrar uma dessas vantagens:

Post by TwoWheelsBetter.



O vídeo mostra uma situação de trânsito num país onde se conduz pela esquerda, mas é só inverter para aplicarmos a Portugal. ;-) E o vídeo mostra uma ultrapassagem que cumpre os novos requisitos do Código da Estrada para a ultrapassagem de velocípedes. Relembrando:

Artigo 38

2 – O condutor deve, especialmente, certificar-se de que:

e) Na ultrapassagem de velocípedes ou à passagem de peões que circulem ou se encontrem na berma, guardar a distância lateral mínima de 1,5 metros e abranda a velocidade.

3 – Para a realização da manobra, o condutor deve ocupar o lado da faixa de rodagem destinado à circulação em sentido contrário ou, se existir mais que uma via de trânsito no mesmo sentido, a via de trânsito à esquerda daquela em que circula o veículo ultrapassado.

É mais rápido ultrapassar 20 ciclistas a circularem aos pares do que uma fila indiana de 20 ciclistas…

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Microaventuras

Ana Pereira @ Viagens a Pedal | 3/02/2015 às 18:23

Temas: [ microaventuras ] [ bicicultura ]

Post by Microadventures.

Aventura é apenas um estado de alma.

Acredito que aventura é esticares-te a ti próprio: mentalmente, fisicamente ou culturalmente. É sobre fazer o que normalmente não fazes, puxares a sério por ti e fazê-lo até ao melhor das tuas capacidades.

Se isto é verdade então aventura está à nossa volta, a todo o momento. Aventura é acessível a pessoas normais, em sítios normais, em curtos segmentos de tempo e sem ter que gastar muito dinheiro.

Aventura é apenas um estado de alma.

É por isso que inventei a ideia de microaventuras. Expedições e desafios simples que são próximos de casa, baratos e fáceis de organizar. Ideias desenhadas para encorajar pessoas comuns para Sair Lá para Fora e Fazer Cenas por elas próprias, mesmo nestes tempos de aperto financeiro. 

[…]

Podem ser pequenas mas as microaventuras podem ainda assim ser desafiantes e compensadoras. Cada uma é desenhada para inspirar outros a definir os seus próprios desafios, desafios que podem ser curtos mas que captam o espírito de aventura.

Este é o objectivo das minhas microaventuras.

Alastair Humphreys

Microadventure calendar

Para nós Janeiro já não deu, vamos ver se conseguimos arrancar com isto de 1 microaventura por mês em Fevereiro. :-)

Uma que parece bastante fácil, e simples, é esta: apanhar um comboio para fora da cidade, subir um monte e passar lá a noite. Regressar na manhã seguinte.

Microadventure 3: Sleep on a Hill from Alastair Humphreys on Vimeo.

A energia de activação disto é alta, o próprio Alastair refere isso. Pelo que conseguir vencer a inércia, os medos, os preconceitos, e ir a 1ª vez é o passo mais importante e mais difícil, a partir daí a coisa rolará melhor, e é importante é manter o ritmo!

Porque um pouco de aventura boa só faz é bem! :-) Vamos *escolher* alocar tempo para ela.

Post by Microadventures.
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Os testemunhos : Alfragide-Lisboa

@ Eu e as minhas bicicletas | 1/02/2015 às 23:45

Temas: [ alfragide ] [ bicicultura ] [ ciclovia ] [ lisboa ] [ testemunhos ]

Todos os testemunhos feitos até à data de 1 de fevereiro de 2015 sobre o percurso Alfragide-Lisboa via a Estrada da Circunvalação consolidados num PDF para simples divulgação e leitura.

Testemunhos.jpg

Download do PDF com os testemunhos.



Depois de a dia 1 de janeiro de 2015 lançado a minha visão do problema, e algumas possíveis soluções, tive um mês de janeiro cheio de ações e atividades no sentido de levar a água ao moinho.

Estudo aqui:
http://asminhasbicicletas.blogspot.pt/2015/01/estudo-ciclovia-alfragide-lisboa-v10.html

Logo no início do mês fui contatado pelo presidente da FPCUB com quem tive uma agradável conversa telefónica, que me explanou a visão deles e me deu o contato de uma pessoa da direção com quem dialogar em mais detalhe sobre este tema. Assim o fiz, trocamos algumas impressões e ideias, e sei que em reuniões presenciais na CML este tema foi abordado (mesmo que superficialmente).

Logo nesses primeiros dias de janeiro fui também desafiado a juntar-me à MUBi o que fiz de muito bom grado. Tenho aprendido muito com as pessoas que formam atualmente o núcleo duro (a MUBi Core) e temos debatido muito este percurso. Mas como as coisas tem de ser consensuais (e acho bem que assim seja, regras são regras e as da MUBi são essas) o tema ainda vai demorar até solidificar numa ideia a apresentar oficialmente pela MUBi - mas devagar havemos de chegar a bom porto.

Divulguei de forma recorrente e periódica nalguns grupos do Facebook e em listas de distribuição por mail, que tem milhares de pessoas, a quem pedi para verem o estudo e se possível deixarem o testemunho.

Imprimi 50 cartões de visita que andei distribuir aos commuters com quem me cruzava no percurso em causa.

CicloviaAL.jpg

Fiz um post numa página que administro do meu bairro e paguei 20€ para fazer um boost que chegou ao mural de mais de 20 mil pessoas das quais 260 clicaram para vir ao blog ver o estudo.

BoostFinalCount.jpg

Enviei o meu "estudo" à Junta de Freguesia de Benfica e a múltiplos departamentos/direções da CML, tendo novamente apenas resposta da única pessoa que na CML tem dado alguma atenção às minhas missivas - que louvo e agradeço muito a paciência.

«Antes de mais, só lhe posso agradecer o seu empenho na concretização deste percurso. Ainda que, como refere, não possua conhecimentos técnicos, a sua experiência diária ser-nos-á, certamente, muito útil.
(..)
Iremos analisar o seu trabalho com a devida atenção e distinguir as melhorias de fácil implementação de outras, que possam vir a exigir mais meios.»

De 1 de janeiro até à hora que escrevo este post houve 459 visitas à página do estudo, sendo 371 visitas únicas - houve pessoas que vieram mais que uma vez.

O ficheiro de PDF teve 351 downloads da MEOCloud onde alojei e partilhei o ficheiro, mas sei que muita gente partilhou por email o dito ficheiro com outras pessoas.

Tinha dado a mim mesmo o prazo de 1 de fevereiro para recolher os testemunhos e consolidar num novo PDF e disseminar por quem tem responsabilidades no tema a fim de apressar pelo menos a resolução imediata dos problemas atuais. Além de que faço anos hoje! Yaaa, parabéns a mim! :)

Acredito que outros testemunhos venham a ser feitos no post e se se justificar um dia poderei fazer uma v2.0.

Esta fase não significa o final do projeto mas apenas uma pausa para deixar germinar e dar tempo ao tempo de as ideias assentarem, crescerem e decisões serem tomadas.

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Três lições aprendidas com o triciclo tandem que vão ser bem aplicadas no Velomobile

Bruno BA @ Bicycling | 30/01/2015 às 23:06

Temas: [ bicicultura ] [ brakes ] [ direction ] [ recumbent ] [ suspension ] [ trike ] [ Velomobiel.nl ] [ Velomobile ]

O facto de ter construído o Triciclo Tandem (o qual podem ver aqui) ensinou-me algumas lições importantes para este novo projecto.

Uma delas é relativa ao peso: mesmo com assistência eléctrica, o peso é um factor muito determinante no conforto de qualquer veículo de propulsão humana. É que o ser humano tem muito pouca energia disponível quando comparado com um motor de combustão interna. Na realidade, mesmo os atletas que estão em forma (os quais, julgo eu, podem chegar a gerar, durante curtos espaços de tempo,valores superiores a 400 watts) têm pouca força quando comparados com a mais frágil das scooters de 50 cm3 (que têm, pelo menos 4hp, ou seja, +- 2.982,80 Watts).

Lição número 1: nunca subestimar o peso!

Outra lição muito importante que eu aprendi foi a da complexidade do mecanismo da suspensão da frente de um triciclo do tipo tadpole. É necessário ter bem presente a geometria de Ackermann, que, basicamente, ensina a geometria da direcção que faz com que as rodas não virem de forma paralela, mas antes de forma assimétrica quando estão a fazer uma curva.

Para que a curva seja eficiente e segura, é necessário que a roda da parte de dentro da curva a faça mais apertada do que a da roda de fora, que descreverá uma curva com maior diâmetro. Se isto não acontecer, ao curvar, a roda de fora será sempre empurrada para o exterior da curva, causando insegurança e desgaste excessivo nos pneus da frente e em todos os rolamentos e mecanismos associados à direcção.

Lição número 2: aperfeiçoar a direcção e apenas implementar quando tiver a certeza de que está correcta.

Uma terceira lição que aprendi demonstra a influência que a geometria da direcção pode ter na segurança da travagem e na estabilidade da condução. 

Assim, por um lado, a geometria da direcção pode impedir que haja qualquer desvio na trajectória do Velomobile quando uma das rodas passar por cima de qualquer irregularidade na estrada. Se o trail não estiver correctamente alinhado, a roda da frente que passar por cima de uma lomba ou irregularidade tenderá a virar para um dos lados, exigindo imensa perícia para evitar que o triciclo saia de estrada.

Por outro lado, mesmo com uma boa geometria de direcção, é muito importante que os dois travões da frente travem em simultâneo e de forma idêntica. Caso contrário, a roda que travar mais vai "puxar" o triciclo para esse lado, desviando a trajectória daquele. Em triciclos de acrobacias, como os KMX, os dois travões da frente funcionam de forma independente, precisamente para permitir explorar esse efeito.




Ora, um velomobile, devido à velocidade que atinge [no plano, em descidas, ou mesmo em subidas (quando embalado)], pode necessitar de fazer uma travagem repentina e não pode fugir nada da trajectória escolhida pelo ciclista! Sob pena de se poder ter um acidente a alta velocidade com consequências potencialmente letais.

Adicionalmente, e ainda relativamente aos travões, não é suposto os Velomobiles travarem com a roda de trás, pois podem causar um pião, com o consequente capotamento.


Lição número 3: travar apenas com as rodas da frente, que têm de ter a sua potência correctamente calibrada.



Esta minha experiência acumulada levou-me a decidir encarar a direcção e a travagem com maior seriedade e com uma atitude mais profissional. O resultado? Encomendei ao fabricante mais experiente, e que mais vendas tem a nível mundial, um conjunto completo: com a direcção, a suspensão da frente, os travões e as rodas.

E a encomenda chegou hoje!

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Um Velomobile mais ou menos DIY

Bruno BA @ Bicycling | 28/01/2015 às 18:24

Temas: [ bicicultura ] [ Velomobile ]

2015 traz um novo desafio relativo às “bicicletas”: vou tentar construir um velomobile, com a ajuda de várias pessoas.


A ideia é simples: fazer a carenagem em impressão 3D, que depois será reforçada estrategicamente em fibra de carbono e fazer um chassis em madeira e carbono (ou em madeira, nilon e carbono.


O modelo será este, disponibilizado gratuitamente no site (entretanto fechado) de um designerfrancês que o baptizou de Piximatic.


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Gostaria de ter as coisas concluídas no final de Abril ou Maio deste ano, mas veremos se será possível.

À medida que as coisas forem avançando, postarei aqui a informação.

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Descobri "a" oficina!

@ Eu e as minhas bicicletas | 28/01/2015 às 17:56

Temas: [ algés ] [ bicicletas ] [ bicicultura ] [ oficina ]

Já tive de levar a Felicidade a várias oficinas para tratar de maleitas e melhorias.

Eu não percebo nada de mecânica pelo que gosto pouco de me aventurar a mexer nas minhas meninas... ainda estrago alguma coisa!

Começando pela loja onde a comprei, em Setúbal, que só lá fui para tratar de temas que estavam ao abrigo da garantia, e mesmo assim deixou muito a desejar no trato dos problemas, apesar de que em termos de revisão e afinação fiquei satisfeito qb com o mecânico.

O meu amigo mecânico tb já me deu uma ajudinha, e tirou-me uma folga que tinha no eixo pedaleiro mantendo a peça original e deu uma ajuda a afinar a bicicleta logo nos primeiros kms, mas não gosto de abusar do tempo dos amigos que já quase não tem disponibilidade.

Já a levei aqui a Lisboa a uma oficina da moda, onde o trato do mecânico foi algo "primadonna" pois ficou cheio de atrofios: "Pá, não consigo trabalhar contigo aqui em cima de mim, não dá..." - e eu estava apenas a explicar o que precisava de ser feito, era hora de almoço e só queria deixar a bina e saber se a podia ir buscar ao final do dia, enfim... Ficou de encomendar uma peça para a bicicleta que não tinha lá e depois ligava... passaram meses! Até hoje nada! Cruz na porta, no more!

Depois tive o azar de partir o dropout, telefonei e mandei mail a uma série de lojas e oficinas, era agosto e tudo fecha, pelo que ia ser complicado e o camandro e o caraças. Fui a uma oficina que me indicaram, em que os donos foram de um trato fenomenal, muito simpáticos e prestáveis. Mas a oficina é mais vocacionada para bicicletas de BTT e estradeiras de fim de semana. Não tem vocação para city bikes. Lá me resolveram o tema do dropout, mas até hoje não me mandaram a fatura e pedi um segundo dropout para ter de reserva, iam encomendar e depois telefonavam... até hoje nada! Deve ser defeito de profissão...
O mecânico conseguiu resolver o problema do dropout e ainda me arranjou o desviador senão tinha de levar um novo, mas as mudanças não ficaram lá grande coisa. Não levam com cruz na porta, mas não sei se voltarei lá.

O meu amigo e vizinho também já me deu uns jeitos na bicicleta, nomeadamente deu-me um avanço que montamos num instante o que me deu uma melhor posição de condução.

Nas últimas semanas tenho sentido o eixo pedaleiro a chiar e começou a ganhar uma folgazita, como previsível. Além disso o travão V-brake traseiro estava a reagir mal.

Um amigo já me tinha recomendado ir ali a Algés onde na mesma rua há uma série de oficinas à antiga e então decidi experimentar levar a uma "nova" oficina. Nova é como quem diz, pois deve ser uma loja bem velhinha, pelos vistos com mais de 30 anos, segundo este artigo:
http://www.dinheirovivo.pt/buzz/interior.aspx?content_id=3881380

Fui lá deixar a bicicleta no sábado ao final da manhã, já perto da hora de almoço, fui muito bem atendido pelo Sr. Nogueira (presumo, não lhe perguntei o nome) que me disse logo o que tinha e não tinha de material, deu logo um orçamento e uma data de entrega.
Deixei a bina entregue a quem percebe e fui lá buscar quando eu tive disponibilidade. Estava tudo como pedido, ainda afinou/apertou e limpou a bicicleta :)

Hoje a Felicidade parecia outra, o movimento não tem mais folgas e o travão traseiro parece que faz novamente a sua função com calços novos e bem afinados!

A lojinha/oficina é mesmo retro/vintage e é pena não estar mais bem situada, com uma limpeza e melhorias poderia ser mais apelativa, mas se calhar perdia o seu encanto... aqui não se arranjam bicicletas a granel, mas sim com devoção e perícia!

Acho que já encontrei "a minha oficina"!

OficinaAlges.jpg


Rua Dom Jerónimo Osório, em Algés
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