fotocycle [147] castanhas e bicicletas…

paulofski @ na bicicleta | 12/11/2014 às 17:00

Temas: [ fotocycle ] [ bicicultura ] [ bike to home ] [ castanhas ] [ fotopedaladas ] [ Maria del Sol ] [ motivação ] [ outono ] [ outras coisas ] [ Porto ]

… quentes e boas :)

castanha no S. Martinho


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incentivos precisam-se…

paulofski @ na bicicleta | 12/11/2014 às 12:50

Temas: [ divulgação ] [ motivação ] [ bicicultura ] [ boas ideias ] [ coisas que leio ] [ coisas que vejo ] [ empresas e a bicicleta ] [ Lisboa ] [ noticia ] [ opinião ] [ outras coisas ]

Uso da bicicleta está num “caminho imparável”

Bicicletas em Lisboa“O aumento do uso da bicicleta como meio de transporte está a fazer um “caminho imparável” em Portugal, considera o secretário de Estado da Administração Interna, para quem o acréscimo de ciclistas do quotidiano “não é de maneira alguma uma moda”.

Em entrevista ao Pedais.pt. João Almeida, que tem a pasta das questões rodoviárias no Ministério da Administração Interna, defende assim as alterações legislativas que promovem o uso do velocípede, designadamente o novo código da Estada, que vigora desde 01 de janeiro deste ano, que estabelece regras mais favoráveis para dos ciclistas na via pública.

“Conferir dignidade e segurança aos ciclistas” é outro dos objetivos das mudanças legislativas em vigor há quase um ano, três dias após o governante ter tomado posse, pelo que a sua intervenção no processo ocorreu enquanto deputado (do CDS-PP) à Assembleia da República, eleito nas últimas Eleições Legislativas e que confessa “não ser uma grande utilizador de bicicleta”:”o ciclista da casa é a minha mulher”…” ah, pois!

(lê o artigo completo em : pedais.pt)

Neya Lisboa: o hotel que incentiva funcionários e hóspedes a utilizarem a bicicleta (com vídeo)

neyahotel bikes“Situado no centro de Lisboa, na Estefânia, o Neya é um dos vários hotéis da capital a pôr em prática vários princípios sustentáveis. O incentivo ao uso da bicicleta é um deles. Além de sensibilizar os próprios funcionários para o uso das duas rodas, o hotel possui ainda um espaço para o parqueamento destes veículos, condições que levaram à obtenção do selo Empresa Amiga das Bicicletas, concedido pela MUBI – Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta.

(lê o artigo completo em: greensavers.sapo.pt)

Cada vez mais pessoas utilizam bicicleta em Lisboa (com vídeo)

notícia RTP“Durante esta semana vamos mostrar-lhe cinco estorias sobre os riscos que os portugueses correm quando circulam na via pública e como os podem evitar. Dos peões aos automobilistas, das crianças aos jovens que querem tirar a carta de condução. Começamos com uma reportagem que nos fala dos perigos e das aventuras das bicicletas.”

“Tentamos que o nosso pessoal tenha a mínima pegada ecológica a deslocar-se diariamente entre as suas casas e o hotel. Para isso sensibilizamos o nosso pessoal a vir para o hotel de bicicleta e temos uma zona de parqueamento segura e coberta onde arrumam as bicicletas”, explica Pedro Teixeira, responsável pela Qualidade, Ambiente e Segurança do Neya, ao Economia Verde.

As bicicletas estão também à disposição dos hóspedes para que possam apreciar a cidade sem impacto ambiental. A redução da pegada ecológica no Neya passa também pela iluminação maioritariamente em LEDs, pelo uso de painéis solares térmicos, papel com certificação florestal e pela separação rigorosa dos resíduos.”…

(podes ver a reportagem em: rtp.pt/noticias)

A propósito do primeiro episódio da reportagem, duas notas a registar. Quando o jornalista refere que “Agora as bicicletas já podem andar na estrada…” há aqui claramente uma falta de atenção e um erro grave de abordagem. As bicicletas sempre puderam circular na estrada. Mais à frente na reportagem o presidente da ANSR intervém e volta a cair na falácia da igualdade. Aguardam-se os próximos capítulos!


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Bikepacking por Montejunto - 1 e 2 Novembro 2014

Gonças @ Hors Piste autorizé.... | 12/11/2014 às 11:00

Temas: [ aventura ] [ bicicultura ] [ bikepacking ] [ dormida ] [ integração com TPs ] [ longtail ] [ montejunto ] [ own trip ] [ S24O ]

Já estava com "sarna" de casa, tinha que ir para o mato ;). Queria ir explorar uns trilhos que tenho no Montejunto em estilo bikepacking

Vários amigos tinham manifestado a vontade de irem comigo e experimentar uma noite no mato em stealth mode (pernoita selvagem). 

Juntei as vontades e lá fomos. Após várias combinações lá acabámos por ser apenas 3 (o número mágico). O B levava a sua xtracycle btt e o G a sua trekking com alforges. Eu, que já vinha a preparar a trekking para estas lides, não a deixei de a levar...conjunto engraçado de biclas para bikepacking! 
Mas o que conta é mais a vontade do que o material e por isso seguimos!

A ideia era irmos ter a Torres Vedras onde o B nos esperava. Combinei com o G em Mira-Sintra. 

Saí de casa às 8h15. Fui verificar o ar nos pneus à bomba e às 8h20m estava a caminho. A primeira molha apanhei na serra de Carnaxide. Chegado à Amadora já estava seco. Siga que para a frente é caminho. Passei pelos fofos de Belas sempre a abrir para não parar ;) e apanho a segunda molha perto do quartel da Carregueira. Chegado à estação de Mira-Sintra, 16Kms e 45min depois, encontro-me com o G. 


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Zona saloia, à saída de Belas

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O comboio da linha do Oeste...




Verificámos que o magnífico comboio que nos transportaria pela linha do Oeste era de apenas uma carruagem/máquina. É decepcionante a "sangria" que andam a fazer ao nosso transporte ferroviário. Para além de nós, apanhámos um grupo de escoteiros da Ajuda que iam pedalar para a zona da Foz do Arelho, acampar e pescar. Fez-me lembrar as minhas viagens com a minha equipa em tempos idos. Tanto pelas biclas, como pelo material que é levado às costas (aprendem da pior maneira), mas mais pelo espírito de Insha'Allah que transbordavam e  que ainda me acompanha! ;)

Escusado será dizer que foi extremamente difícil colocar tanta bicicleta naquela carruagem. Valeu a boa vontade do revisor e maquinista, mas nestas coisas estamos sempre com um pé na Europa e outro em África: nem temos todas as condições, nem temos um total à vontade para amontoar e sigapabingo...é sempre à base da (difícil) negociação. 

Menos de uma hora de excelentes paisagens depois estamos em Torres e somos surpreendidos pela família do B. Fomos levantar dinheiro e seguimos logo para um trilho que o B nos tinha para presentear. 

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Entrar no trilho à beira do Sizandro

Seguia o Sizandro e tinhamos companhia de vários atletas que faziam um ultra-trail naquele sábado. Não tarda estávamos a passar pelo complexo termal dos Cucos, local lindíssimo entre o abandonado e o "algo estimado", que em conjunto com as cores outonais lhe davam uma aura mística. Continuámos por trilhos rolantes entre fornos de cal e antigos moinhos de água, por terras de Matacães (aparentemente os cães eram os Franceses no tempo das invasões Napoleónicas). Por lá, encontrei um amigo dos Nomad's que andava a fotografar o dito ultra-trail, e o já antigo lema "Bons amigos por maus trilhos" está forte e de boa saúde! ;)


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Edifício principal do complexo termal

Os trilhos acabaram a certa altura e fizémos uns Kms de estrada para avançar. Comprámos pão (daquele bom, denso), fiambre e queijo (embalado e não fatiado na hora!) pelo caminho e procurávamos um local que nos vendesse uma sopa quentinha. Coisa cada vez mais difícil, assim como encontrar bicas de água ou indicações de trânsito que não incluam variantes ou vias rápidas ;o).


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Trilhos

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 E mais Trilhos

Optámos então por "picnicar" num vinhedo e beber um café bem antes da subida aos míticos 666m da serra de Montejunto!

A pensar no jantar andámos também à procura de uma mercearia ou talho aberto, mas já tinha tudo entrado em modo "fechado para almoço". À medida que subíamos, mais nos afastávamos de povoações e a probabilidade de encontrar alguma aberta diminuía. Eu já olhava para os pomares e para as hortas visíveis da estrada e pensava em fazer um pequeno raid a couves e peras! ;)

A última aldeia antes da mega-subida estava em festa. O centro estava engalanado, o palco estava montado e estava tudo bem vestido! 
O G decidiu lançar o isco e perguntar se havia algum sítio onde pudesse comprar fruta ou um litro de leite. Era dia de festa e por isso estava tudo fechado, mas levaram-nos a casa de uma senhora que tem um armazém de fruta. Não perdemos nada em tentar, pensámos. A senhora lamentava pois não ia abrir o armazém, mas quando viu que éramos 3 e de bicicleta foi buscar fruta que tinha por casa e ofereceu-nos. A bondade de estranhos em viagem continua intacta e mesmo pedindo para pagar o leite que nos cedia fomos brindados com um "era o que mais faltava". 

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Bondade de estranhos


Um bom élan para "atacarmos" a subida!


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A subida


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Vista de cima para baixo

Subida é favor...estradas terciárias, se bem que alcatroadas com inclinações de 13% em alguns locais. A minha trekking não tem tanta desmultiplicação como a BTT e isso notou-se. O B, com a xtracycle estava bem pior que nós, mas não tarda estávamos perto dos moinhos da serra. A vista valia bem a pena! 

Parámos perto de uma casa abrigo para fazermos uma cache. Ao arrancarmos, o B reparou que um barulho estranho vindo do selim era o resultado de uma rachadela no espigão, mesmo no local onde se prende o rail do Brooks. Ainda testou a possibilidade de ir sentado no assento do xtracycle, mas para além do estilo "chopper" e de saber que tinha uma alternativa caso ficasse sem selim, não lhe dava grande jeito! 
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Se falhar, tenho alternativa!!!

Lá seguimos a subir por estrada (uma ciclovia imensa) ao som do "eye of the tiger"!! 
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Vista

As vistas, o tapete de alcatrão, o tempo fantástico, o ar puro, a ausência de carros...isto tudo junto compunha um excelente postal de cicloturismo! E tudo a 60kms de Lisboa. 

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"Ciclovia" do Montejunto ;)

Chegámos ao parque de merendas do parque natural de Montejunto com menos de 35Kms nas bicicletas. Visitámos o centro de interpretação do Parque natural e fomos até ao bar da serra para beber um café. Ficámos agradados com o ambiente do bar e o G pede uma tosta pois a subida deu-lhe fome. Entretanto estávamos a combinar como seria a pernoita:

A ideia é montar campo após jantar para não fazer fogo na floresta. Escolhermos um local recôndito, de preferência sem muito vento, sem muitos buracos ou pedras e recolhermo-nos em silêncio. Deitar cedo pois fica escuro cedo. De manhã cedo é acordar com o nascer do sol e lançarmo-nos ao trilho para tomarmos o pequeno-almoço.


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Parque de merendas e bar da serra

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Com um Wheel bender de madeira...catita

Bem dito, melhor feito, mas não sem antes eu e o B pedir-mos também uma mega-tosta de 3€ e uma imperial para ficarmos jantados. 


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O parque de merendas

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A tosta (ainda há a "XL")

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Antes que fuja


Depois de mais ou menos meia hora encontrámos um sítio entre pinheiros, protegido do vento, com bastante erva seca ideal para o conforto e longe da vista. Montámos tenda e deitámo-nos. 

Ás 19h! ehhe

Deitar cedo, como em qualquer pernoita no mato, e depois contar mentiras até adormecermos. 


A quantidade de erva escondeu-nos um grande alto, mas de qualquer forma dormimos confortáveis.


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Esta vai para a "View from the tent"

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Completamente stealth

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De volta ao parque de merendas

Voltámos ao parque de merendas para tomar o pequeno almoço. Cereais, leite, fruta, pão, café quente, nada faltou. Seguimos caminho, desta vez até ao cimo, perto das antenas. Esta fresco, mas excelente para Novembro em Montejunto. Perto das antenas cruzámo-nos com um grupo de "drifters" que traziam os seus triciclos numa carrinha e depois desciam a alta velocidade. 

Depois de vermos as vistas descemos e como não queria vir a Montejunto e não fazer trilhos propus um atalho. Lá atalhámos logo depois de 100m de alcatrão. Pusémo-nos num trilho de cabras, sempre a descer até aos moinhos da serra.

Não tardou em ouvirmos uma ambulância (terão sido os drifters??) e o G. que tinha acusado o frio matinal já estava cheio de calor. A verdade é que o trilho tem muita rocha, como é apanágio de Montejunto e é muito castigador para bicicletas com roda mais fina e pneu menos grosso. De qualquer forma, para frente é que era caminho e aproveitámos para irmos tirando as fotos mais espectaculares de toda a viagem.

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Os drifters

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As torres

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A vista

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O começo do trilho

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A vista no trilho

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 Era assim que nos sentíamos ao acabar o trilho

O Gps do B. ainda caíu no trilho, mas voltámos atrás à procura e apareceu (UFF). Chegados ao alcatrão, perto dos moinhos aproveitámos para nos vingarmos da subida do dia anterior...era sempre a abrir (haviam de ver a cara de intrigados por nos verem a descer cheios de carga e a xtra a ultrapassar ciclistas em subida ahaha).

Despedimo-nos num cruzamento pois o B ainda ia almoçar com a família em Torres Vedras (fez um S24O). Eu e o G seguímos em direção a Lisboa. Víamos Montejunto de longe, vista igualmente brutal. Seguimos maioritariamente pela N115. Merceana, Sobral de Monte Agraço, Bucelas, Sto Antão do Tojal onde nos separámos. O G seguiu via trilhos pela Trancão até ao parque das nações e eu segui via Loures, Odivelas (ainda pensei ir até A-da-Beja, Belas, Lav) onde virei para Lisboa pela calçada de Carriche, Lumiar, Benfica, Brandoa, Alfragide, Carnaxide e por fim Linda-a-Velha. Cerca de 70kms sempre rolantes e extremamente agradáveis (até Loures :( )  

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A vista de Montejunto ao longe

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Ciclovias descomunais ;)

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Almoçámos em Merceana

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Já no Lumiar

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Os percursos sobre o Modelo digital de terreno com um drape de imagens de satélite:

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No Montejunto, vermelho a subir no primeiro dia e a amarelo o segundo dia.

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Noutra perspectiva.

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O percurso inteiro (vermelho dia 1 e amarelo dia 2, sem o percurso do comboio)

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do busílis a questão, e porque não uma “bia berde” para bicicletas!?

paulofski @ na bicicleta | 11/11/2014 às 16:41

Temas: [ 1 carro a menos ] [ bicicultura ] [ outras coisas ] [ penso eu de que... ] [ Porto ] [ segurança rodoviária ] [ transportes públicos ]

CAPA_BUS
De acordo com um artigo que li recentemente no portal de notícias da Câmara Municipal do Porto (CMP), seis meses após a implementação da medida de partilha de 14 corredores bus com motociclos e ciclomotores foi avaliada de forma positiva. “Em média 42% dos motociclistas utilizam os corredores bus sem aumento da sinistralidade”, considerou a vereadora responsável pelo pelouro da Mobilidade, Cristina Pimentel. “Os primeiros seis meses foram considerados de experimentação numa zona piloto da cidade e foram acompanhados por um estudo da Universidade do Porto, que vai aferir as vantagens para o escoamento de tráfego, podendo o projeto ser alargado ao resto da cidade. A autarquia espera fazer um balanço definitivo daqui a um ano”, lê-se na  notícia.

Atendendo ao menor fluxo de veículos que por elas circulam a CMP decidiu por bem “abri-las” aos motociclos. Com as vantagens inerentes ao mais rápido e eficiente escoamento de tráfego, dos transportes públicos, táxis, veículos prioritários e de emergência, julgo que seria de todo o interesse ser aproveitado o momento para liberalizar os corredores bus também às bicicletas. Como ciclista ávido, não é segredo para ninguém que defendo a “abertura” dos ditos corredores aos ciclistas. Uma faixa bus convertida ao ciclista é melhor que várias ciclovias. Sem rodeios e considerando ser mais seguro e vantajoso para mim, sempre que me dá jeito prevarico e coloco lá as rodas da minha bicicleta. Pelo menos até agora tenho tido a simpatia e consideração dos motoristas, tanto dos autocarros como dos taxistas.

O esboço rodoviário das cidades foi sendo desenhado em função do automóvel. Raramente é pensado o incentivo ao uso da bicicleta, beneficiando o ciclista ou dando atenção à sua protecção. Sendo que para um ciclista urbano o mais lógico é optar pela melhor e mais confortável alternativa de percurso, descuidando muitas vezes a própria segurança e o caminho mais curto, porque não quer encarar uma subida mais íngreme ele vai optar pela via mais amiga das suas pernas, porque a bicicleta não tem motor. Estes corredores geralmente ocupam a faixa mais à direita da rua, sendo que em alguns casos também aproveitam o corredor central de avenidas para o rápido fluxo de veículos prioritários. Sabemos que nas cidades onde a utilização de bicicletas é incentivado o desenvolvimento do sistema rodoviário está a ser adaptado às necessidades do ciclista. Cada sistema tem a sua função, eficiência e lógica, privilegiando a segurança e a fluidez. Um exemplo disso, e considerando o Porto uma cidade moderna, julgo ter sido esse o objectivo da CMP quando por exemplo construiu uma pista especial no canteiro central do troço final da Avenida da Boavista, para depois, entre a zona da Fonte da Moura e a zona do Foco, esse corredor, antiga via exclusiva dos eléctricos, passar a ser uma via reservada aos transportes públicos e veículos prioritários!!!

eu a aBUSar da sorte na Av. da Boavista

eu a aBUSar da sorte na Av. da Boavista

Aliviar o congestionamento do tráfego exige-se incentivando a utilização de modos de transporte alternativos, como as bicicletas. Reduzir o tempo de viagem e os níveis de emissão de CO2, além de aumentar os níveis de segurança, exige-se incentivando a utilização de modos de transporte alternativos, diminuindo o uso do automóvel. Sendo esta medida um “incentivo à transferência do automóvel para o motociclo e a diminuição do tráfego automóvel como meta a atingir” esse objectivo tem de passar pela utilização da bicicleta. Talvez não acredite que por via dessa medida muita gente vai começar a utilizar a bicicleta em meio urbano, de qualquer forma a expansão de vias prioritárias ao ciclista vai permitir que os ciclistas assumam a cidade com segurança. Mais ciclismo e melhor uso da bicicleta vai tornar a vida na cidade melhor para todos, vai aliviar os congestionamentos urbanos, melhor transporte público e consequentemente melhorar a vida dos automobilistas.


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Bikepacking no Montejunto...Setup!

Gonças @ Hors Piste autorizé.... | 4/11/2014 às 9:49

Temas: [ aventura ] [ bicicultura ] [ bikepacking ] [ montejunto ] [ own trip ]

Eis o meu setup para o fds em bikepacking no Montejunto de Novembro 2014:

A bicicleta, uma Rocky Mountain whistle 70 é uma trekking, ou seja uma híbrida entre BTT e estrada, útil para viagens e percursos diários (commuting). Tem rodas 700c e pneus de estrada, mas coloquei-lhe as rodas da minha BTT para fazer esta volta. Com racks dianteiro e traseiro, guarda-lamas, ferramentas, pedais largos, espelho, etc. pesa 17Kgs. (na balança da wc).

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A híbrida...
rola bem na estrada para nos levar onde queremos e depois não recusa um trilho!


No saco estanque traseiro (preto), que pesava 3,5Kgs levo:

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- saco-cama
- matelá (base isoladora)
- múmia de algodão
- corta-vento
- roupa (meias, gorro, luvas, calças e camisola térmica)



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No saco water-resistant azul que ia no rack dianteiro, pesando 2,5Kgs ia:

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- Um poncho (para abrigo)
- O meu Ikea Hobo Stove (inclui fogão alcool, fonte de fogo, talheres, esfregão e corta-vento)
- Garrafa com alcool
- Panela 500ml 
- Temperos, chá, café
- Cafeteira 

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No plano original ia a tenda e apenas o Ikea Hobo Stove, mas acabei por levar material para cozinhar para 3 pessoas e a tenda leva outro. 

No meio do quadro coloquei o framebag que fiz, onde levava comida:


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- pacote de bolachas
- noodles
- fruta
- aveia e frutos secos



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E nas costas levava a mochila s.o.s. com 2 kgs de:



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- faca de mato
- canivete
- Fita americana
- rolo paracord ou sisal
- kit primeiros-socorros 
- kit costura
- ferramentas maiores q não caibam na bolsa das ferramentas
- pilhas extra
- toalhitas/papel higiénico
- frontal
- 2º isqueiro 
- cintas
- porta-água
- casaco

No guiador levava:


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- conta kms
- GPS (Garmin Dakota 20)
- mapa de estradas
- bateria (solar)



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SIGA!!!
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Os peões e as bicicletas não precisam de semáforos

@ Menos Um Carro | 30/10/2014 às 11:19

Temas: [ mobilidade ] [ bicicleta ] [ ditadura do automóvel ] [ tráfego ] [ bicicultura ] [ semáforos ]

Esta foto dum cruzamento* na Holanda tem muito para nos ensinar sobre a gestão da mobilidade urbana, e o transtorno que causam os automobilistas** nas restantes pessoas.
Nos pontos A (onde se cruzam peões com peões), B (peões e bicicletas) e C (bicicletas e bicicletas) não é necessário qualquer semáforo ou regulamentação complexa. O ponto A é óbvio, mas B e C não são óbvios para quem nunca viveu numa cidade dominada pela bicicleta. Apesar de ser um cruzamento com tantos peões, como bicicletas e automóveis (passei lá muitas vezes), em B basta o bom-senso e em C basta uns triângulos no chão a indicar quem deve dar prioridade.
Os pontos D (carro com carro), E (carro com bicicleta) e F (peão com carro) têm algo em comum: envolvem carros e por isso, e apenas por isso, necessitam de semáforos. Os semáforos são assim uma imposição dos automobilistas ao restantes utentes da via.

Pensa nisso.

Por cá, estamos tão agarrados ao paradigma automóvel, que nem imaginamos que possa haver uma diferença entre gerir cruzamentos com bicicletas, e cruzamento com automóveis. Isso é claro na incompreensão que há em relação à maior responsabilização que um automobilista deve ter na cidade face a um ciclista, à possibilidade de haver ruas com dois sentidos para as bicicletas mas apenas um para os automóveis, ao diferente significado que um sinal vermelho deve ter para uns e outros, etc. Nada melhor para o mostrar do que esta foto, de uma "ciclovia" portuguesa com passagens de peões de 50m em 50m, algo inexistente na Holanda. A foto foi tirada no Barreiro, mas existe noutros locais como em Espinho, e o mesmo modo de pensar nas "ciclovias" de Lisboa.

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*Este cruzamento não é uma excepção. Todos os cruzamentos na Holanda são assim.
**Os transportes públicos (que por levarem muitas pessoas em cada veículo) também podem conviver facilmente com o peão como abordei nesta posta.

 

Adenda: este vídeo da hora de ponta em Utreque (Holanda), mostra bem como é tão fácil conciliar dezenas de bicicletas a cruzarem-se.

 

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Em 2013 foi assim

miguelbarroso @ Lisbon Cycle Chic | 29/10/2014 às 17:39

Temas: [ Uncategorized ] [ bicicleta ] [ bicicultura ] [ Cycle Chic ] [ Festival da Bicicleta Solidária ] [ Festival da Bicicleta Solidária 2013 ] [ girl ] [ Lisboa ] [ sol ] [ tejo ] [ Terreiro do Paço ]

Aqui ficam, quase um ano depois, as fotos do Festival da Bicicleta Solidária de 2013.

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Dia 9 de Novembro esperamos por todos vocês, para que o IV Festival da Bicicleta Solidária seja ainda mais espetacular!

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Bicicleta Solidária está de volta

miguelbarroso @ Lisbon Cycle Chic | 27/10/2014 às 11:40

Temas: [ Uncategorized ] [ bicicleta ] [ bicicultura ] [ Cycle Chic ] [ Festival da Bicicleta Solidária ] [ Festival da Bicicleta Solidária 2014 ] [ Lisboa ] [ Terreiro do Paço ]

Já na sua 4ªedição, dia 9 de Novembro vamos ter mais um Festival da Bicicleta Solidária, organizado pela FPCUB.

E claro, inserido na programação, teremos o passeio bem no espírito Cycle Chic:

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E o que diferencia um passeio Cycle Chic? O seu carácter não desportivo: será um passeio a um ritmo bastante calmo e descontraído, num percurso acessível a todos, dos 8 aos 80 (aliás, já tivemos crianças de 5 anos a fazer passeios completos de 12km, pois o ritmo é mesmo descontraído). Não há qualquer código de vestuário, mas dadas as características do passeio, os participantes podem ir vestidos normalmente, dispensando-se assim qualquer equipamento desportivo!


O percurso será mais uma vez bastante fácil, e terá menos de 10km – para os menos habituados a estes passeios, não se assustem pois será mesmo acessível a todos!

Inscrições GRATUITAS mas obrigatórias em http://www.fpcub.pt/2014/10/iv-festival-da-bicicleta-solidaria-9-de-novembro onde podem saber mais sobre o festival, e quais as atividades que por lá vão acontecer.

Já sabem, dia 9 de Novembro, Domingo, concentração pelas 10 horas no Terreiro do Paço. E não se esqueçam de trazer géneros alimentares para a recolha que será feita no festival.

(PS. ainda estou em falta com as fotos do passeio do ano passado… amanhã ou depois já aqui vão aparecer!)

 

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Livros - Qual a melhor mensagem que posso publicar sobre um livro de bicicletas? Qual é a vossa opinião? Quais os vossos interesses?

Bruno BA @ Bicycling | 26/10/2014 às 18:30

Temas: [ bicicultura ] [ book ] [ cycling book ] [ livro ] [ oferta ]

Publiquei aqui e aqui duas mensagens sobre dois livros, um sobre a aventura que pode ser viajar pelo mundo de bicicleta (li-o na versão Kindle, pelo que não juntei quaisquer fotos do mesmo) e outro, mais utilitário, que é um manual de reparação e manutenção.

Foram as primeiras mensagens que publiquei sobre livros relacionados com bicicletas, pelo que escrevi sobre aquilo que achei que teria mais interesse para vós, leitores.

Nessa medida, reparti os artigos em duas partes, uma relativa ao autor e outra relativa ao livro, mas ambas muito curtas (curtas demais?).

Tenho alinhavados mais seis livros sobre bicicletas que pretendo analisar aqui para vós. Mas gostaria que me dessem algum feed-back sobre aquilo que mais gostariam de ver publicado sobre um livro relacionado com bicicletas.

Agradecia que enviassem as vossas sugestões, para que eu possa adequar as futuras publicações às mesmas, para o e-mail bicycling2012@gmail.com até ao dia 30 de Novembro de 2014.

Após essa data, oferecerei um livro ao autor da mensagem que me tenha sido mais útil e que eu considere mais interessante (enviarei a minhas expensas, para qualquer parte do mundo, através da DHL ou outra transportadora). Também tinha a intenção de publicar essa mensagem seleccionada; naturalmente, apenas com a permissão do autor da mesma. Faço notar que isto não é um concurso nem tem qualquer pretensão de o ser, pelo que a única garantia que eu posso dar é que tentarei ser o mais justo possível na escolha da mensagem.

Trata-se meramente de uma oferta que eu pretendo fazer, de um livro que adquiri e que pretendo oferecer (é um livro novo).

Nessa medida, agradecia que quando me enviassem o e-mail com as vossas sugestões, me informassem desde logo se pretendem autorizar a publicação da mesma ou não (apenas será publicada a mensagem seleccionada e não o autor ou qualquer dado pessoal do mesmo).

O livro que eu enviarei para o autor da referida mensagem será o De Bicicleta - Antologia de Textos, Relógio D'Água, Lisboa, 2012, em Português (lamento não poder oferecer um livro na versão da língua nativa dos meus leitores da China, da Colômbia, do Uruguai, da Dinamarca, da Espanha, dos Estados Unidos da América, da França, do Reino Unido, da Rússia ou da Ucrânia, mas prometo que farei todos os possíveis para vos enviar o livro que consta da foto que junto a esta mensagem para a sua morada).

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Desde já vos agradeço a atenção e a boa vontade.





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A não perder: tertúlia sobre Mobilidade no Centro Histórico de Braga

Victor Domingos @ Braga Ciclável | 22/10/2014 às 23:08

Temas: [ APRUPP ] [ bicicultura ] [ Centro histórico de Braga ] [ debates ] [ Eventos ] [ Miguel Bandeira ] [ Mobilidade ] [ Mário Meireles ] [ Reabilitação urbana ] [ TUB ]

Realiza-se amanhã, 5ª feira, dia 23 de outubro, às 21h00, no Edifício GNRation, uma tertúlia dedicada ao tema “Mobilidade no Centro Histórico de Braga: Algumas Propostas", organizada pela APRUPP - Associação Portuguesa para a Reabilitação Urbana e Proteção do Património.

É um dos temas mais marcantes da atualidade, e que tem tudo a ver com o que por aqui discutimos - a importância da mobilidade, sobretudo da mobilidade sustentável, para a melhoria da qualidade de vida e do bem estar das pessoas que vivem ou trabalham nesta cidade. Em representação do Braga Ciclável, estará presente como orador Mário Meireles. O painel de participantes, que será moderado por Daniel Miranda (APRUPP) inclui também Luís Macedo (CIM-Cávado), Alberto Manuel Miranda (FEUP), Miguel Bandeira (Vereador da Câmara Municipal de Braga) e José António Batista da Costa (TUB). Programa da Tertúlia sobre Mobilidade no Centro Histórico de Braga

Como o espaço na sala é limitado, é necessário fazer inscrição, utilizando o formulário que está na página do evento.

Inscrevam-se e apareçam. Vai valer a pena!

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Livro - "Bicicletas - Manual de Reparação e Manutenção"

Bruno BA @ Bicycling | 19/10/2014 às 18:30

Temas: [ bicicultura ] [ book ] [ Chris Sidwells ] [ cycling book ] [ livro ]

SOBRE O AUTOR

Chris Sidwells define-se como autor, jornalista, fotógrafo e comentarista, um escritor de livros, revistas e jornais sobre todos os aspectos do ciclismo e da forma física (fitness).

Já publicou oito títulos relacionados com bicicletas, para além das crónicas e comentários. 


SOBRE O LIVRO

O livro "Bicicletas - Manual de Reparação e Manutenção" é o segundo título do autor, tendo sido publicado em 2004 e, de acordo com o autor foi traduzido em sete línguas. Felizmente, o Português é uma delas!

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Este livro de umas meras 160 páginas é feito em papel de óptima qualidade, repleto de imagens e com textos muito bem escritos e objectivos. É uma obra com qualidade, e acessível, em termos de texto e de conceitos utilizados, a todos os leitores.

Um exemplo desta abordagem simplificadora e universalista, é a introdução aos vários tipos de bicicleta.

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Para além disso, para quem utilize a sua bicicleta no dia-a-dia e pretenda fazer a manutenção da sua própria bicicleta, ou, até, para quem apenas tenha a curiosidade de perceber como funciona uma bicicleta, os travões de disco (hidráulicos ou mecânicos), os desviadores de mudanças ou mesmo os cubos de mudanças (e muito mais), esta é uma obra que se revelará muito útil e instrutiva.

Com um índice bem esquematizado, permite-nos uma consulta rápida e eficaz.



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Eu não me acanho com a afinação ou a manutenção da minha bicicleta, no entanto, não sou propriamente um mecânico de bicicletas, pelo que este livro já me acompanhou quando fui de bicicleta para mais longe, em esquema de autonomia. É um peso que vale bem a pena transportar, na medida em que nos pode permitir reafinar a bicicleta (em particular as mudanças) por nós próprios.

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Enfim, é um livro com conhecimentos sólidos, compacto e prático, de muito fácil leitura, com guias de como fazer, passo-a-passo, cada operação.




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A Linha do Vale das Voltas

Pedro Roque Oliveira @ VELOCIPEDI@ | 17/10/2014 às 11:26

Temas: [ Bicicultura ]

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Entre Viseu e Sernadas do Vouga a antiga Linha Ferroviária do Vouga, encerrada em 1990, acompanha o curso descendente deste rio. Apesar de apenas recuperada como ecopista em pouco mais de uma dezena de quilómetros correspondentes à sua passagem pelo concelho de Sever de Vouga (entre Cedrim e a Foz do Rio Mau) ela pode, no entanto, ser percorrida com relativa facilidade desde a Bodiosa até Sernadas.

A paisagem é fantástica e é digno de destaque o elevado número de túneis existente. São nada mais nada menos que vinte ao longo do percurso cruzando maciços de xisto e de granito e que, em conjunto com as pontes, possibilitam uma deslocação relativamente plana compatível com as composições ferroviárias ou os desempenhos físicos menos condicionados.

Uma após outra as povoações vão sucedendo-se: S. Pedro do Sul, Vouzela, Oliveira de Frades, Pinheiro de Lafões e os traços ferroviários de antanho ainda visíveis (muitos recuperados) dão o toque de nostalgia que acrescenta ainda mais interesse a uma paisagem de sonho. Destaque para a passagem, já recuperada, entre a estação de Paradela e a foz do Rio Mau que é digna de ser vista e desfrutada. A ser integralmente recuperado seria, porventura, a melhor ecopista do país.

De Viseu ao final são cerca de 84 kms. agradáveis de percorrer que, apesar de fisicamente tranquilos, representam um bom treino ao corpo e à alma.
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Belém.

Diário de Lisboa @ Diário de Lisboa - The Lisbon Diary | 14/10/2014 às 21:24

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ]

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Um passeio épico e um teste ao Brooks C17

Julio @ Biclas blog | 13/10/2014 às 22:53

Temas: [ acessórios ] [ bicicultura ] [ passeios ]

Acordei com as rajadas de vento e a chuva a fustigarem a janela. Por breves instantes pensei em desistir do passeio de bicicleta que tinha previsto para aquele domingo de manhã. Só por breves instantes. O temporal persistia e não dava sinais de alivio mas a vontade de pedalar foi mais forte!
O passeio em si, já era razão mais do que suficiente para sair do conforto das mantas, mas desta vez tinha também uma motivação extra.

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Cambium C17 - versão de teste. Diz que é bom, que não é só Marketing. A verdade é mais complexa...

Os Srs. da Brooks, depois de terem tomado conhecimento do meu interesse pelo Cambium C17, e reconhecendo o impacto mediático que o biclasblog tem no universo dos apaixonados por bicicletas, enviaram-me um selim de teste para que eu o pudesse experimentar e aqui publicar a respectiva análise. Estiveram bem! A única possibilidade na minha agenda para corresponder a este simpático pedido era exactamente aquela manhã de tempestade...
E assim, equipado a rigor, fiz-me à estrada!
Rapidamente o vestuário "impermeável" demonstrou que esse conceito, quando aplicado à roupa, é muito limitado!! Felizmente que no caso de um selim as coisas são mais simples e o termo "impermeável" do C17 assenta-lhe bem, sem falhas. Ao contrário dos outros selins brooks, este é o primeiro selim impermeável e cujo conforto é prometido desde a primeira utilização, sem ser necessário um período para ele se moldar ao nosso corpo. Apesar disto, a minha expectativa para o passeio era naquela altura muito baixa. Porque? Porque antes de o montar na Masil, andei com ele na Quipplan... e que martírio!! Para minha grande surpresa, e devo dizer até desilusão, os primeiros km´s não foram de conforto, mas de sofrimento! O selim era demasiado duro, fazendo demasiada pressão nos "sit bones" (desculpem lá mas não sei o nome deles em Português). Por outro lado, sentia algum amortecimento proporcionado pela borracha de que ele é feito e o formato na frente é o ideal, não interferindo com o movimento das pernas. Coisa pouca, que não chegava para fazer esquecer o desconforto. Mas a minha intenção para este selim é de o usar numa bicicleta randonneur que estou a pensar montar, por isso achei que devia fazer um teste na Masil para ver como era o feeling dele numa bicicleta com outra geometria e usando uns calções de ciclismo.
Não sendo a expectativa boa, cheguei a pensar nem trocar o selim da Masil para não arruinar o passeio... Mas pronto, lá resolvi arriscar e montei o Brooks na Masil. Surpresa das surpresas, ao contrário da experiência na Quipplan, na Masil, o Cambium teve um desempenho muito bom! Manteve as boas caracteristicas de amortecimento e ergonomia da frente mas com a diferença de não massacrar os sit bones. Quase não senti pressão nenhuma! Como? Bom, a posição de condução é diferente e os calções terão também ajudado. Em 3h30 de passeio o balanço foi positivo, ainda que alguma dureza se mantivesse e esteja por isso na dúvida de como será em passeios maiores... E isso é importante porque a ideia é mesmo arranjar uma selim (e uma bicicleta) confortável para voltar a fazer passeios longos, nomeadamente brevets randonneur.

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Já o resto da bicicleta não me proporcionou o mesmo conforto. Os 65km na Masil chegaram para ficar moído, recordando-me a razão pela busca de uma bicicleta mais confortável.
Portanto, sobre o brooks, basicamente ainda não me decidi! Se fosse para usar numa bicicleta com uma posição vertical, claramente não! Para a bicicleta que tenho em vista, a resposta é ainda um "talvez". Tudo isto levou-me a pesquisar um bocado na internet e a perceber que a escolha de um selim depende mais da forma como ele se adapta ao nosso corpo e à utilização pretendida do que simplesmente uma avaliação se o selim "é bom" ou "é mau".

Quanto ao passeio, não foi fácil chegar ao cimo do Montejunto. A relação mais leve da Masil (39-23) estava claramente desajustada para o que as minhas pernas pediam! Como se não bastasse, as rajadas de vento fortíssimas, e de frente, tornaram a conquista do topo ainda mais dura, mas também por isso mais desejada. Quando foi altura de descer, os ventos laterais trouxeram alguns arrepios, obrigando a atenções redobradas.

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A dureza da subida, a imponência da montanha, o nevoeiro que ora aparecia ora desaparecia, o som dos trovões e do vento, tudo conjugado trouxe a este passeio, mais do que dificuldades, uma sensação incrível de satisfação, por ali estar sozinho, com a minha bicicleta! :)

E se algum dos meus 4 leitores já chegou até aqui, deve estar a estranhar a conversa acima da Brooks ter-me emprestado um selim. Pois... é verdade. Foi apenas um devaneio megalómano. A história verdadeira é outra:
Dirigi-me à loja da Veloculture e expliquei o meu interesse pelo selim e, quando eu esperava apenas a possibilidade de um micro-teste, ali na rua ali em frente à loja, fui surpreendido com um simples: "Aqui está. Podes levar. Trá-lo daqui a uns dias". Assim. Sem outras complicações!
Podem até não ter vendido um selim (ainda não me decidi) mas é certo que logo naquele instante conquistaram, ainda mais, a minha admiração. E por isso, mais do que o negócio de um selim, ganharam um cliente! Grande Veloculture!! :)


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Calçada da Glória.

Diário de Lisboa @ Diário de Lisboa - The Lisbon Diary | 13/10/2014 às 20:50

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ]

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Livro - "Travels With Willie: Adventure Cyclist"

Bruno BA @ Bicycling | 12/10/2014 às 18:57

Temas: [ Adventure Cycling Association ] [ bicicultura ] [ bicycle touring ] [ book ] [ cicloturismo ] [ cycling book ] [ livro ] [ Willie Weir ]

SOBRE O AUTOR

William Weir é um motivador, um viajante inveterado, que ganhou notoriedade ao escrever crónicas para a Adventure Cycling Association.

O Autor tem o dom da comunicação (podem ouvir nesta página uns clips de som que Willie fez acerca da sua visita a Portugal) com uma perspectiva muito positiva da vida e, numa das inúmeras viagens que fez, chegou a passar por Portugal.

Em abono da verdade, Willie Weir fez mais do que simplesmente "passar" por Portugal, pois a sua rota não se limitou a atravessar o país de Este a Oeste ou de Norte a Sul: fez dois "s" e meio pelo país, entrando por Trás-os-Montes e saindo a Sul, entre Vila Real de Santo António e o Alqueva.

SOBRE O LIVRO

O livro, de cerca de 250 páginas, corresponde, em grande parte, às crónicas que o Autor foi escrevendo para a Adventure Cycling Association enquanto vivia as suas aventuras.

O texto de "Travels With Willie: Adventure Cyclist" é leve, espirituoso e inspirador. Na verdade, mesmo para quem não se desprende da vida quotidiana como ele o faz (levando uma vida frugal para conseguir ter dinheiro para fazer viagens de 3 e mais meses de cada vez), o livro é inspirador e transporta-nos para a experiência que Willie viveu e partilha no livro.

Num dos exemplos de desprendimento que ele tem dos bens materiais, conta-nos como o pedido de casamento que fez à sua Mulher foi acompanhado de uma moeda de 100 Liras italianas em vez do tradicional anel de noivado.

Outra história que nos conta passa-se em Cuba, quando ele e a mulher foram parar a uma base militar semi-abandonada - mas altamente guardada - e foram "detidos" e transportados pelos soldados cubanos para fora daquela área.

Há muito mais historias que Willie nos conta e, na minha opinião, vale francamente a pena a leitura.


Algum de vós o leu também? Têm outra perspectiva do mesmo livro?
Gostaria muito de saber qual a vossa opinião.



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Inauguração da exposição "Ilustração Voadora" em vários locais de Lisboa.

Diário de Lisboa @ Diário de Lisboa - The Lisbon Diary | 8/10/2014 às 15:51

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ]

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VIA VERDE DE LA SIERRA - NO TE PIERDAS

Pedro Roque Oliveira @ VELOCIPEDI@ | 1/10/2014 às 16:44

Temas: [ Bicicultura ]

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O cicloturismo BTT alcança, em minha opinião, o seu máximo esplendor nas chamadas Vias Verdes (ecopistas em Portugal).

A Via Verde de la Sierra, que atravessa parte da Sierra Gaditana (Cádiz) é paradigmática nesse aspeto e percorre-la é um ato de puro prazer.

Eleita em 2005 como a melhor Via Verde da Europa, liga Olvera (Cádiz) a Puerto Serrano (Sevilla) em 36 kms. que fluem por entre montes e vales aproveitando um traçado ferroviário que nunca chegou a concretizar-se mas onde a engenharia e a natureza se conjugam de modo quase perfeito.

São 30 os túneis de comprimento variável (o mais longo, Castillo, tem um quilómetro de extensão) que se conjugam com diversos viadutos e vistas serranas impressionantes que nos estimulam os sentidos por entre bosques mediterrânicos, o fantástico vale do rio Guadalete, paisagens agrícolas e explorações pecuárias.

Se do ponto de vista de engenharia são os túneis que fazem as delícias e facilitam a marcha nivelando um traçado que, de outro modo seria impossível de percorrer pela ferrovia, do ponto de vista natural é a Penha de Zaframagón onde se situa o observatório das aves e reduto do Abutre Leonardo que sobrevoa erraticamente a zona.

No final, num e noutro sentido, são 72 quilómetros de puro deleite e uma experiência única - a travessia de 60 túneis.
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Cicloficina de Coimbra no jornal local

cicloficinadecoimbra @ Cicloficina | 30/09/2014 às 20:31

Temas: [ Coimbra ] [ Imprensa ] [ bicicultura ] [ cicloficina ] [ coimbra ] [ voluntarios ]

O Diário de Coimbra publicou uma notícia sobre a edição de setembro da cicloficina:

Diário de Coimbra, 08 de setembro, 2014.

Diário de Coimbra, 08 de setembro, 2014.


Filed under: Coimbra, Imprensa
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Orçamento Participativo de Braga - Conheça e vote nas propostas que têm a ver com a bicicleta e os ciclistas

Mário Meireles @ Braga Ciclável | 30/09/2014 às 16:34

Temas: [ Bicicleta ] [ bicicultura ] [ Braga ] [ ciclovia ] [ Ciclovias ] [ Estação ] [ Gualtar ] [ Orçamento Participativo ] [ Proposta de Mobilidade Sustentável ] [ Rua D. Pedro V ] [ Universidade do Minho ] [ Via Pedonal Ciclável ]

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Na sequência da recolha de propostas que a Câmara Municipal de Braga já fez para o Orçamento Participativo, encontra-se a decorrer neste momento a fase de votação.

Das ideias apresentadas pelos cidadãos, foi aprovado um total de 94 projetos, que estão agora a ser sujeitos a votação pública, através do site do Orçamento Participativo. Os referidos projetos estão divididos em várias áreas, tendo sido selecionados 14 propostas da área de Trânsito, mobilidade e acessibilidades e 13 propostas da área de Equipamentos (melhoria ou reparação de equipamentos culturais, sociais, etc.).

Das 27 propostas apresentadas nestas duas áreas, destacamos 7 que estão diretamente relacionadas com a causa que defendemos neste espaço, a promoção do uso da bicicleta e o aumento da segurança dos peões e ciclistas. São elas:

  • OP15/PROJ-007 - Reabilitação da Av. Cidade do Porto
    "A Av. Cidade do Porto teve três faixas de rodagem. Para o conseguirem estreitaram os passeios, que mal permitem a circulação de duas pessoas lado a lado e eliminaram uma faixa exclusiva para ciclistas. Agora que ficaram apenas duas faixas, propõe-se equacionar um melhor aproveitamento das mesmas, com o consequente alargamento dos passeios existentes e, se possível, a criação de uma via clicável, com ou sem ligação à atual via clicável junto ao Rio Este."

  • OP15/PROJ-012 - Melhoria da segurança da Ciclovia da Variante da Encosta
    "Esta proposta prende-se na melhoria da segurança dos ciclistas que usam a Ciclovia da Variante da Encosta. Em muitas das zonas, a ciclovia está situada entre a estrada e locais de estacionamento, o que faz com que, quando os veículos querem entrar ou sair do estacionamento, interrompam a passagem aos ciclistas que possam estar a usar a ciclovia. Além disso, esta situação potencia o estacionamento em "2ª fila", obrigando os ciclistas a usarem a estrada principal.
    A proposta é simples, já que pretende apenas, nos locais onde existem estacionamentos, alterar o traçado da ciclovia para ficar sempre colada ao passeio, e puxando para trás os locais de estacionamento. "

  • OP15/PROJ-018 - Radares na Avenida Padre Júlio Fragata / Frei Bartolomeu dos Mártires
    "A via rápida desde o Bragaparque ao Continente esventra a cidade em duas partes, cria perigo para milhares de cidadãos, incómodo sonoro, poluição e pouco apelo ao passeio pedonal em toda a sua extensão. Propõe-se a instalação de radares fixos nas Avenidas Padre Júlio Fragata e Frei Bartolomeu dos Mártires."

  • OP15/PROJ-019 - Ligação Ciclável entre a UM e a Estação da CP
    "Intervenção nas Ruas Nova de Santa Cruz, D. Pedro V e S. Victor com a colocação de placas a permitir a exceção de velocípedes no sentido proibido (tal como já é feito em Matosinhos e em muitas cidades europeias) e pintar o símbolo da bicicleta no eixo de cada via em ambos os sentidos. Dar prioridade nesta ligação aos peões, aos ciclistas e aos TUB e táxis."

  • OP15/PROJ-029 - Estacionamento de bicicletas
    "Colocação de estrutura para estacionar bicicletas no largo em frente da Igreja dos Congregados, do lado oriental."

  • OP15/PROJ-037 - BragaBike
    "O BragaBike é um projeto que consiste na implementação do conceito de bicicletas partilhadas na cidade de Braga. Este conceito de bicicletas partilhadas é baseado num determinado número de bicicletas, que uma entidade (neste caso a Câmara Municipal de Braga) disponibilizará em vários locais da cidade e as pessoas mediante o seu registo e após aquisição de um cartão apropriado, poderão fazer uso dessas bicicletas.
    O BragaBike trará vários aspetos positivos com a sua implementação, por um lado a simples prática desportiva e os benefícios que isso apresenta para a saúde dos utilizadores e para a cidade com a redução da poluição. Por outro lado temos o fator turístico, visto que os visitantes da nossa cidade têm uma forte cultura de utilização da bicicleta. É uma forma de trazer um maior dinamismo ao turismo, uma vez que com o BragaBike os nossos visitantes poderão visitar a cidade de uma forma mais facilitada e assim ficar a conhecer melhor o nosso património histórico.
    Existe ainda outra importante vantagem a considerar, que é o fator económico. Uma vez implementado, o projeto BragaBike virá a ser um ativo financeiro para o Município. Através dos seus utilizadores, bem como através das empresas que irão pretender ter a sua publicidade no espaço destinado a isso nas bicicletas. Devido a este retorno económico é possível verificar que num período de tempo aproximadamente reduzido será possível cobrir todo o investimento que o BragaBike irá significar para a Orçamento participativo."

  • OP15/PROJ-094 - Intervenção nas Ciclovias
    "Uma vez que está a ser estudada uma rede de maiores dimensões, propõe-se as seguintes intervenções:
  • Ciclovia ascendente e descendente em toda a Avenida Porfírio da Silva e Avenida 31 de Janeiro, ligando toda a zona pedonal à Escola Alberto Sampaio e à ciclovia do Rio Este - uma vez que os passeios são em asfalto, para esta ciclovia apenas é necessário pintar as linhas no chão;
Ligação em via única do cimo da Av. Porfírio da Silva até à ciclovia do Picoto; Prolongamento da ciclovia do Rio Este em via única até aos campos da rodovia e até à ciclovia da encosta - contornando pelo lado norte o Instituto de Nanotecnologia, novamente através de pintura no chão; Ligação da Via Pedonal Ciclável do Rio Este ao à Avenida Central."

Consideramos estas propostas com valor. É bom ver que a comunidade aceitou o repto para uma reflexão sobre as questões que lhe dizem respeito e que a questão da mobilidade e da segurança rodoviária (incluindo a dos ciclistas) não ficaram esquecidas. Estas 7 propostas vão de encontro ao que vimos discutindo neste espaço, bem como ao conteúdo da Proposta para Uma Mobilidade Sustentável. Todas elas merecem os nossos votos. Esperamos que, independentemente do resultado da votação, o executivo camarário aproveite posteriormente algumas das que, por limitação processual, não venham a ser executadas no âmbito deste Orçamento Participativo, mas que ainda assim se revistam de valor para a cidade.

Convém recordar que cada pessoa registada só pode votar numa única proposta. Estes projetos encontram-se em votação apenas durante esta semana, até à próxima sexta-Feira, dia 3 de outubro.

Participe. Vote!

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