na bicicleta

paulofski @ na bicicleta | 21/10/2014 às 9:35

Temas: [ o ciclo perfeiro ] [ bicicultura ] [ bike to work ] [ ciclistas urbanos do Porto ] [ devaneios a pedais ] [ fotopedaladas ] [ mobilidade ] [ motivação ] [ Porto ] [ Sua Alteza ]

Cada dia é uma experiência, um sorriso, uma renovação, pensamentos para nos levar e memórias para durar. Hoje é um vislumbre do passado e esperança para o futuro. Aproveito cada momento.

be happy


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Livro - "Bicicletas - Manual de Reparação e Manutenção"

Bruno BA @ Bicycling | 19/10/2014 às 18:30

Temas: [ bicicultura ] [ book ] [ Chris Sidwells ] [ cycling book ] [ livro ]

SOBRE O AUTOR

Chris Sidwells define-se como autor, jornalista, fotógrafo e comentarista, um escritor de livros, revistas e jornais sobre todos os aspectos do ciclismo e da forma física (fitness).

Já publicou oito títulos relacionados com bicicletas, para além das crónicas e comentários. 


SOBRE O LIVRO

O livro "Bicicletas - Manual de Reparação e Manutenção" é o segundo título do autor, tendo sido publicado em 2004 e, de acordo com o autor foi traduzido em sete línguas. Felizmente, o Português é uma delas!

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Este livro de umas meras 160 páginas é feito em papel de óptima qualidade, repleto de imagens e com textos muito bem escritos e objectivos. É uma obra com qualidade, e acessível, em termos de texto e de conceitos utilizados, a todos os leitores.

Um exemplo desta abordagem simplificadora e universalista, é a introdução aos vários tipos de bicicleta.

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Para além disso, para quem utilize a sua bicicleta no dia-a-dia e pretenda fazer a manutenção da sua própria bicicleta, ou, até, para quem apenas tenha a curiosidade de perceber como funciona uma bicicleta, os travões de disco (hidráulicos ou mecânicos), os desviadores de mudanças ou mesmo os cubos de mudanças (e muito mais), esta é uma obra que se revelará muito útil e instrutiva.

Com um índice bem esquematizado, permite-nos uma consulta rápida e eficaz.



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Eu não me acanho com a afinação ou a manutenção da minha bicicleta, no entanto, não sou propriamente um mecânico de bicicletas, pelo que este livro já me acompanhou quando fui de bicicleta para mais longe, em esquema de autonomia. É um peso que vale bem a pena transportar, na medida em que nos pode permitir reafinar a bicicleta (em particular as mudanças) por nós próprios.

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Enfim, é um livro com conhecimentos sólidos, compacto e prático, de muito fácil leitura, com guias de como fazer, passo-a-passo, cada operação.




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A Linha do Vale das Voltas

Pedro Roque Oliveira @ VELOCIPEDI@ | 17/10/2014 às 11:26

Temas: [ Bicicultura ]

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Entre Viseu e Sernadas do Vouga a antiga Linha Ferroviária do Vouga, encerrada em 1990, acompanha o curso descendente deste rio. Apesar de apenas recuperada como ecopista em pouco mais de uma dezena de quilómetros correspondentes à sua passagem pelo concelho de Sever de Vouga (entre Cedrim e a Foz do Rio Mau) ela pode, no entanto, ser percorrida com relativa facilidade desde a Bodiosa até Sernadas.

A paisagem é fantástica e é digno de destaque o elevado número de túneis existente. São nada mais nada menos que vinte ao longo do percurso cruzando maciços de xisto e de granito e que, em conjunto com as pontes, possibilitam uma deslocação relativamente plana compatível com as composições ferroviárias ou os desempenhos físicos menos condicionados.

Uma após outra as povoações vão sucedendo-se: S. Pedro do Sul, Vouzela, Oliveira de Frades, Pinheiro de Lafões e os traços ferroviários de antanho ainda visíveis (muitos recuperados) dão o toque de nostalgia que acrescenta ainda mais interesse a uma paisagem de sonho. Destaque para a passagem, já recuperada, entre a estação de Paradela e a foz do Rio Mau que é digna de ser vista e desfrutada. A ser integralmente recuperado seria, porventura, a melhor ecopista do país.

De Viseu ao final são cerca de 84 kms. agradáveis de percorrer que, apesar de fisicamente tranquilos, representam um bom treino ao corpo e à alma.
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Belém.

Diário de Lisboa @ Diário de Lisboa - The Lisbon Diary | 14/10/2014 às 21:24

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ]

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Um passeio épico e um teste ao Brooks C17

Julio @ Biclas blog | 13/10/2014 às 22:53

Temas: [ acessórios ] [ bicicultura ] [ passeios ]

Acordei com as rajadas de vento e a chuva a fustigarem a janela. Por breves instantes pensei em desistir do passeio de bicicleta que tinha previsto para aquele domingo de manhã. Só por breves instantes. O temporal persistia e não dava sinais de alivio mas a vontade de pedalar foi mais forte!
O passeio em si, já era razão mais do que suficiente para sair do conforto das mantas, mas desta vez tinha também uma motivação extra.

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Cambium C17 - versão de teste. Diz que é bom, que não é só Marketing. A verdade é mais complexa...

Os Srs. da Brooks, depois de terem tomado conhecimento do meu interesse pelo Cambium C17, e reconhecendo o impacto mediático que o biclasblog tem no universo dos apaixonados por bicicletas, enviaram-me um selim de teste para que eu o pudesse experimentar e aqui publicar a respectiva análise. Estiveram bem! A única possibilidade na minha agenda para corresponder a este simpático pedido era exactamente aquela manhã de tempestade...
E assim, equipado a rigor, fiz-me à estrada!
Rapidamente o vestuário "impermeável" demonstrou que esse conceito, quando aplicado à roupa, é muito limitado!! Felizmente que no caso de um selim as coisas são mais simples e o termo "impermeável" do C17 assenta-lhe bem, sem falhas. Ao contrário dos outros selins brooks, este é o primeiro selim impermeável e cujo conforto é prometido desde a primeira utilização, sem ser necessário um período para ele se moldar ao nosso corpo. Apesar disto, a minha expectativa para o passeio era naquela altura muito baixa. Porque? Porque antes de o montar na Masil, andei com ele na Quipplan... e que martírio!! Para minha grande surpresa, e devo dizer até desilusão, os primeiros km´s não foram de conforto, mas de sofrimento! O selim era demasiado duro, fazendo demasiada pressão nos "sit bones" (desculpem lá mas não sei o nome deles em Português). Por outro lado, sentia algum amortecimento proporcionado pela borracha de que ele é feito e o formato na frente é o ideal, não interferindo com o movimento das pernas. Coisa pouca, que não chegava para fazer esquecer o desconforto. Mas a minha intenção para este selim é de o usar numa bicicleta randonneur que estou a pensar montar, por isso achei que devia fazer um teste na Masil para ver como era o feeling dele numa bicicleta com outra geometria e usando uns calções de ciclismo.
Não sendo a expectativa boa, cheguei a pensar nem trocar o selim da Masil para não arruinar o passeio... Mas pronto, lá resolvi arriscar e montei o Brooks na Masil. Surpresa das surpresas, ao contrário da experiência na Quipplan, na Masil, o Cambium teve um desempenho muito bom! Manteve as boas caracteristicas de amortecimento e ergonomia da frente mas com a diferença de não massacrar os sit bones. Quase não senti pressão nenhuma! Como? Bom, a posição de condução é diferente e os calções terão também ajudado. Em 3h30 de passeio o balanço foi positivo, ainda que alguma dureza se mantivesse e esteja por isso na dúvida de como será em passeios maiores... E isso é importante porque a ideia é mesmo arranjar uma selim (e uma bicicleta) confortável para voltar a fazer passeios longos, nomeadamente brevets randonneur.

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Já o resto da bicicleta não me proporcionou o mesmo conforto. Os 65km na Masil chegaram para ficar moído, recordando-me a razão pela busca de uma bicicleta mais confortável.
Portanto, sobre o brooks, basicamente ainda não me decidi! Se fosse para usar numa bicicleta com uma posição vertical, claramente não! Para a bicicleta que tenho em vista, a resposta é ainda um "talvez". Tudo isto levou-me a pesquisar um bocado na internet e a perceber que a escolha de um selim depende mais da forma como ele se adapta ao nosso corpo e à utilização pretendida do que simplesmente uma avaliação se o selim "é bom" ou "é mau".

Quanto ao passeio, não foi fácil chegar ao cimo do Montejunto. A relação mais leve da Masil (39-23) estava claramente desajustada para o que as minhas pernas pediam! Como se não bastasse, as rajadas de vento fortíssimas, e de frente, tornaram a conquista do topo ainda mais dura, mas também por isso mais desejada. Quando foi altura de descer, os ventos laterais trouxeram alguns arrepios, obrigando a atenções redobradas.

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A dureza da subida, a imponência da montanha, o nevoeiro que ora aparecia ora desaparecia, o som dos trovões e do vento, tudo conjugado trouxe a este passeio, mais do que dificuldades, uma sensação incrível de satisfação, por ali estar sozinho, com a minha bicicleta! :)

E se algum dos meus 4 leitores já chegou até aqui, deve estar a estranhar a conversa acima da Brooks ter-me emprestado um selim. Pois... é verdade. Foi apenas um devaneio megalómano. A história verdadeira é outra:
Dirigi-me à loja da Veloculture e expliquei o meu interesse pelo selim e, quando eu esperava apenas a possibilidade de um micro-teste, ali na rua ali em frente à loja, fui surpreendido com um simples: "Aqui está. Podes levar. Trá-lo daqui a uns dias". Assim. Sem outras complicações!
Podem até não ter vendido um selim (ainda não me decidi) mas é certo que logo naquele instante conquistaram, ainda mais, a minha admiração. E por isso, mais do que o negócio de um selim, ganharam um cliente! Grande Veloculture!! :)


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Calçada da Glória.

Diário de Lisboa @ Diário de Lisboa - The Lisbon Diary | 13/10/2014 às 20:50

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ]

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Livro - "Travels With Willie: Adventure Cyclist"

Bruno BA @ Bicycling | 12/10/2014 às 18:57

Temas: [ Adventure Cycling Association ] [ bicicultura ] [ bicycle touring ] [ book ] [ cicloturismo ] [ cycling book ] [ livro ] [ Willie Weir ]

SOBRE O AUTOR

William Weir é um motivador, um viajante inveterado, que ganhou notoriedade ao escrever crónicas para a Adventure Cycling Association.

O Autor tem o dom da comunicação (podem ouvir nesta página uns clips de som que Willie fez acerca da sua visita a Portugal) com uma perspectiva muito positiva da vida e, numa das inúmeras viagens que fez, chegou a passar por Portugal.

Em abono da verdade, Willie Weir fez mais do que simplesmente "passar" por Portugal, pois a sua rota não se limitou a atravessar o país de Este a Oeste ou de Norte a Sul: fez dois "s" e meio pelo país, entrando por Trás-os-Montes e saindo a Sul, entre Vila Real de Santo António e o Alqueva.

SOBRE O LIVRO

O livro, de cerca de 250 páginas, corresponde, em grande parte, às crónicas que o Autor foi escrevendo para a Adventure Cycling Association enquanto vivia as suas aventuras.

O texto de "Travels With Willie: Adventure Cyclist" é leve, espirituoso e inspirador. Na verdade, mesmo para quem não se desprende da vida quotidiana como ele o faz (levando uma vida frugal para conseguir ter dinheiro para fazer viagens de 3 e mais meses de cada vez), o livro é inspirador e transporta-nos para a experiência que Willie viveu e partilha no livro.

Num dos exemplos de desprendimento que ele tem dos bens materiais, conta-nos como o pedido de casamento que fez à sua Mulher foi acompanhado de uma moeda de 100 Liras italianas em vez do tradicional anel de noivado.

Outra história que nos conta passa-se em Cuba, quando ele e a mulher foram parar a uma base militar semi-abandonada - mas altamente guardada - e foram "detidos" e transportados pelos soldados cubanos para fora daquela área.

Há muito mais historias que Willie nos conta e, na minha opinião, vale francamente a pena a leitura.


Algum de vós o leu também? Têm outra perspectiva do mesmo livro?
Gostaria muito de saber qual a vossa opinião.



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Inauguração da exposição "Ilustração Voadora" em vários locais de Lisboa.

Diário de Lisboa @ Diário de Lisboa - The Lisbon Diary | 8/10/2014 às 15:51

Temas: [ bicicletas ] [ bicicultura ]

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VIA VERDE DE LA SIERRA - NO TE PIERDAS

Pedro Roque Oliveira @ VELOCIPEDI@ | 1/10/2014 às 16:44

Temas: [ Bicicultura ]

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O cicloturismo BTT alcança, em minha opinião, o seu máximo esplendor nas chamadas Vias Verdes (ecopistas em Portugal).

A Via Verde de la Sierra, que atravessa parte da Sierra Gaditana (Cádiz) é paradigmática nesse aspeto e percorre-la é um ato de puro prazer.

Eleita em 2005 como a melhor Via Verde da Europa, liga Olvera (Cádiz) a Puerto Serrano (Sevilla) em 36 kms. que fluem por entre montes e vales aproveitando um traçado ferroviário que nunca chegou a concretizar-se mas onde a engenharia e a natureza se conjugam de modo quase perfeito.

São 30 os túneis de comprimento variável (o mais longo, Castillo, tem um quilómetro de extensão) que se conjugam com diversos viadutos e vistas serranas impressionantes que nos estimulam os sentidos por entre bosques mediterrânicos, o fantástico vale do rio Guadalete, paisagens agrícolas e explorações pecuárias.

Se do ponto de vista de engenharia são os túneis que fazem as delícias e facilitam a marcha nivelando um traçado que, de outro modo seria impossível de percorrer pela ferrovia, do ponto de vista natural é a Penha de Zaframagón onde se situa o observatório das aves e reduto do Abutre Leonardo que sobrevoa erraticamente a zona.

No final, num e noutro sentido, são 72 quilómetros de puro deleite e uma experiência única - a travessia de 60 túneis.
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Cicloficina de Coimbra no jornal local

cicloficinadecoimbra @ Cicloficina | 30/09/2014 às 20:31

Temas: [ Coimbra ] [ Imprensa ] [ bicicultura ] [ cicloficina ] [ coimbra ] [ voluntarios ]

O Diário de Coimbra publicou uma notícia sobre a edição de setembro da cicloficina:

Diário de Coimbra, 08 de setembro, 2014.

Diário de Coimbra, 08 de setembro, 2014.


Filed under: Coimbra, Imprensa
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Orçamento Participativo de Braga - Conheça e vote nas propostas que têm a ver com a bicicleta e os ciclistas

Mário Meireles @ Braga Ciclável | 30/09/2014 às 16:34

Temas: [ Bicicleta ] [ bicicultura ] [ Braga ] [ ciclovia ] [ Ciclovias ] [ Estação ] [ Gualtar ] [ Orçamento Participativo ] [ Proposta de Mobilidade Sustentável ] [ Rua D. Pedro V ] [ Universidade do Minho ] [ Via Pedonal Ciclável ]

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Na sequência da recolha de propostas que a Câmara Municipal de Braga já fez para o Orçamento Participativo, encontra-se a decorrer neste momento a fase de votação.

Das ideias apresentadas pelos cidadãos, foi aprovado um total de 94 projetos, que estão agora a ser sujeitos a votação pública, através do site do Orçamento Participativo. Os referidos projetos estão divididos em várias áreas, tendo sido selecionados 14 propostas da área de Trânsito, mobilidade e acessibilidades e 13 propostas da área de Equipamentos (melhoria ou reparação de equipamentos culturais, sociais, etc.).

Das 27 propostas apresentadas nestas duas áreas, destacamos 7 que estão diretamente relacionadas com a causa que defendemos neste espaço, a promoção do uso da bicicleta e o aumento da segurança dos peões e ciclistas. São elas:

  • OP15/PROJ-007 - Reabilitação da Av. Cidade do Porto
    "A Av. Cidade do Porto teve três faixas de rodagem. Para o conseguirem estreitaram os passeios, que mal permitem a circulação de duas pessoas lado a lado e eliminaram uma faixa exclusiva para ciclistas. Agora que ficaram apenas duas faixas, propõe-se equacionar um melhor aproveitamento das mesmas, com o consequente alargamento dos passeios existentes e, se possível, a criação de uma via clicável, com ou sem ligação à atual via clicável junto ao Rio Este."

  • OP15/PROJ-012 - Melhoria da segurança da Ciclovia da Variante da Encosta
    "Esta proposta prende-se na melhoria da segurança dos ciclistas que usam a Ciclovia da Variante da Encosta. Em muitas das zonas, a ciclovia está situada entre a estrada e locais de estacionamento, o que faz com que, quando os veículos querem entrar ou sair do estacionamento, interrompam a passagem aos ciclistas que possam estar a usar a ciclovia. Além disso, esta situação potencia o estacionamento em "2ª fila", obrigando os ciclistas a usarem a estrada principal.
    A proposta é simples, já que pretende apenas, nos locais onde existem estacionamentos, alterar o traçado da ciclovia para ficar sempre colada ao passeio, e puxando para trás os locais de estacionamento. "

  • OP15/PROJ-018 - Radares na Avenida Padre Júlio Fragata / Frei Bartolomeu dos Mártires
    "A via rápida desde o Bragaparque ao Continente esventra a cidade em duas partes, cria perigo para milhares de cidadãos, incómodo sonoro, poluição e pouco apelo ao passeio pedonal em toda a sua extensão. Propõe-se a instalação de radares fixos nas Avenidas Padre Júlio Fragata e Frei Bartolomeu dos Mártires."

  • OP15/PROJ-019 - Ligação Ciclável entre a UM e a Estação da CP
    "Intervenção nas Ruas Nova de Santa Cruz, D. Pedro V e S. Victor com a colocação de placas a permitir a exceção de velocípedes no sentido proibido (tal como já é feito em Matosinhos e em muitas cidades europeias) e pintar o símbolo da bicicleta no eixo de cada via em ambos os sentidos. Dar prioridade nesta ligação aos peões, aos ciclistas e aos TUB e táxis."

  • OP15/PROJ-029 - Estacionamento de bicicletas
    "Colocação de estrutura para estacionar bicicletas no largo em frente da Igreja dos Congregados, do lado oriental."

  • OP15/PROJ-037 - BragaBike
    "O BragaBike é um projeto que consiste na implementação do conceito de bicicletas partilhadas na cidade de Braga. Este conceito de bicicletas partilhadas é baseado num determinado número de bicicletas, que uma entidade (neste caso a Câmara Municipal de Braga) disponibilizará em vários locais da cidade e as pessoas mediante o seu registo e após aquisição de um cartão apropriado, poderão fazer uso dessas bicicletas.
    O BragaBike trará vários aspetos positivos com a sua implementação, por um lado a simples prática desportiva e os benefícios que isso apresenta para a saúde dos utilizadores e para a cidade com a redução da poluição. Por outro lado temos o fator turístico, visto que os visitantes da nossa cidade têm uma forte cultura de utilização da bicicleta. É uma forma de trazer um maior dinamismo ao turismo, uma vez que com o BragaBike os nossos visitantes poderão visitar a cidade de uma forma mais facilitada e assim ficar a conhecer melhor o nosso património histórico.
    Existe ainda outra importante vantagem a considerar, que é o fator económico. Uma vez implementado, o projeto BragaBike virá a ser um ativo financeiro para o Município. Através dos seus utilizadores, bem como através das empresas que irão pretender ter a sua publicidade no espaço destinado a isso nas bicicletas. Devido a este retorno económico é possível verificar que num período de tempo aproximadamente reduzido será possível cobrir todo o investimento que o BragaBike irá significar para a Orçamento participativo."

  • OP15/PROJ-094 - Intervenção nas Ciclovias
    "Uma vez que está a ser estudada uma rede de maiores dimensões, propõe-se as seguintes intervenções:
  • Ciclovia ascendente e descendente em toda a Avenida Porfírio da Silva e Avenida 31 de Janeiro, ligando toda a zona pedonal à Escola Alberto Sampaio e à ciclovia do Rio Este - uma vez que os passeios são em asfalto, para esta ciclovia apenas é necessário pintar as linhas no chão;
Ligação em via única do cimo da Av. Porfírio da Silva até à ciclovia do Picoto; Prolongamento da ciclovia do Rio Este em via única até aos campos da rodovia e até à ciclovia da encosta - contornando pelo lado norte o Instituto de Nanotecnologia, novamente através de pintura no chão; Ligação da Via Pedonal Ciclável do Rio Este ao à Avenida Central."

Consideramos estas propostas com valor. É bom ver que a comunidade aceitou o repto para uma reflexão sobre as questões que lhe dizem respeito e que a questão da mobilidade e da segurança rodoviária (incluindo a dos ciclistas) não ficaram esquecidas. Estas 7 propostas vão de encontro ao que vimos discutindo neste espaço, bem como ao conteúdo da Proposta para Uma Mobilidade Sustentável. Todas elas merecem os nossos votos. Esperamos que, independentemente do resultado da votação, o executivo camarário aproveite posteriormente algumas das que, por limitação processual, não venham a ser executadas no âmbito deste Orçamento Participativo, mas que ainda assim se revistam de valor para a cidade.

Convém recordar que cada pessoa registada só pode votar numa única proposta. Estes projetos encontram-se em votação apenas durante esta semana, até à próxima sexta-Feira, dia 3 de outubro.

Participe. Vote!

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A cidade na ponta dos dedos

miguelbarroso @ Lisbon Cycle Chic | 28/09/2014 às 23:56

Temas: [ Uncategorized ] [ acidadenapontadosdedos ] [ bicicleta ] [ bicicultura ] [ Cycle Chic ] [ girl ] [ guest photo ] [ Lisboa ]

A Sancha Trindade, do blogue “a cidade na ponta dos dedos” é a partir de hoje embaixadora do Lisbon Cycle Chic.

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Conheci a Sancha há já uns tempos, e já partilhei aqui uma campanha da sua autoria. Desde então que falamos em estabelecer uma parceria entre as duas plataformas, que hoje se materializa neste protocolo. Tenho para mim, que mais do que um blogue para quem já anda de bicicleta, o Cycle Chic tem o potencial de apelar a quem ainda não descobriu as virtudes de pedalar na cidade. E que melhor maneira de chegar a um público mais generalista, do que ter como embaixadora alguém com um blogue de qualidade, orientado não para quem anda de bicicleta, mas para quem gosta de viver a cidade?

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A Sancha encontrou na bicicleta a solução para a sua mobilidade em Lisboa. No seu caso, essa solução passa também por uma ajuda no peladar. Para alguns sacrilégio, para outros uma escolha natural. A bicicleta convencional resolve a maioria das necessidades, já que muita gente não tem os constrangimentos que a Sancha encara no seu dia-a-dia, mas como já referi antes, em alguns casos só mesmo com uma ajuda se vai lá, e se opta por deixar o carro em casa.

Sancha Trindade Miss Atlântica copyright José Cabral O Alfaiate Lisboeta (2)

No seu texto, explica como a bicicleta entrou na sua vida, e remata com esta conclusão que não posso deixar de transcrever:

E é isto, desde que aderi à bicicleta que adormeço de sorriso maior, sorriso de quem com uma mudança tão simples encontrou mais umas instruções para erguer a sua felicidade. No fim do dia há sempre uma relação com a nossa bicicleta, de grande cumplicidade e a brisa Atlântica que me esvoaça os cabelos dos ombros, parece a cada dia levar com mais força o que menos importa. Porque a vida é mesmo isto, é conseguir tirar partido do momento presente, e o que a Miss Atlântica me tem dado diariamente tem sido uma benção nos meus dias esvoaçantes.

Sancha Trindade Miss Atlântica copyright José Cabral O Alfaiate Lisboeta (6)Sancha Trindade Miss Atlântica copyright José Cabral O Alfaiate Lisboeta (5)Sancha Trindade Miss Atlântica copyright José Cabral O Alfaiate Lisboeta (4)

(à excepção das duas primeiras fotos, as restantes são da autoria do Alfaiate Lisboeta)

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Ciclistas caem ao Rio Este!

Victor Domingos @ Braga Ciclável | 25/09/2014 às 0:49

Temas: [ Acidentes ] [ bicicultura ] [ ciclistas ] [ Ciclovias ] [ Opinião ] [ Rio Este ]

Soube hoje, numa conversa de rua, que já caíram ao Rio Este pelo menos dois ciclistas que faziam uso da "Via Pedonal Ciclável" durante as suas deslocações. Ao que parece, felizmente e por sorte, esses dois acidentes não terão tido consequências graves, apesar de as vítimas terem necessitado de ajuda para sair do rio. Mas o desfecho poderia ter sido bem pior, dada a profundidade que tem o leito do rio e o caudal que apresenta em determinadas alturas do ano!... Precipícios em ciclovia sem proteção - o perigo à espreita na via pedonal ciclável do rio este

A este propósito, não posso deixar de recordar o esforço que já tem sido feito, não só neste espaço, mas também noutros contextos e também por outras pessoas, para alertar a Câmara Municipal de Braga para a necessidade URGENTE de aplicar medidas efetivas de proteção da integridade física dos utentes daquela via. Faltam, em vários pontos, barreiras de proteção que ajudem a impedir quedas ao rio (cujo leito chega a ter alguns metros de profundidade), placas de sinalização, luzes, alargamento de vias, etc. Em momento oportuno, o atual presidente da CMB, Ricardo Rio, visitou a Via Pedonal Ciclável acompanhado de vários ciclistas, tendo tido a oportunidade de verificar no terreno alguns destes problemas, que se comprometeu a mandar corrigir.

Passado quase um ano desde essa visita, e passado também cerca de um ano desde que o atual executivo entrou em funções, seria de esperar que este tipo de acidentes já não acontecessem por inércia, digo negligência, da Câmara Municipal de Braga. Estaremos à espera que morra alguém ali para então se mandar apurar responsabilidades e, talvez, corrigir as referidas falhas de segurança?...

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Pedalar devagar 2

Gonças @ Hors Piste autorizé.... | 23/09/2014 às 14:49

Temas: [ América do sul ] [ bicicultura ]

Fiz há uns tempos uma review sobre o livro Pedalar devagar, que relatava uma viagem espectacular de 4 anos da Valérie e do João Fonseca pela Ásia.

Coincidências das coincidências um amigo cruzou-se com eles no seu caminho para uma nova aventura: Pedalar devagar II e conseguiu com que nos sentássemos a conversar no parque das nações em pleno dia da mobilidade. 

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A imagem de marca da aventura "Pedalar devagar II"

Era um dia confuso, com montes de atividades a acontecer ao mesmo tempo, mas ainda deu para falarmos um pouco de viagens, especialmente com crianças. O Sinai e o Yacha vão passar 12 a 14 meses a viajar com os pais e vão ter uma aprendizagem brutal aos 8 e 10 anos! Viajar do Rio de Janeiro até ao México de bicicleta é algo que "enriquece" qualquer currículum ;)

Pensávamos que íamos estar mais tempo com eles, mas tinham coisas marcadas. Afinal no dia seguinte tinham que estar no aeroporto bem cedo e ainda havia despedidas a fazer. 

Deu para conversarmos alguma coisa, o João ainda experimentou a xtra e agora vamos todos viajar com eles, contando que façam o update regular do blog ;)


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Grande montagem! 

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O João gostou da xtra!

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Tinha que lhes pedir um autógrafo ;)
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Actividade em Bicicleta na Escola Básica Parque das Nações – 18 Setembro 2014

Gonçalo Peres @ "Bike Mãozinhas" Cicloficina do Oriente | 19/09/2014 às 22:50

Temas: [ Uncategorized ] [ bicicultura ] [ escolas ] [ formação ]

Pela segunda vez a Cicloficina do Oriente esteve envolvida em mais uma actividade em bicicleta com fins pedagógicos na Escola Básica Parque das Nações. A actividade foi composta por uma acção de formação, seguida dum passeio com os alunos do 1º Ciclo.

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Muito obrigado aos pais que ajudaram, a toda a equipa da CAF, ao Agrupamento, APEPN, à Junta de Freguesia que também deu um importante contributo logístico, aos elementos da esquadra da PSP da patrulha em bicicleta e aos restantes voluntários (MUBi e FPCUB).

Houve uma enorme adesão, o que demonstra uma grande vontade das crianças e dos pais em participar neste tipo de actividade.

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Não é fácil orientar tantas crianças, mas apesar dos problemas, o saldo foi muito positivo.

Aprendendo com os erros, em próximas iniciativas temos de os dividir em grupos mais pequenos (por sala, ou por ano lectivo), para que as crianças possam tirar ainda mais e melhor partido da experiência pedagógica.

Vamos também tentar ir às outras escolas do bairro.


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Um commuting diferente

Julio @ Biclas blog | 18/09/2014 às 21:17

Temas: [ bicicultura ] [ contratempos ] [ filmes ]

Foi hoje! Eu já andava a estranhar a demora... Depois de cerca de 5 a 6 mil km´s de commuting a pedal, o primeiro furo. E a comprovar as Leis de Murphy, aconteceu num dos raros dias em que não tinha comigo o "kit de autonomia" completo. Tinha os desmontas, os remendos, a chave para desmontar a roda e até uma câmara de ar nova, mas faltava a bomba!
Mas há sempre solução. Neste caso, tinha várias hipóteses: iniciar a troca de câmara de ar e ficar à espera que passasse alguém com uma bomba; aproveitar o facto da bicla ser dobrável e fazer o resto do percurso com ela de autocarro ou de taxi; chamar o Bicycle Repair Man; ou fazer o resto do caminho a pé. Optei por esta última e estranhamente não perdi tanto tempo quanto imaginava.

Para os que pedalam em Lx, o bicycle repair man não é apenas uma piada! É clicar aqui para saber mais.

A meio do dia lá reparei o furo e fui com a roda até uma oficina para encher o pneu. Afinal de contas, foi simples. Se tivesse uma avaria no carro seria sempre mais complicado/demorado para resolver.
Mas as tropelias do dia não ficaram por aqui... Foi a primeira vez que saquei fora a roda traseira da quipplan e como não conhecia bem o sistema do cubo nexus, montei aquilo mal ficando com a bicicleta "engatada" na 1ª velocidade... raios... Pedalava vertiginosamente e não passava dos 15km/h!! Ainda assim, era o suficiente para ultrapassar os carros parados nos habituais engarrafamentos de fim de dia. Bizarro, cómico, frustrante, desesperante, serve qualquer um dos adjectivos, dependendo do estado de espírito e do ponto de vista (o meu ou o dos condutores presos no trânsito).
Para ajudar (mesmo! não é ironia!) chovia. Era daquela chuva miudinha que não incomoda nada, apenas ajuda a tornar o trajecto mais saboroso. E à pala da limitação de velocidade ganhei mais uns minutos de diversão. Se fosse de carro, mesmo que ele não avariasse, teria sido tudo bem mais demorado. E stressante...
Vivam as biclas!!! :)
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Ir para o trabalho em esquema intermodal: comboio da CP - bicicleta

Bruno BA @ Bicycling | 17/09/2014 às 19:56

Temas: [ autocarro ] [ Barraqueiro Oeste ] [ bicicultura ] [ bike on the bus ] [ comboio ] [ Comboios de Portugal ] [ commute ] [ commute in the rain ] [ CP ] [ gastar menos ] [ intermodalidade ] [ para o trabalho de bicicleta ] [ poupança ] [ Vitus 979 ]

No dia 9 de Setembro de 2014 experimentei ir de comboio para Lisboa.

Estava com algum receio, porque a minha anterior experiência com a CP (Comboios de Portugal) foi um pouco estranha: não era possível comprar o bilhete na bilheteira, mas sujeitar-me à boa vontade do revisor (de me deixar ou não entrar com a bicicleta para a composição) que me vendeu o bilhete.

Como tinha um amigo meu que já vinha nesse mesmo comboio, com a bicicleta dele, fui à confiança.

Cheguei com alguns minutos de antecedência (o horário de partida era às 7:00), com a Vitória

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O relógio da estação, a marcar as 6:56

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 A Vitória, aguardando pacientemente o comboio

A questão do bilhete ser vendido na composição, pelo revisor, não mudou nada. 

Julgo que não me cobrou mais do que a minha passagem, pela viagem de nós os dois: € 5,60 pela viagem de Torres Vedras a Sete Rios.

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O bilhete da viagem

Fiquei muito bem impressionado pelo facto de a composição em causa ter um espaço próprio para o transporte das bicicletas! E mais ainda pelo facto de todos os 4 apoios das bicicletas estarem tomados por passageiros.

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Imagem das quatro bicicletas (duas de BTT, uma dobrável e a Vitória)

Devo dizer que a viagem foi relativamente confortável (o frio da manhã fazia-se sentir numa carruagem que parecia não ter qualquer aquecimento), mas um pouco demorada demais para a minha rotina habitual: cerca de uma 1h20m de viagem. Pelo menos não foi necessário mudar de comboio. Saindo em Sete Rios, o caminho até ao escritório foi muito simples, pela Estrada da Luz. 

Quando comparado com a viagem de autocarro, o comboio ganha na praticabilidade (foi-me muito fácil colocar a bicicleta no comboio e, dentro deste, no compartimento destinado a esse fim). Julgo que em dias de chuva ganhará ainda mais em praticabilidade, porque no comboio é muito mais fácil retirar o equipamento de chuva (poncho ou impermeável) e pendurar a bicicleta no local adequado do que no autocarro (em que é necessário colocar a bicicleta no porão de carga e o espaço e tempo existentes para retirar o equipamento e colocar a bicicleta são todos fora do autocarro, onde, por vezes, está a chover...).

Ganha igualmente na paisagem que nos oferece (e na possibilidade de dormir durante mais tempo).

Ganha ainda, mas por muito pouco, na comparação directa do custo da viagem: paguei € 5,10 em vez dos € 6,05 do bilhete na Barraqueiro Oeste

Sucede que, quanto a este ponto específico, a CP não disponibiliza um passe mensal e a Barraqueiro Oeste tem um, para Lisboa, que se fica por € 134,85, o que dá um custo por viagem de € 3,06 (€ 134,85 / 22 dias úteis / ida e volta).

Se ganha relativamente à praticabilidade, perde quanto ao tempo de viagem, pois a viagem na Barraqueiro Oeste demora cerca de 45m (com 1h20m da viagem do comboio quase consigo ir a Lisboa e voltar de autocarro). Perde também quanto ao conforto da própria viagem, pois o autocarro está sempre climatizado (salvo alguma avaria esporádica) e o comboio não.



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Xtracycle na interbike 2014

@ MA FYN BACH | 17/09/2014 às 14:04

Temas: [ bicicultura ] [ xtracycle ]

Segundo o Ross Evans: 

cargo bikes e motor eléctrico é como chocolate e manteiga de amendoim! ;)


Entrevista a Ross Evans
(sem vento seria bem melhor)




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Câmara Municipal de Braga adere à Semana Europeia da Mobilidade!

Mário Meireles @ Braga Ciclável | 15/09/2014 às 22:51

Temas: [ Bicicleta ] [ bicicultura ] [ Braga ] [ debate ] [ debates ] [ dia europeu sem carros ] [ europa ] [ Mobilidade ] [ Passeios ] [ Semana Europeia da Mobilidade ]

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Braga volta a aderir, 9 anos depois, à 13ª Semana Europeia da Mobilidade que decorre entre 16 e 22 de Setembro, terminando, em grande, com o Dia Mundial Sem Carros! Durante esta semana ocorrem diversos eventos ligados à Mobilidade. Em Braga vamos ter os dias todos preenchidos com algum evento, senão vejamos: Terça-Feira, 16 de Setembro de 201410h Protocolo a assinar entre a CMB, os TUB e a CP (Quinta Pedagógica) Quarta-Feira, 17 de Setembro de 201414h30 Assinatura de Protocolos “Linha do Hospital”18h30 1º Desafio Modal de Braga e de Portugal Quinta-Feira, 18 de Setembro de 201410h Assinatura de Protocolos “Campus Gualtar”11h Ação Promocional na ES Carlos Amarante14h - 17h30 Disponibilidade de carros e bicicletas da Escola Rodoviária – EB1 e EB2,3 (dos 8 aos 15 anos) na Praça do Município Inscrições: ambiente@cm-braga.pt21h15 “Debate Mobilidade: Que futuro para Braga?” - Auditório da Junta de Freguesia de São Victor Sexta-Feira, 19 de Setembro de 201410h30 Circuito Simulado e Percurso Urbano de Olhos Vendados - Avenida Central, junto ao Chafariz com a presença do Reciclónico dos TUB21h30 Palestra sobre mobilidade – Ciclismo: Desporto, Recreação e Mobilidade/TUB e o futuro com a presença do ciclista profissional Rui Costa na BLCS9h-12h30 Disponibilidade de carros e bicicletas da Escola Rodoviária – EB1 e EB2,3 (dos 8 aos 15 anos) Inscrições: ambiente@cm-braga.pt Praça Conde de Agrolongo Sábado, 20 de Setembro de 201409h30 - 13h Caminhada e Visita Guiada por Espaços Verdes da Cidade com contextualização histórica, cultural e arquitetónica14h30 - 16h Demonstração de trial bike e Passeio de bicicleta Inscrições: www.acm.pt e ambiente@cm-braga.pt15h - 16h Animação nas ruas cortadas ao trânsito e zona pedonal16h - 17h30 Bici-paper Inscrições: info@jovemcoop.com e ambiente@cm-braga.pt17h30 - 24h00 II Gualtar CiclávelDomingo, 21 de Setembro de 201411h Aventura pelo Ambiente – caminhada urbana, circular, a começar em Ponte Pedrinha, pelas 11h, com piquenique na lagoa dos Parques Desportivos da Rodovia10h - 13h “Estradas com Vida” - realização de atividades desportivas, em espaço fechado à circulação automóvel: basquetebol, patinagem, aula de zumba... - Lamaçães15h - 16h Animação nas ruas cortadas ao trânsito e zona pedonal15hMobilidade elétrica: carros elétricos, segways e bicicletas – demonstração na Avenida Central16h - 17h Avenida CentralSegunda-Feira, 22 de Setembro de 2014 - Dia Mundial sem CarrosManhã Escolas vão pintar os abrigos da TUB que tenham grafitis14h30 - 16h30 Seminário: “Mobilidade Para Todos”- Abordar a Mobilidade das Pessoas com Deficiência Visual em Braga, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva. Inscrições: braga@acapo.pt 21h30 Fórum “Cidade Acessível” Entrada livre na Biblioteca Lúcio Craveiro da SilvaE muitos mais eventos, inaugurações e novidades para acompanhar durante a 13ª Semana da Mobilidade comemorada em Braga pelo Município!De louvar ainda as medidas permanentes a que a CMB se propôs a criar e que estão presentes no site da Semana Europeia da Mobilidade:Melhoria das infraestruturas cicláveis (estacionamentos, cacifos, etc)Extensão ou criação de vias cicláveis verdesMelhoria e extensão do serviço de transporte público (Serviços expresso, aumento de frequência, etc)Criar rampas para cadeiras de rodasAumentar os passeiosRemover barreiras arquitetónicasSensibilizar para o uso Responsável do automóvelLançar Campanhas de sensibilização Esperemos que venha para ficar a comemoração da semana da mobilidade e que sirva para sensibilizar as pessoas para as necessidades de alterações de paradigma por forma a tornar a cidade mais amiga dos peões e dos ciclistas.
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Bicicleta de carga (também) como fonte de prazer em Família! - Pt II

Bruno BA @ Bicycling | 11/09/2014 às 19:56

Temas: [ bicicleta de carga ] [ bicicultura ] [ bicycle ] [ cargo bike ] [ família ] [ gastar menos ] [ longtail ] [ Weehoo iGo ] [ Xtracycle ]

No mesmo dia em que filmei o vídeo que partilhei na minha anterior mensagem (Bicicleta de carga (também) como fonte de prazer em Família! - Pt I), filmei a perspectiva contrária (noutra parte do percurso).

Aqui a perspectiva é da passageira da Xtracycle (como estava frio, o meu impermeável ficou a servir de casaco).


Acho que a moda do casaco largueirão vai pegar!


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