Lisboa precisa de mais e melhor estacionamento para bicicletas!

MUBi @ MUBi

Publicado em 13/02/2026 às 15:53

Temas: comunicados Lisboa cml estacionamento MAPEAR

A MUBi com a Bicicultura e a MAPEAR reuniram com a Polícia Municipal e CM de Lisboa no dia 10 de fevereiro, com o objetivo de discutir remoções de bicicletas, estacionamento, fiscalização e medidas de melhoria da segurança e conforto do uso da bicicleta em Lisboa. Para que tal aconteça é essencial a existência de […]

O post Lisboa precisa de mais e melhor estacionamento para bicicletas! aparece primeiro no MUBi.

 

fotocycle [279] like a “Bridge Over Troubled Water”…

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 11/02/2026 às 12:20

Temas: fotocycle 1 carro a menos a chuva não atrapalha à chuva bicicleta bike to home bike to work Canyon ciclismo ciclismo urbano ciclistas urbanos do Porto Douro fotografia fotopedaladas Maneirinha mensageiro de bicicleta mobilidade motivação outras coisas pedaladas no inverno ponte Luiz I Porto rabelos

Como uma ponte sobre águas turbulentas, clássico de Simon & Garfunkel é um hino à empatia. É um compromisso de força, esperança e determinação, onde a ponte representa o meio seguro quando tudo o resto parece desmoronar. A mensagem é uma metáfora poderosa sobre oferecer apoio, conforto e segurança a alguém que está a passar por momentos difíceis. Atravessar a calamidade com coragem e determinação, não se deixando derrotar por toda esta corrente de incessantes tempestades que assolam populações, bens e negócios por todo o país.

 

“Ninguém fica triste quando anda de bicicleta!”

Marina Cerqueira @ Braga Ciclável

Publicado em 31/01/2026 às 8:00

Temas: Opinião Bicicleta crianças Marina Cerqueira Qualidade de vida televisão TV


Há dias, enquanto via televisão com os meus filhos, deparei-me com uns desenhos animados no canal Baby TV que começavam e terminavam com a seguinte frase: “Ninguém fica triste quando anda de bicicleta”. Achei muita graça ao tema e perguntei ao meu filho, de 7 anos, porque é que achava que usavam aquela frase. Ele respondeu que é por ser divertido andar de bicicleta. Perguntei também se gostava de ir de bicicleta todos os dias para a escola e o porquê. Ele respondeu, que sim. Gosta porque não apanha trânsito, a bicicleta não polui e ajuda a ter saúde.

Fiquei muito orgulhosa por estas respostas e com o sentimento de dever cumprido. É exatamente isto que quero passar aos meus filhos.

Uso a bicicleta como meio de transporte diariamente, com eles. A mais pequena na cadeira e o mais velho já na bicicleta dele.

Não é um passeio de fim de semana nem uma atividade ocasional, é a nossa forma de ir para a escola, para o trabalho, para a vida. Faça chuva ou faça sol, a bicicleta faz parte da rotina familiar.

Há dias difíceis. Há trânsito, há pressa, há condutores irritados e maldosos que nos passam rasantes. Mas há uma coisa curiosa que acontece sempre que subimos para uma bicicleta, apesar dessas dificuldades a boa disposição reina, porque são francamente mais as coisas boas que advém desta prática do que as más.

Andar de bicicleta obriga-nos a estar presentes. Sentimos o ar, o frio da manhã, o cheiro da rua, o som da cidade a acordar. As crianças vão atentas, rimo-nos de coisas pequenas. O mais velho faz perguntas, e comenta o que vê. Há conversas que só acontecem ali, em movimento, sem ecrãs, sem distrações.

Claro que nem sempre é fácil. Há subidas que custam, dias de cansaço, momentos de impaciência. Mas mesmo nesses dias, algo muda. O corpo mexe-se, a cabeça organiza-se, o humor melhora. A bicicleta não resolve todos os problemas, mas ajuda-nos a encará-los de outra forma.

Andar de bicicleta desde criança, ensina-lhes autonomia, noção do espaço, respeito pelos outros. Aprendem que o caminho também faz parte do destino. Crescem a perceber que a cidade não é só para carros e sim para qualquer outro meio de transporte, até mesmo para quem quer andar a pé.

Para mim, usar este modo de transporte é tempo ganho. Tempo de qualidade com os meus filhos, tempo ao ar livre, tempo sem filas nem buzinas. É também uma escolha consciente: menos poluição, menos ruído, mais vida na rua.

Talvez seja por isso que ninguém fica triste quando anda de bicicleta. Porque, mesmo sem dar por isso, estamos a cuidar de nós, dos outros e do lugar onde vivemos. E isso, todos os dias, faz diferença.

 

Plano de Atividades 2026 da Braga Ciclável aprovado em Assembleia Geral

Braga Ciclável @ Braga Ciclável

Publicado em 25/01/2026 às 19:05

Temas: Notícias 2026 assembleiageral associação Associados braga ciclável contas plano de atividades Rafael Remondes


No dia 24 de janeiro realizou-se a Assembleia Geral da Braga Ciclável, onde foram aprovados por unanimidade o Relatório de Atividades e Contas de 2025, bem como o Orçamento e o Plano de Atividades para 2026. Durante a sessão, Rafael Remondes, presidente da Direção, apresentou os principais eixos do plano para o novo ano, sublinhando a importância de continuar a afirmar a Braga Ciclável como uma voz ativa na promoção do uso quotidiano da bicicleta, na defesa da segurança rodoviária e na construção de uma cidade mais acessível, saudável e sustentável para todos.

O Plano de Atividades 2026 mantém uma forte aposta nas aulas mensais de iniciação à bicicleta, dirigidas a quem quer começar a pedalar em contexto urbano, bem como na participação regular nas Assembleias Municipais, levando as preocupações e propostas de quem anda a pé, de bicicleta e em transportes públicos aos espaços de decisão. Continua também a colaboração com o Diário do Minho, através de artigos de opinião assinados por associados e convidados.

Ao longo do ano estão previstas várias iniciativas abertas à comunidade, como a Kidical Mass, o Braga Cycle Chic, passeios temáticos, a Semana Europeia da Mobilidade, tertúlias sobre mobilidade urbana e novas temporadas do podcast da Braga Ciclável.

O plano agora aprovado reflete o trabalho coletivo da associação e a vontade de envolver cada vez mais pessoas na transformação da cidade. A Braga Ciclável acredita que Braga pode e deve ser um território onde a bicicleta é uma opção segura, confortável e natural — e convida toda a comunidade a acompanhar e participar nas atividades ao longo de 2026.

 

é chover no molhado…

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 23/01/2026 às 12:03

Temas: 1 carro a menos a chuva não atrapalha a gloriosa bicicleta à chuva bicicleta bike to home bike to work ciclismo ciclismo urbano ciclistas urbanos do Porto ciclo chico dicas fotografia fotopedaladas mobilidade mobilidade-urbana motivação no meu percurso rotineiro pr'o trabalho outras coisas pedaladas no inverno Ride Your Workout

… dizer que o tempo está horrível, mas lá vem o convicto ciclista urbano. Enquanto outros reclamam da chuva, do trânsito, da vida, ele sorri e sai a pedalar debaixo do dilúvio, porque – como bem sabe – para o ciclista não há mau tempo, só mau equipamento. Assim, entre pingos e vento, transforma a tempestade num passeio ao sol… ou pelo menos numa boa desculpa para comprar mais um casaco impermeável.

e nada de gozar com as capas dos sapatos, tá!?
 

Porque continuo a andar de bicicleta em Braga

Rafael Remondes @ Braga Ciclável

Publicado em 17/01/2026 às 8:00

Temas: Opinião Bicicleta Braga Ciclovias condições infraestrutura motivos Países Baixos Rafael Remondes razões


Comecei a usar a bicicleta em 2017, no dia em que me cansei de fazer um percurso mínimo de carro para ir trabalhar. Eram apenas cinco quilómetros entre a casa e a Estação de Braga, de onde seguia para o Porto. Porque comecei? Porque o trânsito me cansava, porque tinha de pagar estacionamento e porque fazia pouco sentido para mim usar o carro a uma distância tão curta. Já tinha adquirido o hábito da bicicleta quando vivia nos Países Baixos e decidi arriscar novamente, em Braga. Desde então, muita coisa mudou na minha rotina quando passei a trabalhar remotamente, mas a bicicleta manteve-se como hábito.

Hoje olho para a cidade e noto algumas mudanças. Vejo mais pessoas a andar de bicicleta: estafetas, estrangeiros, jovens e, com especial agrado, cada vez mais pais a levarem os filhos para a escola. Outras coisas, no entanto, pouco mudaram. Existem mais ciclovias, mas são desconexas, obrigam a constantes ginásticas de montar e desmontar e, muitas vezes, a optar pelo caminho mais longo. Há mais lugares de estacionamento para bicicletas, mas ainda são poucos. Os buracos nos percursos continuam a aparecer.

Se as condições não melhoraram significativamente, porque continuo a andar de bicicleta? Porque há mais gente a fazê-lo? Porque, apesar de tudo, se as condições para andar de carro já não eram boas, pioraram, e muito. A infraestrutura rodoviária é praticamente a mesma de há quase dez anos, mas o número de carros aumentou muito além do espaço disponível. O piso está desgastado, é frequente haver filas para entrar e sair da cidade, acidentes que agravam ainda mais o congestionamento e há cada vez menos estacionamento.

Continuo a andar de bicicleta em Braga porque, na maioria dos trajetos curtos que faço, é mais rápido do que o carro. Tenho sempre onde estacionar e o trânsito raramente me afeta. Gostava que a rede ciclável fosse melhor? Sem dúvida. É por isso que, na Braga Ciclável, lutamos todos os dias por melhores condições. Mas sei que, se optasse pelo carro para percorrer três quilómetros e passasse vinte minutos entre filas e procura de estacionamento, estaria muito pior.

 

um novo ano, o mesmo plano

paulofski @ na bicicleta

Publicado em 12/01/2026 às 15:07

Temas: motivação bike to home bike to work bom ano caso pra dizer "mexam-se" ciclismo ciclismo urbano cicloturismo fotografia fotopedaladas mobilidade mobilidade-urbana no meu percurso rotineiro pr'a casa no meu percurso rotineiro pr'o trabalho o sol outras coisas penso eu de que... Porto praia

Todos os dias vou de bicicleta para o trabalho. Como depois tenho de regressar a casa, invariavelmente durante a semana percorro mais de uma centena de quilómetros. De bicicleta circulo pelas ruas da minha cidade, o Grande Porto  Ao vento, faça chuva ou faça sol, às vezes tudo ao mesmo tempo.

Uma vez por semana, não tenho dia marcado, depois das obrigações laborais, faço uns quarenta quilómetros, para lá e para cá em visitas paternais. Qualquer coisa de duas horas, bem passadas, o tempo suficiente para pensar, admirar, abstrair e parar de pensar. Só pedalar.

Como também tenho outras bicicletas, o fim-de-semana não significa obrigatoriamente o bom e merecido descanso. Ao sábado e ao domingo lá vou eu, com ou sem destino, alargando horizontes. Só ou bem acompanhado, por agitadas ou encantadas estradas, com paragens a meio para almoçar, a liberdade e a saudade muitas vezes pedalam a par.

Seja para onde for, a bicicleta é o meu meio de transporte. É o meu expediente de trabalho. É o meu ginásio. É a minha intuição de lazer e descontracção. É gratuita… minto, anda a café e pasteis de nata. É ecológica, está sempre disponível de manhã e à noite, de inverno ou verão, haja transportes públicos ou não.

É possível e recomendável promover a mobilidade “ciclável” em Portugal, nas grandes cidades e fora delas. Afinal, de bicicleta, e por causa do trânsito de todos os dias, acabo por andar à mesma velocidade de qualquer veículo motorizado, muitas vezes bem mais depressa. Mas isso é a minha praia.

 

Menos custos com mobilidade, a proposta que não vai a votação

Vítor Castro @ Braga Ciclável

Publicado em 3/01/2026 às 8:00

Temas: Opinião Avenida Antero de Quental buraco buracos na estrada impostos Município Município de Braga Segurança Transporte Público Vítor Castro


Recentemente, o Executivo Municipal aprovou a redução de IMI em 0,01%, sob o propósito de devolver rendimento às famílias. Concordando inteiramente com a posição, não pude deixar de me perguntar que outras coisas pode o Município fazer para permitir mais poupança às mesmas.

É sabido que para além do alojamento e alimentação, o transporte é uma das categorias com mais peso no orçamento mensal das famílias portuguesas. Em média, em 2023, uma família gastou 3000 euros nesta categoria. Entre seguros, impostos de circulação, combustível, e manutenção, aos quais se soma a desvalorização do veículo em si – usualmente um carro – facilmente podemos validar este valor. Naturalmente, caso o agregado familiar tenha não um mas dois ou três carros, como é cada vez mais frequente, os custos multiplicam-se.

Populo mau estado do piso.

Atualmente, e tendo em conta que 70% das deslocações em Braga são feitas de carro, há margem para devolver rendimento às famílias. Esta devolução far-se-ia sob a forma de investimentos com um único objetivo: permitir que mais famílias pudessem abdicar do carro (ou de um dos seus carros) nas suas deslocações. Em concreto, isto significa criar melhores condições para se andar a pé, de bicicleta, e de transportes públicos. Em maior detalhe, significa eliminar os buracos, raízes altas, e passeios estreitos, para que as pessoas possam deslocar-se em segurança e dignidade.

Rua do carmo mau estado do piso passeios.

Significa também criar vias segregadas com separações físicas para os utilizadores de bicicletas, e reduzir velocidades dos veículos com os quais é necessário partilhar a via, sobretudo no centro da cidade. Por último, significa também priorizar o transporte público dotando-o não só de novas viaturas, mas também abrigos de passageiros e vias dedicadas.

Rua d pedro v mau estado do piso 2.

 

Rua sao victor mau estado do piso 2.

Quanto mais estradas sob alçada do Município, maior o compromisso financeiro a que o mesmo se sujeita e do qual não pode escapar. Surpreendentemente, investir numa mudança na mobilidade em Braga é não só possível mas lucrativo para a própria autarquia. Repare-se no seguinte exemplo: uma recente intervenção nas estradas em redor do Braga Parque, cujo foco principal foi a Avenida Antero de Quental, resultou num gasto de 878 mil euros, sendo que ao fim de 15 anos é necessário nova substituição do piso. A este valor, acrescem custos de manutenção anuais que, segundo estudos, variam entre 1-3% do custo inicial.

Av antero quental mau estado do piso.

Ora, se reduzirmos a quantidade de carros podemos reduzir o número de vias asfaltadas, trocar este pavimento por outro de menor custo de instalação ou manutenção (como os blocos de cimento), ou simplesmente prolongar a vida útil das estradas atuais (uma vez que meios mais suaves e a menor circulação resultam na menor degradação do piso).

Populo mau estado do piso 2.

 

Populo pilaretes derrubados.

Curiosamente, propostas deste género não vão a votação, nem sequer há alusão por parte do Executivo Municipal nesse sentido. Qual o motivo para tal acontecer? Estão os decisores políticos comprometidos a assegurar verdadeiramente as finanças a longo prazo dos nossos municípios e a devolver rendimento às famílias? Ou só aproveitar financiamento do PRR?

 

OSM Braga dinamiza encontro sobre OpenStreetMap

Braga Ciclável @ Braga Ciclável

Publicado em 28/12/2025 às 19:05

Temas: Eventos Notícias encontro informal Mercado Municipal OpenStreetMaps OSM workshop


O grupo OSM Braga vai organizar um encontro informal para a comunidade local de Braga e arredores interessada no OpenStreetMap (OSM), no dia 3 de janeiro, sábado, às 14h no Mercado Municipal. A participação é aberta a todos, e não é necessário registo prévio, mas os interessados que já tenham conta no OSM podem indicar a sua intenção de presença em osmcal.org/event/4345.

Tratando-se de um encontro informal, não haverá um programa fixo, mas é recomendado que os participantes levem telemóvel ou portátil para poderem fazer edições no OSM, sobre os temas do seu interesse (por exemplo mobilidade pedonal e ciclável, acessibilidades, etc.).

Novatos e curiosos são bem-vindos: está confirmada a participação de editores experientes que podem ajudar nos primeiros passos e, se necessário, orientar um mini-workshop de iniciação ao OSM.

 

Posso estacionar a bicicleta em segurança?

João Forte @ Braga Ciclável

Publicado em 20/12/2025 às 8:02

Temas: Opinião abrigos Bucareste Ciclovias Estacionamento estacionamento coberto estacionamentos João Forte João Paulo Forte Roménia


Quem, como eu, usa a bicicleta para se deslocar em Braga, sabe que por vezes precisa de um local adequado para deixar a bicicleta estacionada em segurança. Já tive a infeliz experiência de ter precisado de deixar a bicicleta estacionada por várias horas, enquanto me deslocava a Lisboa em transportes públicos, e ter ficado com um prejuízo pelo facto de me terem tentado roubar a bicicleta. Felizmente um bom cadeado impediu o roubo, mas não impediu que a bicicleta fosse vandalizada, facto que obrigou a bicicleta a uma visita ao mecânico para arranjar o aro torcido por um pé frustrado.

Experiências como esta ninguém deseja, daí já há alguns meses ter feito a proposta para que Braga tenha infraestrutura segura para deixarmos as nossas bicicletas. Sim, as bicicletas também são um meio de transporte, e eficaz em Braga.

A proposta era nada mais nada menos do que um abrigo fechado e colectivo para bicicletas, igual ou parecido aquele que a fotografia mostra. Este que a fotografia mostra já existe em Portugal, contudo este registo é nada mais nada menos do que na cidade de Bucareste, na Roménia. Sempre que viajo, na esmagadora maioria das vezes por motivos profissionais, aproveito para me inteirar sobre o estado da mobilidade nos diferentes países, cidades, vilas ou aldeias, pois é algo que me enriquece e ajuda a perceber as boas práticas, bem como aspectos menos positivos, já que não basta criar a infraestrutura, há que saber e falar com quem, de facto, sabe antes de começar a obra. Confesso que não estava à espera do que encontrei em Bucareste. Uma extensa rede de ciclovias e com um bom piso e sinalética. Apesar de ser uma cidade com muitos problemas estruturais, o que ali foi feito funciona a todos os níveis. Não vi linhas pintadas em cima de um piso cheio de buracos, mas sim uma boa rede de ciclovias, em condições e segura. Fez esquecer o caos do trânsito naquela cidade. Também lá o automóvel em excesso causa graves problemas, contudo a rede de transportes públicos e a rede de ciclovias é extensa e faz o seu trabalho.

Mas voltando à segurança, as bicicletas são objectos muito vulneráveis a actos de vandalismo, daí a necessidade e a importância destes abrigos comunitários para bicicletas. Há cada vez mais cidadãos e cidadãs a usar a bicicleta no seu dia-a-dia, para ir para o trabalho, para ir às compras ou simplesmente para dar uma volta e parar no café. Não são precisos muitos abrigos comunitários, mas apenas alguns e bem localizados, exemplo da estação de camionagem, mas não só. Criando segurança para quem tem a bicicleta como modo de transporte, diário ou não, evita-se o vandalismo, bem como situações onde se vê bicicletas presas com cadeado a uma árvore. Este último facto demonstra a necessidade dos abrigos e evita situações menos agradáveis onde quem o faz se sujeita a uma coima. Não havia necessidade…

 
Página 1 de 39 | Seguinte >>