Bicicleta Antiga HWE do tipo Chopper (Bonanza)

LOBO @ OS CLÁSSICOS DO LOBO

Publicado em 10/05/2013 às 8:43

Temas: Bicicletas Antigas Bicicultura Bonanza Choppers heidemann werke einbeck HWE

Eis uma bicicleta efetivamente diferente no panorama das choppers antigas em território Português; é uma Germânica HWE (heidemann werke einbeck). Deverá ser da década de 70 ou inícios de 80 e usa um cubo e seletor de 3 velocidades da Sachs.

Tem todo o ar de ter sido recuperada porque o quadro está sem traços de uso e os cromados como novos. As únicas peças que denunciam que sofreu um tratamento de rejuvenescimento são os pedais aparentemente nacionais e a manga do cabo de mudanças que normalmente não se consegue trocar por um novo facilmente.

Esta bicicleta foi vista numa loja em Santo Tirso e são designadas na Alemanha por Bonanza (Bonanzarad), termo vulgarmente utlizado neste estilo de bicicleta de criança para diferenciar as Choppers. Não é propriamente uma referência em beleza mas é sem duvida diferente de tudo o que foi produzido de choppers aqui na Lusitânia. Eu cá não me importava de ter uma!

 
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Não foi em Marte, mas na 24 de Julho

Pedro M. Fonseca @ Pedalar na Cidade

Publicado em 9/05/2013 às 0:04

Temas:

Uma crónica do outro planeta, chamado Portugal:

Na passada sexta-feira, eram oito e meia da noite e pedalava eu na Av. 24 de Julho, a chegar a Santos vindo de Alcântara e rumo ao Campo das Cebolas, quando oiço uma buzinadela atrás de mim. Pensei trata-se de algum amigo que me tivesse reconhecido (sim, os meus amigos adoram fazer barulho), mas ao olhar para trás vi que era uma rapariga desconhecida na casa dos vinte e poucos anos a conduzir atrás de mim. Pensei que não seria comigo e continuei o meu caminho, apenas para voltar a ouvir a buzinadela insistente. Olhei novamente para trás e reparei que a rapariga esbracejava apontando para mim. Teria um pneu furado? A luz traseira tinha-se fundido? As minhas calças estavam perigosamente descaídas? Um mistério.

Felizmente, naquele momento e após ser ultrapassado pela rapariga, caiu o sinal vermelho e tive oportunidade de esclarecer a interrogação que tinha. Parei ao lado da janela do carro da rapariga e questionei qual seria o problema. Afinal era simples: Eu ia à frente dela, na estrada. Ela queria andar e eu estava ali. Entendia a rapariga que não tinha que andar a "cinquenta à hora".

Passando por cima da sugestão de que eu seguia a 50km/h numa estrada plana (seriam uns 30km/h na melhor das hipóteses), ainda questionei onde é que ela pretendia que eu andasse e se acaso uma bicicleta estava impedida de andar na estrada. Esclareceu que sabia que eu podia andar na estrada, mas ainda assim ela queria passar e eu, "estava ali". Estava visivelmente inconformada com a situação.

Esclareça-se que "ali", era na metade direita da faixa direita de uma avenida com duas faixas de rodagem e o trânsito era mínimo. Havia carros estacionados ainda mais à direita, pelo que deles guardava a habitual distância de 1,5m (prevenindo embates por abertura de portas dos carros estacionados).

De referir ainda que se parecia à rapariga que ia a 50km/h, então estava a protestar de ir no limite da velocidade legal dentro da cidade. Infelizmente, no calor da situação e porque surgiu uma ambulância em emergência, tivemos que abrir caminho e não acabámos este profícuo diálogo, mas o que sucedeu foi suficiente para me impressionar.

A rapariga protestou buzinando, porque queria andar mais depressa e uma bicicleta impediu-a de acelerar naquele momento, naquela via. Ela tinha esse direito e eu o dever de lhe sair da frente. Parece óbvio.

A verdade é que o limite de velocidade na Av. 24 de Julho não tem qualquer significado. O seu cumprimento é mais a excepção do que a regra. Na maioria das vezes é a velocidade mínima a que todos circulam. Numa via de duas ou três faixas com os peões distantes e separador central, seria preciso um controlo policial permanente para impedir as pessoas de acelerar. Mas não me recordo de um único controlo do género nos últimos 10 anos. Ninguém quer saber do controlo de velocidade em muitas vias da cidade de Lisboa, onde cada um acelera a seu bel-prazer e quando há acidentes, logo se vê.

No entanto é das zonas de Lisboa mais amiga para andar de bicicleta, por ser totalmente plana, ter sempre mais do que uma faixa, permitindo ultrapassagens fáceis pelos automóveis e correr Lisboa de lés a lés. Provavelmente a rapariga achou que eu estava a passear, dificultando o trânsito de forma gratuita, mesmo estando eu com roupa normal (não desportiva) e numa bicicleta de cidade.

Assim se demonstra que acima dos problemas de declives, calor ou chuva, a maior dificuldade está na mentalidade de muitas pessoas, que ainda vêem a bicicleta como uma ferramenta de lazer e não um meio de transporte válido, legítimo e acima de tudo desejável.
 

Parabéns Sevilha

E. @ Planeta Q.I.

Publicado em 30/04/2013 às 9:13

Temas: 8-80 Cities amsterdão bicicleta Bike Sharing cidades sustentáveis Con Bici copenhaga sevici Sevilha

Segundo o índice anual publicado pela copenhagenize.eu, Sevilha está colocada no quarto posto do ranking em 2013, apenas atrás de Amesterdão, Copenhaga e Utrecht. Em apenas 7 anos a cidade passou de um uso marginal da bicicleta de 0,5% para 7% (aumento médio de 6,5% ao ano) no conjunto das deslocações dentro da sua área urbana, devido a um moderno e eficaz planeamento, combinadas com um forte ativismo e vontade política. As bicicletas de uso partilhado também constituem um forte incentivo para o sucesso do projeto.


Embora longe dos 30% das três primeiras cidades, Sevilha é a cidade onde o uso da bicicleta mais tem crescido e a que tem as melhores e mais modernas infraestruturas.



The Copenhagenize Index - Tokyo

Na implementação de um plano ciclável, a barreira de 5% aparece como muito difícil, sendo a meta dos 15%  aquela com que todos os planeadores sonham. Novos desafios se colocam, mas desde já há um grande obstáculo no horizonte: em Espanha discute-se a implementação da obrigatoriedade de uso do capacete na bicicleta, o que pode constituir um forte revés se for aprovado.


 

Peças Para Bicicleta Antiga à Venda

LOBO @ OS CLÁSSICOS DO LOBO

Publicado em 25/03/2013 às 14:24

Temas: Acessórios Antigos para Bicicleta Bicicletas Antigas Bicicultura Choppers Cibor Selim Banana Tabor

Vários acessórios para bicicleta antiga para venda. Desde novos a usados e de recuperados a literalmente velhos.

Preços com portes incluidos para o continente.

Pagamento por transferencia bancária.


 
Desviador novo. Preço 7 euros
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Movimento pedaleiro novo 110mm, rosca inglesa. Preço 10 euros
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Acessórios velhos para recuperar ou aproveitar alguma peça.

 Pedal Antigo do lado direito. Niquelado sem corrosão. comprimento 10.5cm. Preço 9€
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Pedal Antigo do lado esquerdo. comprimento 11cm. Preço 5€

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Pedal Antigo de Senhora lado Direito. Corrosão Ligeira. comprimento 10.5cm. Preço 10€ 
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Manetes de Travão em Aluminio. Nacionais. Preço: 6€  
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Farol JOS e refletor Soubitez. Preço: 15€ 
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Dinamo REP. Preço 4€
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Grelha de Bicicleta antiga Órbita M20. Preço 5€
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 Manetes de Travão em Aluminio. Nacionais. Preço: 3€ 
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Avanço da Confersil para Bicileta de Ciclista. Preço 5€
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Avanço da Esmaltina para Bicileta de Ciclista. Preço 5€
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Mini Pasteleira UCAL roda 14, recuperação Concluída.

LOBO @ OS CLÁSSICOS DO LOBO

Publicado em 18/03/2013 às 14:57

Temas: Bicicletas Bicicletas Antigas Bicicultura UCAL UCAL roda 14

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Andar de bicicleta e NÃO usar capacete

Pedro M. Fonseca @ Pedalar na Cidade

Publicado em 13/03/2013 às 16:11

Temas:

Este é um tema alvo de muitos debates, como uma rápida pesquisa na internet pode mostrar.

Update: Aqui, um óptimo exemplo recente.

Mas há imagens que valem por um longo texto:

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Também é fácil perceber que há muitas pessoas a partir cabeças, porque tropeçaram a descer as escadas. Deviam pôr um capacete antes de o fazer?

Acima de tudo, estou do lado dos Pró-escolha: Usa capacete quem assim o entender. Obrigatório é que não.
 

Fazer exercício, sem tempo a perder

Pedro M. Fonseca @ Pedalar na Cidade

Publicado em 4/03/2013 às 12:53

Temas:

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"apenas dez minutos de exercício físico diário podem fazer toda a diferença na duração e na qualidade dos ciclos de sono"

Todos sabemos que nem sempre é fácil, muito menos barato, a prática de exercício físico depois do tempo de trabalho. Implica deslocações adicionais a um ginásio que consomem muito tempo e que tem um custo razoável.

É comum ouvir de quem frequenta ginásios "não me apetecia mesmo nada ir hoje, mas tenho pago a  mensalidade e já faltei tantas vezes...". Ou seja, não só se gasta o dinheiro, como ele não tem o aproveitamento que se planeou aquando da decisão de praticar exercício em ginásios.

Ora, substituindo qualquer outro meio de transporte por uma bicicleta em dois dias da semana, é possível fazer esse exercício, com um investimento maior de início, mas com um retorno que perdura anos. Pelo que oiço por aí, a mensalidade de um desses ginásios ronda os 40/50€. Ora em 12 meses são 500.00€, pelo menos, valor com o qual já se pode adquirir uma bicicleta bastante razoável, que durará muitos anos. E com ela poderão fazer exercício todos os dias, com custos adicionais praticamente insignificantes. E nos dias em que não apetecer, não se gasta mais por isso, pelo que não há sensação de culpa.

Tomando a decisão de utilizar a bicicleta para vir para o trabalho, consegue-se integrar o exercício na deslocação e que pode ser moderado ou intenso, conforme a vontade de pedalar mais ou menos depressa. Mesmo que fazendo-o se demore mais 20 minutos na deslocação, ainda assim compensa, pois indo para um ginásio, tinha-se o tempo de deslocação para o mesmo, a aula/sessão em si mesma, mais o regresso a casa. Ultrapassa certamente a diferença de tempo.

E uma coisa vos garanto: nunca, depois de um dia de trabalho me ocorreu: "não me apetece ir de bicicleta". Bem pelo contrário. Depois de um dia difícil, a oportunidade de sair pedalando liberta o espírito e o corpo. Assim, o trajecto, em vez de ser algo que se faz com stress tentando fugir ao trânsito (mas quem está no trânsito, é o trânsito, não esquecer) transforma-se num momento libertador do dia, devolvendo a harmonia ao cérebro e o sorriso à cara.

Dorme-se muito melhor, claro.  



 

Buzinar a ciclistas

Pedro M. Fonseca @ Pedalar na Cidade

Publicado em 2/03/2013 às 14:56

Temas:

Interrompo a longa ausência apenas para dar uma dica aos automobilistas que decidem buzinar fortemente a um ciclista, com a aparente intenção de o incentivar, cumprimentar, gozar, etc.:

Não é fixe.

Explico porquê: Imaginem que estão a conduzir e que o passageiro que levam no banco de trás tira da sua mala uma daquelas buzinas de ar comprimido normalmente usadas em estádios e a activa, sem aviso: 


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FOOOOOOOOOOOOOOOOOM

Estão a imaginar o susto? É o que sente o ciclista, misturado com pensamentos do género: "Será que querem abalroar-me?"

Eu sei que é difícil a quem nunca experimentou andar de bicicleta na cidade, mas a ausência de ruído na deslocação é um dos atractivos deste meio de transporte. Daí a beleza da bicicletada nocturna, quando há poucos carros.

Andar de bicicleta é um acto em regra silencioso (excepto quando o estado do pavimento é mau, o que infelizmente acontece em muitas estradas de Lisboa). Eu compreendo que quem vai de carro com vidros fechados que o isolam do que o rodeia, mas cujo veículo produz ele próprio ruído, tenha o hábito de buzinar como forma de comunicar. Mas quando se trata de um ciclista, um simples "Olá" verbal é mais do que suficiente, se estiverem mesmo para aí virados. Estamos combinados? Obrigado.
 

Projeto Fixed Gear 'ANIMA LUPI' - parte 6 - Conclusão

LOBO @ OS CLÁSSICOS DO LOBO

Publicado em 25/02/2013 às 13:50

Temas: Anima LUPI Fixed Gear Bicicletas Bicicletas Antigas Bicicultura Carreto Fixed/Single Speed Confersil roda 28 (corrida)

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Pedalar é no meio da estrada II

Pedro M. Fonseca @ Pedalar na Cidade

Publicado em 17/01/2013 às 18:16

Temas:

No post anterior, abordei o enquadramento legal que permite aos ciclistas circular no meio da via.

Já agora, um esclarecimento: optei pela título "Pedalar é no meio da estrada", de forma a chamar a atenção para o assunto, dado que normalmente as pessoas mais inexperientes (incluindo muitos ciclistas) acham que é suposto circular-se totalmente encostado à berma. Normalmente fazem-se notar buzinando fortemente ao ciclista que circule mais afastado da mesma. Uns amores. Mas não que o local apropriado seja sempre o meio da via. Mas esse pode ser, em muitas circunstâncias, o local mais adequado, como resulta do desenho abaixo:

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Desenho de Bekka Wright, Bikeyface



No fundo, deve circular-se no meio ou perto do meio da estrada por uma combinação de razões que levam a que seja sempre mais seguro para o ciclista que assim previne situações em que possa ficar em perigo. Lembremo-nos que um ciclista é totalmente vulnerável a actos fortuitos, pelo que deve conduzir de forma preventiva para que o acidente seja sempre a hipótese o mais remota possível. É muitas vezes difícil explicar esta realidade a quem nunca andou de bicicleta numa cidade, ou a quem anda mas sempre a velocidades muito baixas, mas vou dar um exemplo a partir da espectacular imagem abaixo, retirada da página que se vê na marca de água da mesma:

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Que grande estilo! Era assim que se vivia, no antigamente. Vamos supor (acompanhem-me na forte dose de fantasia) que a senhora  está fixa ao automóvel e que não cairá de forma alguma em aceleração, travagem ou curva. Agora, imagine-se que é a senhora quem controla o carro e que vai atravessar, sentada nele, a cidade. No mínimo, uma cena muito rock&roll. Mas de que forma podemos supor que conduziria? à mesma velocidade habitual? Desceria uma avenida a 70km/h, com um automóvel na sua frente a cinco metros de distância? Circularia encostada a bermas, onde há carros estacionados ou sem visibilidade, que saem às vezes sem olhar, ou abrem uma porta? Pararia a centímetros do carro da frente? O que acham?

Em meu entender, as pessoas conduzem os automóveis muitas vezes de forma arriscada, porque não têm a noção do perigo real. O automóvel isola a pessoa do mundo exterior, filtrando-o, levando o seu condutor a abstrair-se do que o rodeia. O facto de estarem rodeados de metal, sistemas de defesa e segurança dá-lhes (e a mim também, não sou diferente) uma hiper-confiança que as leva a correr riscos que nem sempre são medidos. Também porque na maioria das situações, se vier a ocorrer um acidente, e for um carro o outro envolvido, há uma boa probabilidade de ser "só chapa". E se for com uma bicicleta?

Com uma bicicleta, nunca é "só chapa". A única coisa que protege o seu condutor é o seu próprio corpo, pelo que o factor mais importante na condução é claro:

Evitar que acidentes ocorram. 

Um ciclista inteligente actua sempre de forma preventiva, mesmo que isso signifique infringir a Lei. Porém, no que toca a circular ou não na berma da estrada, esse problema não se coloca, visto que como referi no post anterior, a obrigatoriedade de circular à direita da via não significa exactamente encostado à berma. Aliás, se repararem, nem os automobilistas prevenidos o fazem. Mas porque é que as bicicletas devem circular a pelo menos um metro da berma?

Várias razões:

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Algures na Estrada de Benfica, em Lisboa
  • É à direita que estão os escoadores das águas pluviais. As ranhuras destes são muitas vezes mais largas do que os pneus das bicicletas, pelo que estes podem ficar lá presos. Também nunca se sabe quando é que se pode apanhar um destes escoamentos com a tampa "desaparecida" ou partida e portanto um buraco enorme onde um ciclista cairia aparatosamente. Acham isto estranho? Imagine que vai a pedalar encostado/a à tal berma, e no preciso momento em que um automóvel o/a está a ultrapassar depara-se com um buraco. Era de noite e só reparou nele quando estava a dois metros. Que aconteceria? 

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Na mesma Estrada de Benfica, uns metros mais à frente do buraco anterior, uma placa partida.

Ou seja, deve-se circular pelo menos à distância que permita evitar estes perigos. E nem todos os escoadores estão tão encostados à berma quanto estes.

...continua.
 
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