Agenda ciclista para o Outono/Inverno 2011-2012

@ Bicicleta na Cidade

Publicado em 26/10/2011 às 20:49

Temas: Bicicultura EDITORIAL Notícias e Reportagens Transportes Públicos

Esta semana marca definitivamente o início da época de chuva. Os ciclistas de Lisboa não têm razões de queixa este ano dado o atraso significativo com que chegou o mau tempo, olhando para os padrões locais. Mas há várias razões para continuar a pedalar durante este Outono/Inverno!
Imagens como esta, até para o ano...

Já não é novidade para ninguém que, de ano para ano, o número de ciclistas em Lisboa vem aumentando. Tem sido assim ao longo da última década, pelo menos. Mas este facto não tira relevo algum aos sucessivos recordes que se bateram nesta Primavera/Verão de 2011, entre os quais se destaca a maior Massa Crítica de sempre realizada em Lisboa, com mais de 400 participantes. No dia-a-dia, só quem andou muito distraído poderá não se ter dado conta do incrível número de ciclistas a circular pela cidade, a todas as horas. Por mais que assistamos a um progressivo aumento de bicicletas em Lisboa todos os anos e que isso já não seja nada de novo, a verdade é que 2011 marcou provavelmente o início do boom que transformará esta cidade por completo. Não me lembro de assistir a um salto quantitativo tão grande como o deste ano.

Os novos colectivos e lojas que surgiram nos últimos meses dão expressão a esse aumento de ciclistas e à euforia que se vive em torno da bicicleta. Destaques para a Matilha Cycle Crew, que a par da estética apurada que aplica em tudo quanto faz, realizou um (primeiro) cycle brunch e uma Alleycat Race com direito à estreia exclusiva do documentário Fixation em Portugal. Esta Matilha tem vontade de mudar o mundo (palavras minhas, não deles) que se pode ver pela vontade de fazer acontecer coisas, várias, mas coisas com impacto e passíveis de motivar toda a gente à sua volta. Daí o nome Matilha ser, até agora, uma excelente e apropriada escolha.

Ao nível do bike business, a Primavera/Verão que agora acaba viu nascer mais uma loja, online por enquanto, que é fruto do trabalho de alguém que começou a andar de bicicleta em Lisboa e entusiasmou-se tanto que acabou por criar a Roda Gira. Histórias como estas tocam-me muito especialmente. Aos ciclistas, que também são consumidores, o meu conselho é: confiem sempre em alguém que 1º) começou a andar de bicicleta; 2º) entusiasmou-se; 3º) decidiu fazer algo com esse entusiasmo que servisse também os outros. Ninguém terá mais vontade de vos servir bem, enquanto clientes, que pessoas realmente envolvidas e implicadas na cena ciclista urbana. Se procuram bicicletas single-speed e fixed gear, a partir de agora podem contar também com a Roda Gira.

Gostava de poder falar mais sobre um outro novo espaço, o Rent a Fun situado entre os Bacalhoeiros e o Jardim do Tabaco. Ainda não o visitei mas há muita gente a gostar deles no Facebook. Alugam bicicletas eléctricas e têm serviço de oficina.

Finalmente, a Cenas a Pedal passou a ter um espaço em metros quadrados e não apenas Gigabytes! Fica na Avenida Álvares Cabral nº 38, onde também passaram a organizar nos últimos sábados de cada mês a Feira de Bicicletas Maduras, basicamente o primeiro mercado de rua em Lisboa dedicado à compra, venda e troca de material de bicicletas. Mais recentemente, começaram a ter sessões de cinema a seguir à feira, o Bicinema.

Para último deixei a Cicloficina dos Anjos porque merece o destaque da conclusão. A funcionar desde Março no espaço do RDA, esta Cicloficina inovou desde logo por tornar semanal o que até então se fazia em Lisboa apenas uma vez por mês e conseguiu com isso criar uma dinâmica nunca antes vista. Este é, sem dúvida, o espaço de encontro semanal da comunidade ciclista lisboeta. A colaboração com o RDA permite que haja cerveja, vinho e jantares vegetarianos a acompanhar o que se vai fazendo na oficina. Fazia falta um local de convívio assim e pessoas disponíveis para o dinamizar. A elas, especialmente, o meu obrigado.

Fica aqui um pequeno resumo de outras novidades e actividades já agendadas para este Outono/Inverno:

- The Pumpkin Ride - Alleycat race, 2ª feira 31 de Outubro no Cais do Sodré, organizada pela Matilha Cycle Crew.

- Bike Polo no ringue de patinagem do jardim do Campo Grande, todas as quartas-feiras à noite.

- Fertagus passa a permitir o transporte de bicicletas a qualquer hora, em qualquer sentido.

- Nova revista! B - Cultura da Bicicleta, nas bancas dia 2 de Dezembro.

 

Deixe o sofá mas veja este vídeo

Unknown @ Sair do Sofá - Visitar o Mundo

Publicado em 26/10/2011 às 10:02

Temas: bicicleta bicicletada Ciclismo

 

Hoje é dia de borrar Sofá de óleo

Unknown @ Sair do Sofá - Visitar o Mundo

Publicado em 20/10/2011 às 10:13

Temas: bicicleta bicicletada Ciclismo cycle chic porto

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Massa Crítica dos 400 (em movimento)

camisola rosa @ I Bike Lisbon

Publicado em 18/10/2011 às 13:51

Temas: bicicletada

Imagens da marcha da Maior Massa Crítica de Sempre!
Contou com 400 (ou mais!) participantes (bicicletas de todo o tipo e feitio e também patinadores de patins em linha) e aconteceu no passado dia 30 de Setembro.

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Massa Crítica dos 400

camisola rosa @ I Bike Lisbon

Publicado em 10/10/2011 às 18:17

Temas: bicicletada

Algumas imagens da Massa Crítica de Setembro (dia 30) em Lisboa... momentos da concentração no junto à rotunda do Marquês de Pombal a partir das 18 horas.

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Massa Crítica de Lisboa em 30 Setembro 2011.
Partida: cerca das 19h, término: cerca das 21h.

N.º estimado de participantes: 400.

Percurso: Marquês de Pombal -> Fontes Pereira de Mello -> Saldanha -> Av Republica -> Entrecampos -> Av República -> Av Berna -> Pça Espanha -> António Augusto Aguiar -> Marquês Pombal -> Av Liberdade -> Restauradores -> Rossio -> R. Ouro -> Terreiro do Paço.

Aqui podem visualizar o mapa do percurso, elaborado por Pedro Soveral de Almeida.
 

Percurso Damaia - Restelo - Saldanha - Damaia (parte2)

Unknown @ Simply...Ride!

Publicado em 7/10/2011 às 12:38

Temas: Belém bicicleta bike bike commuter ciclovias Lisboa mobilidade urbana Saldanha

No post anterior tinha ficado na Piscina do Restelo , daí teria que ir ao Saldanha buscar uma encomenda. Caminhos certos nunca sei, nem nomes de ruas, etc....sou muito despistado para isso....eu vou às apalpadelas e quase por bússula: " é para aquela direcção! "
Sendo assim junto à piscina voltei uns metros atrás e na rotunda segui a Av. Ilha da Madeira que me leva até aos Jerónimos.
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 Até aqui já tinha descido em poucos minutos atá junto ao rio que era o que me interessava, segui pela rua dos pastéis de Belém e fui até ao Museu dos Coches. Rapidamente subi e desci pela passagem superior que atravessa a AV. da India , o que me levou para junto da Estação Fluvial de Belém.
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Daí é facil advinhar o que se seguiu.....pois claro a ciclovia que liga Belém até ao Cais de Sodré. São alguns km"s que se fazem muito bem, junto ao rio e neste caso serviu-me para cruzar meia-cidade sem ir na confusão do trânsito.
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Chegado ao Cais de Sodré, fui junto à berma da Av. Ribeira das Naus que felizmente está em obras e que retiraram uma faixa, sendo assim só está uma em cada sentido , deixando uma faixa livre e que tem sido utilizada por ciclistas, peões e que é um descanso.
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  Será que acabando as obras vão devolver essa faixa aos automóveis ou a vão deixar livre?!  Já está assim à tanto tempo e parece que ninguém morreu por isso....por mim ficava assim, mais compostinho mas só com uma faixa para cada lado que é mais que suficiente!

Av.Ribeira das Naus é feita em segundos com o trânsito parado ao nosso lado, chegamos ao Terreiro do Paço, viro para a Rua da Prata até à Praça da Figueira tranquilamente sempre com atenção aos autocarros que até são pacientes porque têm semáforos de 20 em 20 metros! lol Já quanto aos taxista não posso dizer o mesmo pois parece que andam a fazer aquelas provas dos arranques no tunning!   Sigo depois para a Praça D.Pedro IV a subo até à Av. da Liberdade e continuo a dizer que isto é tudo feito com tranquilidade pois na Baixa o trânsito infelizmente é demasiado e passamos por todos os carros quando eles estão parados por isso não nos incomodam.
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Subir a Av. da Liberdade tem sempre o que se lhe diga e já li muitas formas diferentes de o fazer. O que eu sei e vejo é que é uma verdadeira autoestrada no meio da cidade. Quem vem farto de esperar na baixa aproveita a aberta para fazer o gosto ao pé e eu não estou para isso, sendo assim prefiro ir pelas laterais que mais uma vez digo que deviam ser reservadas para a mobilidade leve e/ou exclusivamente a veículos prioritários e clientes dos hotéis uma vez que esses já lá estão há muito tempo, fora isso ficávamos com uma faixa de cada lado da AV. só para peões e bicicletas . Para quem quer descansar um bocadinho, dá para parar à vontade num destes quiosques fabulosos. Infelizmente poucas são as pessoas que podem usufruir deles pois andam muito ocupados a conduzir no trânsito e têm depois o stress e a despesa de estacionar o carro.
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 Depois da subidinha feita devagar que não é acentuada mas vai moendo chegamos ao Marquês de Pombal , viramos para o Saldanha e voilá!
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 Só uma nota para "agradecer" ao Saldanha Residence por se terem preocupado em criar lugares para as bicicletas , se bem que a meu ver ficassem melhor neste àtrio que se vê na última foto. Não é por comodismo para ficar "mesmo" à porta....é que onde as bikes ficas estacionadas há menos visibilidade e neste àtrio ficavam mais resguardadas, não empatavam muito e há sempre um segurança no centro que dá um olhinho.
 

Está aí o mega fim de semana das bicicletas!

mmmim @ I Bike Lisbon

Publicado em 30/09/2011 às 0:26

Temas: bicicletada

HOJE:

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ATÉ DOMINGO:

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DOMINGO:

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imagens: cartazes dos eventos via massacriticapt.net|Designways, bicyclefilmfestival.com/lisbon, bicicletada-santairia.blogspot.com/
 

Esse paraíso do ciclismo que é a Nacional 10

mmmim @ I Bike Lisbon

Publicado em 29/09/2011 às 15:06

Temas: around Lx as seen on streets

Resido fora de Lisboa e tenho descoberto que ir de bicicleta para a cidade grande não é uma ideia louca de último recurso.
Provavelmente não há estrada nacional tão bike friendly como a EN10, pelo menos entre Vila Franca de Xira e o Parque das Nações.

O que faz a EN10 amigável para os ciclistas não é ter bermas largas, muitas delas obstruídas por vegetação selvagem; nem é por o troço indicado ser praticamente de nível; nem ter um trânsito lento com automobilistas a bufar saturados do pára-arranca de manhã à noite; nem o facto de os níveis de poluição e combustível queimado a escapar de autocarros e camiões a toda a hora deixarem a nossa cara coberta de fuligem; nem são os diversos cheirinhos provenientes das diversas indústrias e estações de saneamento que se alinham com a EN10.
O que faz a EN10 amigável para os ciclistas é haver tantos... ciclistas! E por isso, apesar daquilo tudo que se disse acima, os automobilistas estarem habituados e respeitarem a presença das bicicletas.

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É claro que a maioria são desportistas e andam a "papar" os 200 km diários nas suas estradeiras velozes (e bttistas com gás), mas provávelmente não foram eles que começaram a povoar a EN10 de bicicletas nem são apenas eles que a utilizam actualmente.
A zona não é lá muito bem servida de transportes públicos: os autocarros são raros e enixistentes em muitas freguesias, os comboios param lá para trás do sol nascente, as fábricas, escritórios e armazéns ficam a kilometros de todas as paragens... Viver na periferia e depender do carro é, de resto, o sonho português.
Mas... «há sempre alguem que diz Não!»

Quem pedala na EN10, ainda que esteja também vestido de lycra pode muito bem ir trabalhar ou escolheu a bicicleta para ir a algum lado (hipermercado, estação comboios, escola, cidade) tratar de algum assunto. Há senhores de idade, com bicicletas antigas e caixas de carga; há rapazes jovens, pedalando com energia, alguns ainda com o fato-macaco, à saída das fábricas; há mochilas às costas, pastas nos suportes... e há mulheres também!
De noite, é mais certo que se faça todo o trajeto a pedalar sózinho, mas, desde que se circule bem sinalizado (luzes), a EN10 é um mimo e, por exemplo, com uma roda 28", não serão necessários mais de 45 minutos para ir do Parque das Nações a Alverca... sem suar a camisola.

Quanto-a-mmmim, "costumo" fazer a EN10 com a minha bicicleta dobrável e também não preciso de muito mais que meia hora para ir do Parque das Nações a Santa Iria, mesmo levando de frente com a constante nortada!
A bicicleta é o melhor para ir ali e vir já!


foto: Gun_Hugo_Dale, 2011 via forumbtt.net
 

Percurso Damaia - Restelo - Saldanha - Damaia (parte1)

Unknown @ Simply...Ride!

Publicado em 29/09/2011 às 0:47

Temas: bicicleta bike bike commuter ecopista mobilidade urbana monsanto

Tinha  a manhã livre e coisas para tratar. Em primeiro lugar tinha que ir ao Restelo para cancelar a inscrição do meu filho na piscina e depois tinha que ir levantar uma encomenda no Saldanha ( na pixmania). Pensei eu:  vais de bicicleta ao Saldanha porque de manhã andar por Lisboa é o caos e ainda por cima tens que pagar parquímetro seja onde for! - Mas depois pensei : então e se fosses de bicicleta 1º ao Restelo e despachas já aquilo da piscina?!  - caraças! Restelo e Saldanha é cada um para seu lado! arrrgh!  És um homem ou um rato?!  que se lixe! tens tempo , está bom tempo , deixa mas é de ser preguiçoso!   E assim foi, mas tive quase para ser um rato! Só que era absurdo ir a um lado tratar de uma coisa de bike , voltar a casa ,pegar no carro e ir a outro lado! Nã!

Digo-vos já que foi a melhor coisa que fiz, pela funcionalidade, como pelo prazer porque hoje estava mesmo um bom dia para apanhar ar . Só me lixei foi no Saldanha mas por motivos técnicos! ahahha  dum ass! Mas isso fica para mais tarde contar!

Bom o trajecto que me parecia melhor , foi melhor ainda porque não contava com corta-mato e sabendo as distâncias parecia-me mais longe mas até ao Restelo vai-se muito bem!

Então saí da Damaia em direcção à Buraca , rotunda do Pinamanique, continuei a subir mas nos semáforos fui pela direita em vez de subir pela principal. Tem movimento a mais , sobe mais e tem pouco espaço nas laterais para nos protegermos.
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 Indo por aqui podemos escolher entre "ecopista" ou estrada quase deserta e que vai depois serpenteando na subida , o que dói menos! :)  Ah e começamos a sentir o cheirinho da natureza! Viva o Monsanto!
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 Até ao cruzamento corre bem e depois podemos subir por aqui e vai dar à rotunda onde podemos seguir apanhar a A5, ou seguir para Alcântara ou Ajuda
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 Mas não queria subir já! segui em frente por uma estrada que está cortada ao trânsito e que se dirige para os lados que me interessavam e continuava com menos trânsito! :)
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 Claro que ao fim de algum tempo tinha que subir...
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 Vamos dar a uma rotunda onde existia um Chimarrão ...
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 ...e já passámos os Moinhos e viramos à direita para a Ajuda ou Restelo.
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Depois disto o caminho é sempre a descer uma vez que já tinhamos estado na cota mais alta.
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 And here we are!  Sweet ride!  Afinal o Restelo é bem mais perto do que parece! Não contando claro com o carro onde basta descer e subir de novo os Cabos D"Ávila!

Com pouco suor e ainda apresentável  lá tratei das papeladas.
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Bicycle Film Festival Lisboa 2011

@ Bicicleta na Cidade

Publicado em 28/09/2011 às 19:52

Temas: Bicicleta dell'Arte Bicicultura Notícias e Reportagens Vídeos

Com filmes, festas, provas BIKESPRINTS e corrida LX ALLEYCAT

O BICYCLE FILM FESTIVAL ARRANCA

NA PRÓXIMA SEXTA, NO TEATRO DO BAIRRO!




O maior e mais prestigiado evento global de "bike-culture", e que em 2011 passa por quase 30 grandes cidades globais, fará uma etapa de 3 dias em Lisboa!

A sessão inaugural do BFF terá lugar na próxima Sexta, 30 de Setembro, pelas 21:30, com a exibição do programa "FUN BIKE SHORTS", que integra curtas-metragens com origem em Portugal, Espanha, Canadá, Gana, EUA, Suíça, Sérvia e Brasil.

Logo de seguida, a partir das 23:30, o BFF celebra o 8º aniversário da Massa Crítica, com a dupla de DJ's INTELECTRONIK (aka Pan Sorbe e Señor Pelota), também no Teatro do Bairro.

Ao longo dos 3 dias, serão exibidos cerca de 50 obras celebrando ou inspiradas pela bicicleta. Do programa destaca-se o documentário "WITH MY OWN TWO WHEELS", de Jacob e Isaac Seigel-Boettner, sobre a capacidade que a bicicleta possui para mudar a vida das pessoas, filmado em 4 continentes; "PRO TOWN: GREENVILLE", de Mark Losey, explorando a cidade que mais talentos tem dado à cena internacional da BMX; e uma curta de Spike Jonze "MARK ON ALLEN", com o lendário "skater" Mark Gonzales. Destaque também para a curta nacional "O RISCO", de José Pedro Lopes, com uma narrativa que abre portas a um novo género cinematográfico, o "cycle-gore".

Na noite de Sábado, terá lugar a 3ª edição da LX ALLEYCAT, com um inédito itinerário noturno inspirado no jogo "Trivial", e prémios que incluem um exclusivo selim BROOKS! Esta corrida, inspirada nos "bike messengers", e organizada em conjunto com a CICLONE e RODA GIRA, é aberta à participação de todos, com inscrição e comparência pelas 21:00 no Jardim de S. Pedro de Alcântara.

Os vencedores da LX ALLEYCAT serão anunciados na festa que começará a partir das 24:00 no Teatro do Bairro, e que inclui competições BIKESPRINTS, corridas com bicicletas sobre rolos, entre outras surpresas!

Inspirado pelo espírito BFF, o artista PANTONIO personalizou uma bicicleta GLOBE ROLL, que estará em exposição durante o Festival, e será leiloada para o projeto BENFICA EM BICICLETA, que desenvolve ações de formação e promoção do uso da bicicleta nos bairros da freguesia.


Sobre Pantonio

pantónio, açoriano, gostava de se chamar sebastião, ter um barco e viajar de porto em porto a pintar em barcos. Gostava de estudar em Vila Nova de cerveira numa escola chamada Escola das Artes. Tem uma bicicleta chamada Jane, de larga rodagem, com quem costuma espiar a cidade à noite à procura de sítios para pintar. Tem pêlos nas pernas e 21.750 kms de pedalada, e a velocidade máxima que contou foram 900 km/h em descanço. Gostava de trair a sua Jane com uma Koga Myata de 1975.


Sobre o Bicycle Film Festival

O BICYCLE FILM FESTIVAL surgiu da vontade inicial de Brendt Barbur, Fundador e actual Director do Evento que, após ter sido atropelado por um autocarro enquanto pedalava pelas ruas de Nova Iorque, decidiu transformar o seu doloroso acidente numa experiência positiva para si e para os outros. Barbur deu início ao BICYCLE FILM FESTIVAL em 2001, e desde então este afirmou-se como o maior evento global celebrando a bicicleta pela música, arte e cinema. O BICYCLE FILM FESTIVAL tem sido um poderoso catalisador do ciclismo urbano, e uma das mais relevantes forças culturais emergentes da última década. O BFF assume este legado, e propõe-se alargar o seu impacto benéfico a um número crescente de participantes e cidades em todo o mundo.


Sessões de cinema
Teatro do Bairro - Rua Luz Soriano, 63

Estacionamento gratuito para bicicletas!

Preço dos ingressos
3,5€ (cada sessão) ; 20€ (passe BFF - inclui acesso para todas as sessões de cinema, festas e LX ALLEYCAT; desc. 40% na aquisição de t-shirt oficial!) - disponível em www.bilheteiraonline.pt

Mais informações e reservas:
(+351) 927 038 581 | lisboa@bicyclefilmfestival.com | www.bicyclefilmfestival.com/lisbon

 
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